Feitiço de amor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Romanas fazendo um feitiço de amor.
Johann Erdmann Hummel, 1848.

Feitiço de amor diz respeito a todo tipo de mágica utilizada para, de alguma forma, despertar o amor ou a paixão entre pessoas, sem uso de atividade direta de conquista. A magia amorosa pode ser feita em muitas formas (como poções, escritos, bonecos, encantamentos, amuletos ou rituais), variando conforme as épocas e lugares.

A prática da feitiçaria para a conquista amorosa, ou do objeto sexual desejado, é comum em todo o mundo, sendo encontrada em várias culturas.[1] No países ocidentais ela está intimamente ligada às práticas da feitiçaria da Idade Média, onde se dizia herdeira dos segredos egípcios e das sibilas de Roma.[2]

Ótica sociológica[editar | editar código-fonte]

o estudo dessas práticas pela sociologia e antropologia ajuda a compreender as formas que as pessoas as utilizam para a construção de laços sociais mais estreitos.[1]

Malinowski sugere que a prática de feitiçaria amorosa reduz a ansiedade que o seu praticante sente no processo da conquista amorosa.[1]Pierre Bourdieu acentua que o uso de tais artifícios por feiticeiras é parte da luta entre o dominado e o dominante: "As próprias estratégias simbólicas que as mulheres usam contra os homens, como as da magia, continuam dominadas, pois os conjuntos de símbolos e agentes míticos que elas põem em ação, ou os fins que elas buscam (como o amor, ou a impotência, do homem amado ou odiado), têm seu princípio em uma visão androcêntrica em nome da qual elas são dominadas. Insuficientes para subverter realmente a relação de dominação, tais estratégias acabam resultando em confirmação da representação dominante das mulheres como seres maléficos, cuja identidade, inteiramente negativa, é constituída essencialmente de proibições, que acabam gerando igualmente ocasiões de transgressão" - onde a magia (junto à sedução e intuição) são "as armas da fraqueza" feminina contra a dominação masculina.[3]

Histórico[editar | editar código-fonte]

Desde os tempos mais primitivos da civilização que objetos encontrados fazem supor a existência de feitiços que buscavam a fertilidade; do paleolítico um destes objetos em particular, encontrado em Isturits, feito numa lâmina de osso, traz em um lado a curiosa figura desenhada de uma mulher com um arpão na coxa, seguida por um homem - enquanto no lado oposto mostra bisões feridos pelo mesmo tipo de arma - o que leva à interpretação de que se trata de um encantamento de amor.[4]

Nesso enganou Dejanira com falso feitiço de amor.

Na Grécia a mitologia traz alguns casos em que o uso de artifícios mágicos era capaz de despertar o amor; assim é que Hera pediu a Afrodite para lhe emprestar seu cinturão com que seduzia aos mortais e imortais, ao pretexto de apaziguar uma briga de seus pais mas, em vez disto, usou-o para seduzir a Zeus e assim favorecer os gregos na Guerra de Troia - como narra o canto catorze da Ilíada.[5]

No mito de Hércules, após este ficar três anos preso como escravo da rainha Onfale, o herói desposa Dejanira; com ela viajava quando, para atravessar um rio, pediu ao centauro Nesso que conduzisse a esposa, mas este tentou raptá-la e Hércules o alveja mortalmente; antes de morrer, Nesso disse a Dejanira que recolhesse um pouco de seu sangue, que lhe serviria de feitiço de amor para conservar o marido - quando, na verdade, era um veneno que, ao ser usado numa crise de ciúmes da esposa, levou o herói a um sofrimento excruciante e Dejanira, desesperada pelo que fizera, enforcou-se.[6]

Cleopatra teria se servido de uma poção do amor para seduzir César; esta teria sido preparada com uma planta como o estramônio ou outras da família Solanaceae - ervas cujo poder Homero já havia relatado.[7]

O Sefer ha-Razim, obra judaica conhecida por Livro dos Mistérios e escrita entre os séculos IV e VI, traz em seus textos fórmulas mágicas e conjurações das forças naturais para dominar, entre outras coisas, o amor.[8]

O orvalho era símbolo de fertilidade; na alta Idade Média banhar-se no orvalho era parte de feitiço amoroso.[9]

Quando os conquistadores chegaram às Américas, encontraram em seus povos uma grande experiência cultural na produção de feitiços amorosos, especialmente entre os astecas e incas.[5]

Já no século XVI, a Inquisição identificava entre os cristãos-novos a prática de feitiços de amor, na Bahia - num dos casos, em 20 de Agosto de 1591, Paula de Siqueira denunciou a cristã-nova Beatriz de Sampaio por lhe ensinar magias para que prendesse o marido; em outro caso nesse mesmo ano, que marcou a primeira visitação do Tribunal do Santo Ofício a Salvador, Violante Carneira foi denunciada por fazer um feitiço capaz de fazer um homem amar uma mulher.[8]

Feitiços de amor no herbalismo[editar | editar código-fonte]

A maçã se presta a vários feitiços de amor.

Modernamente, diz Scott Cunningham, o amor "é uma necessidade mágica comum e várias dezenas de plantas fazem o trabalho (de atraí-lo)"; embora pessoas digam que feitiços de amor nunca devem ser feitos durante a lua minguante, Cunningham diz que os astros não interferem na magia.[10]

A maçã se presta a muitos feitiços de amor tanto a fruta in natura, como suas flores em sachês, cervejas, incensos e velas; um dos mais simples, segundo este autor wicca e herbalista, seria o de cortar a fruta ao meio e compartilhar com objeto do amor: se a pessoa comer, os dois serão felizes juntos.[10]

Outros feitiços com a maçã são relatados por Cunningham: a pessoa deve segurar a fruta nas mãos até que ela fique aquecida e, então, dar ao pretendido(a) - tal como no caso anterior, se a pessoa comer o amor acontecerá; a fruta era muito usada nas adivinhações e eram populares na Europa, entre as mulheres solteiras para saber se se casariam: cortando a fruta e se o número de sementes encontrado for par ela se casaria em breve, o oposto ocorrendo se for ímpar (se uma das sementes for cortada, por acaso, o casamento será tempestuoso; se duas sementes, haverá viuvez).[10]

Mas o feitiço mais complexo, usando a maçã, consiste em colher uma fruta antes de "cair da árvore", escrevendo nela com uma faca "Aleo" e "Deleo Delato", enquanto se pronuncia a seguinte conjuração: "Eu te conjuro, maçã, por esses nomes que estão escritos em ti, para que (nome da pessoa) a toque e, provando de ti, possa me amar e arder no meu amor como a cera se derrete ao fogo"; depois a fruta deve ser dada à pessoa, mas sem que esta seja avisada.[10]

Outras plantas com propriedades mágicas no amor são o aloé, a raiz de lírio (que a pessoa deve levar consigo, para atrair o amor) e para incensos de amor (além da maçã) erva-cidreira, cardamomo, canela, gengibre e baunilha.[10]

Através do mundo[editar | editar código-fonte]

Na China as práticas são bastante comuns. Na província de Yunnan, por exemplo, muitos grupos étnicos acreditam que a pessoa amada pode ser induzida e satisfeita por meio da bruxaria; a feitiçaria erótica possui diferentes formas de ser praticada - indo desde a magia dirigida à alma, os encantamentos, até remédios para a paixão (em geral para estimular o desejo sexual na pessoa amada) - sendo uma forma de uso bastante comum entre as pessoas dos grupos étnicos daquela região chinesa para tentar influenciar o amor.[11] Estas práticas são reputadas ao baixo conhecimento da população e a circunstâncias particulares de sua cultura, e muitas vezes influenciam suas ideias e o casamento; para a realização de seus encantamentos e feitiços os chineses servem-se de drogas feitas com determinadas plantas e até animais (dentre os quais até mesmo insetos venenosos).[12]

Na Espanha a feitiçaria tem largo uso histórico ao longo dos séculos e também no presente, nas áreas rurais, por meio de práticas que a Igreja classifica como "superstições"; registros dos anais da Inquisição dão conta de vários tipos de rituais que vão desde a invocação de seres de outro mundo a cantos mágicos para conseguir os favores do pretendente, conjurações aos astros e até mesmo a santos como Santa Helena, Santa Marta (por vezes chamada "bruxa Marta"), Santo Onofre e outros.[13]

No México do século XVII o espanhol Hemando Ruiz de Alarcón recolheu entre os médicos indígenas um esconjuro para provocar o amor, que dizia:[5]

En el lugar del cerro o del espejo, en el lugar del encuentro,
yo llamo mujer, yo canto mujer.
Aquí me aflijo; vengo a afligirme.
Ya llevo a mi hermana mayor, Xochiquétzal,
con una serpiente se viene ciñendo,
viene atándo-se los cabellos
Ya ayer, ya pasado mañana
con ella lloro, con ella me aflijo.
Tal vez sea verdadera diosa,
tal vez sea verdadera potentada

No Peru é antiga a crença entre os incas de objetos mágicos com o poder amoroso: narra a vida de Sinchi Roca, segundo imperador em Cuzco, que um pastor de lhamas entrara na sua casa e levou uma jovem que ele queria muito bem. O Inca mandou capturá-los e os fez torturar para que contassem porque havia cometido tal pecado; a jovem então revelou que se enamorara do lhamamichi" assim que o viu portando um "huacanqui" (amuleto de amor), e o pastor confessou, por sua vez, que havia recebido tal objeto enfeitiçado de um demônio, numa gruta.[5] Fazer feitiços de amor, "amarres", "ajustes", sempre foi e é uma das habilidades mais solicitadas aos mestres curandeiros peruanos.[5]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Anum-preto, ave que se prestaria a feitiços de amor, no Brasil.

No Brasil os feitiços de amor têm raízes na Europa e também na África.[2]

Tanto no Sul, como no Nordeste e no Norte, a ave chamada anum se presta a variados tipos de feitiços e poções do amor; para os sulistas comer o coração da ave pensando numa moça a fará se apaixonar - o mesmo resultado será obtido ao se passar o bico do pássaro no rastro de uma mulher (desde que seja o anum-branco ou guira-guira, lá também chamado de "quiriru"); em Pernambuco, o fígado deste animal serve-se ao papel da conquista amorosa, ministrado junto a uma fórmula cabalística.[14]

Arraigada na cultura popular, a questão do feitiço de amor faz parte da letra do primeiro samba gravado no Brasil - Pelo Telefone - de autoria de Donga e Mauro de Almeida.[15]

A despeito disso, a prática foi considerada criminosa pelo Código Criminal de 1890, cujo artigo 147 tipificava: "Praticar o espiritismo, a magia e seus sortilégios, usar de talismãs e cartomancias para despertar sentimentos de ódio ou amor, inculcar cura de moléstias curáveis ou incuráveis, emfim, para fascinar e subjugar a credulidade pública" (grifamos).[16]

Em Portugal[editar | editar código-fonte]

Em Portugal, "Feitiço de Amor" é o título de uma telenovela, exibida originalmente em 2008 e 2009, e seus índices de audiência, junto a outras produções locais, superaram as das telenovelas brasileiras exibidas na mesma época.[17]

O feminino nos feitiços de amor[editar | editar código-fonte]

Mulher realizando feitiço do amor, numa pintura do fim da Idade Média.

As mulheres têm nos feitiços de amor uma forma de lidar com a ansiedade amorosa; elas, ainda, são herdeiras das práticas (cantos, conjurações, ritos) que vêm desde a Idade Média - e compreender tal fenômeno é penetrar na "mágica feminina".[13]

As mulheres apaixonadas, segundo se apurou no estudo das práticas registrados na Espanha ao longo do tempo, não estavam satisfeitas em apenas ter o amor correspondido - mas estendiam suas aspirações e paixões a obter um controle total da vontade do homem amado - e isto por razões bastante pragmáticas, e nada misticas: ela percebiam que precisavam obter o apoio masculino, de forma a serem valorizadas socialmente.[13]

Uma vez esgotadas as tentativas de feitiços de controle do ser amado, restava então como último recurso o de provocar no homem a impotência sexual; mas esta teria que ser com relação a "outras mulheres", e não para aquela específica que realizara o conjuro ou prática mágica.[13]

Atualidade[editar | editar código-fonte]

No final dos anos 80 a Newsweek publicara que era mais fácil mulheres de certa idade sofrerem um atentado terrorista do que arranjarem casamento; diante desta situação desesperadora, pessoas como ocultistas passaram a oferecer seus préstimos; uma destas, Regina, ensinava alguns feitiços infalíveis, que devem começar junto com a lua nova:[18]

  • Pega-se uma fotografia do homem e a coloca junto de uma fotografia própria, olhando-os juntos e imaginando os dois realizando coisas de amor; isto deve ser feito a intervalos regulares - como a cada nascer ou pôr do sol, ou à meia-noite, por exemplo - durante cinco a dez minutos, até uma hora; velas e incensos podem ajudar a se concentrar. As ações devem se repetir por um mês.[18]
  • Pega-se uma peça de roupa ou um pouco de cabelo da pessoa amada. A roupa traz um pouco da essência dela, suas vibrações. Trança-se o cabelo com um fio vermelho e depois coloca-se fogo - o que é muito poderoso, fazendo com que a pessoa fique obcecado por quem fez o feitiço.[18]
  • Compartilhar uma romã com a pessoa amada, tomando-se cuidado para nenhuma delas comer além da metade, ou uma gostará mais da outra.[18]
  • Esfregar um pouco de seu próprio suor em lanches, ou cozinhá-lo junto ao alimento que o homem irá comer.[18]
  • Esfregar um ovo pelo corpo e, depois, fritá-lo para que o homem coma.[18]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Primeira página da obra de 1764 de José de Cañizares.

"Feitiço de amor e outro contos" (no original: “Liebeszauber”) é o título de uma das obras do escritor alemão Ludwig Tieck, [19]

José de Cañizares, escritor espanhol do século XVIII, é autor da comédia "De los hechizos de amor, la musica es el mayor, y el montañès en la Corte" ("Dos feitiços de amor a música é o maior, e o montanhês na Corte"), publicada em 1764,[20] paródia que retratava com humor a vida burguesa e seus costumes.[21]

Na obra Pelo Sertão do escritor brasileiro Afonso Arinos, o bruxo "Tio Miguel" atende a mulata Benedita, escrava, que pretende conquistar o amor de um certo Miguel; a fim de preparar o feitiço, o velho pede que ela lhe entregue "Juquinha", o menino filho da senhora a quem Benedita servia, mas esta se recusa a fazê-lo; a um descuido dela o feiticeiro rapta a criança e, de posse dela, tenciona preparar o encantamento de amor não apenas para Benedita, mas para várias outras pessoas que tinham feito pedido similar - sendo tais encomendas uma prática bastante comuns, mesmo em dias atuais; além disto, o infanticídio é um crime muitas vezes atribuído às práticas de bruxaria.[22]

Paulina Chiziane, autora moçambicana, em seu Niketche: Uma História de Poligamia, narra a existência de um objeto mágico - o licaho - que seria uma espécie de canivete que protegeria a castidade ou fidelidade de alguém: "Quando o intruso penetra nos aposentos alheios, o canivete fecha-se por magia e, nesse instante, os dois amantes permanecem colados um no outro, sem poderem mover-se e ficam assim, dias e dias, até que a morte os leva."[23]

Referências

  1. a b c Paul C. Rosenblatt (Março, 1971). Communication in the Practice of Love Magic. [S.l.]: Oxford University Press (Social Forces, Vol. 49, No. 3). p. pp. 482-487. DOI: 10.2307/3005740  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  2. a b Câmara Cascudo. Dicionário do Folclore Brasileiro s/d, 10ª ed. ed. [S.l.]: Ediouro. pp. 389 (verbete "feitiçaria"). ISBN 8500800070 
  3. Hugo de Araujo Gonçalves da Cunha (2013). «Mulher e magia em Medeia». SOLETRAS – Revista do Departamento de Letras da FFP/UERJ Número 25 ISSN: 2316-8838. Consultado em 7 de agosto de 2016 
  4. Robert Graves (org.) (1968). The Larousse Encyclopedia of Mythology. [S.l.]: Crescent Books, Nova York. ISBN 0-517-00404-6 
  5. a b c d e Luis Millones e Laura León (2003). «Hechizos de amor: Poder y magia en el norte del Perú» (PDF). Senri Ethnological Reports, nº 43, pp. 149-177. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  6. Thomas Bulfinch (tradução David Jardim) (9788522030057). O livro de ouro da mitologia: Histórias de deuses e heróis. [S.l.]: Agir Editora. ISBN 9788522030057  Verifique data em: |ano= (ajuda)
  7. Monika Ciechomska (2014). «MAŚCI CZAROWNIC, ŚMIERTELNE TRUCIZNY I SERUM PRAWDY: HISTORIA I WYKORZYSTANIE (PSYCHOAKTYWNYCH ROŚLIN Z RODZINY SOLANACEAE)» (PDF). Zeszyty Naukowe Towarzystwa Doktorantów UJ - Nauki Ścisłe, Nr 9. Consultado em 9 de fevereiro de 2016 
  8. a b Marcos Silva, Carolline Acioli Oliveira Andrade, Clesia de Santana Santos, Genisson Melo dos Santos e Isis Carolina Garcia Bispo (Janeiro 2012). «A cabala e a cultura criptojudaica na diáspora atlântica dos Sefarditas» (PDF). Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano IV, n. 12, ISSN 1983-2850. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  9. Junito de Souza Brandão (1987). Mitologia Grega, Volume II. [S.l.]: Vozes. 324 páginas 
  10. a b c d e Scott Cunningham (1985). Cunningham's Encyclopedia of Magical Herbs. [S.l.]: Unabridged. ISBN 0-87542-122-9 
  11. Zhu Heshuang e Li Jinlian (abril 2003). «The demagogic witchery of Yunnan ethnic groups and their world of desire». Journal of Chuxiong Teacher's College. Consultado em 6 de fevereiro de 2016 
  12. Gao Fayuan e Zhu Heshuang (2005). «The Theme of Sexin the Witchery and Gu (Witchey Using Poisonous Insects) Cultureamong the Ethnic Minorities Living in South China». Ethno-national Studies. Consultado em 6 de fevereiro de 2016 
  13. a b c d María Helena Sánchez Ortega. «Sorcery and Eroticism on Love Magic» (PDF). UNED. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  14. Cascudo, op. cit, pág. 92-93, verbete "Anum".
  15. Anderson Leon Almeida de Araújo e Leila Dupret (2012). «Memória do Samba e Negras Religiões - musicalidade e identidade». Anais dos Simpósios da ABHR, Vol. 13. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  16. Thiago Lima dos Santos (2013). «Leis e Religiões: as ações do Estado sobre as religiões no Brasil do século XIX» (PDF). Revista Brasileira de História das Religiões. Maringá (PR) v. V, n.15, ISSN 1983-2850. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  17. Raquel Marques Carriço Ferreira (2014). «Uma história das audiências das telenovelas portuguesas e brasileiras em Portugal» (PDF). Estudos em Comunicação nº 16 (p. 149-186). Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  18. a b c d e f Laura Kavesh e Cheryl Lavin (16 de julho de 1986). «Magic Is Missing From Love Potions». Chicago Tribune. Consultado em 14 de fevereiro de 2016 
  19. Karin Volobuef (12 de janeiro de 2012). «Ludwig Tieck: Meandros Góticos». Ilha do Desterro, n. 62, p. 153-172. Consultado em 6 de fevereiro de 2016 
  20. Don Joseph de Cañizares (1764). «De los hechizos de amor la musica es el mayor, y el montañès en la Corte». Imprenta de la Santa Cruz. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  21. Antonio César Morón Espinosa (2011). «Breve acercamiento a la configuración del género paródico en el teatro español» (PDF). Impossibilia, nº 1: p. 124-133. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  22. Bruna de Carvalho Teixeira Silva (24 de novembro de 2008). «O espaço e o imaginário popular nos contos de Afonso Arinos» (PDF). PGLETRAS - Teses e dissertações. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  23. Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (30 de setembro de 2009). «Oralidade e polifonia em Niketche, uma história de poligamia de Paulina Chiziane: construção e afirmação da identidade feminina e cultural de Moçambique» (PDF). BC-UFPB. Consultado em 7 de fevereiro de 2016