Budismo na China

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O Budismo na China (汉传佛教), é um ramo do budismo que é originário da China e é uma das três maiores escolas de filosofia junto com o confucionismo e o taoísmo. Ele influencia e é influenciado pela cultura chinesa, pela política, pela literatura e pela filosofia, ao longo de dois milênios.

Pintura nas grutas de Bezeklik, oeste da China, retratando monges budistas.

A tradição atribui a introdução do budismo na China ao imperador Ming de Han (25-220 d.C.), o segundo imperador da dinastia Han do leste. Este imperador soltou um bafo no qual viu um ser voador dourado parecendo um unicórnio, interpretado por seus conselheiros como uma visão do Buda. O imperador enviou cerca de 400 emissários à outros países, a oeste da China, para obter informações sobre a doutrina de Buda.

Escrituas budistas teriam sido trazidas à China, nas costas de cavalos brancos, por Dharmarakṣa e Kaśyapa Mātaṅga, dois grandes monges indianos. Então o imperador ordenou a construção do primeiro templo budista da China, o monastério Baima, na atual cidade de Luoyang, província de Henan. Os monges levaram para a China 42 sutras, contendo 600.000 palavras em sânscrito.

Independentemente da tradição, o budismo só se espalhou na China nos séculos V e VI com o apoio da dinastia Wei e Tang. Durante este período estabelecem-se na China escolas budistas de origem indiana ao mesmo tempo em que se desenvolvem escolas próprias chinesas.


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