Igarapé-Miri

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Município de Igarapé-Miri
"Princesinha do Baixo Tocantins, Capital Mundial do Açaí e Caminho de Canoa Pequena."
Bandeira de Igarapé-Miri
Brasão de Igarapé-Miri
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 23 de Maio
Fundação 16 de outubro de 1843
Gentílico miriense
Lema Fé, Unidade, Trabalho
Prefeito(a) Ronélio Antonio Rodrigues Quaresma (PMDB)
Localização
Localização de Igarapé-Miri
Localização de Igarapé-Miri no/em Pará
Igarapé-Miri está localizado em: Brasil
Igarapé-Miri
Localização de Igarapé-Miri no Brasil
01° 58' 30" S 48° 57' 36" O01° 58' 30" S 48° 57' 36" O
Unidade federativa Pará
Mesorregião Nordeste Paraense IBGE/2008[1]
Microrregião Cametá IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Abaetetuba, Cametá, Moju e Mocajuba
Distância até a capital 78 km
Características geográficas
Área 1 996,790 km² [2]
População 60 675 hab. IBGE/2016[3]
Densidade 30,39 hab./km²
Altitude 17 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,547 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 407 586,30 mil IBGE/2014[5]
PIB per capita R$ 6 793,33 IBGE/2014[5]
Página oficial

Igarapé-Miri é um município do estado do Pará, no Brasil. É conhecido como a "Capital Mundial do Açaí", por ser o maior produtor e exportador desse fruto no mundo. Localizado na margem direita do rio homônimo, na zona fisiográfica Guajarina.  Segundo crônicas do tenente-coronel Agostinho Monteiro Gonçalves, teve como fundamento histórico uma fábrica e um depósito nacional para aparelhamento e extração de madeira de construção, exportadas dali para Belém. No reinado de D. João V. as terras estendiam-se desde a margem do Rio Santana do Igarapé-Miri, pelo centro, até do Rio Itamimbuca. 
Em 1710, João Melo Gusmão obteve, por cessão, duas léguas abrangendo, inclusive, os terrenos onde estava situada a referida fábrica, logo vendida ao português agricultor e comerciante Jorge Monteiro, que edificou a primeira capela de Senhora Santana, em que realizava grandes festejos. Em 1730, sucedeu-o na posse da capela, engenho, casas da fábrica e de moradia João Paulo de Sarges Barros, que prosperou, também, com a produção de melaço, açúcar, aguardente e tecidos de algodão. 
Fertilidade do solo, riqueza de seus habitantes e festas realizadas por Barros à Senhora Santana foram os principais fatores da imigração de muitos estrangeiros ali estabelecidos como comerciantes e agricultores. 
Após a reconstrução da Igreja Santana do Igarapé-Miri, Barros entregou-a ao bispo Frei Miguel de Bulhões, que, em 1752, transformou-a em paróquia, cujo patrimônio foi constituído dois anos depois, pelo, fundador. O primeiro vigário foi o Padre João Sarges de Barros. 
Igarapé-Miri passou à independência como Freguesia de Nossa Senhora Santana, concorrendo para o desenvolvimento da mesma a existência de um furo. Este furo, na época das águas vivas permitia a passagem de barcos até 4.000 arrobas, constituindo assim ponto de parada para as embarcações que demandavam à cidade de Belém. 
Em 1843, adquiriu categoria de vila e de município, sido instalado em 1845. Entretanto, em 1930, foi extinto ficando seu território incorporado ao de Abaeté. A restauração ocorreu no mesmo ano. 
Distrito criado com a denominação de Santana do Igarapé-Miri, em 1758, subordinado ao município de Belém. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Santana do Igarapé-Miri, pela lei provincial nº 113, de 16 de outubro de 1843, desmembrado de Belém. Sede na antiga vila de Santana do Igarapé-Miri. Constituído do distrito sede. Instalado em 26 de julho de 1845. 


Elevado à condição de cidade com a denominação de Igarapé-Miri, pela lei estadual nº 438, de 23 de maio de 1896. 
Pela lei municipal de 16 de janeiro de 1910, são criados os distritos de Anapu, Canal, Espera, Itanimbuca, Maiauatá, Meruú-Açú, Panacauera e Pindobal. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 9 distritos: Igararapé-miri, Anapu, Canal, Espera, Itanimbuca, Maiauatá, Meruú-Açú, Panacauera e Pindoba. 
Pelo decreto estadual nº 6, de 4 de novembro de 1930, o município de Igararé-Miri foi extinto, sendo seu território anexado ao município de Abaeté e os seus distritos passando a figurar como zona administrativa. 
Pelo decreto estadual nº 78, de 27 de dezembro de 1930, o município é criado novamente e é constituído de 2 distritos: Igarapé-Miri e do extinto município de Moju. 
Pelo decreto estadual nº 931, de 22 de março de 1933, desmembra do município de Igarapé-Miri o distrito de Moju é restabelecido como sub-prefeitura. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede. 
Pela lei estadual nº 8, de 31 de outubro de 1935, menciona os nomes dos municípios do Pará figurando entre eles o município de Igarapé-Miri. 
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de 4 distritos: Igarapé-Miri, Anapu, Maiauatá e Meruú. 
Pelo decreto-lei estadual nº 2972, de 31 de março de 1938, o município de Igarapé-Miri é constituído do distrito sede. Voltando os distritos de Anapu, Maiauatá e Meruú à condição de zonas administrativas. 
Pelo decreto-lei estadual nº 3131, de 31 de outubro de 1938, é criado o distrito de Concórdia com terras das zona de Maiauatá. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Igarapé-Miri e Maiauatá ex-Concórdia. 
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Igarapé-Mirim e Maiauatá. 
Pela lei estadual nº 2460, de 29 de dezembro de 1961, são criados os distritos de Menino de Deus do Anapu e Meruú. 
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Igarapé-Miri, Maiauatá Menino de Deus do Anapu e Maruú. 
Pelo Acordão do Supremo Tribunal Federal (representação nº 246) do Estado do Pará os distritos de Menino de Deus do Anapu e Meruú foram extintos. 
Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído de 2 do distritos: Igarapé Miri e Maiauatá.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001. 

Visão panorâmica da Cidade de Igarapé-Miri. Foto: Elton Saracura

Topônimo[editar | editar código-fonte]

Santana do Igarapé-Miri para Igarapé-Miri teve sua denominação simplificada, pela lei estadual nº 438, de 23 de maio de 1896.

"Igarapé-Miri" é uma referência ao rio homônimo que banha a cidade. Traduzido do tupi, "Igarapé-Miri" significa "Caminho de Canoa Pequena", através da junção dos termos ygara (canoa), (caminho) e mirim (pequeno)[6].

Geografia[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima do município corresponde ao megatérmico, tipo Am da classificação de Köppen. O clima corresponde ao clima da Região Norte do Brasil: equatorial quente e úmido.

Localiza-se a uma latitude 01º 58' 30" sul e a uma longitude 48º 57' 35" oeste, estando a uma altitude de 17 metros. Sua população estimada no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2014 era de 59,998 habitantes. A cidade limita-se ao norte com o município de Abaetetuba, a leste com o município de Moju, ao sul com Mocajuba, e a oeste com o município de Cametá.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Festividade de Sant'Ana[editar | editar código-fonte]

A devoção de Sant’Ana em Igarapé-Miri, veio de Portugal, ainda em 1704, com a vinda de Antonio Gonçalves de Oliveira e sua filha, menor de 8 anos, Ana Gonçalves de Oliveira, que chegaram a Igarapé-Miri trazendo uma efígie de Sant’Ana, tinha como sua madrinha, a qual foi adquirida em 1700 na cidade de Lisboa, para o seu batizado, ainda em Portugal, uma linda imagem com 87 centímetros de altura, sendo 22 centímetros de pedestal e 65 de corpo propriamente dito, destacando-se, Sant’Ana em pé, com uma expressão que denota à arte com que foi esculpida.

Ao lado está a Santa Maria e o Menino Jesus, e ao redor de seus pés, seis anjinhos completam a bela imagem, a qual é venerada pelos fiéis de Igarapé-Miri.Conforme diz o Tenente – Coronel Agostinho Monteiro Gonçalves de Oliveira, em Crônicas de Igarapé-Miri, obra lançada pela Tipografia ad Imprensa Oficial do Estado do Pará em 1899, “Em 1714, Ana Gonçalves de Oliveira, filha do agricultor Antônio Gonçalves de Oliveira, casou-se com o comerciante português Jorge Valério Monteiro, oportunidade em que houve uma demanda imperial quanto ao terreno em que habitavam. Ana, em oração e fé, pediu a intercessão de Sant’Ana, tendo sido atendida. Logo no mesmo ano de 1714, fez a primeira festa. Para isso conseguiu, em Belém, um padre para a celebração da Santa Missa no dia 26 de julho e logo construiu uma capela para as realizações dos festejos, que continuaram até 1730, quando, com diversos filhos em idade escolar, o casal, que estava em condição financeira equilibrada, resolveu voltar para Portugal, tendo vendido a propriedade ao agricultor João Paulo de Sarges de Barros.Sarges de Barros, também agricultor nas proximidades, ao assumir o sítio, assumiu a devoção à Santa, como antes da transação foi acordado.Tinha Sarges de Barros um filho com o mesmo nome João Paulo de Sarges de Barros estudado, que logo conseguiu colocar no Seminário para estudar, com intuito de que, ordenado padre, viesse para a sua localidade.Já em 1740, Sarges de Barros resolveu fazer uma reforma de que a Capela estava precisando. Entretanto, ele achou melhor construir nova capela em pedra e cal, como já estavam usando.Para a construção da nova igreja, pelo que consta dos arquivos do Padre Alexandre de Lira Lobato, ele conseguiu uma planta no seminário onde o filho estudava e procurou executar a obra, construindo a atual igreja com arquitetura romana, para a qual teve muito apoio dos devotos.Já pelos dizeres do jornalista Carlos Corrêa Santos, publicado no jornal “A Província do Pará” do dia 14 de setembro de 2000, que cita uma apresentação do livro e ciclo CNCDP, quando a estudos do acervo de Landi, a professora Isabel Mendonça diz que é uma demonstração de uma série de obras em Belém e interior através da arquitetura ao italiano Antônio Guiseppe Landi, do século XVIII, como a capela de São João Batista, a Igreja e o Convento de Nossa Senhora do Carmo, na Cidade Velha, a Igreja de Sant’Ana, o palácio do Governo, atual Palácio Lauro Sodré, e tantas outras obras por Landi construídas na cidade de Belém, quando procurou mostrar as construções do interior, pois logo chegou a Europa, viajou muito para o interior para efetuar obras nas diversas localidades, demorando-se nas cidade de Cametá e Igarapé-Miri em construções de obras suntuosas. Pelo que nos consta, na cidade de Igarapé-Miri, a única obra era a igreja de Sant’Ana. Por essa razão, deduz-se que a igreja Matriz de Sant’Ana em Igarapé-Miri teve os olhos e as mãos do mais renomado arquiteto da história do Pará, Antônio Guiseppe Landi.

Com a igreja concluída, o filho de João Paulo de Sarges de Barros foi ordenado padre pelo Seminário, justamente no princípio da década de 1750, quando propôs ao pai fazer a doação da Igreja ao Bispado do Pará. Justamente a 29 de dezembro de 1752, o Bispo Dom Frei Miguel de Bulhões, em Pastoral, que a erigiu em Paróquia Calada, tendo trazido como secretário o Padre Manoel Ferreira Leonaldo, que em nome do Bispo, fez leitura da Pastoral.Achando-se atualmente em vista e procedendo com o beneplácito dos reverendos párocos da cidade de Campinas e as mais formalidades de direito, fundamos e erigimos, em paróquia Calada, esta igreja de Sant’Ana de Igarapé-Miri, a qual, daqui por diante, fica pertencendo ao Padroado Real, cujos limites principiam desta boca do mesmo Igarapé-Miri, ao rio Moju até o rio Piquiarana, inclusive para a parte de Abaeté, até a saída de um e outro rio da baia do Marapatá, em cuja edificação interpomos a nossa autoridade ordinária e decreto judicialmente.Dois anos após, achando-se criada e fundada a Paróquia de Sant’Ana em Igarapé-Miri, deu à comunidade novos valores de vida e desenvolvimento. Os costumes da época e a poderosa influência religiosa do século XVIII, bem justificam a prosperidade da Freguesia, depois da elevação da Igreja de Sant’Ana à categoria de Paróquia.O Reverendo Bispo Dom Frei Miguel de Bulhosa, voltou em visita à Paróquia Calada de Igarapé-Miri em junho de 1754, e em sua presença compareceu João Paulo de Sarges Barros, que declarou doar à Sant’Ana o terreno que ai possuía. Dessa doação foi lavrado o competente termo, em 25 de junho do referido ano, sendo assinado pelo doador, o beneficiário e as testemunhas, João Coelho da Silva, Manoel Caetano de Azevedo, Manoel Pereira Soares, Pedro Calestino Lobato, Alexandre Luiz da Silva, Antônio Gonçalves de Aguiar e Raimundo de Sá e Souza.Da Paróquia Calada de Igarapé-Miri foi seu primeiro vigário, conforme desejo de seu pai, João Paulo se Sarges de Barros, permaneceu como vigário até seu falecimento em 1777.

Festival do Camarão[editar | editar código-fonte]

A ideia da criação de um festival em Igarapé-Miri surgiu no ano de 1979, mas precisamente no dia 1 de Março. Neste ano, funcionava em nossa cidade o Movimento de Alfabetização de Adultos (MOBRAL), e nessa data alguns técnicos da capital visitavam esse projeto. A Coordenadora estadual, que era a Prof. Eugenita, contou aos funcionários a experiências que outros municípios tiveram com os festivais que vinham organizando.

Esses festivais tinham como características de mostrar a produção na qual o município em questão se sobressaia.  O curso do MOBRAL era coordenado pela Prof.ª Eurídice Marques, que ouvindo aquelas palavras, lembrou logo da safra do Camarão que no nosso município era muito abundante. Após algumas discussões sobre que direção esse projeto tomaria, a Prof.ª Eurídice resolveu então levar ao conhecimento do prefeito da época que era o Sr. Raimundo Danda Lima da Costa, que gostou da ideia, e deu o apoio necessário para a realização do projeto. O Prefeito marcou logo para o mês de Junho, onde a produção e pesca do Camarão era bastante acentuada no Município. O MOBRAL passou alguns anos realizando o projeto, mas com as constantes mudanças nos projetos educacionais brasileiros, houve a extinção do MOBRAL, o projeto foi repassado para a prefeitura, que a mais de 30 anos realiza o festival.

Festival do Açaí[editar | editar código-fonte]

O Festival do Açaí surgiu no ano de 1989, na ocasião foi criado e idealizado pelo casal Dorival e Conceição Galvão, casal que chefiava no mesmo ano o projeto de escoteiros (já citado anteriormente) em Igarapé-Miri, o grupo de escoteiros do mar Sarges Barros. Como o grupo era uma Organização não governamental que não tinha recursos próprios, e se mantinha com doações dos pais dos membros, resolveram criar um evento para que o referido grupo tivesse um recurso financeiro para manter-se. A FESTA DO AÇAÍ, como foi batizada pelo casal. O Festival buscou construir um padrão em sua estrutura, ele foi realizado em praça pública, aberto ao público, com atrações folclóricas, artistas locais, desfile da rainha do Açaí, e uma grande atração da Capital, que na oportunidade foi o cantor Nilson Chaves, que apresentava aos mirienses o sucesso “Sabor Açaí”.          

Por falta de apoio e de condições de manter o grupo, no ano de 1992 o grupo de escoteiros, teve suas portas fechadas. Dorival e Conceição, ainda tentaram manter a Festa do Açaí nos padrões que acreditaram, mas o enfraquecimento do evento devido o encerramento do projeto de escoteiros, fez com que o casal disponibilizasse a Festa do Açaí para a administração da época - a do prefeito Miguel Pantoja, - que deu continuidade ao projeto, mudando o nome de Festa do Açaí, para Festival do Açaí. Outros governos vieram e o festival do Açaí continuou sendo realizado. Durante esses mais de 20 anos de história, a realização do evento foi conturbada. Alguns anos deixaram de realizá-lo, outros anos apenas uma simples “festa” (sem as iguarias feitas de Açaí que foram marcas registradas nos anos anteriores). No ano de 2007, no governo da Prefeita Dilza Pantoja, o festival do Açaí, mudou de nome mais uma vez, passando agora ser chamado: “feira de negócios do Açaí”, que buscou outros parceiros para que mostrassem suas produções dentro desse evento. Já no ano de 2009, o Festival do Açaí na gestão do então Prefeito Roberto Pina, ganhou em sua parte Cultural, a inclusão de um desfile batizado de “O Encontro das Cobras” que conta as lendas de duas cobras da região - Rosalina, a cobra do Jatuíra e Sophia, a cobra da Ponta Negra.

 

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Estimativa Populacional 2016» (PDF). Estimativa Populacional 2016. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2016. Consultado em 29 de dezembro de 2016 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 22 de setembro de 2013 
  5. a b «PIBMunicipal2010-2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 29 de dezembro de 2016 
  6. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.

DEPAILLER. Patrich. O Feitiço Caboclo de Dona Onete. Um olhar Etnomusicológico sobre a trajetória do Carimbó Chamegado: De Igarapé- Miri a Belém. Dissertação de Mestrado. 2014. PPGARTES/IFPA.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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