Serra da Cangalha

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Serra da Cangalha cratera no nordeste do Brasil

Serra da Cangalha é uma cratera de impacto no estado do Tocantins, perto da fronteira do estado do Maranhão, no nordeste do Brasil.[1]

A cratera tem entre 12 e 13 km de diâmetro, tornando-se a segunda maior cratera conhecida no Brasil.[2] Sua idade é estimada em cerca de 220 milhões de anos (período Triássico).[3] descrição

Descrição[editar | editar código-fonte]

O perímetro exterior é uma circular interna escarpa cerca de 12 km de diâmetro na maior parte não perturbadas Cretáceo superior e sedimentos do Siluriano da bacia do Parnaíba, violado no oeste, norte e sul por vales de drenagem. No perímetro existe uma série de vales circulares concêntricas e uma bacia central, todas mais ou menos na mesma altura, separadas por paredes de anel. Missão Topográfica Radar Shuttle imagens mostra um leve anel de cerca de 11 km de diâmetro, um segundo anel de colinas cerca de 5-6 km de diâmetro, e um anel interno de colinas íngremes, cerca de 3 km de diâmetro e até 420 m de altura, aberta ao noroeste, em torno de uma bacia central cerca de 2,2 km de diâmetro.[4] [5] [6]

A origem impacto é atestada pela presença de brechas de impacto, quartzito shatter cones e quartzo de impacto. O meteorito se acredita ter atingido a superfície em um ângulo baixo oblíqua, de 25 a 30 graus em terra seca. Falhas radiais estão presentes no interior da cratera, e alguns se estender até 16 km do centro.[6] Disturbed e sedimentos muito inclinado a partir do Carbonífero e períodos Devoniano ocorrer dentro da cratera. Uma pesquisa magnética da estrutura indica que a deformação na cratera se estende a uma profundidade de cerca de 2 km.[3] [4] [5] [7] [8]

História e estudos[editar | editar código-fonte]

A identificação da estrutura como uma cratera de impacto foi publicado pela primeira vez em 1973 por R.S. Dietz e B.M. Francês.[9] [10] Shatter cones foram relatados por Beatty em 1980.[11] Brechas de impacto, derretimento de impacto, e quartzo de impacto foram relatados por McHone em sua tese de 1986.[12] Uma pesquisa magnética da estrutura foi publicado pela A.A. Adepelumi e outros em 2005.[5]

Referências

  1. Predefinição:Cite Earth Impact DB
  2. McHone, J F.; Dietz, R S. (1992). "Earth's multiple impact craters and astroblemes (abstract)". XXIII Lunar and Planetary Science: 887–888, Houston: Lunar and Planetary Institute. 
  3. a b R. Almeida Filho; F.R. Moreira; C.H.Beisl. (2003,). "The Serra da Cangalha astrobleme as revealed by ASTER and SRTM orbital data". International Journal of Remote Sensing 24: 1–6.
  4. a b R. Gregio. Cratera da Serra da Cangalha. Visitado em 2007-09-24.
  5. a b c Adepelumi, A. A.; Fontes, S.L.; Schnegg, P.A.; Flexor,J.M.. (2005). "An integrated magnetotelluric and aeromagnetic investigation of the Serra da Cangalha impact crater, Brazil". Physics of the Earth and Planetary Interiors 150 (1): 159–182. DOI:10.1016/j.pepi.2004.08.029. Bibcode2005PEPI..150..159A.
  6. a b W.U. Reimold; G.R.J. Cooper; R. Romano; D. Cowan; C. Koeberl (2004). "A SRTM Investigation of Serra da Cangalho [sic] Impact Structure, Brazil". Lunar and Planetary Science XXXV. Página visitada em 2007-09-24. 
  7. W. Masero; P.-A. Schnegg; S.L. Fontes. . "Magnetotelluric investigation of the Serra da Cangalha impact crater, Northeast Brazil".
  8. Adekunle Adepelumi; Jean M. Flexor; Sergio L. Fontes; Pierre-A. Schnegg. "A magnetotelluric investigation of the Serra da Cangalha impact crater structure, Brazil". {{{booktitle}}}. 
  9. Dietz, R.S.; French, B.M.. (1973). "Two probable astroblemes in Brazil". Nature 244 (5418): 561–562. DOI:10.1038/244561a0. Bibcode1973Natur.244..561D.
  10. Crósta, A. P. (1987). "Impact structures in Brazil". Research in Terrestrial Impact Structures: 30–38. Friedrich, Vieweg & Sohn.
  11. Beatty J. K.. (1980). "Crater hunting in Brazil". Sky and Telescope 59: 464––467. Bibcode1980S&T....59..464B.
  12. McHone J. F.. Terrestrial impact structures: Their detection and verification with new examples from Brazil. [S.l.]: University of Illinois at Urbana-Champaign, Urbana, Illinois, 1986. p. 210.