Pocinhos

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Município de Pocinhos
"Rainha do Curimataú"
"Capital do Avicultor"
Centro de Pocinhos

Centro de Pocinhos
Bandeira de Pocinhos
Brasão de Pocinhos
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 10 de dezembro
Fundação 1953
Gentílico pocinhense
Lema
Prefeito(a) Arthur Bonfim Galdino de Araújo(arthur galdino) (PSDB)
(20092012)
Localização
Localização de Pocinhos
Localização de Pocinhos na Paraíba
Pocinhos está localizado em: Brasil
Localização de Pocinhos no Brasil
07° 04' 37" S 36° 03' 39" O07° 04' 37" S 36° 03' 39" O
Unidade federativa  Paraíba
Mesorregião Agreste Paraibano IBGE/2008[1]
Microrregião Curimataú Ocidental IBGE/2008[1]
Região metropolitana Campina Grande
Municípios limítrofes Campina Grande, Soledade, Barra de Santa Rosa, Olivedos, Puxinanã, Montadas, Areial, Remígio, Esperança, Algodão de Jandaíra, Boa Vista.
Distância até a capital 134 km
Características geográficas
Área 629,521 km² [2]
População 17 032 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 27,06 hab./km²
Altitude 634 m
Clima semiárido pc
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,592 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 59 553,366 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 3 631,97 IBGE/2008[5]

Pocinhos é um município brasileiro do estado da Paraíba. Localiza-se no Cariri paraibano, na Região Metropolitana de Campina Grande . De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2010 sua população era estimada em 17.032 habitantes. Área territorial de 630 km².

Em Pocinhos está a Lagoa Salgada, que junto com os município de Montadas e Areial, formam a nascente do Rio Mamanguape. Está no município o divortium aquarum de três bacias hidrográficas: do Mamanguape, do Paraíba e do Seridó e também estar localisado a maior pedra do mundo(parque das pedras).

Índice

[editar] Geografia

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

[editar] História

[editar] Os Primitivos Habitantes

Primitivamente a região, hoje coberta pelo município de Pocinhos, foi habitada pelos índios Tarairiús. Fala-se que eram bravos, guerreiros destemidos e valentes, tendo lutado violentamente para não permitir que os portugueses se apossassem de suas terras. Os Tarairiús eram mais altos e corpulentos que os Cariris, possuíam muita força física, tinham a pele queimada, em tons de marrom, seus cabelos eram pretos, espessos e ásperos. Eram desprovidos de pêlos por todo corpo. Andavam praticamente nus, cobriam as partes íntimas com peças feitas de materiais rudimentares, extraídos da natureza.

[editar] Primeiro Proprietário das terras

Em 1694, o Capitão Teodósio de Oliveira Ledo foi encarregado de eliminar os últimos focos de resistência dos índios. Poucos anos depois, ele requereu para si todas as terras entre as sesmarias (como eram chamadas as terras doadas pela Coroa) de Vital de Negreiros, na atual Ingá, até as glebas de sua família em Pombal, formando a fazenda Santa Rosa, cuja sede, Casa Grande de Santa Rosa, daria origem à cidade de Boa Vista. Nessas terras requeridas encontravam-se as que compõem o atual município de Pocinhos. O Capitão Teodósio tornou-se o primeiro proprietário do território do que é hoje o município de Pocinhos, embora nunca chegasse a conhecê-lo. Esta situação durou até 1724, quando o Marquês de Pombal emitiu provisão que limitava as sesmarias a três léguas de largura por uma de comprimento. As sesmarias dos Oliveira Ledo, antes abarcando quase todo o interior paraibano, reduziram-se a uma faixa de terra serpenteante, seguindo os leitos dos rios e riachos mais importantes. Todos os outros milhares de hectares de terra, voltaram às mãos da Coroa, entre elas, as que compõem Pocinhos.

[editar] Descoberta dos Poços

Por volta de 1750, muitos proprietários pernambucanos vieram para a Paraíba em busca de terras devolutas. Um destes colonos a vir de Pernambuco foi o tenente Dionísio Gomes Pereira, que adquiriu os sítios Camucá, São Tomé e Gravatá, a quatro léguas de Campina Grande. Além de ter as terras agrícolas citadas, tornou-se proprietário de metade do sítio Campos do Oriá, onde criava gado. Em 1762, ao levar o gado para pastar além dos limites do sítio Campos do Oriá, os vaqueiros de Dionísio Gomes acham um poço a que chamam “Olho d’água do Bravo”, onde hoje se localiza o açude municipal de Pocinhos, no centro da cidade, ao lado da cadeia municipal. A descoberta deste manancial em paragens tão secas, assinalou Irineu Joffily, foi um achado, pois permitiria a passagem do gado entre o Sertão e o Brejo sem ter de atravessar as terras dos Oliveira, em Santa Rosa (Boa Vista) ou Cabaceiras.

[editar] Requisição das Terras

Em 1764, dois anos depois da descoberta dos poços, Dionísio morreu, deixando seus bens à sua esposa, Bárbara Maria da Pobreza, então com 34 anos. Logo depois da morte do marido, ela requisitou concessão da sesmaria do Olho d’Água do Bravo. Diz o documento: “Bárbara Maria da Pobreza, viúva do tenente Dionísio Gomes Pereira, senhora da metade do sítio Oriá do Sertão do Cariri, onde nas testadas há um olho d’água chamado Brabo, que a suplicante povoou há três anos para melhor beneficiar seus gados, e porque se arreceie de que alguém os peça, vem requerer três léguas de terras, pegando o dito olho d’água e caminhando para o poente, fazendo do comprimento largura e da largura comprimento, como melhor conta lhe fizer, cuja terra se lhe pode dar por se achar devoluta”. Em 23 de abril de 1765, o Governador da Capitania da Paraíba, Jerônimo José Mello Castro, concedeu as terras de Pocinhos a requerente.

[editar] José Ayres - Fundador de Pocinhos

Em 1790, José Ayres Pereira, filho de Bárbara Maria da Pobreza e do tenente Dionísio Gomes Pereira, deixou Alagoa Nova e se estabeleceu no Olho d’Água do Bravo, onde construiu a sede de suas fazendas, Casa-grande do Bravo, bem próximo ao manancial, fundando o que viria a ser o núcleo que daria origem a Pocinhos. Segundo tradição oral, a casa-grande foi erguida no sopé do lajedo, no mesmo lugar onde hoje encontra-se a Casa de Caridade. Segundo historiadores, esta fazenda foi construída à base de pau-a-pique ou taipa, com uso de grandes toras de madeiras selecionadas e revestimento de barro de formigueiro, pela resistência ao contato das chuvas.

[editar] Fundação Oficial de Pocinhos

Com o êxito das rotas comerciais que passavam por Olho d’Água do Bravo e com o crescimento da povoação, surgiu a necessidade de o povoado ser reconhecido oficialmente. Para isso, era preciso construir uma capela autorizada. Em 1815, José Ayres Pereira pede, através do Padre Leonardo José Ribeiro, autorização à diocese de Olinda para edificar a capela em sua propriedade, que deixa de se chamar Olho d’Água do Bravo e passa a ser “ Pocinhos”. A autorização da capela é o primeiro documento a exibir a denominação “Pocinhos” e não Olho d’Água do Bravo ou Olho d’Água de Bárbara Maria, como em escrituras anteriores. O ano da autorização da capela (1815) é considerado, arbitrariamente, a data de fundação da cidade, embora, como viu-se, o lugar fosse conhecido havia meio século e habitado há três décadas. A capela foi construída no mesmo lugar onde hoje se encontra a atual matriz. Tanto “Olho d’água do Bravo” quanto “Pocinhos”, foram nomes dados a esta localidade, devido à existência de alguns poços, onde hoje se localiza o açude municipal, ao lado da cadeia pública. O motivo mais provável para a troca do nome do povoado, é que “Pocinhos”, e não “Olho d’água do Bravo”, fosse o nome popular da localidade, e o padre Leonardo estivesse apenas dando curso à voz popular.

[editar] De Distrito à Vila

  • 1874 - Pocinhos foi elevada a Distrito através do decreto Lei Provincial nº 569 de 30/09/1874.
  • 1890 - Pocinhos começou a ter sua feira.
  • 1893 - Foi instalada a primeira Agência Postal.
  • 1908 - Criou-se a Paróquia de Pocinhos, desmembrada de Campina Grande (07 de agosto)
  • 1914 a 1918 - A população dobrou em apenas 4 anos.
  • 1920 - Iniciou-se a abertura da estrada que liga Pocinhos ao quilômetro 21 da rodovia entre Campina e Soledade.
  • 1926 - Foi inaugurada a rede elétrica, alimentada por um gerador a diesel, inovação satisfatória para a época, quando ainda não havia hidroelétricas no Nordeste.
  • 1938 - Pocinhos é elevada à categoria de Vila, através do decreto Lei Federal nº 311 de 02/03/1938.
  • 1943 - Pelo decreto-lei estadual nº 520, de 31/12/1943, o distrito de Pocinhos passou a denominar-se Joffily.

[editar] Emancipação Política

No ano de 1953, Pocinhos era um dos nove distritos do município de Campina Grande. Padre Galvão, o então vigário do distrito, conversa com o deputado Pedro Gondim sobre a possibilidade de emancipação. Concordando com o padre, o referido deputado vai à Assembléia Legislativa em João Pessoa, e lança a proposta à casa. A intenção inicial era que o novo município tivesse Puxinanã e Boa Vista como seus dois distritos. Mas houve muita resistência, tanto por parte de Campina grande (por meio de seu prefeito Plínio Lemos), quanto por parte de Boa Vista. Depois de muitas conversas resolveu-se ceder apenas o distrito de Puxinanã. No dia 10 de dezembro de 1953 foi aprovada a lei estadual nº 986 de emancipação de Pocinhos. No mesmo dia o governador João Fernandes de Lima a sancionou. Como as eleições já haviam passado, surgiu a necessidade do citado governador escolher um interventor para o recém-criado município. Diante disso, fez-se uma reunião na casa do Padre Galvão, onde estavam presentes alguns dos mais respeitados cidadãos da região, e se escolheu o nome de José Pereira do Nascimento, mais conhecido como José Alves. No dia 21 de dezembro de 1953, ocorreu a posse no Palácio da Redenção.


[editar] Aspectos Econômicos

[editar] Agricultura

Por ter um solo muito fértil, várias culturas são trabalhadas no município, proporcionando uma razoável geração de rendas e de empregos na agricultura em anos bons de chuvas. Das culturas permanentes, a mais produtiva é o sisal, conforme demonstrativo abaixo. Quanto às culturas temporárias, a de maior produção é a mandioca. A seguir, quadro demonstrativo das culturas mais exploradas, segundo o IBGE/PB - 2008:

[editar] Culturas Permanentes

Cultura Área (hectares) Produção (toneladas) Algodão arbóreo 6 3 Castanha de caju 36 18 Sisal 1500 1200

[editar] Culturas temporárias

Cultura Área (hectares) Produção (toneladas) Algodão herbáceo 20 16 Batata-doce 10 120 Batata-inglesa 30 360 Feijão e Fava 1500 750 Mamona (bagaço) 150 120 Mandioca 80 800 Milho 800 480

[editar] Pecuária

Pelo fato de o município está localizado na mesorregião do agreste paraibano e na microrregião do Curimataú Ocidental, o seu clima é, preferencialmente, aceito por animais de boa resistência aos efeitos da sua aridez. A seguir demonstrativo da pecuária local, segundo dados do IBGE ano 2008:

Categoria 2008 / cabeças Bovinos 4.000 Suínos 1.090 Eqüinos 180 Asininos 510 Muares 83 Ovinos 6.386 Galinhas 23.500 Galos, frangos e pintos 86.500 Caprinos 16.300 Vacas ordenhadas 1.050

[editar] Produção de leite e ovos

Discriminação 2005 Leite produzido (litros) 1.229 (mil litros) Ovos de galinhas (dúzias) 473 (mil dúzias)

[editar] Produção de Frangos de corte

Pocinhos é a maior produtora de frango de corte do estado da Paraíba, com uma produção de mais de 1,15 milhão de frangos por ciclo.

[editar] Extrativismo Vegetal

Como se vê no demonstrativo abaixo, a lenha e o carvão são as principais fontes de extrativismo vegetal desenvolvido no município.

Discriminação 2005 Lenha 1.200 (metros Cúbicos) Carvão 5 (toneladas)

[editar] Extrativismo Mineral

Entre os vários tipos de minérios existentes no município, o mais explorado é o granito.

[editar] Comércio e Serviços

Há vários estabelecimentos comerciais em Pocinhos, na grande maioria são: supermercados, mercearias, lojas de magazines, ferragens, bares e outros. A feira livre realizada aos sábados no mercado público, onde o comércio é muitíssimo variado, constitui o coração comercial da cidade.

[editar] Indústrias

Como em todas as cidades pequenas, Pocinhos sofre com a ausência de indústrias em seu território. Entre as poucas existentes, podemos citar: as fábricas de cal, marcenarias, fábricas de pré-moldados, tijolos e de detergente

[editar] Turismo

Parte esquerda da maior Pedra do mundo em área não aflorada

O turismo já se apresenta no município como uma boa promessa para um futuro próximo, tendo em vista o patrimônio natural e histórico-cultural presente na região.

Confiras alguns dos atrativos turísticos existentes em Pocinhos.

  • SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS - Em torno de Pocinhos, encontram-se vários sítios arqueológicos contendo itacoatiaras e pinturas rupestres, que documentam a passagem do homem pré-histórico pelo município. Os painéis rupestres chegam a ter figuras com mais de 3 metros de comprimento.
  • SÍTIO PALEONTOLÓGICO - Pocinhos possui um dos maiores sítios paleontológicos do Nordeste. Segundo estudiosos do assunto, os fósseis encontrados na Lagoa Salgada são de espécies da megafauna que viveram na América do Sul há dezenas de milhares de anos e tinham o costume de viver em rios e lagos.
  • LAGOA DA SERRA - Local distante cerca de 7Km da área urbana de Pocinhos, cheio de formações rochosas interesantíssimas. Neste local encontrar-se também sítios artqueológicos contendo pinturas rupestre, itacoatiaras e grutas.
  • A MAIOR PEDRA DO MUNDO - Em Pocinhos se encontra, segundo informações de estudiosos do assunto, a maior pedra do mundo, em área não aflorada, com uma extensão rochosa de aproximadamente três quilômetros. Em cima dela, encontra-se centenas de casas e vários reservatórios de água potável.
  • PARQUE DAS PEDRAS - Entre as curiosidades do local, estão mesas, cadeiras, paredes, banheiros, balcões, tudo de pedra. Mas, o que mais chama a atenção do público são as torneiras que saem das árvores vivas, sem que se perceba nenhum indício de degradação das plantas, bem como pias instaladas em pedras.
  • PRAÇA GETÚLIO VARGAS - Considerada a praça mais bela da Paraíba, a praça Getúlio Vargas é o principal cartão postal da cidade, um dos locais mais fotografados do município. Nela encontra-se playground, lanchonetes, painéis em mosaico, jardineiras e réplicas de animais da fauna mundial.
  • FESTAS POPULARES - Como festas populares do município, o destaque vai para as festas juninas comemoradas no Arraial do Cariri, onde todas as noites de festa acontecem shows com bandas de Forró e apresentações de quadrilhas, além de barracas personalizadas, comidas típicas e muito mais.
  • FEIRA LIVRE - A feira livre de Pocinhos é uma das mais antigas do estado, teve início em 1890. Gente de todos os redutos próximos, como Olivedos e Boa Vista convergiam a Pocinhos para fazer suas compras e vender seus produtos sob a proteção dos jagunços da fazenda Puxinanã.
  • CASA DE CARIDADE - Construída em 1866, por Padre Ibiapina, a Casa de Caridade de Pocinhos foi durante muito tempo a salvação das órfãs da redondezas. Em 1873, ela foi apontada como o maior estabelecimento de ensino do interior da Paraíba, e o segundo da província, perdendo apenas para o Liceu Paraibano em números de estudantes.
  • CRUZEIRO DOM ADAUTO - Inaugurado em 07/01/1919, este monumento foi erguido em homenagem ao primeiro Bispo e Arcebispo da Paraíba Dom Adauto A. de Miranda Henriques, pelos seus 25 anos de Consagração Episcopal.

[editar] Meios de Comunicação

[editar] Televisão

[editar] Rádio

[editar] Telefonia Fixa

[editar] Telefonia Móvel

[editar] Internet

[editar] Bairros

Hoje o município de pocinhos tem 10 bairros com cerca de 10 mil habitantes na zona urbada são eles:

[editar] Zona Sul

[editar] Zona Leste

[editar] Zona Oeste

[editar] Zona Norte

[editar] Lista de Prefeitos

Esta é uma Lista de prefeitos da cidade de Pocinhos.

Nome início do mandato fim do mandato
1 José Pereira do Nascimento Dezembro de 1953 Novembro de 1955
2 Pe. José A. da Silva Galvão Novembro de 1955 Setembro de 1957
3 Joaquim Limeira Setembro de 1957 Novembro de 1959
4 José Pereira do Nascimento Novembro de 1959 Novembro de 1963
5 Pe. José A. da Silva Galvão Novembro de 1963 Janeiro de 1969
6 José Pereira do Nascimento Janeiro de 1969 Janeiro de 1973
7 Cloves Chaves da Costa Janeiro de 1973 Janeiro de 1977
8 Silvio Souto de Oliveira Janeiro de 1977 Janeiro de 1983
9 Cloves Chaves da Costa Janeiro de 1983 Janeiro de 1989
10 Salvino Souto de oliveira Janeiro de 1989 Dezembro de 1992
11 Adriano C. Galdino de Araújo Janeiro de 1993 Dezembro de 1996
12 Hermes de Oliveira Filho Janeiro de 1997 Dezembro de 2000
13 Adriano C. Galdino de Araújo Janeiro de 2001 Dezembro de 2008
14 Arthur Bonfim Galdino de Araújo Janeiro de 2009 atualidade

[editar] Curiosidades

Pocinhos já chegou a ser chamado de Joffily, em homenagem à Irineu Joffily, filho ilustre da cidade, porém, como a população já estava habituada ao antigo nome a cidade voltou a se chamar Pocinhos;

Pocinhos é a cidade natal do famoso ator Sebastião Vasconcelos;

Na primeira metade do século XX era possível localizar Pocinhos em diversos mapas-mundi, isto era possível devido a cidade ser uma das maiores produtoras de sisal do país.

A MAIOR PEDRA DO MUNDO - Em Pocinhos se encontra, segundo informações de estudiosos do assunto, a maior pedra do mundo, em área não aflorada, com uma extensão rochosa de aproximadamente três quilômetros. Em cima dela, encontra-se centenas de casas e vários reservatórios de água potável.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro..

[editar] Ligações externas

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