Mauá - O Imperador e o Rei

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Mauá — O Imperador e o Rei
 Brasil
1999 • cor • 135 min 
Direção Sérgio Rezende
Roteiro Joaquim Vaz de Carvalho
Paulo Halm
Sérgio Rezende
Elenco Paulo Betti
Malu Mader
Hugo Carvana
Cláudio Corrêa e Castro
Género drama
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

Mauá - O Imperador e o Rei é um filme brasileiro de 1999 com direção de Sérgio Rezende, e elenco integrado por Paulo Betti, Malu Mader, Hugo Carvana e Cláudio Corrêa e Castro entre outros.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme mostra a infância, o enriquecimento e a falência de Irineu Evangelista de Sousa (1813–1889), o empreendedor gaúcho mais conhecido como barão de Mauá, considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas modernizadoras para economia nacional, ao longo do século XlX. Mauá, um vanguardista em sua época, arrojado em sua luta pela industrialização do Brasil, tanto era recebido com tapete vermelho, como chutado pela porta dos fundos por D. Pedro II.

A combinação das suas ideias, juntamente com o agravamento da instabilidade política da região platina, tornou-o alvo das intrigas dos Conservadores. As suas instalações passaram a ser alvo de sabotagens criminosas e os seus negócios foram abalados pela legislação que reduziu as taxas de importação sobre as importações de máquinas, ferramentas e ferragens (tarifa Silva Ferraz, 1860). Com a falência do Banco Mauá (1875), pediu moratória por três anos, sendo obrigado a vender a maioria de suas empresas a capitalistas estrangeiros e ainda os seus bens pessoais para liquidar as dívidas.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Recebeu uma indicação no Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de Melhor Ator (Othon Bastos como Visconde de Feitosa).

Acusação de plágio[editar | editar código-fonte]

Em 1999, Sérgio Rezende foi acusado de plágio por Jorge Caldeira, autor do livro Mauá, Empresário do Império (publicado pela Companhia das Letras), e de não ter recebido os créditos, uma vez que o filme traz trechos inteiros de diálogos contidos no livro.

Os juízes da 15ª Vara de São Paulo determinaram que não houve plágio e condenaram Caldeira a pagar 90 salários mínimos de indenização aos cineastas.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. Os direitos de Mauá | Publishnews | Clipping. publishnews.com.br (2012). Página visitada em 2 de abril de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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