Trance psicadélico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Psy Trance
Origens estilísticas Goa trance - Trance - Space rock - Música Industrial - Acid house - New Beat
Contexto cultural Década de 1990, Índia (Goa), Israel
Instrumentos típicos Sintetizador - Caixa de ritmos - Sequenciador - Sampler
Popularidade Alta na Europa, México, Israel e Brasil
Subgêneros
Full On Darkpsy
Gêneros de fusão
Psybient - Psybreaks
Formas regionais
Finlândia - África do Sul

Trance psicadélico (pt) ou psicodélico (pt-BR) (referido ainda como psy trance) é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980, a partir do Goa trance (da Índia). Este estilo tem uma batida rápida, entre 132 e 200 batidas por minuto (bpm), além da batida forte de kick, num compasso 4x4, que algumas vezes difere da batida do techno por ter um alcance de freqüência um pouco mais alto além dos sons graves. O Goa trance original geralmente era feito com sintetizadores modulares e samplers de hardware, mas a preferência no trance psicodélico se direcionou para a manipulação de samples e armazenamento em programas de sampleamento VST e AU. O uso de sintetizadores analógicos para a síntese sonora deu lugar aos instrumentos "analógicos virtuais" digitais como o Nord Lead, Access Virus, Korg MS-2000, Roland JP-8000 e os plugins de computador VST e AU como o Native Instruments Reaktor. Esses geralmente controlados por um sequenciador MIDI dentro de um programa de Digital Audio Workstation (DAW). O trance psicodélico é freqüentemente tocado em festivais ao ar livre (longe de grandes centros urbanos), que podem durar vários dias, com a música tocando 24 horas por dia, mais conhecidos como raves. [1]

Cultura[editar | editar código-fonte]

O movimento do Trance Psicodélico gira à volta de uma ligação estreita à cultura oriental e às religiões budista e hinduísta. Tal não é de estranhar, visto que já no seu gênese esta contracultura deriva da migração do movimento “hippie” para o Oriente. É natural também que, por se relacionar com rituais xamânicos, o ambiente criado à volta das festas e festivais leve os participantes a iniciar-se em experiências com substâncias alucinogêneas, algo que “ajuda” a viagem ambicionada e fundada nas bases de Goa. Toda a decoração das festas e as próprias roupas de grande parte dos indivíduos que nelas participam têm como principal objectivo promover a experiência psicadélica, potenciá-la além do som na pista de dança. Normalmente, as festas estruturam-se da seguinte forma: o som começa ao anoitecer, iniciando-se com um “Full On Hi-Tech” e passando rapidamente para o noturno. Atualmente e cada vez mais, as festas tendem a “chamar” mais projetos de “Dark Trance”, pois a noite é parte fulcral de toda a experiência e essa sonoridade é a que demonstra maior potencialidade para a experiência psicadélica. Ao amanhecer, as sonoridades variam entre o “Full On Nocturno” e o “Hi-Tech”, passando rapidamente para o “Morning” e, caso a festa tenha uma maior duração, o Trance Progressivo ao entardecer. Paralelamente a tudo isto, é usual encontrar-se um palco onde a música ambiente ou “Chill Out” “acolhe” as pessoas mais cansadas ou que necessitam de uma pausa da “viagem” da noite. Caso seja um festival e não uma festa com a duração de um dia, existem, comummente, outros palcos com sonoridades alternativas, que variam desde o “Techno Minimal” ao “Breakbeat”, passando por sonoridades mais Tribais e por vezes, até ligadas ao Dub e à música mais diversificada e específica do país da banda em questão. Quanto à sua localização, tendem a ser maioritariamente ao ar livre, muitas delas transmitidas por sítios na internet ou mesmo via oral. Esta escolha no local é muito importante, visto que um melhor local é, em si, uma maior ligação à natureza transmite um misticismo à experiência. Claro que, as organizações com menos posses econômicas ou nos países em que as legislação assim o obriga, organizam festas em bares, nunca esquecendo a decoração com cores fluorescentes e um espetáculo de luzes que pode variar entre algumas luzes negras a um conjunto enorme de iluminação, com lasers e luzes estroboscópicas. O que começou por ser um fenômeno local, transformou-se lentamente num movimento global, cada vez maior, de países que organizam festivais anualmente, muitas vezes dois ou mais em simultâneo, conferindo uma opção nos cartazes de artistas de apresentam.[2]

O surgimento do estilo no Brasil[editar | editar código-fonte]

Em Trancoso, sul da Bahia, reduto hippie dos anos 1960 e 1970, o trance psicodélico apareceu no final da década de 1980, logo após seu desenvolvimento em Goa, com a vinda de estrangeiros.[3] Já na década seguinte, apareciam as primeiras raves no estado de São Paulo. No final dos anos 1990 e início do século XXI, no Brasil o estilo se tornou popular com diversos festivais e festas reunindo mais de vinte mil pessoas ocorrendo ao longo do ano e em diversas metrópoles do país, e cada vez mais ganhando aceitação do público em geral.

Em 1995, o até então dentista Paulo Ricardo Correia Amaral conheceu o Psytrance junto com Luiz Sala (a.k.a. DJ Feio), surfista profissional na época. A partir dessa amizade saía de cena o dentista Paulo Ricardo e surgia o DJ Rica Amaral, um nome que está intimamente ligado com o desenvolvimento do Psytrance brasileiro.

Em 1996 o Psytrance ainda era totalmente desconhecido no Brasil. Não havia redes sociais, não havia nem celulares ou internet. Rica e DJ Feio resolveram fazer uma festa de música eletrônica em São Paulo. A festa foi batizada de "Rave XXXPerience", em pouco tempo se tornaria um dos maiores eventos de música eletrônica do Brasil com público ultrapassando facilmente a marca de 20 mil pessoas e trazendo em seu lineup todos os maiores artistas de Psytrance do mundo. Desde 2010 a XXX já não pertence mais à Rica e DJ Feio. [1]

Nessa ultima década o Mundo de Oz já é um dos eventos mais tradicionais da cena Psy Trance brasileira. O evento que ocorre na aldeia Outro Mundo, em Lagoinha, (Mesmo local de Reveilloz , Gaia Connection e Adhana em 2020), envolve arte e diversas formas de cultura e acontece todos os anos em São Paulo geralmente no mês de abril. Conta com uma super estrutura de sete palcos, eles são a Pista Principal, Chill Out, Espaço Eco, Espaço Criança, Espaço Consciência, Espaço de Cura e Cine Oz. Todos eles oferecem atividades como terapias holísticas, redução de danos, oficinas, palestras e diversas outras opções aos participantes do evento

[4] [5]

Outro tradicional festival Brasileiro é o Universo Paralello. Destino certo de ano novo para quase 20mil pessoas, o Universo Paralello acontece a cada dois anos na praia de Pratigi na Bahia. Conta com uma super estrutura de seis palcos, um para cada estilo de música e artistas. Eles são o Main Stage, 303 Stage, Tortuga, Chill Out, UP Club e Palco Paralello, convivendo com pessoas das mais variadas culturas e crenças de todo o mundo. [6] [7] [8]

Uma alternativa é o Festival Resistência Mainfloor que ocorre em Nova Pontes, Minas Gerais conta bom uma boa estrutura e tem seu lineup voltado aos amantes do Full On Morning.

Vertentes do estilo[editar | editar código-fonte]

É um dos mais populares estilos de música eletrônica nos últimos anos, e vem sendo tocado desde raves específicas para este estilo até clubes mais comerciais. É bastante psicodélico, tendo como característica principal a ideia de transe em que o ouvinte entra, embalado pelas linhas de sintetizador repetidas ao longo das batidas da música, que consiste num ritmo 4/4. Desde o seu surgimento, o trance já passou por várias mudanças. De acordo com os detalhes em sua estrutura, podem ser dos estilos Progressive, Dark e Psychedelic, entre outros. Cada vertente tornou-se independente, formando uma escola para os artistas envolvidos. Sendo assim, é possível acompanhar a evolução da cena psicodélica em particular.

Dentro da cena atual, a produção de música eletrônica é abundante e rica em qualidade, dividindo-se nitidamente em três fortes correntes principais: Full On, Progressive e Dark.

Full On[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Full On

Full on é a vertente mais melódica do Psychedelic Trance. O estilo foi originado em Israel evoluído em Ibiza no final da década de 1990 por GMS pioneiros e precursores do Full on, O Full on tem varios estilos diferentes, o Full on morning (Comum no período da manhã , possui melodias alegres e muitas vezes acompanhado por vocais angelicais onde se destacam Digicult, Tropical Bleyage, Talamasca, Ananda Shake, XSI, InterSys, Sesto sento,1200micrograms Growling Machines, GMS ), o Full on Groove (caracteristica agressivo e muitos elementos psicodélicos, onde se destacam Tristan, Avalon, Eletric Universe, Laughing Buddha, Dickster, Burn In Noise, Imagine Mars, Space Tribe, Ital) o Full On Night (se destaca pela mistura de elementos do dark psytrance, com um ritmo mais acelerado, poucas melodias onde se destacam Ajja, Virtual Light, Fungus Funk, Drip Drop, Whiptongue, Ingrained Instincts, Psymmetrix, UkaUka) e o Full on night ( muitos efeitos eletrônicos bem sequenciados com batidas às vezes mais pesadas, sínteses mais obscuras, baixos de alta qualidade onde se destacam AlieNN, Tryambaka, Panayota, X-AVENGER, Stereopanic, Mystical Complex(old), Dapanji).

O “Full On” é o estilo mais variado dentro do Trance Psicadélico, com uma tremenda evolução desde o seu aparecimento por volta de 2001. No entanto, embora existam diversos sub-estilos como o “Groove”, o “Morning”, o “Hi-Tech” e o “ Night ”, a construção de base é muito semelhante. As músicas escolhidas para analisar foram: “Always” de Alternative Control da compilação “Full Moon Festival” (2005), “The Fourth Kind” de Conscious Chaos vs Frozen Ghost do álbum “Divine Justice” (2010), “Remember the First Time” de Alien Project do álbum “Don’t Worry Be Groovy!” (2004) e “Even Flow” de Hydraglyph do álbum “Euphonics” (2005). Seguidamente enumera-se as características específicas deste estilo, extraídas através da análise das músicas:

Tempo de 143 a 149 batidas por minuto;

Introduções que variam de 20 a 60 segundos, normalmente com utilização de automação de frequência de corte de filtro e/ou efeitos de fundo;

Quebra seguida de crescendo (clímax) a cerca de 2/3 do tempo total da música;

Estrutura A-B-A’;

Baixo intercalado com bombo em divisões de 1/16 (bombo 1º divisão, baixo 3 notas a ocupar as restantes 3 divisões);

Baixo com harmonia simples e algumas alterações à nota fundamental, podendo “sofrer” modulação com o desenvolvimento da música;

Normalmente, Bombo no 1º e 3º tempo, tarola no 2º e 4º;

Quebras no 8º ou 16º tempo;

“Kit” de percussões constituído por: bombo, pratos de choque (aberto e fechado), “crash”, tarola e “cowbells”;

Efeitos abundantes (distorção, reverberação, ecos, automação de frequência de corte de filtro e de panorâmicas).

Progressive[editar | editar código-fonte]

[9]

Vertente mais calma, lenta e extremamente lisérgica do Psy Trance, construída geralmente (mas nem sempre) entre 130 e 140 bpm. A oscilação é deixada de lado, o som é mais constante, retilíneo e crescente. Os sintetizadores são mais sutis, sendo a batida e a linha de baixo o que mais interessam ao trance. É uma música introspectiva, que busca equalizar as ondas do cérebro, e assim, chegar a um estado meditativo da dança. É o som típico de fim de tarde no qual, depois do Dark e do Full On, é muito aceita para descansar o corpo e a mente. Tem um kick bem leve e um baixo bem grooveado, passando por diversos tons que empolgam seu ritmo dançante.

O "prog" mescla várias vertentes e sub-vertentes da música eletrônica podendo caminhar entre o prog house, prog psy e prog dark, estando todos englobados no mesmo estilo (não há como classificar ou ter-se-ia nomenclaturas enormes do tipo minimal-progressive-electro-breaks). Ele pode ter um bassline com bastante groove, assim como nenhum groove. Exemplos projetos são

Prog Psy = Egorythmia, Protonica, Zyce, Ritmo, Liquid Soul, Ace Ventura, E-Clip, Captain Hook, Talpa, Proagressivo, Flegma, Insane Creation, Atmos, TimeSphere, Middle Mode, Lyktum...

Prog Dark = Hypogeo, Kromagon, Grouch, Onionbrain, Haggen, Paracozm, Myrtox, Zartrox , Sensient, Soulid, Vorg, Ryanosaurus, Evil Oil Man, Tetrameth, Tijah, Shadow Fx ...

O Trance Progressivo é o estilo com mais ligações ao “House” e “Techno”, o qual lhe confere um cariz mais comercial. Foi dos estilos que menos evoluiu ao longo do tempo, e também o estilo mais antigo dentro do Trance Psicadélico. Foram seleccionadas as seguintes músicas para análise: “Sunglider” de Freq, pertencente à compilação “Kodama” (2006), “2nd Fynn” de Vaishiyas da compilação “Psychedelic Circus” (2008), “Isolation” de Vibrasphere, incluída no álbum “Exploring The Tributaries” (2007) e, por último, “In Between (Captain Hook Remix)” de Gaudium & Ace Ventura, do “EP” “In Between” (2011). As seguintes características derivam da análise executada:

Tempo mais lento, entre 130 e 139 batidas por minuto;

Introduções mais curtas, raramente excedendo os 30 segundos, com poucos elementos existentes;

Duração da música normalmente mais longo, variando entre os 7 e 9 minutos;

Poucas quebras e sonoridade muito constante durante quase a totalidade da música;

Apenas constituída por uma parte e poucas alterações à forma original (A-A’-A’’);

Baixo com notas mais longas e com compressão em “side-chain” com o bombo;

Harmonia muito simples e com poucos ornamentos, não existindo, normalmente, modulação da nota fundamental do baixo;

Segue a mesma estrutura que a bateria do “Full On”, não tendo, no entanto, tanta abundância de utilização dos pratos de choque abertos;

Poucos efeitos, além dos efeitos de espacialização como ecos, reverberação e panorâmicas, podendo existir automação nos ecos e frequência de corte do filtro;

Usualmente tem uma maior preponderância de elementos percussivos tribais e menos comuns no “Full On”


Dark Psy[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Dark Psytrance

Todas essas vertentes se completam, cada uma com seu momento dentro do ritual. A celebração psicodélica precisa tanto dos momentos de euforia e dança que o Full On proporciona no auge da festa, assim como do som barulhento e sinistro do Dark, além dos insights meditativos do Progressive após a energia ser trabalhada. Tudo no seu tempo e com harmonia.

O “Dark Trance” foi o estilo que se estabeleceu mais tarde e tem evoluído continuamente desde o seu aparecimento por volta de 2003 (em 2001 já existiam alguns “LPs” com sonoridade semelhante). É bastante diverso e difícil de categorizar. Tem uma sonoridade mais sombria e grande influências de estilos menos electrónicos como o “Industrial”, “Hardcore”, “Death Metal”, entre outros. Denota-se que ao longo do tempo tem ficado mais extremo e rápido, com um tempo cada vez mais acelerado e sons mais dissonantes. As músicas seleccionadas para análise foram: “Amazon Travel” de Parasense, pertence ao álbum “Past Present Future” (2003), “Inverter” de Penta, do álbum “Funraiser” (2005), “Ritm Corr” de Kindzadza, música incluída na compilação “Project Eleusis: The Bible of Psychedelic” (2006) e, como última escolha, “Strange Blue Crystal” de Terranoise, do seu último álbum “Cross-Dimensional Feedback” (2009). A lista de características seguintes advém da análise das 4 músicas.

Tempo muito rápido, acima das 149 batidas por minutos (existem casos de faixas a chegarem perto das 170 batidas por minuto);

Introduções que variam entre a inexistência da mesma a longas introduções complexas e com padrões rítmicos caóticos, apoiada por um uso enorme de efeitos;

Músicas de duração longa, nunca abaixo dos 7 minutos;

Quebras constantes e sem estrutura audível, com crescendos e diminuendos complexos;

Embora existam exemplos de músicas com estrutura semelhante à do “Full On”, não se observa, usualmente, uma estrutura muito definida;

Estrutura de bateria e baixo semelhante à do “Full On”, utilizando mais os pratos de choque fechados e menos os abertos. As quebras de bombo são continuamente executadas, quase como um processo de “glitch”. Muitas vezes a tarola entra só no 4º tempo. Existência de percussões sintéticas;

Harmonia muito simples, com pouca alteração da nota fundamental do baixo e melodias muito complexas, sem utilização de escala aparente;

Maior preponderância da modulação tímbrica dos sons, com dissonâncias de afinação entre os elementos na música;

Uso abundante, por vezes extremo de efeitos de automação da frequência de corte do filtro, “delays” complexos e sem padrão definido. Utilização acutilante de panorâmicas, transportando texturas inteiras pelo sistema de som;

São muito comuns os efeitos em formato áudio, ligados a filmes de ficção cientifica, de terror ou surrealistas, com vozes e barulhos de animais (algumas destas características não se encontram presentes nesta selecção, sendo, no entanto, muito abundantes no estilo).

O Darkpsy (trance psicodélico noturno) se divide em três sub vertentes:

Forest[editar | editar código-fonte]

Você falou em psicodelia? O forest é um som altamente psicodélico, com basslines carregados, sintetizadores e samples bem “úmidos”, que lembram ou formulam barulhos de animais e fenômenos da natureza. O forest também é composto por melodias quase que ininteligíveis, de raízes psicodélicas. Mas muitos consideram o forest como uma vertente, e não uma sub-vertente do dark, já que o ritmo é carregado de pura psicodelia e nem sempre possui semblantes noturnos ou macabros. O fato do som ser altamente psicodélico e correlacionado a momentos de autoconhecimento fez com que fosse relacionado ao dark.


Forest (Sub-gênero do Dark Psy)[editar | editar código-fonte]

Alguns Projetos : Farebi Jalebi, Fako, Ectogasmics, Mubali, Atriohm, Nobot, Dohm, Goch, Onkel Dunkel, Insane Creatures, Lulio, Yara, Elowinz, Orestis, Arjuna, Guiseppe, TripNoise, Confo, Golomp, Derango,Ulvae ...

Para os amantes do Forest o Pulsar Festival em Ipoema Minas Gerais está entre as melhores opções contando com uma ótima estrutura e 3 palcos, Cosmic Stage, Molecular Stage, e Quantum Stage, cozinha comunitária, além de muitas opções.


Weird[editar | editar código-fonte]

Diferente das outras sub-vertentes do dark, e que geralmente ficam abaixo dos 170BPM, o weird é a variação mais sombria, barulhenta, acelerada e bizarra do dark trance. As tracks geralmente são carregadas de chimbais continuos e samples aterrorizantes que podem proporcionar um som massacrante para quem não aprecia o gênero.

Alguns projetos : Xikwri Neyrra, Savage Scream, Catatonic Despair, Datakult, Baphomet Engine, Polyphonia, The Nommos, Alien Mental, Rebel Assault...


Hi tech[editar | editar código-fonte]

Na segunda década dos anos 2000 outra vertente que ganhou força, principalmente nos dias atuais:o hi tech, som que carrega consigo vários elementos do full on e alta repetição de batidas por minuto, criou uma camada de segurança para aqueles amantes do high bpm mas sem elementos sinistros do dark trance. Um kick poderoso e acelerado mantém o fluxo da dança em alta, que aos olhos desavisados, parece desconexa. Mas em perfeita sincronia com a quantidade de informações da música.

Alguns Projetos : Apollyon, Yatzee, Kokobloko, Xenrox, CriticalFreak, Gotalien, Sonic System, Killatk, Jesus Raves, Arcek, Mentalecho, Marambá, Technical Hitch, Paralocks, Fright Rate, Calabi Yau, Will O Wisp, Glosolalia, Tyamat, Frantic Noise, Zigurat, Quantum Sampler, Cosmic Spiral, Mad Scientist, OxidaKsi, Mimic Vat, Gotavat, entre outros ...

[10]

Referências[editar | editar código-fonte]


Ver também[editar | editar código-fonte]

  1. «O Movimento Trance Psicodélico • Trance e Cultura Psicodélica». Trance e Cultura Psicodélica. 6 de setembro de 2016. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  2. http://www.arge.pt/marcosilva/trance/?cat=historia  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  3. http://psyte.uol.com.br/redacao/materias/materia.asp?seq=314  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  4. «Mundo de Oz completa 10 anos com histórico de transparência, persistência e fé - Hï BPM». hibpm.com.br. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  5. Letícia, Carla (12 de abril de 2017). «Mundo de Oz Festival». Consultado em 15 de novembro de 2019 
  6. «Universo Paralello Festival anuncia segunda fase do line-up do Mainfloor - Hï BPM». hibpm.com.br. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  7. «Festivais de Psytrance». Psicodelia - Festivais. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  8. Letícia, Carla (12 de abril de 2017). «Música, psicodelia e história: o Universo Paralello Festival». Consultado em 15 de novembro de 2019 
  9. «Trance progressivo». Wikipédia, a enciclopédia livre. 14 de novembro de 2019 
  10. «Conheça melhor as vertentes noturnas do psytrance! - Hï BPM». hibpm.com.br. Consultado em 14 de novembro de 2019 
  11. St John, Graham, Neotrance and the Psychedelic Festival, Dancecult: Journal of Electronic Dance Music Culture, 2009.