Arquitetura da Itália

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Santa Maria del Fiore, em Florença, possui a maior cúpula laterária do mundo[1][2][3] e é considerada uma das obras-primas da arquitetura mundial.

A Itália possui um vasto e diverso estilo arquitetônico, que não poderia ser simplesmente classificado por período ou região de origem, devido a divisão do que se entende por "Itália" em diversas cidades-Estado ao longo de todo a Península Itálica, até 1861. Contudo, isto desencadeou um amplo e diverso campo artístico e arquitetônico. A Itália é creditada por consideráveis contribuições na arquitetura,[4] como a construção de arcos, domos e estruturas similarmente inovadoras durante a Roma Antiga; a fundação da Renascença no fim do século XIV até meados do século XVI; por ser berço do Palladianismo, que inspiraria outros movimentos arquitetônicos em outros países do Velho Continente e até mesmo os Estados Unidos a partir do século XVII. Grande parte das obras de arte da arquitetura ocidental, como o Coliseu de Roma, o Duomo de Milão, a Mole Antonelliana e Santa Maria del Fiore, estão situados em território italiano. A Itália possui uma quantidade estimada de 100 mil monumentos de todas as variedades (museus, palácios, construções diversas, estátuas, templos religiosos, galerias de arte, villas, fontes, e achados arqueológicos, entre outros). Atualmente, a Itália encontra-se novamente à frente da arquitetura mundial, com o desenvolvimento de técnicas de arquitetura sustentável, com artistas como Giannino Castiglioni, Renzo Piano e Carlo Mollino se destacando no front internacional.

A arquitetura desenvolvida na Península itálica influenciou grandemente movimentos artísticos a redor do mundo, com destaque para as inovações de Donato Bramante e Andrea Palladio durante o século XV e XVI, respectivamente.[5] Além disso, a Arquitetura italianizada, popularizada ao redor do mundo a partir do século XIX, têm sido empregada para descrever a arquitetura mundial inspirada no Renascimento.

Referências