Indie

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O termo inglês indie é a abreviação (no diminutivo) de independent (em português, independente) e se aplica na Indústria cultural, de artes e nas apresentações ao vivo aos músicos, produtores e artistas que não possuem contratos de publicação e distribuição com grandes empresas ('majors') e lançam os seus projetos independentemente.

Indie também pode se referir a um estilo musical de popularidade restrita, mas que, com o advento da internet, tenha ganhado mais popularidade.[1]

Origem[editar | editar código-fonte]

O termo entrou em uso no início da década de 1980, quando muitos músicos e produtores atuaram independentemente para entrar na indústria comercial, designando um gênero musical geralmente associado ao punk rock, rock e pop, com origem no Reino Unido e crescimento nos Estados Unidos.[2]

Por exemplo: atualmente, no portal YouTube, quando um músico, produtor ou diretor cria um cadastro pessoal, ele tem a opção de usar o nome da gravadora dele nos detalhes de seu perfil, ou de usar o termo indie, para refletir que este artista não tem um contrato com um estúdio/gravadora de renome no mercado.

O termo também se aplica a empresas de desenvolvimento de jogos, ou até mesmo a desenvolvedores que lançam seus projetos de forma independente. Mas o termo tem proliferado e adquirido outros significados, tais como:

Música[editar | editar código-fonte]

Dentre as bandas e artistas indies, estão Sticky Fingers (band), Oasis, Arctic Monkeys, The Strokes, The Neighbourhood, Imagine Dragons, Lana Del Rey, Marina and the Diamonds, Florence and the Machine, Lorde, Ellie Goulding, AURORA, Halsey, Jake Bugg, The 1975, Paloma Faith, Belle & Sebastian, Câmera Obscura, Charlotte Gainsbourg, Fun., Foster the People, Of Monsters and Men, Radiohead, MGMT, Matt & Kim, Gotye, Atlas Genius, Léo Mello, Kimbra, Twenty One Pilots, Luiza Delecrode, The XX, Melanie Martinez, Troye Sivan, Foals, Tame Impala, Declan McKenna, entre outros. E também a banda conhecida como pai do Indie, The Smiths.

Referências

  1. de Marchi, Leonardo (2006). «A nova produção independente: indústria fonográfica brasileira e novas tecnologias da informação e da comunicação» (PDF). Universidade Federal Fluminense. Consultado em 22 de Junho de 2014 
  2. Hesmondhalgh, David (01 January 1999). «Indie: the institutional politics and aesthetics of a popular music genre». Cultural Studies (13:1): 34 - 61. doi:10.1080/095023899335365  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda);