Ernesto Cardenal
| Ernesto Cardenal | |
|---|---|
| Ernesto Cardenal em 2002 | |
| Nome completo | Ernesto Cardenal Martínez |
| Nascimento | 20 de janeiro de 1925 Granada, Nicarágua |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Teólogo, poeta, padre |
Ernesto Cardenal Martínez nasceu em 20 de janeiro de 1925 em Granada na Nicarágua.
Poeta e sacerdote nicaraguense, dissidente sandinista e considerado um dos mais importantes poetas vivos da América Latina.
Foi ordenado padre em 1965 e em 1979, com a chegada dos sandinistas ao poder, integrou a Junta de Governo como ministro de Cultura. Seis anos depois, em 1985, foi suspenso "ad divinis" pelo Vaticano, que considerou incompatível a sua missão sacerdotal com o seu novo cargo político.
Em 2005, Cardenal foi candidato ao Prémio Nobel de Literatura e, entre outras distinções, recebeu o Prémio Rubén Darío, o mais importante das letras nicaraguenses (em 1965), a Ordem cubana "Haydeé Santamaría" (1990) e o Prémio da Paz dos livreiros alemães (1980).
[editar] Da sua obra poética destacam-se
- La ciudad deshabitada, (1946)
- Hora 0, (1960)
- Getsemany KY, (1961)
- Salmos, (1964)
- Oración por Marilyn Monroe y otros poemas, (1965)
- Vida en el amor, (1970)
- Homenaje a los indios americanos, (1971)
- Cristianismo y Revolución, (1974)
- Cántico Cósmico (1990), um poema de 600 páginas
- Epigramas (2001)
- Thomas Merton, Ernesto Candeal: Correspondencia (1959-1968), (2003)
- El verso del pluriverso, (2005)
- El evangelio en Solentiname, (2006)
[editar] Bibliografia
- Paul W. Borgeson. Hacia el hombre nuevo, poesia e pensamiento de Ernesto Cardenal. Londres, Tamesis, 1984. ISBN 0-7293-0172-9.