Halal

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Halal (em árabe: حلال; transl.: ḥalāl , "permitido, autorizado") é uma palavra que se refere, no islão, aos comportamentos, formas de vestir e de falar, alimentos que são permitidos pela religião,[1] sendo o seu antónimo haraam.

O termo é habitualmente usado nos países não islâmicos para se referir aos alimentos autorizados de acordo com a Xariá, ou lei islâmica.

Alimentos interditos[editar | editar código-fonte]

As fontes para determinar se uma comida ou bebida são autorizadas no islão são o Alcorão, as tradições do profeta (hadith) e as formulações dos juristas. No Alcorão pelo menos vinte e quatro versículos referem-se a prescrições no domínio alimentar.

Algumas das interdições alimentares do islão coincidem com as da lei judaica.

As carnes proibidas pelo islão são as do porco, das aves rapaces (de rapina), do cão, da serpente, do macaco. O consumo de animais com garras, como leões e ursos, é proibido, bem como de animais considerados repulsivos (baratas, moscas,…). O sangue dos animais não deve ser consumido.

Em contrapartida, todos os peixes são autorizados.

Bebidas[editar | editar código-fonte]

No que diz respeito às bebidas, estão proibidas as que contenham álcool, como o vinho e a cerveja, pois considera-se que alteram a consciência do ser humano.

Forma de abate[editar | editar código-fonte]

Após o sangramento total do animal pelo corte da artéria carótida e da veia jugular na área do pescoço, enquanto ainda vivo, e suspendendo o animal pelas patas traseiras até que deixe de deitar sangue; o animal deve então ser decepado de um só golpe. Isto é feito com o objectivo de que as doenças contidas no sangue do animal não sejam transmitidas aos seres humanos através do consumo da sua carne.

A caça está autorizada no Islão, porém deve-se declarar a bismilah* ao atingir o animal. Os animais sacrificados a outros deuses não devem ser consumidos.

Referências

  1. John Alden Williams. Islam. Ed. Forgotten Books, 1962 - 228 páginas, Cfr. pág 119 [1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]