Masculinismo

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O Masculinismo é uma corrente teórica, uma filosofia moral ligada a movimentos políticos [1] [2] [3] , que se fundamenta na experiência masculina. Segundo alguns de seus militantes, sua proposta é analisar as desigualdades de gênero e promover o combate ao sexismo antimasculino. Assim, tal termo é utilizado em diferentes áreas para se referir à defesa dos direitos e necessidades dos homens, principalmente em contraponto às reivindicações extremas do movimento feminista. Seu principal expoente é Warren Farrell.

História[editar | editar código-fonte]

A primeira resposta secular ao feminismo partiu do britânico Ernest Belfort Bax, considerado por isto o primeiro anti-feminista. Foi um teórico de escopo social democrata de fins do século XIX e início do século XX que, em resposta às ideias feministas que começavam a ganhar força, escreveu seu livro A fraude do Feminismo (inglês)[4] cujos capítulos têm títulos como A cruzada anti-homem, Sempre as inocentes machucadas e O falso cavalheirismo. Outro texto que apresenta o ponto de vista masculinista sobre diversos temas é Em defesa das mulheres, de Henry Louis Mencken, publicado em 1917.

No século XX, o masculinismo se desenvolveu como resposta à mudança de papel e de atitude das mulheres, que passaram a exigir tratamento digno e igualitário, confrontando a visão androcentrista vigente até então. Entretanto, o masculinismo não se limitou a uma resposta ao feminismo. Ainda que algumas ideias masculinistas tenham surgido do confrontamento às questões feministas, existem outros temas, como a paternidade e o serviço militar obrigatório que podem ser identificados como causas masculinas em si. Ou seja, temas abordados pelo masculinismo sem vínculos com a temática feminista.

Apesar de já existirem algumas instituições masculinistas desde a década de 1970, como a National Coalition for Men(Inglês), a partir da década de 1990 essas associações tomam força e começam a se espalhar por diversos países. Destaca-se a Uomini 3000 na Itália. O masculinismo ganhou popularidade, contando com o apoio da sua interpretação particular do discurso da autora feminista Doris Lessing, que pediu que os homens deixassem de ser insultados [5] . Outros autores, como Warren Farrell se distanciaram dos ideais feministas e incorporaram uma visão masculinista às questões de gênero [6] .

Causas[editar | editar código-fonte]

Os masculinistas alegam a existência de leis diferenciadas, aplicação seletiva das leis e a negação de seus direitos civis como exemplos de discriminação contra homens de qualquer idade e orientação sexual. Algumas das causas masculinistas estão relacionadas e analisadas a seguir:

Diferenças de tratamento por parte do Estado
Tribunais de todo o mundo privilegiam as mulheres quando há disputas pela guarda dos filhos de casais separados. Os masculinistas preconizam o uso de critérios mais igualitários e a adoção, sempre que possível, da guarda compartilhada.[7]
Há leis específicas que tomam conta das necessidades femininas sem levar em conta necessidades correspondentes masculinas.[8] Os masculinistas esperam que haja mais políticas públicas voltadas para o público masculino.[9]
Preconceito contra homens no sistema judiciário, que recebem penas mais longas e rígidas pelos mesmos tipos de crimes.[10] [11]
Diversos países condenam à cadeia os homens que não têm condições de cuidar economicamente dos próprios filhos [12] . A mesma medida não é tomada relativamente às mulheres [carece de fontes?].
Em alguns estados estadunidenses as mulheres podem se casar com idade menor que os homens.[13] . Também há estados onde é ilegal existir escolas exclusivamente femininas, mas não masculinas.
Educação
Em diversos países, inclusive no Brasil, observa-se que homens abandonam os estudos mais cedo que as mulheres,[14] [15] [16] por conta da manutenção da ideia de que é do homem a obrigação de sustento da família. Entretanto, nos últimos anos o número de mulheres chefes de família tem aumentado significativamente [17] , de modo que se fazem desnecessárias políticas públicas voltadas exclusivamente para homens chefes de família.
Em algumas universidades, os programas de estudo de gênero se ocupam mais em pesquisar assuntos relacionados às mulheres que aos homens. Há feministas que sustentam que discutir temas masculinos é menos relevante, uma vez que o cânone histórico e acadêmico sempre esteve ligado à hegemonia masculina. Reivindica-se, então, que alguns temas importantes e atuais, como saúde, homossexualidade, paternidade/maternidade e divórcio sejam debatidos de maneira mais igualitária, levando em consideração tanto as necessidades dos homens quanto a das mulheres, sem preconceitos para nenhum dos lados.
Emprego
Em diversas ocupações os critérios de admissão são mais rígidos para os homens. No caso das carreiras militares, isso se deve ao fato de, salvo em alguns países como Israel, o interesse das mulheres pelas forças armadas ser muito menor que o dos homens. Alguns masculinistas supõem que, ao se exigir maior capacidade física de homens que de mulheres espera-se que eles trabalhem mais para receberem o mesmo salário.
Para os masculinistas há desigualdade entre as licenças por paternidade e maternidade, além do que se justifica por conta do cuidado com a saúde da mãe. O contacto com os pais nos primeiros meses de vida são um direito do bebê.
Desigualdade na aposentadoria, a exemplo do Brasil[18] , onde a mulher se aposenta com menos idade do que o homem. Se a luta é por igualdade, deveria haver igualdade de regras, como outros países já praticam (ex.Alemanha, Inglaterra etc[19] ).

Em geral se justifica que a mulher possui dupla jornada pois cuida do lar, mas em paralelo há um direcionamento social para que haja uma divisão de tarefas, como deve ser e como já acontece em diversas famílias, para que o peso dos cuidados da família não recaia apenas sobre os ombros das mulheres, devido a isso não faz sentido continuar uma diferença de tratamento. Também se verifica que já existem homens que cuidam do lar, o que torna a regra ainda mais injusta. Outra informação a ser registrada é o fato da expectativa de vida da mulher ser maior que a do homem, o que amplia ainda mais a diferença.[20]

Muitos empregos são majoritariamente masculinos, como motorista e bombeiro. Algumas feministas sempre trataram este fenômeno como preconceito de gênero e lutam para derrubá-lo.[21] Outros tantos empregos são maioritariamente ocupados por mulheres, como auxiliar de enfermagem ou professor do ensino primário, mas há falhas em leis anti-discriminação para que possam valer também nessas áreas. [a].
Dados de um relatório estadunidense de 1994 demonstraram que 94% das fatalidades relacionadas ao trabalho naquele ano ocorreram aos homens[carece de fontes?]. O masculinista Warren Farrell argumentou que os trabalhos perigosos, sujos e fisicamente exigentes são geralmente dados aos homens, devido à sua maior resistência física. Ainda nos dias atuais nota-se uma grande diferença nos índices.[22]
Saúde
Por diversos motivos (sobretudo pelo fato de trabalharem em média 25% mais que as mulheres e terem menos tempo livre [23] ) os homens buscam menos assistência médica que as mulheres, mesmo tendo direito a licenças médicas, que os permitiriam faltar ao trabalho em caso de doença.[24] A maioria dos programas de conscientização sobre questões de saúde e de popularização de métodos diagnóstico/terapêuticos se destinam ao público feminino (como câncer de mama, de útero, etc) enquanto o câncer de próstata (que atinge 1/6 dos homens) que possui um índice de mortes muito maior, é pouco ou nada divulgado.[25] Para isso foi criado o Movember ou Novembro Azul em que há grande campanha pelo cuidado da saúde dos homens, especialmente contra o câncer de próstata e o diabetes. A escolha deste mês é devido o Dia Internacional do Homem ser comemorado em 19 de novembro, desde a década de 1990. No Brasil, o Dia Nacional do Homem é comemorado em 15 de julho. Segundo pesquisa[26] realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), os homens ainda não recebem informações o suficiente sobre o tema. O resultado da pesquisa mostrou que mais da metade dos homens (51%) não costuma ir ao urologista ou ao cardiologista com regularidade e 83% não conhecem os sintomas da andropausa, o que mostra que ainda falta atenção e divulgação na mídia sobre tais assuntos para a conscientização dos homens em geral.
Opções limitadas de anticoncepcionais masculinos. Dificuldade de acesso a eles, exceto preservativos (distribuídos gratuitamente em postos de saúde em diversos países), pelo sistema de saúde pública.[27]
Sociedade
Falta de defesa do direito dos homens; maior número de programas sociais destinados às mulheres que aos homens.[28] [29] [30]
Órgãos governamentais destinados à atenção feminina sem equivalentes masculinos.[31] [32]
Masculinistas reivindicam normas penais específicas contra mulheres que acusam falsamente um homem da paternidade de seus filhos, esperando obter vantagens com isso.[27] Geralmente esse tipo de crime é enquadrado como fraude ou estelionato.
Violência
Uma pesquisa do Departamento de Justiça dos Estados Unidos apontou que naquele país, entre 1980 e 2008, os homens representaram 77% das vitimas de homicídio.[33]
Os homens arriscam suas vidas no serviço militar obrigatório em um grande número de países em desenvolvimento (e pequeno número de países desenvolvidos).[34]
A circuncisão é uma tradição considerada inofensiva - e inclusive benéfica - por algumas culturas e vista como mutilação genital masculina por outras. Sua origem remonta a antigas medidas sanitárias, tendo sido adotada por muitos povos a fim de prevenir doenças decorrentes da acumulação de bactérias no pênis. Alguns grupos requerem a equiparação dessa prática ao tratamento dado à Mutilação genital feminina [35] Grupos costumam ter atitudes que reforçam a ideia de que uma escolha livre e consentida por mudanças corporais permanentes deveriam serem sempre a regra.
Na cultura popular, o sexo entre um garoto coagido por uma mulher mais velha é geralmente considerado como irrelevante[36] - a revista Time observou que o assunto é "tratado com uma piscada"[37] - embora esta forma de abuso infantil possa causar transtornos mentais, na vítima masculina[38] . Entretanto, no caso de abuso de meninos por mulheres mais velhas raramente são relatados danos físicos graves ao agredido, ao contrário do que acontece com as mulheres, em quem o dano psicológico é associado e agravado pela agressão física. De qualquer forma, a idade de consentimento sexual é de 14 anos no Brasil e 16 anos em Portugal, para ambos os sexos.
Controvérsias com relação a leis que criminalizam o estupro de homens quando perpetrados por mulheres. Uma pesquisa mostra que quando os homens são estuprados (ou por mulheres ou outros homens), os estupradores utilizarão as respostas não-naturais dos seus corpos - como ereções, sensações de tontura, ejaculação, etc. - para fazer com que as vítimas acreditem que na verdade "queriam aquilo". A psicóloga Helen Smith declarou que:
"A nossa sociedade (nos Estados Unidos) envergonha os homens que são abusados por mulheres da mesma forma que envergonhou e culpou as mulheres vários anos atrás que foram abusadas por homens. Nenhuma dessas estratégias é boa para uma sociedade que se propõe a promover a justiça e a equidade."[39]
Os responsáveis condicionam desde cedo os meninos a papéis agressivos e as meninas a papéis protectores e submissos (por exemplo, soldadinhos de chumbo para eles e bonecas de pano para elas).
É dada mais relevância às descrições de violência contra mulheres.[40] [41] Na mídia e em outros veículos (veja a controvérsia do slogan publicitário "Garotos são estúpidos, joguem pedras neles!"), a violência contra os homens é minimizada e tratada como piada.[42] Além disso, a violência em geral tem sido banalizada pela mídia e negligenciada pelas autoridades.
Há um entendimento coletivo, que permeia inclusive o judiciário e os meios acadêmicos de que as mulheres são vítimas a priori e incapazes de cometer um ato criminoso por vontade e ação própria.[43] [44] Esta imagem coletiva se reflete em penas menores para as mulheres.[45] [46] Em alguns casos, até quando uma mulher é pega em flagrante cometendo um crime, são frequentemente admoestadas, apenas censuradas, sem que se dê curso à denúncia penal.[11]
Homens com parceiros de gênero igual ou diferente, quando vítimas de violência doméstica, sofrem das mesmas dificuldades que as mulheres vítimas de violência doméstica (vergonha de se expor, discriminação por parte da sociedade, descaso dos quadros policiais e judiciários quando se queixam),[47] porém não contam com nenhuma rede destinada a facilitar sua atenção.[48]
Mulheres que agridem homens não cumprem pena como homens que agridem mulheres.[49]

No Brasil há casos explícitos em que a mulher é absolvida ou não cumpre a pena que deveria quando acusada por agressão contra homens. Como exemplos, existe o caso da Adriana Almeida que assassinou o ganhador da mega sena Renné Senna e não somente foi absolvida como recebeu a herança milionária.[50] Outro caso que chamou bastante a atenção foi o da Vereadora Verônica Costa que torturou o marido, não foi presa e continuou atuando na política.[51]

Variações da ideologia[editar | editar código-fonte]

Distinguem-se duas posturas dentro do masculinismo. Uma sustenta que homens e mulheres devam ser considerados diferentes e interdependentes, na qual se ressalta a ideia de que os papéis diferenciados dados a cada gênero são naturais e devem estar a salvo das intervenções do Estado. A outra postura, defendida, por exemplo, por Warren Farrell, ao invés da crença em diferenças inalteráveis, se sustenta na ideologia da equivalência entre os sexos. Definem o masculinismo como "um movimento para dar aos homens o seu espaço na sociedade e para reparar as discriminações contra eles".

Nomeando um movimento político e social, o masculinismo pode ser definido como a luta pelos direitos dos homens e dos pais. Todavia, alguns dos movimentos pelos direitos dos pais se distinguem do masculinismo, por não apoiarem outras das reivindicações quanto às relações de gênero. Alguns masculinistas sustentam que existe um matriarcado velado e se empenham em combatê-lo.

Críticas[editar | editar código-fonte]

Um motivo de crítica feminista é que, mesmo com a chamada revolução sexual e com outras mudanças políticas e culturais, as mulheres ainda sofreriam mais discriminação institucionalizada que homens na maioria dos países do mundo e estariam em situações mais desfavoráveis, com números maiores em pobreza absoluta (70% contra 30%[52] ), prostituição, opressão doméstica, estupros e abusos generalizados aos direitos humanos e individuais que os de homens. Em certas sociedades ocidentais mais pobres, como no Brasil, o avanço à proteção dos privilégios das mulheres ainda não se compara ao que ocupa em países mais desenvolvidos, e não há exemplos de sociedades pós-neolíticas no mínimo ao longo dos últimos 4000 anos em que homens tenham comprovadamente sido uma subclasse. Muitas formas de "opressão aos homens" são justificadas por muitas correntes ideológicas pela teoria tradicional da existência corrente do patriarcado.

Como previamente mencionado, algumas pessoas[quem?] no movimento pelos direitos dos homens acreditam que papeis de gênero diferenciados são naturais (isto é, no sentido de não serem socialmente construídos). Há considerável evidência[carece de fontes?] para as influências sociais (a citar, divisão de gênero no trabalho e socialização) como origem primária, senão única, para a origem das diferenças entre os gêneros.[53] [54] Mais a fundo, a crença em diferenças de gênero oriundas de bases biológicas imutáveis permite a igualdade e o assertamento de poder por meio de diferença percebida pelo grupo dominante em uma sociedade.[53]

Alguns movimentos masculinistas são abertamente antifeministas. Conforme Blais e Dupuis-Déri, "o conteúdo de sites e o testemunho de feministas que questionamos confirmam que masculinistas são geralmente críticos das feministas, até mesmo as moderadas e feministas à frente de organizações oficiais feministas".[55] O ativismo masculinista tem se envolvido em perturbação de eventos organizados pelas feministas e ações judiciais contra acadêmicas, jornalistas ou ativistas feministas.[55] Além disso, as ações masculinistas são, por vezes extremas; ativistas dos direitos do pais bombardearam tribunais de família na Austrália e emitiram ameaças de bomba no Reino Unido, embora seja ambíguo se havia envolvimento público e organizado do grupo militante.[55] Eles também se envolveram em "furo de pneus, envio de pacotes cheios de excrementos e ameaças contra os políticos e seus filhos."[55] Os porta-vozes desses grupos também se manifestaram contra as campanhas de sensibilização do público para evitar agressão sexual, alegando que eles retratam uma imagem negativa dos homens, e um grupo de masculinistas assediaram administradoras de dezenas de abrigos para mulheres maltratadas e centros de mulheres.[55]

Pessoas relacionadas ao masculinismo[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dupuis-Déri, Francis (2009). «Le «masculinisme»: une histoire politique du mot (en anglais et en français)» (en francés). Recherches féministes 22 (2):  pp. 97-123.
  2. Blais, M., ed (2008). Le mouvement masculiniste au Québec: L’antiféminisme démasqué. Montreal.  pp. 257.
  3. Álvarez, Lilí (2012). «Feminismo y masculinismo». En Johnson, Roberta; de Zubiaurre, María Teresa. Antología del pensamiento feminista español (1726-2011). Universidad de Valencia. pp. 339-342
  4. The Fraud of Feminism part one www.avoiceformen.com. Visitado em 21/11/14.
  5. Un símbolo del feminismo pide que dejen de humillar a los hombres www.clarin.com
  6. Eles são as vítimas epoca.globo.com
  7. http://www.participais.com.br/
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  17. Proporção de mulheres chefes de família cresce mais do que quatro vezes em 10 anos, diz IBGE noticias.uol.com.br
  18. Constituição art. 40, inciso III, alíneas a, b, c e d; art. 202, incisos I, II, III e §1°
  19. http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-21/mulheres-deveriam-se-aposentar-na-mesma-idade-que-os-homens-aponta-estudo-do-ipea
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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