Rouba, mas faz

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Rouba, mas faz" é um bordão político brasileiro que se refere ao governante que, embora sendo corrupto (e reconhecido pela opinião pública como tal), também é visto como um bom feitor, alguém que ajudou a população. A expressão foi cunhada por Paulo Junqueira Duarte em depreciação ao seu adversário político e ex-governador de São Paulo Ademar de Barros, cujos cabos eleitorais respondiam às acusações de corrupção reiterando suas obras.[1][2] Com o tempo outros políticos receberam o estigma, como o ex-governador Paulo Maluf e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[3][4][5][6]

Referências

  1. LARANJEIRA, Carlos, A Verdadeira História do Rouba, Mas Faz, Edição do autor, 1999
  2. «"Rouba, mas faz": Moradora é condenada por comparar síndico a Paulo ...- Migalhas». www.migalhas.com.br. 14 de fevereiro de 2020. Consultado em 11 de janeiro de 2022 
  3. CANZIAN, Fernando (18 de setembro de 2017). «No Nordeste, eleitores identificam ex-presidente Lula com 'rouba, mas faz' - Lula em transe - Poder». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de junho de 2018 
  4. Bucci, Eugênio (19 de outubro de 2015). «Rouba, mas faz obra social». Época. Consultado em 8 de junho de 2018 
  5. Carvalho, Mario Cesar (21 de dezembro de 2017). «Análise: Milionário, Maluf levou estilo 'rouba, mas faz' a nova escala». Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de junho de 2018 
  6. Bordoni, Roberta V. (7 de abril de 2018). «"Rouba, mas fez"». Veja. Consultado em 8 de junho de 2018 
Ícone de esboço Este artigo sobre a política do Brasil é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.