Furacão Ida (2009)

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Furacão Ida
Categoria 2 (EFSS)
O furacão Ida no canal de Iucatã, perto de seu pico de intensidade em 8 de novembro de 2009
Formação 4 de novembro de 2009
Dissipação 10 de novembro de 2009
Vento mais forte (1 min) 90 nós (167 km/h, 104 mph)
Pressão mais baixa 976 hPa (mbar) ou 732 mmHg
Danos Pelo 173,65 milhões de dólares (valores em 2009)
Fatalidades 10 diretas
Áreas afetadas Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Ilhas Cayman, México (península de Iucatã), Cuba (extremo oeste) e Estados Unidos (região sudeste)
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 2009

O furacão Ida foi um ciclone tropical que atingiu a América Central e os Estados Unidos e afetou a península de Iucatã e o oeste de Cuba em meados de novembro de 2009. Sendo o décimo primeiro sistema tropical, a nona tempestade tropical e o terceiro furacão da temporada de furacões no Atlântico de 2009, Ida formou-se de uma área de perturbações meteorológicas em 4 de novembro ao largo da costa atlântica da Costa Rica e seguiu inicialmente para noroeste, intensificando-se gradualmente, o sistema se tornou uma tempestade tropical poucas horas depois e se intensificou para um furacão momentos antes de atingir a costa da Nicarágua, perto de Tasbapauni, em 5 de novembro. Sobre terra, Ida enfraqueceu-se rapidamente para uma tempestade tropical horas depois, e para uma depressão tropical no final daquela noite (UTC). Seguindo para norte, Ida logo ganhou novamente o mar do Caribe e voltou a se intensificar para uma tempestade tropical em 6 de novembro, e para um furacão em 8 de novembro. Ida atingiu seu pico de intensidade ainda naquele dia, enquanto passava pelo canal de Iucatã, com ventos máximos sustentados de 165 km/h, intensidade equivalente a um furacão de categoria 2 na escala de furacões de Saffir-Simpson. Ida voltou a se enfraquecer assim que o furacão seguiu para o golfo do México, onde as condições meteorológicas estavam mais desfavoráveis. Ida se enfraqueceu para uma tempestade tropical em 9 de novembro, e atingiu a costa dos Estados Unidos, perto de Bon Secour, Alabama, com ventos de até 85 km/h. Ida tornou-se um ciclone extratropical logo em seguida e o Centro Nacional de Furacões (NHC) emitiu seu aviso final sobre o sistema.

Na Nicarágua, Ida afetou pelo menos 40.000 pessoas, deixando outras dezenas de milhares desabrigadas ou desalojadas. Em El Salvador, as chuvas torrenciais causaram pelo menos 124 fatalidades, embora meteorologistas discordem de que Ida tenha efetivamente causado as chuvas, já que naquele momento existia uma segunda área de perturbações meteorológicas sobre a região. Pelo menos 10 pessoas morreram nos Estados Unidos durante a passagem de Ida e seu sistema extratropical remanescente sobre a região.

História meteorológica[editar | editar código-fonte]

O caminho de Ida

Uma área d perturbações meteorológicas que estava praticamente estacionária por dias ao largo da costa da Costa Rica começou a mostrar sinais de organização em 4 de novembro. Com o aumento das áreas de convecção profunda naquele dia e com a formação de bandas de tempestade, o Centro Nacional de Furacões classificou o sistema como a décima primeira depressão tropical da temporada ainda naquela tarde (UTC).[1] Estando numa área com baixo cisalhamento do vento e águas oceânicas quentes, o sistema foi capaz de se desenvolver e se tornou uma tempestade tropical horas depois, ganhando o nome "Ida". Além disso, aviões caçadores de furacões concluíram em medições in situ que o sistema já se tratava de uma tempestade tropical de intensidade moderada naquele momento, com ventos de até 95 km/h.[2] Seguindo lentamente para noroeste, guiado por uma alta subtropical ao seu nordeste, Ida continuou a se organizar assim que seus fluxos de saída de altos níveis ficaram bem estabelecidos. Na madrugada (UTC) de 5 de novembro, ida já apresentava um centro denso dublado bem estabelecido e suas áreas de convecção estavam começando a organizar um olho, indicando contínua intensificação.[3] Momentos antes de Ida atingir a costa da Nicarágua, o sistema intensificou-se para um furacão, e seu olho bem definido naquele momento cruzou a costa atlântica nicaraguense por volta das 13:00 (UTC) daquele dia, perto da cidade de Tasbapauni, com ventos máximos sustentados de 120 km/h.[4]

O furacão Ida logo após atingir a Nicarágua em 5 de novembro

Sobre terra, Ida começou a se enfraquecer gradualmente assim que sua aparência em imagens de satélite começou a se degradar. Com isso, Ida se enfraqueceu para uma tempestade tropical ainda naquela noite (UTC).[5] Ida sucumbiu aos efeitos do relevo montanhoso na sua circulação ciclônica, e a maior parte de suas áreas de convecção profunda se dissiparam. Com isso, o NHC desclassificou o sistema para uma depressão tropical no início da madrugada (UTC) de 6 de outubro.[6] Naquela tarde (UTC), Ida começou a seguir para norte, ainda sobre o leste das Honduras. Mesmo sobre terra, Ida manteve a intensidade equivalente a uma depressão tropical por mais de 36 horas.[7] Naquela noite, Ida cruzou a costa hondurenha para ganhar novamente o mar do Caribe, onde as condições meteorológicas estavam razoavelmente propícias para a sua intensificação.[8]

A partir da manhã (UTC) de 7 de novembro, Ida voltou a se organizar assim que novas áreas de convecção profunda começaram a se formar próximas ao centro de Ida, que voltou a se tornar uma tempestade tropical.[9] Apesar do cisalhamento do vento moderado na região, Ida continuou a se organizar naquele dia, com a formação de novas bandas curvadas de tempestade e o estabelecimento de um novo centro denso nublado.[10] Naquela noite, caçadores de furacões investigaram novamente o sistema e confirmaram as estimativas do NHC com base em imagens de satélite.[11] Na madrugada de 8 de novembro, Ida começou a sofrer rápida intensificação assim que se dirigia para o canal de Iucatã, que separa o mar do caribe do golfo do México, e se tornou novamente um furacão ainda naquela manhã.[12] No entanto, a rápida intensificação de Ida terminou poucas horas depois, como determinado por aviões caçadores de furacões que sobrevoaram o sistema novamente.[13] Essa mesma missão determinou horas depois que Ida atingiu a categoria 2 na escala de furacões de Saffir-Simpson no início daquela noite.[14] Naquele momento, Ida apresentava novamente um olho bem definido rodeado por uma espessa parede do olho.[15] No início da madrugada (UTC) de 9 de novembro, Ida atingiu seu pico de intensidade, com ventos máximos sustentados de 165 km/h e uma pressão atmosférica mínima central de 976 mbar.[16]

O furacão Ida em 8 de novembro sobre o canal de Iucatá, entre a península de Iucatã e o oeste de Cuba

A partir de então, com o forte aumento do cisalhamento do vento, Ida começou a se enfraquecer assim que as circulações ciclônicas de baixos e altos níveis começaram a se separar.[17] seguindo sobre águas oceânicas mais frias sobre o golfo do México, Ida continuou a se enfraquecer rapidamente e deixou de ser um furacão naquela tarde (UTC).[18] Apesar das condições meteorológicas mais desfavoráveis, Ida foi capaz de manter sua intensidade por mais algumas horas devido à formação de uma nova e grande área de convecção profunda.[19] Na manhã de 10 de novembro, todas as áreas de convecção profunda já haviam sido removidas do centro ciclônico de Ida, que ficou exposto, livre de nuvens. Com isso, Ida começou a se enfraquecer rapidamente assim que se aproximava da costa do Golfo dos Estados Unidos.[20] Ida fez landfall na costa do Alabama, Estados Unidos, perto de Bon Secour, com ventos de até 65 km/h. Logo em seguida, Ida tornou-se um ciclone extratropical sobre terra assim que se interagia com um sistema frontal sobre o sudeste americano. Com isso, o NHC emitiu seu aviso final sobre o sistema.[21] O sistema extratropical remanescente de Ida seguiu pelo sudeste dos Estados Unidos e começou a seguir para nordeste assim que seguiu para o Oceano Atlântico.

Preparativos[editar | editar código-fonte]

Nicarágua, Honduras e México[editar | editar código-fonte]

Em toda a Nicarágua, as autoridades retiraram cerca de 3.000 pessoas de suas residências de áreas propensas a enxurradas e deslizamentos de terra, já que era previsto mais de 500 mm de chuva para a região Cerca de 1.100 das pessoas retiradas vinham na Ilha Corn[22] e da Ilha Little Corn, locais cujas residências não estavam preparadas para suportar ventos com intensidade de um furacão. Na cidade de Bluefields, cerca de 1.000 pessoas estavam abrigadas em abrigos de emergência.[23] As autoridades começaram a estocar suprimentos como alimentos, lonas, cobertores e água, que poderiam sustentar 20.000 pessoas durante a passagem de Ida.[24]

Assim que Ida se aproximava da costa da Nicarágua, as autoridades em Honduras alertaram a população sobre a probabilidade de fortes chuvas provenientes da tempestade. Em resposta a isso, o alerta do país contra desastres foi elevado para amarelo.[25]

As autoridades dos estados mexicanos de Iucatã e Quintana Roo abriram 95 abrigos de emergência.[26]

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos, o governador da Luisiana, Bobby Jindal, declarou estado de emergência devido às condições meteorológicas previstas. Entretanto, Ida afetou a região como uma tempestade tropical e seu centro cruzou a costa a mais de 100 km a leste, no Alabama.[27]

Impactos[editar | editar código-fonte]

Nicarágua e Cuba[editar | editar código-fonte]

Assim que Ida chegou à Nicarágua como um furacão de categoria 1, o fornecimento de eletricidade e as comunicações na região logo foram cortados.[28]

Ao todo, quase 20.000 pessoas foram diretamente afetadas por Ida na Nicarágua,[29] com mais de 5.300 desabrigados. Pelo menos 82.000 hectares de plantações foram danificados no país.[30] Os ventos e as chuvas fortes de Ida deixaram mais de 2.100 residências danificadas ou destruídas.[29]

Em Cuba, Ida provocou fortes chuvas, principalmente na Província de Pinar del Río. Na localidade de Isabel Rubio, 75 mm de chuva caíram durante a passagem de Ida. No entanto, nenhum impacto mais serio relacionado à Ida foi relatado.[31]

Em El Salvador, apesar da declaração do governo salvadorenho e de várias notícias relacionando as severas enchentes, os deslizamentos de lama e avalanches de lama ao furacão Ida, nenhum meteorologista relacionou o ocorrido em El Salvador com a passagem de Ida na região.[32]

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

A tempestade tropical Ida pouco antes de atingir a costa do golfo dos Estados Unidos

Um pescador do estado americano da Luisiana morreu após cair do barco onde pescava.[33] Após fazer dois landfalls no Alabama,[34] Ida seguiu para a região sudeste do país como um ciclone extratropical. O sistema remanescente de Ida causou chuvas intensas na região da cidade de Atlanta, Geórgia; a precipitação acumulada na região chegou a 100 mm em 11 de novembro, causando enchentes.[35] O sistema remanescente de Ida voltou a se intensificar ao largo da costa leste dos Estados Unidos; ciclones extratropicais intensos na região são conhecidos como tempestades nor'easter. O sistema causou grandes danos ao longo de praticamente toda a costa leste dos Estados Unidos.[36] A maior precipitação acumulada foi registrada em Chesapeake, na Virgínia, com 303 mm de chuva.[37] No entanto, reanálises feitas pelo Centro de Previsões Hidrometeorológicas concluíram que a maior precipitação acumulada foi registrada em Hampton, também na Virgínia, onde choveu 457 mm entre 10 e 14 de novembro.

Cinco pessoas foram mortas por Ida e seu sistema remanescente nos Estados Unidos, incluindo três na Virgínia. Os ventos fortes causados pela tempestade causaram a interrupção do fornecimento de energia para partes da Virgínia e da Carolina do Norte, deixando milhares de pessoas às escuras. Em Mooresville, Carolina do Norte, um homem foi morto após uma árvore cair sobre seu carro em 11 de novembro. Em Nova Jérsei, muitas rodovias foram fechadas. Mesmo assim, seis pessoas morreram em acidentes de trânsito relacionados ao mau tempo. Naquele estado, as rajadas de vento chegaram a 145 km/h e a ressaca causou grandes prejuízos.[38][39]

Pelo menos 3,5 milhões de dólares foram perdidos como consequência das fortes ressacas que atingiram a costa do Alabama durante a passagem de Ida.[40] Em Nova Jérsei, as ressacas causaram mais de 168 milhões de dólares em perdas.[41]

Após a tempestade[editar | editar código-fonte]

Mapa mostrando a precipitação acumulada durante a passagem de Ida e seu sistema extratropical remanescente sobre o sudeste dos Estados Unidos

Em 8 de novembro, o governo da Nicarágua pediu ajuda internacional para mitigar os efeitos de Ida no país.[42] Em 20 de novembro, o governo da República Checa enviou cerca de mil coroas em ajuda humanitária para o governo da Nicarágua.[43] A Organização Internacional pela Migração, juntamente pelo Fundo Central de Respostas a Emergências das Nações Unidas, levantou fundos para ajuda humanitária as quase 10.000 pessoas afetadas pelas enchentes causadas por Ida na Nicarágua.[29] A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho proveu pouco mais de 100.000 dólares para a cruz vermelha local, que distribuiu 50 quilos de milho, 50 quilos de feijão e 500 quilos de arroz para mais de 1.000 famílias afetadas.[30][44] A AmeriCares enviou por navio à Nicarágua medicamentos e suprimentos médicos, com valores totais não informados.[45] A Catholic Relief Services doou cerca de 75.000 dólares para auxiliar nos esforços de resgate e de mitigação do desastre, assim como para ajuda humanitária.[46] A Food for the Hungry despachou equipes de voluntários para auxiliar nos esforços de resgate e de ajuda ainda em 9 de novembro.[47]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Furacão Catrina Portal da
meteorologia
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Furacão Ida (2009)

Referências

  1. «TROPICAL DEPRESSION ELEVEN DISCUSSION NUMBER 1» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 4 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  2. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 2» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 4 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  3. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 2» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 5 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  4. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 5» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 5 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  5. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 6» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 5 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  6. «TROPICAL DEPRESSION IDA DISCUSSION NUMBER 7» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 6 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  7. «TROPICAL DEPRESSION IDA DISCUSSION NUMBER 9» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 6 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  8. «TROPICAL DEPRESSION IDA DISCUSSION NUMBER 10» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 6 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  9. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 12» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 7 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  10. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 13» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 7 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  11. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 14» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 7 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  12. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 16» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 8 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  13. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 18» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 8 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  14. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 19» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 8 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  15. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 19» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 8 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  16. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 21» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 9 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  17. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 22» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 9 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  18. «HURRICANE IDA DISCUSSION NUMBER 23» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 9 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  19. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 24» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 9 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  20. «TROPICAL STORM IDA DISCUSSION NUMBER 26» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 10 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
  21. «TROPICAL DEPRESSION IDA DISCUSSION NUMBER 27» (em inglês). Centro Nacional de Furacões. 10 de novembro de 2009. Consultado em 30 de novembro de 2009 
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  47. «Nicaragua: Hurricane Ida wreaks havoc in Central America». Food for the Hungry (FH) (em inglês). Reliefweb.int. 9 de novembro de 2009. Consultado em 12 de dezembro de 2009 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]