The Aftermath (30 Rock)
| "The Aftermath" | |
|---|---|
| 2.º episódio da 1.ª temporada de 30 Rock | |
| Informação geral | |
| Direção | Adam Bernstein |
| Escrito por | Tina Fey |
| Cinematografia | Tom Houghton |
| Edição | Ken Eluto, A.C.E. |
| Cód. de produção | 102 |
| Exibição original | 18 de Outubro de 2006 |
| Convidados | |
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| Episódios da 1.ª temporada | |
2006 — 07
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| 30 Rock (1.ª temporada) Lista de episódios | |
"The Aftermath" é o segundo episódio da primeira temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock. Foi o segundo episódio da série a ter o guião escrito por Tina Fey — criadora, produtora executiva, co-showrunner, argumentista-chefe e estrela principal do seriado — e a ser realizado por Adam Bernstein. A sua transmissão original nos Estados Unidos teve lugar na noite de 17 de Outubro de 2006, através da emissora National Broadcasting Company (NBC). Entre as estrelas convidadas destacam-se Keith Powell, Lonny Ross, Maulik Pancholy, e Katrina Bowden. Rachel Dratch também participou, interpretando Maria, como parte de um acordo com a produção da série, que lhe permitiu fazer uma aparição em episódios, desempenhando uma variedade de personagens. No entanto, os atores Kevin Brown, Grizz Chapman, Sue Galloway e John Lutz não foram creditados pela sua participação neste episódio.
O episódio centra-se na reacção da equipa face à adição do ator Tracy Jordan (interpretado por Tracy Morgan) ao elenco principal do programa de televisão The Girlie Show, e nas alterações que daí decorreram. Isso torna-se evidente quando Jack Donaghy (Alec Baldwin), um dos executivos da NBC reponsável pelo programa, altera o título para TGS with Tracy Jordan, o que desagrada profundamente a Jenna Maroney (Jane Krakowski), estrela original do programa. Liz Lemon (Fey), argumentista-chefe do TGS, se esforça para manter o elenco e a equipa felizes, e Tracy ajuda organizando uma festa num iate.
"The Aftermath" gerou uma variedade de opiniões entre os críticos, refletindo tanto os pontos fortes como as falhas da série neste estágio inicial. Em resumo, os críticos reconheceram o grande potencial de 30 Rock, mas constataram que a série ainda parecia estar em processo de autodescoberta, com algumas personagens e estruturas narrativas a necessitarem de mais desenvolvimento. O sentimento em torno de personagens como Jenna e Tracy foi predominante, mas existiu um consenso geral de que o desempenho de Alec Baldwin como Jack era um dos maiores trunfos da série até ao momento.
Em termos de audiência, o episódio representou uma queda, registando 2,3 de classificação e 7 de share na faixa etária de 18-49 anos, uma diminuição de 21% em relação ao episódio de estreia. Apesar de ter mantido 5,71 milhões de telespetadores totais, a redução do público-alvo, especialmente entre os mais jovens, gerou preocupações sobre a fidelização da audiência. Estes números, recolhidos pelo serviço Nielsen Ratings, refletiam uma possível necessidade de reavaliação por parte da NBC em relação à programação de comédias em horários iniciais. A queda na audiência levou especialistas a considerar a possibilidade de reduzir o número de programas de ficção na faixa horária da noite, devido à dificuldade em atrair e manter telespetadores nesse período.
Produção e desenvolvimento
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"The Aftermath" é o segundo episódio da primeira temporada de 30 Rock. O seu argumento foi escrito por Tina Fey — criadora, produtora executiva, co-showrunner, argumentista-chefe e estrela principal do seriado — e foi realizado por Adam Bernstein. É a segunda vez que ambos recebem créditos pelos respectivos papéis, após o episódio piloto. Os atores Kevin Brown, Grizz Chapman, Sue Galloway e John Lutz participaram neste episódio, embora não tenham sido creditados. Jeff Richmond, marido de Fey, produtor executivo e diretor musical da série, fez uma breve aparição como um membro da equipa confrontado por Tracy por olhá-lo nos olhos.[1][2] Rachel Dratch, por sua vez, participou do episódio desempenhando Maria, empregada a bordo do iate que Tracy alegadamente roubou. Colaboradora de longa data de Fey no Saturday Night Live (SNL), no qual Fey foi argumentista-chefe e apresentadora do segmento Weekend Update, Dratch foi originalmente escolhida para o papel de Jenna Maroney, tendo chegado a interpretá-la no episódio piloto não exibido. Contudo, antes da estreia oficial, a produção optou por substituí-la por Jane Krakowski, mantendo Dratch como presença recorrente em diversos papéis secundários. "The Aftermath" assinala a sua segunda participação na série.[3][4][5][6]
Este episódio dá continuidade à tradição de 30 Rock de incluir diálogos em alemão. Entre os membros da equipa, apenas duas pessoas falavam alemão fluentemente: Jon Haller, assistente dos argumentistas, e Fey. Sempre que se escrevesse uma piada em alemão para a personagem de Fey, Haller recorria à sua família alemã para validar a pronúncia e o contexto. Esta prática se repetiria em episódios como "Black Tie", "Klaus and Greta" e "Gentleman's Intermission". Em "The Aftermath", Jack fala alemão ao telefone com alguém chamado Detlev. As suas falas traduzem-se como: "Acredita. Estes micro-ondas Advantium são os melhores" e, após ser interrompido pela chegada de Liz ao escritório, "Detlev, vou ter de te ligar mais tarde. Sim. Maravilha."[7][8]
É também neste episódio que se começam a delinear os rumos da série, com a mudança do nome The Girlie Show para TGS, agora com Tracy no elenco, o que alimenta a paranóia de Jenna sobre ser substituída como estrela principal. Surge aqui uma alcunha que se tornaria emblemática, à semelhança do que acontecia no SNL: ao promover Jenna, Tracy passa de "Jenna Malvangany" para "My Baloney" e, por fim, "Janet". Mais tarde, "My Baloney" torna-se o seu nome de referência para Jenna. A série substituiu ainda o número musical do episódio piloto por uma sequência de créditos de abertura, que se manteria praticamente inalterada ao longo das temporadas. Não viriam a ser adicionados novos membros regulares ao elenco, e personagens secundárias como Pete e Frank manteriam a sua presença na abertura. Este episódio introduz também os cortes rápidos, uma das marcas estilísticas de 30 Rock. Nestes momentos, uma personagem menciona uma ideia absurda e, de imediato, uma versão realizada dessa ideia é exibida, geralmente com duração de cerca de cinco segundos. Embora séries como Family Guy tenham levado este conceito ao extremo, 30 Rock manteve uma ligação à realidade, permitindo que o público se mantivesse emocionalmente conectado às personagens. Apesar do tom exagerado, os acontecimentos eram tratados com seriedade.[9][10]
No episódio, quando Liz fica surpresa ao saber que Tracy tem um iate, Tracy acrescenta ter também um Jet Ski revestido a ouro maciço, dois Batmóveis e até os ossos do "macaco da SIDA."[11] Essa parte estava no guião, mas, segundo Fey, a fala dele terminava aí, e eles precisavam que ele continuasse a falar enquanto a sua personagem contornava uma esquina.[12] Então, ele acrescentou algumas coisas à lista de bens extravagantes que os guionistas criaram, como "o primeiro ciclomotor, um par de meias do Rock Hudson e um par de óculos do Bill Bixby, de quando ele era seu melhor amigo."[13] De acordo com os outros membros do elenco, Morgan improvisava com bastante frequência. Kevin Brown brincou dizendo que era porque "ele nunca olhava para o guião". Mas Morgan afirmou: "Eu venho do mundo do stand-up e as três primeiras letras da palavra 'funny' (em português: engraçado) são 'fun' (em português: diversão). Por isso, sempre me diverti com isso e acho que fiz com que parecesse fácil. Fiz com que parecesse que não estava a ler o guião."[14]
Além disso, Liz inicia aqui a sua trajetória de orientação por parte de Jack, sendo conduzida pelo público até ao seu renovado escritório pela primeira vez. Keith Raywood, designer responsável pelos cenários, procurou conferir-lhe uma estética corporativa, adequada a um executivo de topo, com predominância de madeira escura e aço. Ao longo da primeira temporada, Liz é colocada na posição de gestora face aos seus colegas, com quem mantém uma relação de amizade. O papel de Jack como mentor é subtil no início, com lições sobre o mundo empresarial que mais tarde evoluem para uma relação formal de mentor e pupila. À medida que Baldwin se foi envolvendo mais com a série, os argumentistas sentiram-se mais à vontade para centrar a narrativa na dinâmica entre Liz e Jack, em detrimento dos bastidores da redação ou do conteúdo dos episódios de TGS. Há também um vislumbre da caracterização futura de Jenna, quando esta se mostra entusiasmada por os tabloides noticiarem que foi encontrada inconsciente e embriagada, porque na fotografia publicada parece magra.[9][15]
A série continuou ainda a abordar questões raciais de forma provocadora, frequentemente testando os limites do que é considerado aceitável, mas também tentando refletir sobre o racismo nos Estados Unidos e na televisão. Isso é evidente na promoção de Tracy no TGS, com a promessa de "trazer o preto de volta à NBC." O episódio inclui uma cena que resume bem a personalidade de Tracy: convida todo o elenco para uma festa no seu iate, que afinal não lhe pertence, reforçando o seu carácter excêntrico. Adam Bernstein explicou que a ideia do iate surgiu como forma de conferir glamour à festa, mas acabou por gerar desafios inesperados, devido ao espaço limitado e à necessidade de filmar com luz natural. Numa outra cena, num erro de produção, a revista que Jenna exibe com Tracy a caminhar nu pelo Aeroporto LaGuardia escreve erradamente o seu nome na capa, acrescentando um "e" e tornando-o "Tracey Jordan".[9][16]
Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[17][18][19] Em "The Aftermath", o boné usado tem a inscrição "Done Deal."[20][21]
Enredo
[editar | editar código]O caos e a tensão começam a instalar-se nos bastidores do The Girlie Show com a chegada de Tracy Jordan (Tracy Morgan), um actor e comediante de renome, como novo membro do elenco. Liz Lemon (Tina Fey), argumentista-chefe do programa, mostra-se visivelmente incomodada com a presença de Tracy e com a mudança na dinâmica que ele provoca. Numa conversa com Jack Donaghy (Alec Baldwin), vice-presidente da programação da NBC para a Costa Leste, este revela-se indiferente aos potenciais problemas causados por Tracy, enquanto Liz tenta alertá-lo para a reacção negativa de vários elementos do estúdio, incluindo Jenna Maroney (Jane Krakowski), a estrela original do programa, que se sente ameaçada pela nova presença. Jack, por sua vez, está focado em manter Tracy satisfeito e em maximizar o potencial comercial do programa, dizendo a Liz que a sua única função é "lidar com a situação com delicadeza."[21]
Entretanto, Tracy começa a fazer declarações excêntricas e piadas de gosto duvidoso, gerando desconforto entre os funcionários. Refere ainda uma série de personagens bizarras que gostaria de interpretar, o que aumenta a preocupação geral. A equipa mostra-se cada vez mais irritada com ele, com excepção de Jack, que permanece determinado a agradar-lhe. A tensão intensifica-se após a mudança do nome do programa para TGS with Tracy Jordan. Jenna fica furiosa, e Liz vê-se numa posição delicada, tentando manter a amizade com todos, mas também a ordem e o controlo. Ao procurar conselhos junto de Jack, este recomenda-lhe uma postura mais assertiva na gestão da equipa, em vez de tentar agradar como amiga. A situação agrava-se quando Tracy, demonstrando a sua habitual falta de tacto, participa num ensaio promocional do programa e falha redondamente, errando o nome de Jenna e impedindo-a de falar, o que só piora a relação entre ambos. Liz, sentindo-se impotente, tenta tranquilizar Jenna, dizendo-lhe que ninguém gosta de Tracy e que ele só está ali por imposição de Jack. No entanto, desconhece que o microfone de Jenna está ligado, e todos no estúdio ouviram os comentários depreciativos sobre Jack e Tracy. Mais tarde, Liz tenta reconciliar-se com Tracy durante um ensaio, mas acaba por fazer observações negativas sobre Jenna e outros colegas. O estagiário Kenneth Parcell (Jack McBrayer) interrompe a conversa para informar que tudo foi transmitido nos monitores do estúdio. A equipa reage com indignação, atirando-lhe comida e outros objectos.[21]
Na tentativa de apaziguar os ânimos, Tracy convida todos para uma "festa de equipa" num iate que afirma ser seu. A ocasião leva-o a perceber o quão distante está da realidade dos colegas, e como o seu estilo de vida extravagante gera desconforto. Ainda assim, na sua habitual excentricidade, esforça-se por tornar o evento divertido, conquistando gradualmente a simpatia dos colegas, incluindo Jenna, que aceita cantar uma música. Contudo, o ambiente rapidamente se transforma em caos quando a polícia de Nova Iorque (NYCPD) aparece com o verdadeiro proprietário do iate, revelando que Tracy o havia roubado. Mesmo assim, apesar das inúmeras situações embaraçosas, a forma descontraída e autêntica com que Tracy lida com os problemas acaba por torná-lo, de certa forma, uma figura cativante. Jack consegue resolver a situação com a imprensa após o incidente, tentando encobrir o envolvimento de Tracy, que não chega a ser noticiado. No entanto, uma fotografia de Jenna no iate acaba por ser publicada, algo que ela considera "excitante" e "lisonjeiro."[21]
Referências culturais
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No início do episódio, Jack apresenta Josh a Tracy mencionando que este obteve 760 pontos nos SATs e se formou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Cortland. Nos Estados Unidos, os SATs são testes padronizados para acesso ao ensino superior, sendo que uma pontuação de 1000 é considerada mediana, o que sugere que Josh não é particularmente brilhante. Jack também apresenta Frank, alegando que este possui todas as edições da revista Black Tail já publicadas. Mais tarde, é revelado que Jonathan ajudou Jack a memorizar estas informações sobre a equipa do TGS usando cartões didáticos com fotografias de figuras como Rupert Murdoch, Melinda Gates, Ziggy, Anthony Pellicano, Heidi Klum e, presumivelmente, Seal, descrito por Jack como "o tipo que dorme com a Heidi Klum." Duarnte essa cena, Alec Baldwin estava a olhar repetidamente para a mesma fotografia.[8][22][23][24]
Jenna questiona Liz sobre o passado de Tracy, perguntando se sabia que ele foi preso por andar nu no Aeroporto LaGuardia, adormeceu no telhado de Ted Danson e mordeu Dakota Fanning na cara, esta última tinha apenas catorze anos na altura da emissão. Posteriormente, Jenna, ao perceber que todos ouviram a sua conversa privada com Liz, pergunta se usou ou não uma expressão racial ofensiva para negros, uma referência ao incidente com o comediante Michael Richards, que em Novembro de 2006 usou o mesmo racial durante uma atuação, gerando grande controvérsia mediática.[25] Na sua visita guiada, Kenneth afirma que o TGS é gravado no Estúdio 6H da NBC, embora tal estúdio não exista, sendo uma referência ao Estúdio 8H, onde o SNL vinha sendo gravado há décadas. 30 Rock viria a filmar dois episódios transmitidos ao vivo no Estúdio 8H.[26][27][23][24]
Tracy menciona ter lido uma entrevista de Jenna na revista Amtrak, uma alusão à publicação Arrive, da empresa ferroviária, e no final do episódio, Jenna pondera ligar a Howard Stern para participar no seu programa de rádio The Howard Stern Show, após a sua foto no iate ter sido publicada em tabloides. Mais tarde, em uma conversa com Liz no camarim dele, Tracy afirma possuir os ossos do "macaco da SIDA," numa referência à teoria da origem do vírus em primatas, misturada com o rumor de que Michael Jackson teria comprado os ossos de Joseph Merrick, conhecido como Homem Elefante devido às suas várias deformidades físicas.[28][29] Tracy compara ainda a sua relação com Liz à de Batman e Robin, e recebe a equipa do TGS no iate imitando Mr. Roarke, personagem de Fantasy Island interpretado por Ricardo Montalbán que cumprimentava os seus convidados declarando "My dear guests, I am Mr. Roarke, your host. Welcome to Fantasy Island!"[30] Durante uma cena no iate, Jenna canta "New York State of Mind" (1976), clássico do músico Billy Joel. Outras músicas não creditadas oficialmente podem também ser ouvidas ao longo do episódio, como "Bossy" (2006), de Kelis com participação de Too $hort; "Who Want a Problem" (2006) do rapper Styles P; e "Celebration" (1980), da banda Kool & The Gang.[31][23][24]
Liz menciona que Frank adora o vídeo viral do macaco a cheirar o próprio rabo, que circulou no YouTube em 2006,[32] enquanto Tracy corrige Toofer com a frase "Superman does good; you’re doing well," brincando com um erro gramatical comum: "good" (em português: bom) é um adjetivo, enquanto "well" (em português: bem) é o advérbio correcto para descrever ações.[33][34] Também chama Toofer de Theo Huxtable, personagem de The Cosby Show interpretado por Malcolm-Jamal Warner. Josh sugere a Tracy uma esquete na qual interpretam Jerry Seinfeld e Bill Cosby, respetivamente, mas é recusado. Mais tarde, Frank retoma a ideia e ambos fazem uma imitação breve: Josh recria o estilo observacional de Seinfeld, começando com "What’s the deal with...," enquanto Tracy faz referências ao produto Jell-O e acrescenta uma referência a Cosby, conhecido por usar camisolas.[35][23][24][36]
Transmissão e repercussão
[editar | editar código]"The Aftermath" foi transmitido pela primeira vez no Canadá, na noite de 17 de Outubro de 2006 através do canal CTV. Nos Estados Unidos, foi emitido na noite seguinte através da emissora NBC como o segundo episódio de 30 Rock.[37][38] No Reino Unido, o episódio foi transmitido através do Channel Five na noite de 18 de Outubro de 2007, exactamente um ano após a estreia nos Estados Unidos.[39]
Audiência
[editar | editar código]Segundo os dados divulgados pelo serviço Nielsen Ratings, o episódio foi visto por uma média de 5,71 milhões de telespectadores norte-americanos, tendo obtido uma classificação de 2,6 pontos e 7% de share no segmento demográfico dos telespectadores entre os 18 aos 49 anos. Isto significa que 2,6% das pessoas nessa faixa etária que estavam a assistir televisão naquele momento viram o episódio, e que 7% dos telespectadores sintonizados estavam a acompanhar 30 Rock.[40][41] Comparativamente ao episódio de estreia da série, transmitido na semana anterior, estes números representam uma queda de 21% nesse grupo demográfico. Tal como 20 Good Years — outra série cujo segundo episódio foi exibido na mesma noite, imediatamente antes de 30 Rock — a série registou uma quebra de audiência nas suas segundas exibições. Face a este desempenho, a NBC ponderou reduzir a quantidade de programas de ficção transmitidos no início da noite, uma vez que não estavam a captar o interesse do público. A perda significativa de espectadores na faixa dos 18 aos 49 anos revelou-se um sinal preocupante para o futuro da série.[42][43][40] Na classificação semanal das transmissões em horário nobre, "The Aftermath" posicionou-se em 66.º lugar entre os programas mais vistos da televisão norte-americana.[44]
No Reino Unido, a emissão atraiu cerca de 5,0 milhões de telespectadores, com um share de 4% no momento da transmissão, valor considerado "decepcionante" pelo jornal The Guardian. Além disso, representou uma perda de 2,0 milhões de espectadores em relação ao episódio anterior, que havia sido visto por 700 mil pessoas e registado um share de 6%.[39]
Análises da crítica
[editar | editar código]| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| A.V. Club | C-[45] |
| IGN | 6,5/10[46] |
"The Aftermath" gerou uma diversidade de opiniões entre os críticos, reflectindo tanto os pontos fortes como as fragilidades da série na sua fase inicial.[47][48][49]

Erik Adams, do jornal de entretenimento A.V. Club, destacou as dificuldades de 30 Rock em encontrar o seu ritmo. Embora reconheça o potencial da série, considerou que o segundo episódio sofreu com os constrangimentos de uma produção apressada, especialmente quando comparado com o piloto, mais cuidadosamente trabalhado. Adams salientou que o humor começou a ganhar forma, sobretudo através da comédia física e do timing de Tina Fey e Alec Baldwin. No entanto, observou que "The Aftermath" funciona mais como uma ponte entre o episódio piloto e os seguintes, dedicando-se à resolução de enredos pendentes, mas sem a energia e confiança que viriam a definir a série. Em contraste com "Blind Date"", que considera o verdadeiro ponto de viragem, Adams vê neste episódio os desafios naturais de uma série em busca de identidade, com sequências como a festa no iate a parecerem excessivamente longas e exageradas.[45] De forma semelhante, Robert Adele, para o periódico LA Weekly, elogiou a autenticidade da série, afirmando que 30 Rock não precisa de se esforçar para parecer real. Apesar da abordagem excêntrica, há uma sensação de genuinidade que remete à experiência de Fey no SNL. Adele apreciou a forma como a personagem de Fey se envolve em situações embaraçosas, mas considerou que as personagens interpretadas por Tracy Morgan e Jane Krakowski foram pouco desenvolvidas. Ele exaltou ainda a capacidade de Fey para transformar situações absurdas em comédia inteligente e bem executada, especialmente no contexto do humor sobre o mundo do espectáculo.[50]
Por outro lado, Robert Canning, do portal britânico IGN, apresentou uma crítica mais severa, apontando a falta de consistência nas personagens de Jenna e Tracy. Segundo Canning, Jenna falha em estabelecer uma identidade clara, resultando numa performance desequilibrada e pouco eficaz. Tracy é descrito como um "one-trick pony", cuja actuação como comediante não convence. Em contraste, sentiu que Baldwin destaca-se como a verdadeira força da série, com Jack a revelar um potencial cómico ilimitado, graças à sua natureza enigmática e às responsabilidades que ultrapassam as de um executivo comum. Fey foi igualmente elogiada como a personagem mais acessível e cativante, funcionando como contraponto à excentricidade dos restantes. Canning acredita que, apesar de a série ter lançado bases sólidas, o início da temporada é fraco, esperando que 30 Rock tenha tempo para evoluir e refinar a sua proposta.[46] Tim Goodman, do jornal San Francisco Chronicle, foi ainda mais crítico. Embora considere o piloto "moderadamente engraçado", afirma que o segundo episódio é ainda mais fraco, com excepção das interpretações de Baldwin e Morgan, as quais elogia. Goodman sugere que Fey deveria apostar mais no talento de Baldwin e reduzir a presença de Krakowski, cuja personagem não convence. Ele repreendeu também o tom insular e arrogante da série, referindo que o uso de termos como "30 Rock" pode não ser compreendido pelo público fora do meio televisivo.[51]
Phil Horst, do periódico The Pitt News, elogiou as cenas entre Fey e Baldwin, bem como entre Fey e Morgan, mas criticou a ausência de uma cena eficaz escrita por Fey na qual não estivesse presente. Considerou o tempo de antena de Jenna como "um desperdício", afirmando que Krakowski "não tem as competências cómicas para acompanhar o resto do elenco". Horst acredita que Rachel Dratch teria conduzido a personagem por um caminho completamente diferente, oferecendo à série a variedade de que carece. Sublinhou ainda que, embora Morgan e Baldwin interpretem personagens excêntricas, o maior problema reside em Jenna. Segundo ele, Jenna deveria ser a melhor amiga de Liz, mas nada na sua caracterização sugere essa ligação, parecendo, pelo contrário, alguém que Liz detestaria. A falta de química entre Krakowski e Fey e o desconforto que permeia as suas cenas em conjunto agravam essa percepção.[52]
Reconhecimento
[editar | editar código]Ao longo dos anos, "The Aftermath" vem sendo frequentemente colocado entre os episódios menos memoráveis da série. Embora não tenha sido considerado mau, foi visto como um exemplo típico de uma produção ainda em fase de experimentação, onde o potencial é visível, mas a execução ainda não está plenamente afinada. O crítico Jacob Trussell, do blogue Film School Rejects, classificou-o como o 135.º melhor episódio, destacando que, embora 30 Rock já fosse engraçada desde os primeiros episódios, a série ainda não havia encontrado completamente o seu tom. De acordo com Trussell, a comédia da série estava a evoluir, e o episódio parecia mais focado em situar Tracy dentro do elenco do The Girlie Show do que em explorar plenamente as personagens. Embora admita que as piadas foram eficazes, sentiu que o episódio transmitiu a sensação de ser uma etapa de transição, ainda sem um estilo totalmente definido.[53] Por sua vez, a publicação universitária Penn State CommRadio considerou "The Aftermath" um episódio decente, colocando-o na mais elevada 128.ª posição da lista integral de episódios, mas também observou que os argumentistas ainda estavam a encontrar o seu ritmo na série, e a narrativa parecia algo inexperiente.[54]
Um artigo do portal ScreenRant mencionou que "The Aftermath" era um dos episódios menos apreciados pelos fãs da série, de acordo com as avaliações na página Internet Movie Database (IMDb). O autor, Anthony Fertino, sugeriu que a série ainda estava a ajustar-se e que, como segundo episódio da temporada, "The Aftermath" apresentava elementos que posteriormente seriam ajustados. Fertino destacou que a primeira temporada de 30 Rock continha alguns dos episódios mais fracos da série, com piadas que muitas vezes se inclinavam para o exagero, perdendo um pouco o equilíbrio entre o absurdo e o realismo que caracterizaria a série nos episódios seguintes. No entanto, Fertino reconheceu que esse desequilíbrio seria corrigido à medida que a série evoluía.[55]
Referências
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Ligações externas
[editar | editar código]- "The Aftermath" (em inglês) no IMDb
- "The Aftermath" (em inglês) no AppleTV
- "The Aftermath" (em inglês) no Peacock