Grande Guerra Patriótica

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Grande Guerra Patriótica
Segunda Guerra Mundial
Bundesarchiv Bild 183-W0506-316, Russland, Kampf um Stalingrad, Siegesflagge.jpg
Bandeira soviética em Stalingrado, é o ínicio do Declinio do III reich.
Data 1941 a 1945
Local Leste Europeu
Desfecho Decisiva vitória Soviética
* Colapso do III Reich
Combatentes
 União Soviética Alemanha Nazi Alemanha Nazista
Comandantes
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Josef Stalin
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Vassili Chuikov
Alemanha Nazi Adolf Hitler
Alemanha Nazi Fedor von Bock
Forças
Desconhecidas Desconhecidas

A Grande Guerra Patriótica, ocorrida entre 1941 e 1945, foi a guerra da URSS contra a Alemanha Nazi e seus aliados (Bulgária, Hungria, Itália, Romênia, Eslováquia, Finlândia, Croácia); na Segunda Guerra Mundial.[1]

O nome "A Grande Guerra Patriótica" foi usada na União Soviética após discurso de rádio de Stalin para a nação soviética no dia 03 julho de 1941.[2]

Em 1914-1915 o nome da "Grande Guerra Patriótica" às vezes é usado em publicações informais para a Primeira Guerra Mundial. A frase foi usada pela primeira vez para a guerra entre a União Soviética e Alemanha nos artigos do jornal "Pravda", em 23 e 24 de junho de 1941.

História[editar | editar código-fonte]

A Operação Barbarossa teve início em 22 de junho de 1941 quando três grupos de exércitos, totalizando mais de 191 divisões da Alemanha e de seus aliados, atravessaram as fronteiras da então União Soviética.

O Grupo de Exércitos Norte comandado por Wilhelm Ritter von Leeb tinha como objetivo ocupar as bases navais do mar Báltico e tomar Leningrado (atual São Petersburgo, segunda maior cidade e berço da revolução comunista). O Grupo de Exércitos Centro, comandando por Von Bock, visava avançar pela estrada de ferro de Varsóvia a Moscou ocupando as cidades de Minsk, Smolensk, Viazma e Moscou (maior cidade e capital soviética). O Grupo de Exércitos Sul, comandado por Gerd von Rundstedt, tinha a meta de ocupar toda a Ucrânia (o "celeiro" da nação, pela grande produção de cereais). O avanço das tropas do Eixo foi fixado no seu avanço máximo em torno da linha que ia de Arkhangelsk ao norte a Astrakhan ao sul.

O Exército Vermelho (assim chamado desde os tempos da guerra civil), apesar dos avisos vindos de várias fontes, foi apanhado de surpresa, fato este que possibilitou o fácil e rápido avanço das forças invasoras. Passando a surpresa inicial e sob a liderança de Josef Stalin, o Exército Vermelho conseguiu resistir - no entanto, sofreu numerosas perdas humanas e materiais, tendo um terço do território na Europa (a mais rica e populosa) caído na mão do inimigo. Calcula-se que perto de cinco milhões de soldados do Exército Vermelho tenham sido mortos, capturados ou feridos nos primeiros seis meses da guerra.

Apesar das significativas vitórias dos exércitos do Eixo nas batalhas de Minsk, Smolensk, Viazma e Kiev, entre outras, a tenacidade da resistência dos soldados soviéticos, acrescentada pela mobilização do povo soviético diante do inimigo, fez com que a máquina de guerra nazista não alcançasse seus principais objetivos, que eram destruir o exército soviético e conquistar as principais cidades do país: Leningrado e Moscou.

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Referências

  1. Zbigniew Brzezinski. "Second Chance: Three Presidents and the Crisis of American Superpower. Estados Unidos: [s.n.]. ISBN 978-5-7133-1379-1
  2. O discurso do rádio do Presidente Da Comissão Nacional De Defesa J. V. STALIN, 3 de julho de 1941.