Seleção Guinéu-Equatoriana de Futebol

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Guiné Equatorial
Federación Ecuatoguineana de Fútbol.png
Alcunhas?  Nzalang Nacional, La roja de África
Associação Federação Guinéu-Equatoriana de Futebol
Confederação CAF
Material desportivo?  Alemanha Adidas
Treinador Guiné Equatorial Juan Obiang Ndong
Capitão Emilio Nsue
Melhor artilheiro Pedro Bangi (44)
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Uniforme
alternativo
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A Seleção Guinéu-Equatoriana de Futebol representa a Guiné Equatorial nas competições de futebol da FIFA.

Trajetória[editar | editar código-fonte]

A Seleção da Guiné Equatorial realizou sua primeira partida oficial em maio de 1975, contra a China, com vitória dos asiáticos por 6 a 2.

Sua maior vitória foi um 3 a 0 sobre a República Centro-Africana, em partida realizada em Malabo, capital do país. A maior derrota da Nzalang Nacional foi um 6 a 0 aplicado pela Seleção do Congo.

Em 2012, participou pela primeira vez de uma Copa Africana de Nações, sediando a competição juntamente com o Gabão. A Guiné Equatorial fez boa campanha, parando apenas nas quartas-de-final.

Estádio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Nuevo Estadio de Malabo
Nuevo Estadio de Malabo, onde a Guiné Equatorial manda os seus jogos.

A seleção da Guiné Equatorial realiza os seus jogos como mandante no Nuevo Estadio de Malabo, principal praça esportiva do país, cuja capacidade é de 15.250 lugares.

Polêmica das naturalizações[editar | editar código-fonte]

Nos últimos anos, a Guiné Equatorial virou notícia por conta da naturalização de jogadores de outras nacionalidades, que não possuem relação com o país. Em 2009, o jornalista sul-africano Mark Gleeson escreveu que a prática atrapalhava a credibilidade do futebol africano.

Em 2005, um pedido de Ruslan Obiang Nsue, filho do presidente Teodoro Obiang, ao treinador brasileiro Antônio Dumas fez com que ele convocasse jogadores brasileiros para representar o país, apesar das críticas de outros à FIFA e à CAF, que faziam "vista grossa" da situação.

Além de brasileiros, a Guiné Equatorial recrutou jogadores colombianos, burquineses, camaroneses, ganeses, marfinenses, liberianos, malineses, nigerianos, senegaleses e cabo-verdianos, uma vez que poucos atletas de origem puramente guinéu-equatoriana atuam na Nzalang Nacional.

Esta controvérsia naturalmente não afeta aqueles que vem da Espanha porque, como antiga metrópole da Guiné Equatorial, foi o principal destino para os guinéu-equatorianos que fugiram de sua terra natal desde que se tornou uma ditadura, tendo lá os seus filhos. Sendo assim uma situação semelhante dos "franceses" que atuam para suas respetivas seleções africanas francófonas ou os "portugueses" que atuam para suas respetivas seleções africanas lusófonas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c FIFA.com (novembro de 2015). «Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola». Consultado em 11 de novembro de 2015 

Ver também[editar | editar código-fonte]