Rio Mississippi
| Mississippi | |
|---|---|
| Barco no Mississippi em Nova Orleães | |
| Comprimento | 3734 km Posição: 4 |
| Nascente | Lago Itasca |
| Altitude da nascente | 450 m |
| Débito médio | 12 700 m³/s |
| Foz | Golfo do México |
| Área da bacia | 2 981 076 km² |
| Delta | Delta do Mississippi |
| País(es) | |
O Rio Mississípi ou Mississippi é o segundo mais longo rio dos Estados Unidos da América. O mais longo é o Rio Missouri, afluente do Mississippi. Considerados juntos, formam a maior bacia hidrográfica da América do Norte. Quando medido da nascente do Missouri, o comprimento total do conjunto Missouri-Mississippi é de aproximadamente 6 270 km. A origem do Rio Mississippi vem da palavra da língua ojibwe misi-ziibi que significa 'grande rio'.
Índice |
[editar] História
Durante o que muitos arqueólogos chamam de período formativo, as sociedades indígenas amazônicas estiveram profundamente envolvidas na emergência dos sistemas agrários das terras altas da América do Sul, e possivelmente contribuíram diretamente para o panorama sócio-religioso que constituiu as civilizações andinas
Em 1500 o explorador espanhol Vicente Yáñez Pinzón e a tripulação liderada por ele foram os primeiros europeus a navegar no rio.[1] Pinzón chamou o rio de Río Santa María del Mar Dulce, o que posteriormente foi reduzido para Mar Dulce (literalmente "Mar Doce"), devido à quantidade de água doce impulsionada pela correnteza do rio para dentro do Oceano Atlântico. Por 350 anos após a descoberta do Amazonas pelos europeus, a parte portuguesa da bacia do rio permaneceu um cenário abandonado, servindo exclusivamente como fonte de alimentos obtidos através da coleta e da agricultura pelos povos indígenas que haviam sobrevivido à chegada das doenças trazidas pelos europeus. Existem inúmeras evidências de formações sociais complexas e em grande escala feitas na região por povos pré-colombianos, especialmente nas regiões interfluviais, e até mesmo de grandes povoados e cidades.[2] A cultura pré-colombiana da ilha de Marajó, por exemplo, pode ter até mesmo desenvolvido algum tipo de estratificação social, e contava com uma população de cerca de 100.000 indivíduos.[3] Os nativos da floresta pluvial amazônica podem ter utilizado a terra preta para tornar o terreno local adaptado à agricultura em grande escala necessária para o sustento de grandes populações e formações sociais complexas.
Um dos tenentes de Gonzalo Pizarro, Francisco de Orellana, partiu numa expedição em 1541 para explorar a região a leste de Quito, rumo ao interior do continente, em busca do El Dorado e do "País da "Canela".[4] Sua ordem era a de seguir o rio Coca e retornar quando atingisse sua foz. Após 170 quilômetros, o rio Coca se juntou ao rio Napo (num ponto conhecido atualmente como Puerto Francisco de Orellana), e seus homens ameaçaram entrar em motim se ele cumprisse as ordens e retornasse. Orellana então, em 26 de dezembro de 1541, tomou a decisão de alterar o propóstio da expedição, visando conquistar novas terras em nome do Rei da Espanha; seus 49 homens construíram uma embarcação maior, na qual poderiam navegar rio abaixo. Após uma jornada de 600 km pelo rio Napo, sob a ameaça constante dos omáguas, chegaram a outra confluência, num local próximo à atual Iquitos, e então seguiram já pelo rio Amazonas por mais 1200 km até a sua confluência com o rio Negro (próximo da Manaus atual), que alcançaram no dia 3 de junho de 1532. Esta área era dominada por uma tribo nativa local, descritos como icamiabas, que os exploradores imaginaram serem ferozes mulheres guerreiras; Orellana posteriormente narraria a vitória das beligerantes "mulheres" icamiabas sobre os invasores espanhóis a Carlos V, Sacro-Imperador Romano que, recordando-se das amazonas da mitologia grega, batizou o rio de Amazonas - nome pelo qual ele ainda é conhecido em espanhol e português. Na época, no entanto, o rio foi designado pelos membros da expedição como Grande Río ("Grande Rio"), Mar Dulce e Río de la Canela ("Rio da Canela"). Orellana alegou ter encontrado em suas margens grandes caneleiras (Cinnamomum verum), árvores das quais se obtem a canela, uma das especiarias mais importantes e desejadas na Europa da época. A árvore, no entanto, não é nativa da América do Sul e só podia ser encontrada, à época, no Oriente; outras plantas semelhantes, no entanto, como as da família Lauraceae, são nativas da região, e Orellana poderia estar se referindo a elas. A expedição seguiu por mais 1200 km até a foz do Amazonas, alcançada em 24 de agosto de 1542, demonstrando a navigabilidade prática do Grande Rio - naquela que talvez tenha sido uma das viagens mais improvavelmente bem-sucedidas da história humana.
Em 1560 outro conquistador espanhol, Lope de Aguirre, navegou pela segunda vez toda a extensão do Amazonas.
Após participar na expedição de 1615 que fundou a cidade de Belém do Pará, entre 1636 e 1638, o explorador português Pedro Teixeira, com mais de mil homens realizou a primeira expedição que subiu o curso do rio Amazonas. Empregando cerca de 50 grandes canoas, partiu de Belém do Pará e alcançou Quito, no Equador. Fundou Franciscana na confluência do rio Napo com o Aguarico, no alto sertão, para delimitar as terras de Portugal e Espanha, segundo o Tratado de Tordesilhas. A viagem foi registrada pelo jesuíta Cristóbal de Acuña em obra editada em 1641.
De 1648 a 1652 o bandeirante Antônio Raposo Tavares liderou uma das mais longas expedições até São Paulo a partir da foz do Amazonas, investigando diversos dos seus afluentes, incluindo o rio Negro, e cobrindo uma distância de mais de 10.000 quilômetros.
[editar] História
A palavra Mississippi vem do nome na língua Ojibwe para o rio, "Messipi" (ou Misi-ziibi), o que significa grande rio, ou do Algonquin Missi Sepe, "grande rio", literalmente, "pai das águas". Os Ojibwe chamavam o Lago Itasca, o lago fonte do Rio Mississippi, Omashkoozo-zaaga'igan e o rio que fluía dele como Omashkoozo-ziibi. Após fluir para dentro Lago Bemidji, os Ojibwe o chamava de rio Bemijigamaa-ziibi. Depois de fluir para dentro do Lago Cass, o rio mudava novamente de nome para Miskwaawaakokaa-ziibi, somente mudava este nome novamente quando desaguava no Lago Winnibigoshish e recebia o nome de Gichi-ziibi. O nome Ojibwe Misi-ziibi se aplicava somente à porção do rio abaixo do Rio Crow Wing, mas as mudanças de nome do rio pareciam ilógicas para as pessoas de língua inglesa, então após a expedição de Henry Schoolcraft, o longo rio acima da junção do Rio Crow Wing e do Gichi-ziibi passou a se chamar "Rio Mississippi ".
Em 8 de maio, 1541 Hernando de Soto tornou-se o primeiro explorador europeu a atingir o Rio Mississippi, o qual ele chamou de "Rio do Espírito Santo". Os exploradores franceses Louis Joliet e Jacques Marquette começaram a explorar o Mississippi, que era conhecido pelo nome Sioux "Ne Tongo" (grande rio), em 17 de Maio de 1673. Em 1682, René Robert Cavelier e Henri de Tonty reclamaram todo o vale do rio Mississippi para França, batizando de Louisiana, para Luís XIV. Em 1718, Nova Orleães foi criada por Jean-Baptiste Le Moyne de Bienville.
Os franceses perderam todos os seus territórios na América do Norte continental como resultado da Guerra Franco-Indígena. Em 1762, os franceses cederam todas as suas colônias a oeste do Rio Mississippi para os espanhóis, enquanto que em 1763, no Tratado de Paris, a França cedeu ao Reino Unido todas as suas colônias a leste do Mississippi. A Espanha também cedeu a Flórida para Inglaterra para re-obter Cuba, que a Inglaterra ocupou durante a guerra. O Reino Unido então dividiu o território em Flórida do Leste e Oeste.
No Segundo Tratado de Paris, o qual marcou o fim da Revolução Americana de 1776, os britânicos cederam a Flórida Oeste de volta a Espanha para receberem as Bahamas, que a Espanha tinha ocupado durante a guerra. A Espanha então tinha o controle sobre o rio ao sul da latitude 32°30' norte, e, no que ficou conhecido como a Conspiração Espanhola, pretendia ganhar maior controle da Louisiana e de tudo a oeste. Estas pretensões terminaram quando a Espanha foi pressionada a assinar o Tratado de Pinckney em 1795. A França readquiriu a Louisiana da Espanha em segredo no Tratado de San Ildefonso em 1800. Os Estados Unidos compraram o território da França na Compra da Louisiana em 1803.
O Mississippi era conhecidos pelos seus bandidos, conhecidos pelos insulares como moradores das margens, incluindo John Murrell, que era um bem conhecido assassino, ladrão de cavalos e "revendedor" de escravo. Sua notoriedade era tal que Mark Twain dedicou-lhe um capítulo inteiro em seu livro Life on the Mississippi, e existia um rumor que Murrell tinha um quartel general na ilhas do rio na Ilha 37.
O livro de Twain também cobriu extensivamente arrojadas corridas de barco a vapor que tiveram lugar entre 1830 a 1870 no rio antes que meios mais modernos de navegação substituíssem os vapores. Isto foi publicado primeiro na forma de periódico por Harper's Weekly em sete partes em 1875 e tinha a intenção de registrar a rápida dispersão da cultura do barco a vapor. A versão completa, incluída uma passagem incompleta de Huckleberry Finn e trabalhos de outros autores, foi publicada por James R. Osgood & Co. em 1885. O primeiro barco a vapor a viajar o trecho completo do Rio Ohio até a cidade de Nova Orleães foi o New Orleans em dezembro de 1811. Esta louca viagem ocorreu durante uma série de Terremotos New Madrid de 1811 a 1812.
Em 1815, os EUA obtiveram o controle sobre o Mississippi após uma decisiva vitória sobre os britânicos na Batalha de New Orleans, parte da Guerra de 1812.
O rio foi também uma parte decisiva da Guerra Civil Americana. A Campanha de Vicksburg da União buscava o controle do baixo Mississippi. A vitória da União na Batalha de Vicksburg em 1863 foi o ponto de viragem para a vitória final da União na Guerra Civil.
Em 1900, Chicago construiu o Canal Sanitário e Navegação de Chicago para ligar os Grandes Lagos ao Mississippi. O canal permitiu a Chicago despejar seus esgotos Mississippi abaixo, em vez de poluir sua própria fonte de água o Lago Michigan. O canal também originou uma rota de navegação entre os grandes lagos e o Mississippi.
O esqui aquático foi inventado no rio, na vasta região entre Minnesota e Wisconsin conhecida como Lago Pepin. Ralph Samuelson de Lake City criou e refinou sua técnica de esquiar entre Junho e Julho de 1922. Ele mais tarde realizou o primeiro salto de esqui na água em 1925 e esquiou a 128 km/h puxado por barco voador Curtiss no final daquele ano.
Na primavera de 1927 o rio arrombou os diques em 145 lugares durante a Grande Cheia do Mississippi de 1927 e inundou 70 mil km² com uma profundidade de até 10 m.
A Grande Cheia do Mississippi de 1993 é considerada a maior devastação por inundação que ocorreu na história moderna dos Estados Unidos.
Em 2002 Martin Strel nadou o curso inteiro do rio.
[editar]
A tarefa de manutenção de um canal de navegação no Mississippi é de responsabilidade do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, o qual começou em 1829 a remover bancos de areia, fechando canais secundários e escavando rochas. Em 1829 os engenheiros avaliaram os dois maiores obstáculo do alto Mississippi, as correntezas de Des Moines e as correntezas de Rock Island Rapids, onde o rio era raso e o leito era rochoso. As correntezas de Des Moines tinham cerca de 18 km de comprimento e começavam logo após a desembocadura do Rio Des Moines até Keokuk. A correnteza de Rock Island localizavam-se entre Rock Island e Moline. Ambas as correntezas eram consideradas virtualmente intransponíveis.
O Corpo de Engenharia recomendou a escavação de um canal de 1,5 m nas correntezas de Des Moines Rapids, mas o trabalho não começou até o tenente Robert E. Lee endossar o projeto em 1837. Os engenheiros mais tarde começaram a escavação das correntezas de Rock Island. Por volta de 1866 tinha se tornado evidente que a escavação era impraticável, e então foi decidida a construção de um canal em volta da Correnteza Moines Rapids. O canal foi aberto em 1877, mas a correntezas de Rock Island Rapids permaneceu um obstáculo.
Em 1878, o Congresso autorizou ao corpo de engenheiros construir um canal de 1,4 m; para isto o rio seria desviado para um canal secundário, cortar-se-ia o canal e voltaria o fluxo normal. O projeto do canal de 1,4 m foi completado por Moline Lock, o qual contornava as correntezas de Rock Island Rapids, aberto em 1907.
Para impulsionar a navegação entre Saint Paul e Prairie du Chien, o corpo de engenheiros construiu várias barragens na região dos lagos e nascentes, incluindo os lagos de Winnibigoshish e Pokegama. As barragens, cuja construção começou na década de 1880, guardavam as águas das chuvas caídas na primavera, e eram liberadas quando o nível caía para ajudar a manter a profundidade do canal.
O Canal Sanitário e de navegação de Chicago ligou o Rio Illinois com o Lago Michigan, ele foi completado em 1900. Ele proveu uma ligação entre o Rio Mississippi e os Grandes Lagos e substituiu o pequeno Canal de Illinois e Michigan (1848).
Em 1907, o Congresso dos Estados Unidos da América autorizou o projeto de um canal de 1,8 m no Mississippi, o qual não tinha sido completado quando foi abandonado em 1920 em favor de um projeto de um canal de 2,7 m.
Em 1913, foi completada a construção de uma barragem em Keokuk, a primeira barragem abaixo das Quedas de St. Anthony. Construída por uma empresa privada de energia para gerar eletricidade, a barragem de Keokuk era uma das maiores plantas hidroelétricas do mundo naquele tempo. A barragem eliminou as correntezas de Des Moines.
Represa e Barragem No. 1 foi completada em Minneapolis em 1917 e Represa e Barragem No. 2 em Hastings, Minnesota, foi completada em 1930.
Antes da enchente de 1927, a estratégia primária do Corpo de engenheiros era fechar todos os canais possíveis para aumentar o fluxo do rio principal. A idéia era que a velocidade do rio poderia limpar os sedimentos depositados no rio, e com isto diminuir a possibilidade de inundações. A inundação de 1927 provou que isto era tão errado que as comunidades ameaçadas pelas enchentes começaram a quebrar os aterros para liberar as tensões que se opunham à passagem do rio.
A Divisão de Engenharia começou a criar canais para direcionar águas temporárias que surgem em tempestades para dentro de canais alternativos e lagos. Os principais canais são Birds Point-New Madrid Floodway; o Morganza Floodway, os quais direcionam a água para abaixo do Rio Atchafalaya; e o Bonnet Carré Spillway o qual direciona a água para o Lago Pontchartrain. A estrutura de controle do Old River também servia com uma comporta principal que podia ser aberta para prevenir as inundações. Algumas das estratégias pre-1927 são ainda usadas até hoje; a divisão de engenharia atua abertura de curvas de ferradura, permitindo que a água se mova mais rapidamente, e portanto diminuindo a altura da inundação.
Os Atos Rivers and Harbors de 1930 autorizaram o projeto de um canal de 2,7 m, o qual foi criado para um canal de navegação de 2,7 m de profundidade e 120 m de comprimento para acomodar rebocadores de múltiplas barcaças. Ele foi executado com uma série de barragens e represas, e pela dragagem. Vinte e três novas represas e barragens foram construídas no alto Mississippi em 1930 em adição às que já existiam. Duas novas barragens foram construídas ao norte de Lock e Dam No. 1 das Quedas de Saint Anthony em 1960, estendendo o curso de navios para tráfico comercial por várias milhas, mas poucas barcas vão além da cidade de Saint Paul atualmente.
A Dam 26 em Alton, que tinha problemas estruturais, foi substituída pela Mel Price Lock and Dam em 1990. A Lock and Dam 26 foi demolida.
[editar] O Delta do Mississippi
O delta do Mississippi forma o estuário e foz do rio Mississippi e é formado por aluviões depositados pelo rio quando este se aproxima das águas do golfo do México. O rio continua a avançar para sul. O delta do Mississippi constitui um rico ecossistema ameaçado pelas actividades humanas. O delta cobre uma área de 75 000 km² (mais de 400 km de largura leste-oeste, com 200 km de profundidade norte-sul)[5]), sobre o qual vivem cerca de 2,2 milhões de pessoas, a maior parte dos quais vive na aglomeração de de Nova Orleães[6]. Comparado com outros deltas, como o delta do Nilo, a densidade populacional é relativamente baixa.
No último século, o rio Mississippi tem vindo a tributar muito fluxo ao rio Atchafalaya com a separação a ocorrer cerca de 95 km a noroeste de Nova Orleães. Em meados do século XX, foi observado que o Mississippi irá abandonar o seu canal presente como canal de escorrência principal, e migrar para a bacia do Atchafalaya.
A zona do delta do Mississippi foi profundamente afectada pela passagem dos furacões Katrina e Rita em agosto e setembro de 2005.
[editar] Maiores cidades ao longo do rio
[editar] Literatura e música
Muitos dos trabalhos de Mark Twain tratam ou ocorrem próximo ao Rio Mississippi. Um dos seus maiores trabalhos, Life on the Mississippi, é na sua maior parte a história do rio, e de resto conta as experiências dele no rio, e uma coleção de histórias que ou tomam lugar no rio ou dizem respeito a ele. O mais famoso trabalho de Twain, Huckleberry Finn, conta uma grande jornada rio abaixo. O romance trabalha com uma reflexão sobre a cultura americana, sendo o rio a metáfora principal. O mesmo autor já tinha escrito sobre o rio em obra anterior, com o título Life On the Mississippi.
O romance de Herman Melville The Confidence-Man registra o estilo de um grupo de passageiros de um navio a vapor cujas histórias interligadas são contadas enquanto eles viajam subindo o Rio Mississippi. O romance é escrito tanto como uma sátira cultural como uma investigação metafísica. Como em Huckleberry Finn, usa-se o Rio Mississippi como uma metáfora para um grande conjunto de aspectos dos EUA e identidade humana que unifica características que de outras formas seriam dissonantes.
[editar] Outros factos sobre o Mississippi
- Antes de ser chamado Mississippi pelos europeus, tinha o nome de "Rio de Espiritu Santo" dado por Hernando de Soto (o primeiro explorador europeu do rio, em 1541) e "Rivière Colbert" (dado pelos exploradores de la Salle e de Tonty, em 1682).
- O Mississippi tem vários nomes locais, incluindo: "Father of Waters", "Gathering of Waters", "Big River", "Old Man River", "Great River", "Body of a Nation", "Mighty Mississippi", "el Grande" (de Soto), "Muddy Mississippi", "Old Blue" e "Moon River".
- O rio é figura quase omnipresente na história musical dos Estados Unidos, com canções como Big River de Johnny Cash, Louisiana 1927 de Randy Newman, When the Levee Breaks dos Led Zeppelin e Moon River do filme de 1961 Breakfast at Tiffany's. Em 1997, o cantor e compositor Jeff Buckley afogou-se no rio, arrastado pela corrente gerada por um navio de passagem.
- O esqui aquático foi inventado em 1922 no Lago Pepin, parte do rio Mississippi entre Minnesota e Wisconsin. Ralph Samuelson, o seu inventor, fez no rio o primeiro salto de esqui aquático em 1925.
[editar] Ver também
Referências
- ↑ Morison, Samuel. The European Discovery of America: The Southern Voyages, 1492-1616. Nova York: Oxford University Press.
- ↑ Mann, C, C., ed.. 1491: New Revelations of the Americas Before Columbus. [S.l.]: University of Texas, 2005. 296 p. ISBN 1400032059
- ↑ Mann, C, C., ed.. 1491: New Revelations of the Americas Before Columbus. [S.l.]: University of Texas, 2005. ISBN 1400032059
- ↑ Francisco de Orellana (Spanish explorer and soldier). Encyclopedia Britannica.
- ↑ Planète Terre, artigo de Pierre-André Bourque, Universidade de Laval, Canadá
- ↑ R. De Koninck, Le delta du Mississippi, 2006, p.40