Antônio da Cunha Lima

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Cunha Lima
Deputado federal por  São Paulo
Período 1 de fevereiro de 1995 a 31 de janeiro de 1999
Vice-prefeito de Carapicuíba Carapicuiba bandeira.jpg
Período 1 de fevereiro de 1993 a 31 de janeiro de 1995
Dados pessoais
Nome completo Antônio da Cunha Lima
Nascimento 8 de setembro de 1955 (63 anos)
Campina Grande, PB
Progenitores Mãe: Ambrosina da Cunha Lima
Pai: Horácio de Araújo Lima
Alma mater Fundação Getúlio Vargas
Cônjuge Patrícia Damasceno da Cunha Lima
Partido PT, PDT, PPB, PPS, PSDC, PSC, Solidariedade
Profissão Empresário e político

Antônio da Cunha Lima (Campina Grande, 8 de setembro de 1955), conhecido apenas como Cunha Lima, é um empresário e político brasileiro[1]. É atualmente filiado ao Solidariedade.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Carreira estudantil[editar | editar código-fonte]

Filho de Horácio de Araújo Lima e Ambrosina da Cunha Lima, sempre demonstrava interesse pela área de comércio exterior, fazendo um curso no SENAC paulista em 1978. No ano seguinte, ingressa na Faculdade de Administração de Empresas Amador Aguiar, em Osasco.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Sua trajetória política teve início em 1980, como militante do recém-criado PT, onde trabalharia como tesoureiro em 2 períodos (1980 a 1982 e 1984 a 1986), concluindo a universidade em 1982 e fazendo pós-graduação em comércio exterior na Fundação Getúlio Vargas

Após 9 anos no PT, saiu do partido e filiou-se ao PDT, sendo presidente do Instituto dos Operadores do Comércio Exterior do Brasil (Icex) e tesoureiro da legenda em Carapicuíba. Em 1990, disputa sua primeira eleição, ficando na segunda suplência na Câmara dos Deputados. Trabalhou ainda como empresário da construção civil, de transportes e do ramo de postos de gasolina. Eleito vice-prefeito de Carapicuíba em 1992, assumiu o cargo no ano seguinte, deixando-o para disputar a eleição de 1994. Com 30.512 votos (maior parte de Carapicuíba, sua base eleitoral), Cunha Lima foi o menos votado entre os deputados eleitos do PDT e o 65º deputado mais votado.

Empossado em fevereiro de 1995, integrou a Comissão de Economia, Indústria e Comércio como titular, porém divergências quanto às emendas que propunham a mudança no conceito de empresa nacional (o partido era contrário, enquanto o deputado era a favor) causaram sua expulsão do PDT. Em dezembro, vai para o PPB, onde concorre à prefeitura de Carapicuíba em 1996, não tendo sucesso.

Pós-mandato[editar | editar código-fonte]

Depois de não conseguir a reeleição em 1998, um dos últimos atos de Cunha Lima na Câmara dos Deputados foi o voto favorável ao teto de 1.200 reais para aposentadorias no setor público e do estabelecimento de idade mínima e tempo de contribuição para o setor privado. No encerramento de seu mandato, passou a dedicar-se à carreira empresarial.

Voltaria ao cenário eleitoral em 2002, desta vez no PPS, mas não conseguiu se eleger. Ele ainda disputou o governo de São Paulo em 2006, na legenda do PSDC, porém obteve apenas 7.073 votos, ficando em 9º entre 16 candidatos. Não disputou mandatos eletivos em 2008 e 2010.

Em 2012, Cunha Lima transfere o domicílio eleitoral para Praia Grande e concorre à prefeitura municipal nas eleições daquele ano, pelo PSC. Com a candidatura "indeferida com recurso" pelo TSE, ele não teve os votos validados por não comprovar sua filiação partidária[2].

A última eleição que disputou foi em 2014, pelo Solidariedade, entretanto não conseguiu votação expressiva (2.938 sufrágios).

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Foi casado 2 vezes e tem 5 filhos (3 no primeiro casamento, com Léia Freitas Lima, e outros 2, quando casou-se com Patrícia Damasceno da Cunha Lima).

Referências

  1. «Antônio da Cunha Lima». CPDOC. Consultado em 20 de maio de 2018. 
  2. «Em Praia Grande, SP, um candidato a prefeito não terá resultado divulgado». Eleições 2012 em Santos e Região. 7 de outubro de 2012. Consultado em 7 de junho de 2016. 
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