Matteo Renzi

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Matteo Renzi
Primeiro-ministro da Itália Itália
Mandato 22 de fevereiro de 2014 - atualidade
Antecessor(a) Enrico Letta
Vida
Nascimento 11 de janeiro de 1975 (39 anos)
Florença
Nacionalidade  Itália
Progenitores Mãe: Laura Bovoli
Pai: Tiziano Renzi
Dados pessoais
Alma mater Universidade de Florença
Esposa Agnese Landini
Partido Partido Democrático
Religião Católico
Profissão Jurista, Político
Website http://www.matteorenzi.it/
linkWP:PPO#l'Italicum

Matteo Renzi (Florença, 11 de janeiro de 1975) é um político italiano e o mais novo Primeiro-ministro da Itália, desde 22 de fevereiro 2014. É secretário do Partido Democrático (PD, de centro-esquerda) desde dezembro 2013. Serviu como prefeito de Florença desde 2009 até 2014.[1] [2]

Vida[editar | editar código-fonte]

Matteo Renzi cresceu em Rignano sull'Arno, onde seus pais ainda vivem. Seu pai Tiziano, era conselheiro do antigo Partito Popolare Italiano (PPI) entre 1985 e 2002, em Rignano sull'Arno. Na juventude ele viveu a experiência de Escoteiro (Scout), que é "deixar o mundo um pouco melhor do que como achamos" (Baden Powell). Ingressou ao Liceu Dante, depois estudou direito na Universidade de Florença onde foi diplomado em 1999. Depois ele trabalhou na empresa de marketing, CHIL srl, de propriedade familiar. Renzi é casado desde setembro de 1999 com a professora de ensino médio, Agnese e tem três filhos, Francesco, Emanuele e Ester[3]

Carreira politica[editar | editar código-fonte]

Em 2004, ele tornou-se presidente da Província de Florença, ate 2009. Em 2008, rejeitou a proposta do centro para concorrer a um segundo mandato e anunciou sua candidatura nas primárias democratas a prefeito de Florença, a metrópole da Toscana. Ganhou as eleições municipais em 2009. Durante o seu mandato reduziu impostos na província, reduziu os custos e aumentou o investimento em cultura e meio ambiente. Em dezembro de 2013 ele finalmente foi eleito por uma maioria clara para ser chefe da PD.[4] Em 8 de dezembro 2013, foi eleito secretário do Partido Democrático com 67,55 % dos votos, o equivalente a 1.895.332 votos.[5] Ele apresentou uma reforma do mercado de trabalho, inspirado pelos Estados Unidos e seu presidente, Barack Obama ("Jobs Act"). Como o ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi, ele concordou com os dados básicos para uma nova lei eleitoral, o "Italicum".[6]

Il Rottamatore ("O sucateiro")[editar | editar código-fonte]

Matteo Renzi é considerado o "Speedy González" da política italiana, também como um líder moderado, de centro, católico, um pouco tradicional. Renzi, que se descreve como um "rottamatore" (da palavra italiana rottamare, "reciclar algo para sucata", "trocar algo velho por algo mais novo", "demolir", "reaproveitar pedaços"), alcunha que lhe foi atribuída pela seu desejo de dar início a uma nova geração política, reciclando o sistema vigente, desacreditado e manchado pela corrupção e o imobilismo. Renzi define-se como um homem "muito ambicioso". A BBC diz que é um político com "uma energia inesgotável, que gosta subir ao palco [dos comícios] com calças de ganga pretas, e que vai às reuniões em mangas de camisa. Viaja num pequeno carro ou de bicicleta. É descontraído, mas rápido e fluente nas palavras que profere sem necessidade de tirar notas".[7]

Primeiro-ministro[editar | editar código-fonte]

Em 22 de fevereiro Matteo Renzi foi formalmente empossado como primeiro-ministro da Itália. Renzi assume o cargo após Enrico Letta, também do Partido Democrático, perder o apoio dos partidários por não conseguir retirar o país da crise econômica e renunciar na semana anterior. Aos 39 anos, é o mais novo primeiro-ministro italiano de sempre. [8]

Publicações[editar | editar código-fonte]

Com a editora Rizzoli publicou "Fuori!", ("Fora!")[9] em 2011 e "Stil Novo"[10] em 2012. Em 2013 ele lançou seu último livro, "Oltre la Rottamanzione", ("Além da sucata"), publicado pela Mondadori.[11]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Enrico Letta
Primeiro-ministro de Itália
2014 - presente
Sucedido por
Incumbente