Jeanne Crain

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Jeanne Crain
Jeanne Crain no filme State Fair (1945).
Nome completo Jeanne Elizabeth Crain
Nascimento 25 de maio de 1925
Barstow, Califórnia, Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americana
Morte 14 de dezembro de 2003 (78 anos)
Santa Bárbara, Califórnia, Estados Unidos
Ocupação Atriz
Cônjuge Paul Brinkman (1946 - 2003) (sua morte)
Atividade 1943 - 1975
IMDb: (inglês)

Jeanne Elizabeth Crain (Barstow, Califórnia, 25 de Maio de 1925Santa Barbara, Califórnia, 14 de Dezembro de 2003) foi uma atriz estado-unidense.

Jeanne Crain nasceu em Barstow, Califórnia. Filha de um professor e de uma dona de casa, Jeanne mudou-se para Los Angeles logo após seu nascimento. Excelente patinadora, Jeanne atraiu atenção nacional ao ser coroada "Miss Pan Pacific" no Auditório Pan Pacific, em Los Angeles. Ainda na escola, foi convidada a fazer um teste para o cinema, com Orson Welles. Mesmo tendo perdido o papel, ela decidiu que queria ser atriz e, assim que terminou o curso secundário, Jeanne se matriculou na UCLA para estudar drama.

Com 18 anos, Jeanne ganhou um pequeno papel no filme da Fox The Gang's All Here (1943). O próximo filme dela Jeanne viu se elevevar a uma parte mais significativa em Home in Indiana (1944) o ano seguinte que foi filmado em Kentucky. O filme era um golpe inquestionável. Em virtude daquele sucesso de box-office, Jeanne estava determinada a um aumento e faturamento de estrela, como Maggie Preston, no próximo filme de 1944, In the Meantime, Darling (1944). Infelizmente, os críticos não só gostaram do filme, mas souberam separar em particular o desempenho de Jeanne. Ela repercutiu bem o papel no último filme do ano, Winged Victory (1944). As audiências amadas e o filme eram lucrativos.

Em 1945, Jeanne foi lançado no elenco em State Fair (1945) como Margie Frake que viaja à feira e se apaixona por um repórter feito por Dana Andrews. Agora, Jeanne adquiriu um contrato maior e mais reconhecimento. Depois daquele ano, Jeanne se casou Paul Brooks na Véspera de ano novo. Embora a mãe dela não era afavor do matrimônio, a união foi duradoura, e Jeanne deu à luz sete filhos. No ano de 1947 Jeanne deixou sua vida de atriz, para cuidar de seu primeiro filho.

Em 1949, Jeanne só apareceu em três filmes, A Letter to Three Wives (1949), The Fan (1949), e Pinky (1949). Era este filme posterior que lhe propiciou um Oscar de Melhor Atriz para o papel dela como Pinky Johnson, uma enfermeira que monta uma clínica no Sul profundo. Ela perdeu para Olivia de Havilland, The Heiress (1949). Jeanne deixou a Fox Studio's depois de filmar Vicki (1953), com Jean Peters. Ela tinha feito 23 filmes para o estúdio que deu início a carreira dela, mas precisou de uma mudança bem merecida. Como qualquer bom artista, Jeanne quis ampliar sua fama em vez de jogar tudo para o ar e levar o nome de garota tímida.

Ela entrou brevemente para Warner Brothers para a filmagem em Duel in the Jungle (1954). O filme estava melhor mais não o suficiente. Jeanne, então, assinou um contrato que no mesmo ano com a Universal Studios com promessas de papéis de melhores perfis, e altos escalões. Ela entrou em produção no filme Man without a Star (1955), que era um golpe com as audiências e críticos. Depois The Joker is Wild (1957), e neste mesmo ano, Jeanne se dedicou a família e só teve tempo de aparecer em alguns programas de televisão. Ela retornou, brevemente, para filmar em Guns of the Timberland (1960). Em 1967, ela apareceu em um filme de baixo-orçamento chamado Hot Rods to Hell (1967).

Jeanne morreu de ataque do coração em Santa Barbara, Califórnia. O marido dela, Paul Brooks, tinha morrido dois meses antes.