Seleção Guineense de Futebol

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Guiné-Bissau
Federação de Futebol da Guiné-Bissau.png
Alcunhas?  Djurtus (nome dado ao mabeco, na Guiné-Bissau)
Associação Federação de Futebol da Guiné-Bissau
Confederação CAF
Material desportivo?  Espanha Joma
Treinador Portugal Paulo Torres
Capitão Bocundji Ca
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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A Seleção Guineense de Futebol representa a Guiné-Bissau nas competições de futebol da FIFA.

História[editar | editar código-fonte]

A equipe não possui nenhum jogador de renome internacional. Os mais conhecidos jogaram e jogam em equipas médias e de pequeno porte da ex-metrópole Portugal, com destaque para Bebiano Gomes, mais conhecido por Bio, que representou o Benfica nas camadas de formação de 1980 a 1983 e jogou em equipas do primeiro plano do futebol português, tais como: Farense, por empréstimo do Benfica (3 épocas- duas na Primeira Divisão e 1 na Segunda Divisão)- onde foi Campeão Nacional da Segunda Divisão em 1986, Penafiel (4 épocas - duas na Primeira e duas na Segunda), Tirsense (1 época- na Primeira Divisão), Beira-Mar (1 época na Primeira Divisão), Académico de Viseu (1 época na Segunda Divisão), internacional pela Seleção da Guiné-Bissau, atualmente a exercer advocacia e conhecido pela forma corajosa como defendeu os interesses do jogador de origem guineense e internacional português.

Bruma (que foi transferido do Sporting Clube de Portugal para o Galatasaray por €12.000.000,00),Sufrim Lopes, ex-jogador da Naval - também possui cidadania portuguesa - , Bocundji Ca (revelado pelo Nantes) - atual capitão do time - , Almami Moreira (ex-jogador de Boavista, Hamburgo, Dínamo de Moscou e Partizan de Belgrado) e Braíma Injai (que fez praticamente toda a carreira em Portugal) são outros jogadores conhecidos da Guiné-Bissau. Yannick Djaló, Nélson Gama e Éder, apesar de serem guineenses de nascimento, optaram por defender a Seleção Portuguesa.

Nunca participou da Copa do Mundo e, até 2015, da Copa das Nações Africanas, onde chegou a ser banida em 1998 por ter desistido das Eliminatórias da CAN de 1996 com as mesmas em andamento. Com a vitória por 3 a 2 sobre a Zâmbia, conquistou pela primeira vez a vaga para o torneio que será realizado em 2017 no Gabão, tornando-se o quarto país lusófono a participar da CAN (ou outros foram Angola, Cabo Verde e Moçambique). Seus resultados mais expressivos são na Copa Amílcar Cabral quando obteve o vice-campeonato da competição em 1983 e também obtendo por cinco vezes o quarto lugar em 1979, 1995, 2001, 2005 e 2007.

Em abril de 2016, a seleção guineense atingiu a sua melhor posição da história no Ranking Mundial da FIFA, chegando a 102ª posição[2] .

Histórico em Copas do Mundo[editar | editar código-fonte]

  • 1930 a 1994: não se inscreveu (até 1974 era colônia de Portugal)
  • 1998 a 2018: não se classificou

Histórico na Copa das Nações Africanas[editar | editar código-fonte]

  • 1957 a 1992: não se inscreveu (até 1974 era colônia de Portugal)
  • 1994: não se classificou
  • 1996: desistiu com as Eliminatórias em andamento
  • 1998: banida pela desistência em 1996
  • 2000: não se inscreveu
  • 2002: desistiu
  • 2004: desistiu
  • 2006: não se classificou
  • 2008: não se inscreveu
  • 2010 a 2015: não se classificou
  • 2017: classificada
  • 2019: a definir

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Jogadores famosos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c FIFA.com (novembro de 2015). «Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola». Consultado em 11 de novembro de 2015. 
  2. GUINÉ-BISSAU BRILHA NO RANKING DA FIFA Pesquisa em 07/04/16