Luís Gastão d'Escragnolle Dória

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Luís Gastão d'Escragnolle Dória
Nascimento 31 de janeiro de 1869
Rio de Janeiro
Morte 14 de janeiro de 1948 (78 anos)
Rio de Janeiro
Cidadania Brasil
Alma mater Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Ocupação compositor, escritor
Brasão de Luís Gastão d´Escragnolle Dória 03.tif

Luís Gastão d'Escragnolle Dória (Rio de Janeiro, 31 de janeiro de 1869 — Rio de Janeiro, 14 de janeiro de 1948) foi um professor, arquivista, compositor, libretista, publicista, tradutor e escritor brasileiro. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, filho do general Luiz Manuel das Chagas Dória e de sua esposa Adelaide d'Escragnolle Taunay Dória. Formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, concluindo o curso no ano de 1890, mas não enveredou pela advocacia, empregando-se como editor do diário dos debates do Senado Federal do Brasil.[1]

A partir de 1906 foi professor de história universal e de história do Brasil no Colégio Pedro II da cidade do Rio de Janeiro. Entre 1910 e 1912 viajou pela Europa como bolseiro do Ministério da Justiça e dos Negócios Interiores do Brasil recolhendo documentação histórica relativa ao Brasil.

De 1917 a 1922 foi diretor do Arquivo Nacional do Brasil e editor do respectivo periódico.

Foi membro de doze sociedades científicas e literárias e deixou uma vasta obra publicada,[1] incluindo dispersos por vários periódicos brasileiros e de outras nacionalidades, com destaque para o Jornal do Comércio do Rio de Janeiro.[2]

D'Escragnolle Dória, como publicava, teria sido, conforme o pesquisador especialista em Mallarmé, Júlio Castanõn Guimarães, o autor da primeira tradução do poeta francês Stephane Mallarmé no Brasil, publicada na revista Rua do Ouvidor, em 11 de maio de 1901.

Foi casado com a professora e pedagoga Lavínia de Oliveira d'Escragnolle Dória.

Obras mais relevantes[editar | editar código-fonte]

  • Dor (1904);
  • Cousas do passado (1909);
  • Da conveniência de um acordo luso-brasileiro (1910);
  • A significação da obra de Anchieta no Brasil (1910);
  • Un coup d'oeil sur l'histoire du Brésil (1910);
  • Romão de Mattos Duarte o bemfeitor dos expostos (1916).

Referências

  1. a b Who is who in Latin America, p. 135, Nota biográfica de d'Escragnolle Dória.
  2. Maria Cottas, "Uma Vida abençoada. [Crônicas oportunas]", A Razão, Jornal do Racionalismo Cristão, Julho de 2005.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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