Quintana

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Quintana
  Município do Brasil  
Símbolos
Brasão de armas de Quintana
Brasão de armas
Hino
Gentílico quintanense
Localização
Localização de Quintana em São Paulo
Localização de Quintana em São Paulo
Quintana está localizado em: Brasil
Quintana
Localização de Quintana no Brasil
Mapa de Quintana
Coordenadas 22° 04' 22" S 50° 18' 28" O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Municípios limítrofes Lutécia, Pompeia, Borá e Herculândia
Distância até a capital 495 km
História
Fundação 1 de dezembro de 1944 (75 anos)
Aniversário 30 de novembro
Administração
Prefeito(a) José Nilton dos Santos (PV, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total 319,759 km²
População total (Censo IBGE/2010[1]) 6 530 hab.
Densidade 20,42 hab./km²
Clima Não disponível
Altitude 595 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000[2]) 0,741 alto
PIB (IBGE/2008[3]) R$ 56 014,390 mil
PIB per capita (IBGE/2008[3]) R$ 9 484,32

Quintana é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º04'21" sul e a uma longitude 50º18'27" oeste, estando a uma altitude de 595 metros. Sua população estimada em 2004 era de 5.574 habitantes. Possui uma área de 320,62 km².

História[editar | editar código-fonte]

Quintana recebeu status de município pelo decreto-lei estadual nº 14334 de 30 de novembro de 1944, com território desmembrado do município de Pompeia.[4]

Em 1916, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro elaborou um projeto para prolongamento de seus trilhos, (implantados cinco anos depois), a partir de Piratininga, em direção ao rio Paraná. Nessa época, em virtude das facilidades proporcionadas pela Ferrovia, muitas famílias adquiriram terras ao longo da faixa entre os rios do Peixe e Feio, tendo um grupo de povoadores aí adquirido em 1918, uma gleba, onde fixaram-se por volta de 1923, estabelecendo lavouras cafeeiras e a criação de gado vacum e suíno.

Destacaram-se entre os primeiros povoadores João Villadangos; Francisco Moreira Sobrinho; Sebastião Leme Soares; José Duarte Moreira; Fortunato da Cruz Campante e Daniel Ragazzi, entre outros que fundaram uma pequena povoação de rápido crescimento, principalmente após a migração nordestina que adquiriu pequenas áreas das que foram loteadas.

A capela erguida em louvor a São João foi inaugurada em 1936, e em 04 de janeiro de 1940 foi instalada a estação da Companhia Paulista, que seguindo sua tradição de nomear as localidades em ordem alfabética (Alba, Bauru, etc.), a denominou Quintana, devido ter-se iniciado em uma pequena propriedade, que os antigos denominavam de "quintal" ou "pequena quinta" (fazenda), evoluindo depois para o topônimo "quintana".

Como loteamento, que deu origem a Vila Santa Amélia, criado pela Sociedade Agrícola Resende ltda, grande número de casas foram construídas a fim de alojar os trabalhadores rurais que iam se empregar na fazenda de café da companhia.

Formação Administrativa[editar | editar código-fonte]

Distrito criado com a denominação de Quintana, por Lei Estadual no 2642, de 15 de janeiro de 1936, no Município de Glicério.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, Quintana é Distrito judiciário do Município de Glicério.

Lei no 2891, de 04 de junho de 1937, transfere o Distrito de Quintana do município de Glicério para o de Marília.

No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual no 9073, de 31 de março de 1938, o Distrito figura no Município de Marília.

Pelo Decreto-lei Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, o Distrito de Quintana foi transferido do Município de Marília para o Município de Pompéia, onde figura em 1939-1943.

Elevado à categoria de município com a denominação de Quintana, por Decreto-lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, desmembrado de Pompéia, com Sede na Vila do mesmo nome. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1945.

No quadro fixado, pelo referido Decreto-lei Estadual no 14334, para vigorar em 1945-1948, o município ficou composto do Distrito Sede e pertence ao têrmo e comarca de Pompéia permanece apenas com Distrito Sede, comarca de Pompéia.

No quadro fixado pela Lei Estadual no 233, de 24-XII-1948 para 1949-1953, o município é constituído de 2 Distritos: Quintana e Pontana, pela Lei Estadual no 2456, de 30-XII-1953 que fixou o quadro territorial para 1954-1958, comarca de Pompéia.

Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, o Distrito de Pontana por extinto, indo seu território incorporado ao Distrito de Quintana. Pelo Acórdão do Supremo Tribunal Federal.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.[5]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Densidade demográfica (hab./km²): 17,02

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 22,65

Expectativa de vida (anos): 69,96

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,06

Taxa de alfabetização: 85, 44%

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]: 98,1 [6]

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,741

  • IDH-M Renda: 0,670
  • IDH-M Longevidade: 0,716
  • IDH-M Educação: 0,836

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

A cidade foi atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB) até 1973[7], quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[8], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[9] para suas operações de telefonia fixa.

Administração[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  2. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Quintana São Paulo - SP Histórico» (PDF). IBGE. 1 de dezembro de 2010. Consultado em 9 de abril de 2013 
  5. RÁDIO QUINTANA WEB DO BRASIL
  6. «cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/quintana/panorama». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 25 de setembro de 2018 
  7. «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  8. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  9. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]