Isabel Maria da Áustria

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Isabel Maria
Arquiduquesa da Áustria
Isabel em retrato de Philip de László (1906).
Cônjuge Príncipe Otto Weriand de Windisch-Grätz (1873-1952)
Leopold Petznek
Descendência
Príncipe Franz Joseph de Windisch-Gratz (1904-1981)
Príncipe Ernest de Windisch-Gratz (1905-1952)
Príncipe Rudolph de Windisch-Graetz (1907-1939)
Princesa Stephanie de Windisch-Graetz
Nome completo
Isabel Maria Henriqueta Estefane Gisela da Áustria
Casa Habsburgo
Pai Rodolfo de Habsburgo
Mãe Estefânia da Bélgica
Nascimento 2 de setembro de 1883
Laxemburgo, Baixa Áustria
Morte 16 de março de 1963 (79 anos)
Enterro Cemitério de Hütteldorf, Viena

Isabel Maria Henriqueta Estefane Gisela da Áustria (2 de setembro de 188316 de março de 1963) foi a única filha do príncipe-herdeiro Rodolfo da Áustria e de sua consorte, a princesa Estefânia da Bélgica. Ficou conhecida na história como a "arquiduquesa vermelha".

Era neta do imperador Francisco José I da Áustria e do rei Leopoldo II da Bélgica.

Familiarmente, Isabel era chamada de Erzsi, um diminutivo húngaro.

Em 1889, seu pai e sua amante, a baronesa Mary von Vetsera, foram encontrados mortos em Mayerling.

Há rumores de que seu primo, Alberto, herdeiro do trono belga, considerou casar-se com Isabel. Entretanto, ao pedir permissão a seu tio Leopoldo II (avô materno da arquiduquesa), a proposta foi recusada em virtude do casamento morganático da mãe de Isabel com um conde húngaro, que deixou o rei furioso.

No dia 23 de janeiro de 1902, Isabel desposou o príncipe Otto Weriand de Windisch-Grätz (1873–1952), com quem teve três filhos e uma filha.

Em 1925, Isabel mudou-se para o distrito Hütteldorf de Viena, onde se juntou ao Partido Social-Democrata da Áustria.

Ela divorciou-se formalmente de seu marido em 1948. Em maio do mesmo ano, desposou Leopold Petznek (1881–1956), seu companheiro de longa-data. Petznek era professor e um político do Partido Social-Democrata que serviu como presidente da câmara baixa do parlamento. Ele também foi aprisionado por período de tempo pelos nazistas.

Ela frequentemente comparecia a sessões espíritas, escrevendo sobre elas em seu diário.

Isabel morreu em Viena, aos setenta e nove anos de idade. Conforme seus desejos, foi enterrada em um túmulo sem nome no cemitério de Hütteldorf, próximo à casa onde ela passou seus últimos anos junto com seus cachorros.

Curiosidade[editar | editar código-fonte]