Caso do cruzador Panther

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O Caso do cruzador Panther foi uma crise diplomática entre Brasil e Alemanha causada por um cruzador alemão com o nome de Panther em 27 de novembro de 1905. Esta foi solucionada por meios diplomáticos através do trabalho do Barão do Rio Branco.

O cruzador alemão visitou diversos portos brasileiros, desde a Paraíba no início de agosto, passando pelo Rio de Janeiro (setembro/ outubro) e depois rumando até o Rio Grande do Sul em dezembro de 1905. O navio estava autorizado à prática execícios de artilharia na Baía da Ilha Grande.

Em 27 de setembro, Júlio César de Noronha teve um desentendimento com o comandante do Panther. Após este episódio, na passagem pelo Itajaí, um marujo alemão desertara e fugira para o Rio de Janeiro.

Chegando à capital a notícia de que oficiais alemães desembarcaram no porto catarinense para capturar o marujo (deserção ainda é tipificada como crime), explodiram manifestações exaltadas que exigiam represálias por parte do Governo brasileiro, ao mesmo tempo em que alguns jornais criticavam a lentidão e apatia do Itamaraty.

Em 9 de dezembro o ministro alemão Von Treutler se reuniu com o Barão do Rio Branco em Petrópolis para discutir o caso. Em 2 de janeiro de 1906 a legação alemã apresentou ao governo brasileiro "os mais vivos protestos de amizade e consideração ao Brasil", acabando oficialmente com o incidente.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]