Panambi

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Panambi
  Município do Brasil  
Kaufhaus, na Praça Central
Kaufhaus, na Praça Central
Símbolos
Bandeira de Panambi
Bandeira
Brasão de armas de Panambi
Brasão de armas
Hino
Lema Nova Württemberg
Apelido(s) "Cidade das Máquinas"
Gentílico panambiense
Localização
Localização de Panambi no Rio Grande do Sul
Localização de Panambi no Rio Grande do Sul
Panambi está localizado em: Brasil
Panambi
Localização de Panambi no Brasil
Mapa de Panambi
Coordenadas 28° 17' 34" S 53° 30' 07" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Sul
Municípios limítrofes Condor, Santa Bárbara do Sul, Pejuçara, Bozano e Ajuricaba.
Distância até a capital 370 km
História
Fundação 15 de dezembro de 1954 (65 anos)
Administração
Prefeito(a) Daniel Hinnah (MDB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 490,859 km²
População total (est. IBGE/2018[2]) 43 170 hab.
Densidade 87,9 hab./km²
Clima subtropical úmido
Altitude 418 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [3]) 0,820 muito alto
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 737 936,873 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 19 292,97
Website http://www.panambi.rs.gov.br (Prefeitura)

Panambi é um município do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 28º 17' 33" sul e a uma longitude 53º 30' 06" oeste, estando a uma altitude de 418 metros. Sua população estimada em 2018 foi de 43.170 habitantes. Possui uma área de 491,48 km². Situa-se no Planalto Rio-Grandense.Sua população é de maioria descendente de alemães e Italianos Possui um campus da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, cuja reitoria se localiza em Ijuí. Em 2010, recebeu campus do Instituto Federal Farroupilha, com investimentos na ordem de R$ 5 milhões em prédios para a instalação de quatro cursos superiores gratuitos[carece de fontes?].

O município é conhecido pelas alcunhas de "Cidade das Máquinas" e "Vale das Borboletas Azuis". "Cidade das Máquinas" foi um cognome recebido em 1945, devido ao fato de Panambi ser o terceiro maior pólo metal-mecânico do Rio Grande do Sul.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Panambi" é um termo tupi que significa "Vale das borboletas", através da junção dos termos panama (borboleta) e 'y (rio).[5].

História[editar | editar código-fonte]

Ponte sobre o rio Caxambu
Trecho da rodovia BR-285 em Panambi

Até o advento dos colonizadores de origem europeia, a partir do século XVI, a região atualmente ocupada pelo município era habitada por índios guaranis e caingangues.

A origem da atual cidade foi a compra de terras do município de Cruz Alta por um alemão, trazendo colonos da mesma origem que já estavam no Rio Grande do Sul. Assim, em 1899, foi fundada a colônia Neu-Württemberg.

Somente em 1919, após a Primeira Guerra Mundial, vieram, para a região, colonos naturais de Württemberg, na Alemanha. Eram 178 famílias.

A colonização chamada de Neu Württemberg ("Nova Württemberg") foi obra de um cidadão da Alemanha, Hermann Meyer, que, em expedição realizada ao Mato Grosso, tomou conhecimento através de Carlos Dhein da existência de terras férteis no Rio Grande do Sul e, para promover os trabalhos da colonização, mantinha aqui um administrador remunerado, o próprio Carlos Dhein.

A colonização tinha em vista imigrantes de Württemberg, na Alemanha, mas sabe-se que a grande ocupação posterior foi feita por famílias das antigas colônias da região de Estrela e Santa Cruz.

Em 1901, a cidade de Neu Württemberg trocou sua denominação para Elsenau, em homenagem à esposa de Hermann Meyer, que se chamava Else. Em 1938, a cidade trocou seu nome para Pindorama. Em 1944, passou a chamar-se Tabapirã. No mesmo ano, adotou seu atual nome, Panambi.

Em 15 de dezembro de 1954, a cidade conseguiu sua emancipação de Cruz Alta e Palmeira das Missões[6].

Panambiense ilustres[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «IBGE Cidades. Estimativa populacional para 2018». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 01 de julho de 2018. Consultado em 22 de julho de 2019  Verifique data em: |data= (ajuda)
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p.42
  6. http://www.panambi.rs.gov.br/index.php?list=1

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Veja também[editar | editar código-fonte]

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