Soma (bebida)

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Soma é uma bebida ritual da cultura védica e hindu. É também o nome da própria planta da qual se extrai a bebida, bem como a personificação do Deus dos deuses. Existem nos Vedas (Rigveda, Soma Mandala) 114 hinos exaltando suas qualidades. Referências nos vedas indicam que a soma era preparada pelos sacerdotes, esmagando os caules da planta com pedras, filtrando o sumo com lã de ovelha e misturando com outros ingredientes (inclusive leite de vaca). Alguns antropólogos acreditam que o cogumelo Amanita muscaria seja o soma, ou parte dele. Outros afirmam que poderia conter cogumelos psilocibínicos. Há quem creia também que seja uma espécie de efedra. Porém, até hoje, permanece um mistério.

Não existe certeza quanto ao nome das espécies utilizadas na preparação do soma devido à extinção desta expressão cultural dos antigos hindus. Mas segundo Forlong (1964) e Blavatsky (1892) elas podem ser: Asclepias ácida ou Sarcostoma viminales.

Soma é uma bebida originária de povos sumérios, que causou uma rápida diminuição da população feminina suméria, bem como diminuição e problemas em seus seios (o chá de chacrona aumenta exponencialmente o desaleitamento materno e o prognóstico de câncer), o que fez com que um grupo sumério, liderado por Baal, formasse o plano de fundação de um império escravista, o império babilônico. A "Torre de Babel" bíblica é uma metáfora para uma construção que Baal teria ordenado aos povos para a construção da 'torre de adoração a Deus'. Quando os povos perceberam que o próprio Baal queria ser adorado, passaram a contestar a própria construção da torre. Baal ordenara o fim da construção da torre e para comemorar, faria uma festa onde serviria um chá sumério. O chá era alucinógeno, e os povos passaram a ser escravizados pela então gênese da chamada Babilônia. Durante muitos séculos, os povos dominados eram obrigados a periodicamente tomarem, beberem, ingerirem essa bebida, esse chá alucinógeno (igual ao chá ayahuasca de hoje), para manterem-se cativos ao domínio e cativeiro babilônico. Alguns homens que, porventura, se revoltavam eram levados à cidade de Hircânia, onde eram devorados por lobos, e as mulheres que tomavam eram feitas de vítimas sexuais, e as que se revoltavam eram levadas para a cidade de Süsa, onde eram sacrificadas. Há vários registros de canibalismo dos que eram postos em oblação e também relatos de crucificações na cruz da Babilônia, em formato de X ou +.

O fim da exigência da tomada obrigatória de soma passou a ser reivindicado por um movimento secreto de culto ao único Deus, Yhvh, conhecido entre seus cônscios, como movimento 'pagão, ou pagio, padio, ou pajah, que significa etimologicamente simplesmente 'fala ou culto a 'yah (o grande, o que não pode ser medido, o espírito maior, etc), a Deus.

Após muitos anos de intensa batalha por esse e outros fins, surgiram, do movimento pagão entre os povos cativos da Babilônia, Abrãao, que teria sido negado então e posteriormente, pelos próprios filhos da terra da Babilônia, que viam em sua religião monoteísta e cósmica uma afronta ao desejo de adorarem Baal e seu zebu.

Consta na tradição oral dos povos que, após um anjo aparecer para um líder do movimento pagão' (ver desanguição entre pagão e idólatra ou panteísta, o que a tradição da história espiritual subvertida fez assimilarem-se), talvez mesmo Abrãao, ou mesmo o próprio zoroastro, que após chover e aparecer um arco-íris, os povos dominados deveriam atacar aqueles que mantinham o domínio babilônico e atear fogo à cidade de Babel. O que ocorreu, mesmo que algumas chuvas noturnas vinham, os cativos da Babilônia não podiam executar a missão. O que só ocorreu quando choveu e apareceram arco-íris e então um império de centenas de anos foi abaixo em apenas um dia.

Segundo consta também de registros, relatos e tradição oral espiritual, na Índia, os Kurus teriam imposto uma espécie de obrigatoriedade de ingestão da soma semelhante ao que foi dito. O domínio Kuru da Índia védica pode explicar a subversão da bebida chamada de soma por vishnu que basicamente é suco de frutas com leite, da soma que os kurus passaram a obrigar os hindus a ingerirem. Em um momento da história da índia antiga, a alma iluminada de Krshna reuniu os pandavas e seu príncipe, o aprendiz perfeito Arjuna, para se reunirem e batalharem contra a soma kuru, e o próprio domínio kuru, percebendo-os indissociáveis, gerando então a guerra de expulsão dos kurus e a batalha de kurukshetra.

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