Fluxus

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Fluxus ("fluxo" em latim) foi um movimento artístico de cunho libertário, caracterizado pela mescla de diferentes artes, primordialmente das artes visuais mas também da música e literatura. Teve seu momento mais ativo entre a década de 1960 e década de 1970, se declarando contra o objeto artístico tradicional como mercadoria e se proclamou como a antiarte.

Fluxus foi informalmente organizado em 1961 pelo lituano George Maciunas (1931-1978) através da Revista Fluxus se estendendo para os Estados Unidos, Europa e Japão. Outros organizadores do início do Fluxus: George Brecht, John Cage, Jackson Mac Low e Toshi Ichijanagi organizando palestras, performances, música e poesia visual.

Mais tarde outros se associaram como Joseph Beuys, Dick Higgins, Gustav Metzger, Nam June Paik, Wolf Vostell e Yoko Ono. Allan Kaprow e Marcel Duchamp foram os criadores dos primeiros happenings, o estilo dos artistas e da teoria do Fluxus foi muito comparada a estética do Dadaísmo e do Pop art. Enquanto o fluxus se concentrava nos grandes centros urbanos da década de 1960 e 1970, a partir da década de 1990 a comunidade Fluxus começou a se reorganizar através da internet e comunidades on-line em todo mundo trocando experiências reais de poesias visuais, performances culturais, música e vídeo (mail art).

Além dos experimentos do Fluxus influenciarem fortemente as artes visuais e a música, através de nomes como Beuys e Cage, é notável sua influência na poesia universal nos dias de hoje.

Principais artistas do movimento[editar | editar código-fonte]

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  • César Baldaccini (César)
  • Charlotte Moorman
  • Dick Higgins
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  • Genesis P-Orridge
  • Geoffrey Hendricks
  • George Brecht
  • George Landow
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  • Jackson Mac Low
  • Joe Jones
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  • Robert Filliou
  • Ruud Janssen
  • Shigeko Kubota
  • Takehisa Kosugi
  • Ben Vautier
  • Vytautas Landsbergis
  • Wolf Vostell
  • Willem de Ridder
  • Yoko Ono
  • Robin Page
  • Ver também[editar | editar código-fonte]

    Referência bibliográfica[editar | editar código-fonte]

    • Assalto a cultura de Stewart Home - ISBN 85-87193-08-2
    • Fluxus y Di Maggio. Museo Vostell Malpartida, Consejería de Cultura y Patrimonio de Extremadura, 1998, ISBN 84-7671-446-7.
    • Der Traum von Fluxus. George Maciunas: Eine Künstlerbiographie. Thomas Kellein, Walther König, 2007. ISBN 978-3-8656-0228-2.
    • Nie wieder störungsfrei! Aachen Avantgarde seit 1964. Kerber Verlag, 2011, ISBN 978-3-86678-602-8.[1]
    • Fiat flux: la nébuleuse Fluxus, 1962-1978. Musée d'art moderne Saint-Étienne métropole, Silvana Editoriale, Milan, 2012.
    • Fluxus at 50. Stefan Fricke, Alexander Klar, Sarah Maske, Kerber Verlag, 2012, ISBN 978-3-86678-700-1.
    • Fluxus! 50 Jahre Fluxus. Werner Esser, Steffen Engle, Staatsgalerie Stuttgart, 2012. ISBN 978-3-86442-032-2
    • Petra Stegmann. The lunatics are on the loose … European Fluxus Festivals 1962-1977, Down with art! Potsdam, 2012, ISBN 978-3-9815579-0-9.[2]
    • Beuys Brock Vostell. Aktion Demonstration Partizipation 1949-1983. ZKM - Zentrum für Kunst und Medientechnologie, Hatje Cantz, Karlsruhe, 2014, ISBN 978-3-7757-3864-4. [3]

    Referências

    Ligações externas[editar | editar código-fonte]