Teatro de operações

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Numa guerra, chama-se teatro de operações à área física em que se concentram as forças militares, as fortificações e as trincheiras, e em que se travam as principais batalhas. No contexto de uma guerra, poderão existir várias frentes de combate (os teatros de operações), que impõem características e circunstâncias ambientais próprias, obrigando à adequação dos meios disponíveis. Por exemplo, na Guerra Colonial Portuguesa, existiram vários teatros de operações, de uma forma genérica, Angola, Guiné e Moçambique.

Atenções à Guerrilha Urbana[editar | editar código-fonte]

O teatro de operações em área urbana a chamada guerrilha urbana, a situação predileta do guerrilheiro e é a que provoca mais mortes entre as tropas chamadas legalistas ou uniformizadas na proporção média de 1/3, dependendo do grau de preparo das unidades em operação e tendem a se agravar com a baixa reposição dos efetivos, tornando-se uma chamada "carnificina" entre os chamados de "recos ou recrutas zero". Uma vez que o inimigo se costuma se misturar a população civil, que as tropas não podem corresponder, uma covardia dos chamados "guerrilheiros" velhos de guerrilha no seu simples "tiro ao alvo, tranqüilo". As tropas uniformizadas, legalistas, que defendem as cores nacionais, devem agir de forma também "invisíveis" pelas e pelos SISTEMAS DE INTELIGÊNCIA, segundo Sun Tzu. Nesses teatros covardes, que são verdadeiros "campos minados", para as tropas chamadas pelos "guerrilheiros", de "tropas de repressão". Vide mais detalhes em "Princípios de Defesa Militar".

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • VASCONCELLOS, J.S. e J.S. PRINCÍPIOS DE DEFESA MILITAR Editora Biblioteca do Exército e Marinha do Brasil, 1939.
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