Odorico Paraguaçu
| Odorico Paraguaçu | |
|---|---|
| Personagem de O Bem Amado | |
| Paulo Gracindo como Odorico Paraguaçu, em O Bem Amado | |
| Outro(s) nome(s) | Hitler de Sucupira (usado pelos opositores comunistas) |
| Origem | |
| Sexo | Masculino |
| Espécie | Humano |
| Actividade(s) | Político |
| Afiliações | Dirceu Borboleta Irmãs Cazajeiras |
| Família | Paraguaçu |
| Inimigo(s) | Vladmir de Castro |
| Criado por | Dias Gomes |
| Seriado(s) | O Bem Amado |
| Primeira aparição | O Bem Amado |
| Última aparição | O Bem Amado (filme) |
| Interpretado por | Paulo Gracindo Marco Nanini |
| Projecto Televisão · Portal Televisão |
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Odorico Paraguaçu é uma cômica personagem ficcional criada pelo dramaturgo brasileiro Dias Gomes e vivido, na televisão, pelo ator Paulo Gracindo.
Apareceu pela primeira vez na peça de teatro Odorico, o Bem Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, encenada pela primeira vez em 30 de abril de 1969 no Teatro de Santa Isabel, no Rio de Janeiro, com o ator Procópio Ferreira na pele da personagem.
Prefeito da cidade de Sucupira, o personagem se caracteriza por sua obsessão em inaugurar o único cemitério da cidade, construído como a principal promessa de sua campanha para prefeito, já que, sempre que morria alguém na cidade, o corpo devia ser levado para a cidade vizinha para ser enterrado. O problema de Odorico é que, após a inauguração do cemitério, ninguém mais morria. Desesperado, esta situação fez com que tomasse iniciativas macabras para concretizar sua promessa, provocando cômicas situações. No final, Odorico Paraguaçu é morto por Zeca Diabo (Lima Duarte/José Wilker) e inaugura o cemitério e de vilão passa a mártir.
No teatro e cinema o personagem foi vivido também pelo ator Marco Nanini. Na televisão, o primeiro a interpretá-lo foi Rolando Boldrin.
A Rede Globo dividiu o filme O Bem Amado e fez uma minissérie em quatro capitúlos que foi ao ar de 18 de janeiro a 21 de janeiro de 2011.