Rouba, mas faz

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"Rouba, mas faz" é um bordão político brasileiro que se refere ao governante que, embora sendo corrupto (e reconhecido pela opinião pública como tal), também é visto como um bom feitor, alguém que ajudou a população. A expressão foi cunhada por Paulo Junqueira Duarte em depreciação ao seu adversário político e ex-governador de São Paulo Ademar de Barros, cujos cabos eleitorais respondiam às acusações de corrupção reiterando suas obras, tendo ele a usado informalmente.[1] Com o tempo outros políticos receberam o estigma, como o ex-governador Paulo Maluf e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[2][3][4][5]

Referências

  1. LARANJEIRA, Carlos, A Verdadeira História do Rouba, Mas Faz, Edição do autor, 1999
  2. CANZIAN, Fernando (18 de setembro de 2017). «No Nordeste, eleitores identificam ex-presidente Lula com 'rouba, mas faz' - Lula em transe - Poder». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de junho de 2018 
  3. Bucci, Eugênio (19 de outubro de 2015). «Rouba, mas faz obra social». Época. Consultado em 8 de junho de 2018 
  4. Carvalho, Mario Cesar (21 de dezembro de 2017). «Análise: Milionário, Maluf levou estilo 'rouba, mas faz' a nova escala». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de junho de 2018 
  5. Bordoni, Roberta V. (7 de abril de 2018). «"Rouba, mas fez"». Veja. Consultado em 8 de junho de 2018 
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