Irmãs Fox

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As irmãs Fox. Da esquerda para a direita: Margaret, Kate e Leah.

As Irmãs Fox foram três mulheres que, nos Estados Unidos da América tiveram um importante papel na gênese do Moderno Espiritualismo Ocidental. As irmãs eram Katherine "Kate" Fox (18371892), Leah Fox (18141890) e Margaret "Maggie" Fox (18331893).[1] As irmãs fizeram sucesso por muitos anos como médiuns que diziam possibilitar espíritos a se manifestarem por batidas (tiptologia).

Em 1888, Margaret confessou que as batidas eram uma farsa, mostrando publicamente o método que usavam para enganar o público. No ano seguinte, tentou se retratar, dizendo que na verdade eram manifestações mediúnicas, mas a reputação das irmãs já havia sido arruinada.[2][3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

A família Fox[editar | editar código-fonte]

Em 11 de dezembro de 1847, a família Fox, de origem canadense, instalou-se em uma casa modesta na povoação de Hydesville, no estado de Nova Iorque, distante cerca de trinta quilômetros da cidade de Rochester[4].

O nome da família Fox origina-se do sobrenome "Voss", depois "Foss" e finalmente "Fox". Eram de origem alemã, por parte paterna; e francesa, holandesa e inglesa, por parte materna.

O grupo compunha-se do chefe da família, Sr. John D. Fox, da esposa Sra. Margareth Fox e de mais duas filhas: Kate, com 11 e Margareth, com 14 anos de idade. O casal possuía mais filhos e filhas. Entre estas, Leah, mais velha, que morava em Rochester, onde lecionava música. Devido aos seus casamentos, foi sucessivamente conhecida como Sra. Fish, Sra. Brown e Sra. Underhill. Leah escreveria um livro, "The Missing Link" (New York, 1885), no qual faz referência às supostas faculdades paranormais de seus ancestrais.

Inicialmente, apenas Margareth e Kate tomaram parte nos acontecimentos. Posteriormente, Leah juntou-se a elas e teve participação ativa nos episódios subsequentes ao de Hydesville.

Os acontecimentos de Hydesville[editar | editar código-fonte]

Em 1848, as duas irmãs mais novas - Catherine (Kate, na época com 10 anos) e Margaret (Maggie, na época com 14 anos) - moravam na casa de Hydesville, estado de Nova Iorque, com seus pais. A casa já possuía uma reputação de ser mal-assombrada, mas foi a partir de março que a família começou a se assustar com sons de origem desconhecida que incluíam ruídos de batidas e de mobília se movendo.

Em 1888, Margaret revelou de onde vinham as misteriosas batidas:[5]

"Quando nos deitávamos à noite, costumávamos amarrar uma maçã a um barbante e subir e descer o barbante, fazendo a maçã bater no chão, ou então soltávamos a maçã no piso, fazendo um ruído estranho cada vez que ela quicava. Nossa mãe escutou os ruídos por algum tempo. Ela não entendia e não suspeitava que seríamos capazes de fazer esse truque porque éramos tão jovens".

Durante a noite do dia 31 de março, Kate teria "desafiado" o autor invisível dos ruídos, que presumiam ser um espírito, a imitar seus estalos de dedos. "Ele" o fez. Então pediram que "ele" batesse as idades das meninas. "Ele" o fez. Os vizinhos foram chamados e, ao longo dos dias subsequentes, desenvolveram um código onde as batidas podiam significar sim ou não, em resposta a uma pergunta, ou podia ser usado para indicar uma letra do alfabeto.[2]

Posteriormente, a suposta entidade alegou ser o espírito de um mascate chamado Charles B. Rosna, quer teria sido assassinado cinco anos antes e enterrado no porão. Não há relato de nenhuma pessoa desaparecida com este nome.[2]

Margaret Fox, posteriormente, contou que:

"Eles [os vizinhos] acreditavam que alguém havia sido assassinado na casa. Eles perguntavam aos espíritos sobre isso e nós respondíamos com uma batida para responder 'sim,' não três como passamos a fazer depois disso. Os vizinhos concluíram que o homicídio devia ter ocorrido dentro da casa. Eles procuraram toda a região pelos nomes das pessoas que haviam morado na casa. Finalmente, eles encontraram um homem chamado Bell, e afirmaram que este pobre homem inocente teria cometido um assassinato na casa e que os ruídos vinham do espírito da pessoa assassinada. O pobre Bell passou a ser evitado e visto como um homicida por toda a comunidade."[5]

As escavações na adega[editar | editar código-fonte]

Através de combinação alfabética com as pancadas produzidas, as irmãs Fox teriam obtido a identidade daquele que supostamente produzia os sons. Tratar-se-ia de um mascate de nome Charles B. Rosma, o qual tinha trinta e um anos quando, quatro anos antes, teria sido assassinado naquela casa e enterrado na adega. O assassino teria sido um antigo inquilino o que, pela data, levou a deduzir que o crime poderia ter sido cometido pelo Sr. Bell. Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega, visando encontrar os despojos do suposto assassinado.

As escavações não levaram a quaisquer resultados uma vez que não foram encontrados quaisquer indícios de restos mortais. Por essa razão foram suspensas.

Nesta altura já havia surgido ao menos um depoimento de quem se lembrava da passagem pela região de um certo mascate na mesma data em que o suposto espírito indicou como sendo o do seu assassinato. Esse depoimento, com riqueza de detalhes, descrevia o comportamento muito suspeito dos antigos proprietários da residência em Hydesville, o Sr. Bell e a esposa que, sozinhos, teriam recebido o mascate, tendo até dispensado os empregados da casa naqueles dias.

No Verão de 1848, David Fox, irmão mais velho da família, fez mais escavações. A uma profundidade de um metro e meio, encontraram uma tábua. Aprofundada a cova, encontraram restos de carvão, cal, cabelos e alguns fragmentos de ossos que, de acordo com Doyle, foram reconhecidos por um médico como pertencentes a um esqueleto humano; mais nada. Evidências comprovadas na época em que estes achados demonstram pelo aspecto e textura dos materiais analisados a sua autenticidade por alguns cientistas deste período como William Crookes, Cesare Lombroso, Alexander Aksakof e Alfred Russel Wallace.

O movimento espiritualista espalha-se[editar | editar código-fonte]

As duas meninas, Margareth e Kate, foram afastadas de sua casa, pois se suspeitava que os fenômenos fossem ligados sobretudo à sua presença. Margareth passou a morar com o seu irmão David Fox. Kate mudou-se para Rochester, onde ficou em casa de sua irmã Leah, então casada e agora Sra. Fish. Entretanto, os ruídos insistiam em acompanhar as irmãs Fox; onde quer que elas se encontrassem, registravam-se os fenômenos. Agora se observava mesmo uma espécie de contágio, pois, Leah Fish, a irmã mais velha, passou a apresentar também fenômenos mediúnicos. Em pouco tempo, começaram a ser observados no seio de outras famílias. Como consta no livro História do Espiritismo:

"Era como uma nuvem psíquica, descendo do alto e se mostrando nas pessoas suscetíveis. Sons idênticos foram ouvidos em casa do Reverendo A. H. Jervis, ministro metodista residente em Rochester. Poderosos fenômenos físicos irromperam na família do Diácono Hale, de Greece, cidade vizinha de Rochester. Pouco depois a Sra. Sarah A. Tamlin e a Sra. Benedict de Auburn, desenvolveram notável mediunidade (...)."

O movimento espalhar-se-ia, mais tarde, pelo mundo, conforme fora afirmado em uma das primeiras comunicações através das irmãs Fox. As próprias forças invisíveis teriam insistido para que se fizessem reuniões públicas onde elas pudessem manifestar-se ostensivamente.

As irmãs viveram por cerca de 10 anos relacionadas com o fenômeno espiritualista, principalmente realizando apresentações dos seus poderes mediúnicos. Nas primeiras dessas apresentações, membros da platéia conhecidos na sociedade e incrédulos eram convidados a examinar as irmãs e verificar a ausência de quaisquer equipamentos ou montagens que pudessem ser usados.

Por conveniência, porém, cada vez mais as irmãs aderiam à apresentações e caminhos individuais no uso de sua suposta mediunidade. Em 1858, por conta dos seus casamentos, Maggie e Leah retiraram-se da militância espiritualista, ficando apenas Kate como expoente médium da família.

Além de batidas, outros supostos tipos de mediunidade que Kate possuía eram a capacidade de produzir luzes espirituais, escrita direta, aparecimento de formas materializadas e poltergeist[6]. Nos anos 1870 o cientista Sir William Crookes fez vários experimentos com Kate e concluiu que ela realmente tinha tais capacidades mediúnicas.

Relatou Crookes: "Eu segurava ambas as mãos da médium numa das minhas enquanto seus pés estavam sobre os meus. Havia papel sobre a mesa em nossa frente e eu tinha um lápis na mão livre. Uma luminosa mão desceu do alto da sala e, depois de oscilar perto de mim durante alguns segundos, tomou o lápis de minha mão e escreveu rapidamente numa folha de papel, largou o lápis e ergueu-se sobre as nossas cabeças, dissolvendo-se gradativamente na escuridão."[7]
Sobre a suposta capacidade de Kate mediar batidas, Crookes registrou: "Durante vários meses, tive o prazer de em inúmeras ocasiões verificar os fenômenos variados que se produziam em presença desta senhora, e foram esses ruídos (batidas) que especialmente estudei.
É geralmente necessário, com os outros médiuns, para uma sessão regular, que todos fiquem sentados e em silêncio, mas com a Sra. Fox parece-lhe simplesmente necessário colocar a mão sôbre qualquer parte, para que sons ruidosos aí se façam ouvir, como que triplo choque, e algumas vezes, com bastante fôrça para serem ouvidos através de vários aposentos.
Ouvi-os assim produzirem-se em uma árvore, num grande quadro de vidro, em um arame esticado, numa membrana distendida, em um tamboril, sobre a cobertura de uma carruagem, e no tablado de um teatro. Ainda mais, o contato imediato nem sempre é necessário; ouvi esses ruídos saírem do soalho, das paredes, etc., quando a médium tinha as mãos e os pés ligados, quando estava em pé sobre uma cadeira, quando se achava em uma balança suspensa no teto, quando estava encerrada em uma gaiola de ferro, e quando em letargia numa poltrona. Ouvi-os sobre os vidros de uma harmônica, senti-os sobre meus próprios ombros e sob as minhas mãos. Ouvi-os sobre uma folha de papel segura entre os meus dedos, por uma extremidade de fio passado num canto dessa folha.
Com pleno conhecimento das numerosas teorias que foram apresentadas antes, sobretudo na América, para explicar esses sons, experimentei-os de todas as maneiras que pude imaginar, até não mais ser possível furtar-me à convicção de que eram bem reais e que não se produziam pela fraude ou por meios mecânicos."[7]

Confissão[editar | editar código-fonte]

Em 1851, a Sra. Norman Culver, parente da família Fox, admitiu em uma declaração assinada que as havia ajudado durante as sessões, tocando-as para indicar quando as batidas deveriam ser feitas. Ela também afirmou que Kate e Margaret revelaram a ela o método de produzir os raps estalando os dedos dos pés e usando os joelhos e tornozelos.[8][9]

Ao longo dos anos, as irmãs Kate e Margaret desenvolveram sérios problemas com alcoolismo. Por volta de 1888, elas se envolveram em uma briga com sua irmã Leah e outros importantes espíritas, que estavam preocupados que Kate estava bebendo muito para cuidar adequadamente de seus filhos. Ao mesmo tempo, Margaret, contemplando um retorno à fé católica romana, se convenceu de que seus poderes eram diabólicos. Ansiosas por prejudicar Leah o máximo possível, as duas irmãs viajaram para a cidade de Nova York, onde um repórter ofereceu US$ 1.500 se elas "expusessem" seus métodos e lhe dessem uma exclusividade na história. Margaret apareceu publicamente na New York Academy of Music em 21 de outubro de 1888, com Kate presente.[10] Diante de uma audiência de 2.000 pessoas, Margaret demonstrou como ela poderia produzir - à vontade - raps audíveis em todo o teatro. Médicos da plateia subiram ao palco para verificar se o estalo nas juntas dos dedos dos pés era a fonte do som.[11]

Margaret contou sua história sobre as origens dos misteriosos "rappings" em uma confissão assinada dada à imprensa e publicada no New York World em 21 de outubro de 1888.[12] Nele, ela explicou os eventos de Hydesville.

Ela explicou sobre sua carreira como médium depois de deixar sua casa para começar suas viagens espíritas com sua irmã mais velha, a Sra. Underhill:

"A Sra. Underhill, minha irmã mais velha, levou Katie e eu para Rochester. Foi aí que descobrimos uma nova maneira de fazer as batidas. Minha irmã Katie foi a primeira a descobrir que por esfregar os dedos podia produzir certo ruído com as juntas e que o mesmo efeito podia ser produzido com os artelhos. Descobrindo que podíamos criar ruídos com nossos pés - primeiro com um pé, depois com ambos - praticamos até poder fazer isso com facilidade quando a sala estava às escuras. Ninguém suspeitava de que fosse um truque nosso pois éramos crianças ainda tão novas... todos os vizinhos julgavam que havia algo, e desejaram descobrir do que se tratava. Estavam convencidos de que alguém havia sido assassinado na casa. Perguntaram-nos a respeito, e praticávamos as pancadas, sendo uma para "sim", três para "não", como passamos fazer daí por diante. Nada sabíamos sobre espiritualismo então. O assassinato, concluíram, devia ter sido cometido na casa. Finalmente, encontraram um homem chamado Bell e disseram que o pobre inocente havia cometido um assassinato na casa, e que aqueles sons procediam dos espíritos das pessoas assassinadas. O pobre Bell passou a ser evitado e visto como assassino por toda a comunidade. No que tange a espíritos, nem eu nem minha irmã pensávamos a respeito disso... Tenho visto tanto engano danoso que estou disposta a prestar assistência o quanto puder e positivamente declarar que o espiritualismo é uma fraude da pior descrição. Faço isso perante Deus, e minha ideia é denunciá-lo... Estou convicta de que esta declaração, partindo solenemente de mim, a primeira e mais bem sucedida nesse engano, romperá a força do rápido crescimento do espiritualismo e comprovará ser tudo uma fraude, hipocrisia e engano."[12]

No mesmo periódico, em 10 de outubro de 1888, Kate disse:

"O espiritualismo é fraude do princípio ao fim. É a major impostura do século. Não sei se ela já lhe disse isso, mas Maggie e eu começamos quando éramos crianças muito pequeninas, pequenas e inocentes demais para compreendermos o que fazíamos. Nossa irmã Leah contava vinte e três anos mais que nós, Iniciadas no caminho do engano e encorajadas a isso, continuamos, é claro. Outros, com bastante idade para se envergonharem de tal infâmia, apresentaram-nos ao mundo. Minha irmã Leah publicou um livro intitulado O Elo que faltava ao Espiritualismo. Pretende contar a verdadeira história do movimento, tanto quanto se originou conosco. Ora, só há no livro falsidade do início ao fim. Salvo o fato de que foi Horace Greeley que me educou. O restante é uma cadeia de mentiras."

Ela também escreveu:

"Muitas pessoas, ao ouvirem as batidas, imaginam de imediato que os espíritos estão as tocando. É uma ilusão muito comum. Algumas pessoas muito ricas vieram me ver há alguns anos quando eu morava na rua 42 e eu fiz algumas batidas para elas. Fiz o espírito bater na cadeira e uma das senhoras gritou: 'Eu sinto o espírito batendo no meu ombro.' Claro, isso foi pura imaginação."[12]

Quando perguntada sobre às manifestações de Hydesville em 1848 e aos ossos encontrados na adega, respondeu: "Tudo fraude, sem exceção. Contudo, Maggíe e eu somos as fundadoras do espiritualismo!"

(Posteriormente na edição de 23 de novembro de 1904 do Boston Journal foi publicada a descoberta do esqueleto de um homem cujo espírito se supunha ter ocasionado os fenômenos na casa da família Fox em 1848)

E continuou:

"Debaixo do nome dessa terrível, horrorosa hipocrisia — o espiritualismo — tudo que há de impróprio, mau e imoral é praticado. Vão tão longes a ponto de terem o que chamam 'filhos espirituais'! Pretendem algo como a Imaculada Conceição! Coisa alguma poderia ser mais blasfematória, mais nojenta, mais altamente fraudulenta! Em Londres, fui disfarçada, a uma sessão privada em casa de um homem rico. Vi uma chamada 'materialização'. O efeito foi obtido por meio de papel luminoso cujo brilho se refletia sobre o refletor. A figura assim exibida era a de uma mulher – virtualmente um nu; envolvia-a uma gaze transparente. O rosto apenas se achava oculto. Era essa uma das sessões a que são admitidos alguns amigos privilegiados, não 'crentes', de espíritas 'crentes há, porém, outras sessões a que só são admitidos os mais provados e fiéis; aí ocorrem as coisas mais vergonhosas, que rivalizam com as saturnálias secretas dos antigos romanos. Não posso descrever-lhe essas coisas, porque não ousaria."

Harry Houdini, o mágico que dedicou grande parte de sua vida para desmascarar as afirmações espiritualistas, forneceu este insight:

"Quanto à ilusão do som. As ondas sonoras são desviadas assim como as ondas de luz são refletidas pela intervenção de um meio adequado e, sob certas condições, é difícil localizar sua fonte. Stuart Cumberland me contou sobre um teste interessante para provar a incapacidade de uma pessoa vendada em rastrear o som até sua fonte. É extremamente simples; basta clicar duas moedas sobre a cabeça da pessoa vendada."[12]

Pressionada pelo movimento espiritualista e por sua terrível situação financeira, Margaret retratou sua confissão por escrito em novembro de 1889, cerca de um ano após sua exposição. Ela havia tentado retornar às apresentações espíritas, mas nunca mais atraiu a atenção ou a clientela das carreiras anteriores das irmãs.[12] Em poucos anos, as duas irmãs morreram na pobreza, evitadas por ex-apoiadores.

A descoberta do esqueleto[editar | editar código-fonte]

Na edição de 23 de novembro de 1904 do Boston Journal foi notificada a descoberta do esqueleto de um homem [13] cujo espírito se supunha ter ocasionado os fenômenos na casa da família Fox em 1848. Alguns meninos de uma escola achavam-se brincando na adega da casa onde residiram os Fox, casa que tinha a fama de ser mal-assombrada. Em meio aos escombros de uma parede que existira na adega, os garotos encontraram as peças de um esqueleto humano.

Junto ao esqueleto foi achada uma lata de um produto costumeiro usado por mascates. Esta lata encontra-se agora em Lily Dale, na sede central regional dos Espiritualistas Americanos, para onde foi transportada da velha casa de Hydesville.

Referências

  1. “Irmãs Fox“ Revisado.
  2. a b c Doyle 1926: volume 1, 105–111
  3. Alvarado, C. S.; Machado, F. R.; Zingrone, N. & Zangari, W. (2007). Perspectivas históricas da influência da mediunidade na construção de idéias psicológicas e psiquiátricas Arquivado em 20 de outubro de 2013, no Wayback Machine.. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 34, n. 1, p. 42- 53.
  4. Embora a povoação não mais exista, faz parte da atual cidade de Arcadia, no Condado de Wayne. In: WEISBERG, Barbara. Talking to the Dead: Kate and Maggie Fox and the Rise of Spiritualism. San Francisco: HarperSanFrancisco, 2004: 12–13. ISBN 0-06-075060X
  5. a b Houdini, Harry. (2011, publicação original em 1924). A Magician Among the Spirits. Cambridge University Press. pp. 1–17. ISBN 978-1-108-02748-9
  6. Doyle 1926: volume 1, 98
  7. a b CROOKES, William, Sir. Researches Into the Phenomena of Modern Spiritualism (1874)
  8. Kurtz, Paul. Spiritualists, Mediums and Psychics: Some Evidence of Fraud. In Paul Kurtz (ed.). A Skeptic's Handbook of Parapsychology. [S.l.]: Prometheus Books. pp. 177–223 
  9. Carpenter., William Benjamin (2011). Mrs. Culver's Statement. In Mesmerism, Spiritualism, etc.: Historically and Scientifically Considered. [S.l.]: Cambridge University Press (originalmente publicado em 1877). p. 150–152 
  10. Doyle, Arthur Conan (1975). The History of Spiritualism. [S.l.]: New York: Arno Press (originalmente publicado em 1926) 
  11. Davenport, Reuben Briggs (1888). The Death-Blow to Spiritualism: Being the true story of the Fox sisters, as revealed by authority of Margaret Fox Kane and Catherine Fox Jencken. [S.l.]: New York: G.W. Dillingham. 
  12. a b c d e Houdini, Harry (2011). A Magician Among the Spirits. [S.l.]: Cambridge University Press (originalmente publicado em 1924). p. 1–17 
  13. Artigo do "Boston Journal" de 1904 relatando a descoberta de um corpo no porão da casa das irmãs Fox.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]