Tracy Does Conan
| "Tracy Does Conan" | |
|---|---|
| 7.º episódio da 1.ª temporada de 30 Rock | |
| Informação geral | |
| Direção | Adam Bernstein |
| Escrito por | Tina Fey |
| Cinematografia | Tom Houghton |
| Edição | Ken Eluto, A.C.E. |
| Cód. de produção | 107 |
| Exibição original | 6 de Dezembro de 2006 |
| Convidados | |
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| Episódios da 1.ª temporada | |
2006 — 07
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| 30 Rock (1.ª temporada) Lista de episódios | |
"Tracy Does Conan" é o sétimo episódio da primeira temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock. A realização ficou sob a responsabilidade de Adam Bernstein, enquanto o argumento foi redigido por Tina Fey, que além de ter criado o seriado, assumia ainda funções de produtora executiva, co-showrunner, argumentista-chefe e estrela. Foi transmitido originalmente nos Estados Unidos na noite de 7 de dezembro de 2006 pela emissora National Broadcasting Company (NBC). Entre os convidados especiais destacam-se Katrina Bowden, Kevin Brown, Grizz Chapman, Keith Powell, Maulik Pancholy, Chris Parnell, Dean Winters, Rachel Dratch, e, de forma particularmente significativa, Aubrey Plaza, que aqui faz a sua estreia televisiva como atriz. O apresentador Conan O'Brien também participa no episódio, interpretando uma versão ficcional de si próprio, assim como o guionista Dave Finkel, que apareceu como figurante.
O episódio centra-se nas tentativas de Liz Lemon (interpretada por Fey), argumentista-chefe do TGS with Tracy Jordan, e do produtor Pete Hornberger (Scott Adsit) de garantirem que a participação de Tracy Jordan (Tracy Morgan), astro do TGS, no Late Night with Conan O'Brien, decorra sem incidentes, ao contrário da sua aparição anterior, marcada por comportamento errático. No entanto, a situação rapidamente se descontrola quando Tracy deixa de tomar a medicação que o mantém estável, mergulhando num estado de delírio. Paralelamente, Jack Donaghy (Alec Baldwin) prepara-se para proferir um discurso no Hotel Waldorf-Astoria, exigindo constantemente a atenção de Liz, que se vê sobrecarregada num dia caótico e imprevisível.
"Tracy Does Conan" é amplamente reconhecido como um dos episódios mais marcantes de 30 Rock, frequentemente apontado pela crítica como o momento em que a série encontrou a sua identidade. Diversas publicações o destacaram em listas dos melhores episódios, inclusive Variety, Paste e Yahoo!. A receção pelos críticos de televisão salientou a intensidade cómica, o papel decisivo da participação de O'Brien e o humor absurdo da adição do Dr. Spaceman, cuja fala "Medicine is not a science" foi eleita entre as mais engraçadas da série. O episódio pambém ganhou notoriedade pela frase de Jack, "It’s after six. What am I, a farmer?". Pelo seu trabalho no argumento, Fey recebeu uma nomeação na categoria Melhor Escrita de Argumento para Série de Comédia nos Prémios Emmy.
Na noite da sua transmissão, de acordo com os dados publicados pelo sistema Nielsen Ratings, "Tracy Does Conan" foi visto por 6,84 milhões de telespectadores e registou um desempenho excecional na faixa etária dos 18-49 anos, com uma classificação de 3,2 e 8% de share. Em relação ao episódio anterior, houve um aumento de 15% no total de audiência e 19% na demografia-alvo, tornando-o o episódio mais assistido de 30 Rock desde a sua estreia em Outubro. Na semana em questão, ocupou a 58.ª posição entre os programas mais vistos em horário nobre nos Estados Unidos.
Produção e desenvolvimento
[editar | editar código]"Tracy Does Conan" é o sétimo episódio da primeira temporada de 30 Rock. As filmagens principais decorreram a 25 de Dezembro de 2007, nos Estúdios Silvercup em Manhattan, Cidade de Nova Iorque.[1][2] O argumento foi escrito por Tina Fey — criadora, produtora executiva, co-showrunner, argumentista-chefe e estrela da série — e a realização ficou a cargo de Adam Bernstein. Assim, o episódio assinala a terceira vez que Fey assinava o guião de um episódio, depois do piloto e de "The Aftermath", e a quarta contribuição de Bernstein como realizador, tendo dirigido os primeiros três episódios da temporada.[3] Nos bastidores, o ambiente era simultaneamente caótico e divertido. Chris George, gerente de locações, recorda uma sessão de leitura do guião na qual se riu descontroladamente, ao ponto de ser interpelado por Bernstein, que lhe perguntou se queria partilhar o motivo da sua gargalhada com os restantes. George limitou-se a levantar o guião e dizer: "Isto é hilariante," provocando uma explosão de riso geral.[4] O argumentista Dave Finkel participou do episódio desempenhando um figurante.[3]
O apresentador Conan O'Brien fez uma participação especial no episódio, interpretando uma versão fictícia de si próprio. A sua relação passada com Liz é abordada quando Liz tenta convencê-lo a voltar a convidar Tracy para o seu programa de televisão, apesar de uma aparição anterior na qual Tracy, desorientado, quase o esfaqueou. O'Brien responde ao pedido com frieza, chamando-a de Elizabeth e insinuando que, por não terem perdido a virgindade um com o outro como planeado, ele jamais a perderá. Esta relação já havia sido mencionada no episódio "Blind Date".[5] Em "Tracy Does Conan", a sequência na qual Tracy é levado ao estúdio do programa de O'Brien foi filmada nos verdadeiros estúdios da NBC, no oitavo andar do edifício. Bernstein recorda um momento embaraçoso em que, ao correr pelos corredores, esbarrou com Lorne Michaels, produtor executivo tanto do SNL como de 30 Rock. No final do episódio, Kenneth entrevista-se a si próprio no cenário do programa de O'Brien e termina com uma dança de sapateado, descrita por Morgan como o momento de consagração de Jack McBrayer como estrela.[4]
O episódio introduz a personagem Dr. Leo Spaceman, interpretado por Chris Parnell. O nome, pronunciado por Tracy como "spaceman" (em português: homem do espaço), surgiu espontaneamente numa reunião de argumentistas. Spaceman é um médico delirante, que defende teorias pseudocientíficas absurdas — como a ideia de que os humanos precisam de mais sangue animal para manter a coluna direita — e prescreve medicamentos coloridos sem qualquer critério. Membros da equipa destacavam como Parnell conseguia transformar falas aparentemente impossíveis em momentos de comédia irresistível. A personagem reforça o tom surreal da série e estabelece uma ligação direta com o universo do Saturday Night Live (SNL), programa no qual Fey foi argumentista-chefe entre 1999 e 2006. 30 Rock é frequentemente visto como uma versão ficcional e cómica do SNL, com Liz a representar uma versão de Fey, enfrentando os desafios de liderar um programa humorístico num ambiente predominantemente masculino. 30 Rock conta com várias participações de antigos membros do SNL, incluindo Fred Armisen, Jimmy Fallon, Siobhan Fallon Hogan, Will Ferrell, Will Forte, Gilbert Gottfried, Bill Hader, Jan Hooks, Julia Louis-Dreyfus, Tim Meadows, Bobby Moynihan, Amy Poehler, Rob Riggle, Horatio Sanz, Molly Shannon, Jason Sudeikis, Kristen Wiig, entre muitos outros.[6][7][8] Fey e Tracy Morgan também integraram o elenco do SNL, sendo Fey a primeira mulher a apresentar o segmento Weekend Update. Outros membros da equipa de 30 Rock com ligações ao SNL incluem o argumentista John Lutz, a realizadora Beth McCarthy-Miller e o produtor Steve Higgins.[9][10] Alec Baldwin, que embora nunca tenha feito parte do elenco do SNL, detém o recorde de maior número de apresentações como anfitrião, com dezassete participações.[11]
A participação de Tracy no programa de O'Brien acaba por ser um desastre cómico. Em vez de repetir o comportamento violento da visita anterior, limita-se a dançar incessantemente sem se sentar, até que, quando finalmente o faz, adormece em frente às câmaras. A sua instabilidade é agravada por erros de medicação atribuídos ao Dr. Spaceman, que provocam alucinações — incluindo a visão de uma figura azul, interpretada por Rachel Dratch. Dratch, colaboradora de longa data de Fey no SNL, foi originalmente escolhida para o papel de Jenna Maroney e chegou a desempenhá-lo no episódio piloto original da série, que nunca foi transmitido na televisão. Contudo, antes da estreia oficial da série, a produção optou por substituí-la por Jane Krakowski, mantendo Dratch como presença recorrente em uma variedade de papéis secundários. "Tracy Does Conan" marcou a sua quinta aparição em 30 Rock.[12][13][14][15]
Este episódio marca também a estreia televisiva de Aubrey Plaza como atriz. Plaza aparece como uma estagiária da NBC que guia visitantes fora do programa de O'Brien. Na vida real, trabalhou como estagiária da NBC a partir de 2005, no Centro Rockfeller, e foi convidada a participar no episódio por ainda ter o uniforme. A atriz revelou que, durante o seu tempo como estagiária, costumava inventar factos sobre O'Brien para entreter os turistas. Anos mais tarde, viria a integrar o elenco de Parks and Recreation, também transmitido pela NBC.[16]
Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[17][18][19] Em "Jack Meets Dennis", Frank usa um boné com a inscrição "Big Foot Expert."[20][3]
Enredo
[editar | editar código]Liz Lemon (Tina Fey) começa o dia decidida a pôr fim ao seu relacionamento com Dennis Duffy (Dean Winters), o namorado imaturo que, entre outras pérolas, sugere nomes como Shannon ou Rick para os filhos que nunca terão. Após doar sangue, Liz segue para o trabalho com os níveis de açúcar em queda livre, o que não ajuda quando se depara com Jenna Maroney (Jane Krakowski) em colapso emocional. Jenna acaba de descobrir que foi retirada da lista de convidados do Late Night with Conan O'Brien e substituída por Tracy Jordan (Tracy Morgan), que, segundo Jack Donaghy (Alec Baldwin), é uma estrela de cinema e, portanto, mais relevante. Liz tenta interceder junto de Jack, mas ele mantém a decisão, e Jenna ameaça abandonar o TGS with Tracy Jordan. Enquanto o relógio avança em direção à hora da transmissão, Tracy começa a agir de forma cada vez mais errática. Liz e Pete Hornberger (Scott Adsit) descobrem que ele não está a tomar a medicação corretamente, o que leva Liz a contactar o Dr. Leo Spaceman (Chris Parnell), um médico que se revela tão excêntrico quanto incompetente. As instruções dadas pelo médico para a medicação de Tracy são vagas e bizarras, mas Liz confia-as a Kenneth Parcell (Jack McBrayer), que parte numa missão quase surreal pelas ruas de Nova Iorque, tentando encontrar a farmácia certa entre várias idênticas. No meio do caos, Liz é constantemente chamada ao escritório de Jack, que precisa de ajuda para escrever piadas para um discurso num jantar de gala no Hotel Waldorf-Astoria. Entre uma ida e outra, ela tenta manter Tracy sob controlo, evitar que Jenna se demita, e lidar com um ex-namorado famoso — Conan O’Brien — que não parece muito entusiasmado com o regresso de Tracy ao seu programa, especialmente depois da última vez, quando o ator quase o esfaqueou. Quando Tracy finalmente chega ao estúdio do programa de O'Brien, dança sem parar enquanto a banda toca, recusa-se a sentar-se, e quando finalmente o faz, adormece instantaneamente no sofá, em direto. Liz, exausta, regressa ao apartamento onde Dennis a espera com um cheeseburger. Ela dá uma trinca, desaba no colchão, e adia mais uma vez a conversa que deveria pôr fim àquela relação.[3]
Referências culturais
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As referências ao universo desportivo são uma constante em 30 Rock, funcionando tanto como recurso humorístico como instrumento de caracterização. Jack recorre frequentemente a metáforas desportivas para ilustrar estratégias empresariais, enquanto Tracy protagoniza situações absurdas ligadas ao desporto, como quando se autoproclama "o Brian Dennehy negro." A série também satiriza o jornalismo desportivo, colocando Liz, pouco versada na matéria, em contextos de desconforto e estranheza, como nas piadas sobre os Cleveland Cavaliers ou o entusiasmo em torno de LeBron James no episódio Cleveland (30 Rock)|Cleveland]]". Em "Stride of Pride", um debate sobre se as mulheres são engraçadas é parodiado como uma competição desportiva, expondo o absurdo de aplicar métricas objetivas a algo tão subjetivo como o humor. Já em "Tracy Does Conan", Dennis comenta sobre o esquiador Bode Miller, chamando-o de "idiota do salto de esqui" e questionando a virilidade do seu nome.[21]
O enredo de "Tracy Does Conan" gira em torno da participação de Tracy no Late Night with Conan O'Brien, talk show da NBC apresentado pelo próprio O'Brien, que interpreta no episódio uma versão ficional de si mesmo.[22] A sua presença retoma uma piada recorrente da série: Tracy teria tentado esfaqueá-lo numa aparição anterior. O'Brien, por sua vez, recorda ter tido problemas semelhantes com David Hasselhoff, conhecido por comportamentos erráticos. Noutra cena, Jack prepara um discurso para homenagear Jack Welch, antigo diretor executivo da General Electric (GE), então empresa-mãe da NBC. Numa tentativa falhada de humor, Jack afirma que o sumo Welch's foi nomeado em honra de Welch, ignorando que a marca foi fundada no século XIX. Enquanto isso, Tracy, em estado de delírio, sugere que a Lua é um satélite espião colocado por Oprah Winfrey e Louis Farrakhan, líder da organização religiosa Nation of Islam, e acredita estar a ser perseguido por um membro do Blue Man Group. Kenneth é encarregado de comprar a medicação de Tracy numa farmácia Duane Reade, mas encontra uma em cada esquina. Dennis, por sua vez, pede a Liz que compre bilhetes para um concerto adicional da banda canadiana Nickelback. O toldo do prédio de Liz indica que vive na Riverside Drive, em Manhattan, a mesma rua onde mora o protagonista de Seinfeld. O episódio inclui ainda uma referência ao ator Zach Braff, então estrela de Scrubs, quando Kenneth afirma, de forma fantasiosa, ser seu colega de quarto. Na cena final, Dennis é visto a jogar Halo: Combat Evolved (2001), videojogo de tiro em primeira pessoa da Microsoft, enquanto Liz, exausta, adormece ao seu lado.[23]
Outro traço distintivo de 30 Rock é a frequência com que faz alusões ao universo Star Wars, uma tendência iniciada logo no episódio piloto, com Tracy a afirmar ser um cavaleiro Jedi. Este tipo de referência tornou-se recorrente, fruto do entusiasmo partilhado entre os argumentistas e membros do elenco, como Fey e o produtor executivo Robert Carlock. As alusões são muitas vezes subtis, surgindo em paralelismos narrativos, piadas visuais ou sugestões musicais que evocam a banda sonora de John Williams. Em vez de simples citações, os guiões incorporam elementos da saga para ilustrar dilemas quotidianos ou dinâmicas laborais. Liz é retratada como uma fã fervorosa da trilogia original, usando Star Wars como metáfora para os seus conflitos emocionais e profissionais. Entre os momentos mais memoráveis, destacam-se os quatro anos consecutivos em que se vestiu de Princesa Leia no Halloween — e também para escapar ao serviço de júri em Chicago e Nova Iorque — bem como no seu próprio casamento, justificando que era o único vestido branco que possuía. Carrie Fisher, que interpretou Leia, chegou a participar num episódio da série, criando uma meta-referência. Liz expressa ainda opiniões típicas dos fãs, como considerar Ataque dos Clones (2002) o pior filme da franquia. Estima-se que referências a Star Wars estejam presentes em pelo menos metade dos episódios, com comparações como a luta de Jack no mundo empresarial com a da Aliança Rebelde contra o Império Galáctico, ou o uso desastroso da sintaxe de Yoda por Tracy.[24][25][26][27][28] Em "Tracy Does Conan", os efeitos secundários da medicação levam Tracy a alucinar com uma figura azul e a emitir um grito de dor inspirado em Chewbacca — uma homenagem ao gosto do ator Tracy Morgan por ficção científica.[4]
Transmissão e repercussão
[editar | editar código]Nos Estados Unidos, "Tracy Does Conan" foi transmitido pela primeira vez a 6 de Dezembro de 2007 pela NBC, como o sétimo episódio da primeira temporada de 30 Rock.[29] Apesar de ser emitido já em Dezembro, o episódio faz referência ao Dia de Ação de Graças como se ainda estivesse por vir. Presume-se que esse desfasamento se deva ao facto de os dois episódios anteriores terem sido antecipados na grelha de programação, possivelmente em função de ajustes especiais da emissora.[30]
Audiência
[editar | editar código]Nos Estadsos Unidos, os dados divulgados pelo serviço Nielsen Ratings indicaram que "Tracy Does Conan" foi visto por uma média de 6,84 milhões de telespectadores ao longo da sua transmissão original. Na faixa demográfica dos adultos entre 18 e 49 anos, considerada a mais relevante para os anunciantes, o episódio registou uma classificação de 3,2 pontos e uma quota de 8%. Isso significa que 3,2% de todos os adultos nessa faixa etária nos EUA assistiram ao episódio, e que 8% dos que estavam a ver televisão naquele momento estavam sintonizados na NBC.[31] Comparativamente ao episódio anterior, "Jack Meets Dennis", houve um aumento de 15% no número total de espectadores e de 19% na audiência da faixa 18-49, tornando "Tracy Does Conan" o episódio mais visto da série desde a sua estreia em Outubro, e o melhor desempenho até então nesse segmento demográfico.[32]
Apesar do crescimento, 30 Rock não conseguiu superar a concorrência direta da ABC na faixa das 21h00, que transmitia uma repetição de Anatomia de Grey. Mesmo sendo uma reprise, o drama médico atraiu 38% mais espectadores no total e teve 11% mais audiência entre os jovens adultos.[33] Na classificação semanal das transmissões em horário nobre, "Tracy Does Conan" permitiu a 30 Rock ocupar a 58.ª posição entre os programas mais assistidos da televisão norte-americana.[34]
No Reino Unido, o episódio foi exibido a 29 de Novembro de 2007, às 22h50, no Channel Five. A transmissão atraiu cerca de 400 mil espectadores e registou uma quota de 3% do público que estava a ver televisão naquele momento.[35]
Análises da crítica
[editar | editar código]| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| A.V. Club | A[23] |
| IGN | 5,0/10[36] |
Erik Adams, do jornal de entretenimento A.V. Club, considera "Tracy Does Conan" um marco essencial na trajetória da série, destacando-o como o episódio no qual 30 Rock encontrou verdadeiramente a sua voz. Para Adams, trata-se de uma demonstração vibrante de como escrita, interpretação, realização e música podem funcionar em perfeita sintonia. Ele elogiou particularmente a contribuição musical de Jeff Richmond, cuja composição dá ritmo e personalidade à narrativa, comparando-a à influência de Vince Guaraldi em Peanuts. Adams vê o episódio como uma espécie de "ré-piloto", que recentra a série em Liz e estabelece o tom acelerado, absurdo e autoconsciente que viria a definir os episódios seguintes.[23] De forma complementar, Mike Roe, autor do livro The 30 Rock Book, observa que "Tracy Does Conan" marca o momento no qual a série começou a distorcer deliberadamente a realidade em nome da comédia — uma escolha estética que se tornaria central. Para Roe, este episódio não apenas apresenta uma estrutura narrativa ousada e humor delirante, como também consolida o estilo da série: uma comédia que não teme quebrar regras, desafiar convenções e seguir a piada até às últimas consequências.[4]

Josh Kurp, do portal Uproxx, partilha dessa visão, considerando "Tracy Does Conan" o ponto de viragem no qual 30 Rock deixou de ser uma promessa e se afirmou como uma das grandes comédias da televisão. Embora tenha confessado que inicialmente estava mais entusiasmado com Studio 60 on the Sunset Strip, Kurp reconheceu que foi este episódio — com o seu humor absurdo, ritmo frenético e a frase "What else is on my mind-grapes?" — que revelou a verdadeira identidade da série. A partir daí, conforme a sua análise, 30 Rock passou a explorar com confiança o seu estilo único, marcado por diálogos surreais, personagens excêntricas e uma liberdade criativa que a distinguia das suas concorrentes.[37] Inkoo Kang, contribuinte da revista Slate, por sua vez, considera "Tracy Does Conan" o verdadeiro início da identidade de 30 Rock, revelando o ritmo frenético, a densidade de piadas e o humor autorreferente que definiriam a série. Para Kang, este episódio é o ponto de partida ideal para novos espectadores, pois encapsula o caos criativo e a dinâmica entre personagens que tornariam a série tão influente. Kang destaca como Liz representou uma nova protagonista feminina na televisão: imperfeita, ambiciosa, e constantemente em conflito com as estruturas corporativas que a rodeiam.[38]
Em contraste, Katey Rich considera "Tracy Does Conan" o melhor episódio de 30 Rock na sua análise para a página Cinema Blend, por ser o primeiro a mostrar com clareza o potencial da série em combinar ritmo frenético de comédia screwball com humor de bastidores inteligente e autorreferente. Apesar das dificuldades iniciais da primeira temporada — como personagens ainda em desenvolvimento e a forte concorrência de Studio 60 — este episódio destaca-se por introduzir piadas recorrentes, como o filme fictício The Rural Juror, e por oferecer uma das melhores atuações de Tracy Morgan, que consegue ser caótico sem se tornar irritante. Para Rich, o episódio encapsula tudo o que 30 Rock faz de melhor e estabelece o padrão de energia e engenho que os fãs desejariam ver repetido em todos os episódios.[39] Similarmente, no seu julgamento para o McSweeney's, Mark Peters vê "Tracy Does Conan" como um dos momentos mais emblemáticos da série, ao capturar com precisão os seus dois pilares centrais: a amizade e o universo caótico do show business. Ele destacou cenas memoráveis, como a alucinação de Tracy que o leva a acreditar que "Pete do passado veio matar Pete do futuro," uma das suas falas favoritas de toda a televisão. Todavia, a despeito de reconhecer as qualidades excepcionais do episódio, Peters acabou por eleger "Apollo, Apollo" como o melhor da série, valorizando a jornada emocional de Jack em busca da alegria perdida da infância.[40]
Matt Webb Mitovich, do periódico TV Guide, admitiu que o episódio reforçou o retrato excêntrico de Tracy, mas destacou que o verdadeiro mérito está na capacidade da série de provocar gargalhadas genuínas, ao ponto de quase fazer a sua esposa cair do sofá. Mitovich observou que 30 Rock estava lentamente a encontrar o seu ritmo, com personagens secundárias como Dennis a trazerem humor tanto para a vida pessoal como profissional de Liz. Ele apreciou como o episódio distribui pequenas histórias paralelasm, tornando o universo da série mais dinâmico e menos centrado. Entre os momentos mais memoráveis, exaltou a participação de Rachel Dratch como a criatura azul que assombra Tracy, e sobretudo Chris Parnell como Dr. Spaceman, cuja entrega absurda e falas arrancaram risos garantidos. Embora nem todos os elementos tenham funcionado igualmente bem, Mitovich vê neste episódio uma demonstração clara do humor peculiar e cada vez mais afinado de 30 Rock.[41] Seguindo esta linha de pensamento, o especialista em televisão Alan Sepinwall, em contrapartida, confessou em um tom mais positivo que esperava uma comédia mais realista e não estava preparado para o nível de absurdo que a série viria a atingir, começando precisamente com "Tracy Does Conan".[4] Na sua crítica, Sepinwall descreveu este como um exemplo clássico de episódio desigual — o que funciona, funciona muito bem, e o que falha, falha de forma gritante. Ele elogiou o humor construído em torno do título indecifrável do filme de Jenna, considerando-o tão eficaz que qualquer atriz poderia ter vendido a piada, mesmo que Jane Krakowski ainda não tenha se destacado como substituta de Rachel Dratch, e também apreciou os momentos de Jack, cuja condescendência para com Liz se manifesta em frases cortantes e específicas. No entanto, repreendeu as cenas de Tracy por serem exageradas, desprovidas de sutileza, e dolorosas de assistir.[42]
Por outro lado, Robert Canning, do portal britânico IGN, ofereceu uma leitura mais crítica, descrevendo o episódio como "medíocre." Para Canning, apesar das grandes expectativas geradas pela participação de O'Brien, o episódio não conseguiu corresponder ao entusiasmo inicial. Ele lamentou que a promessa de um enredo mais contido e subtil tenha sido frustrada por uma tentativa falhada de comédia de erros. Segundo o crítico, o comportamento exagerado de Tracy comprometeu o tom da série, e as restantes personagens não conseguiram compensar essa falha. Canning destacou ainda a subutilização de O'Brien, cuja presença foi tratada de forma superficial, sem explorar a sua persona televisiva nem criar uma dinâmica narrativa relevante.[36]
Impacto
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"Tracy Does Conan" é amplamente reconhecido como o episódio no qual 30 Rock revelou o seu verdadeiro potencial e identidade. Segundo diversos críticos de televisão, a partir deste ponto em diante, a série começou a afastar-se das convenções da comédia de bastidores, abraçando um estilo mais absurdo e imprevisível, especialmente visível nas falas de Tracy, que se tornavam cada vez mais desconcertantes e hilariantes. Similarmente, vários críticos apontam este episódio como o momento em que a série deixou de apenas prometer e passou a cumprir, consolidando o seu tom característico. Mais do que apenas um episódio de sucesso, Tracy Does Conan passou a ser visto como uma síntese do espírito de 30 Rock: a fusão entre sátira televisiva, nonsense, humor autoconsciente e personagens que, entre falhas e exageros, construíram alguns dos momentos mais lembrados da comédia televisiva do início do século XXI.[43][44][30]
Tina Fey identificou "Tracy Does Conan" como um dos seus episódios favoritos de 30 Rock, ao lado de "Rosemary's Baby" e "Mazel Tov, Dummies!". Para a criadora da série, este episódio representa o momento em que 30 Rock começou verdadeiramente a encontrar o seu tom.[45] Fey admitiu que, desde o início, a equipa de argumentistas sentiu a necessidade de "saltar o tubarão," ou seja, exagerar deliberadamente para mostrar o potencial criativo da série. Numa metáfora bem-humorada, comparou 30 Rock a um espetáculo do SeaWorld, mas em vez de saltar um tubarão, saltava vários.[4]
Essa abordagem ousada é particularmente evidente em "Tracy Does Conan", como recorda Andrew Guest, um dos argumentistas da série. Para ele, este episódio foi mais definidor do que "Jack-Tor", frequentemente apontado como o ponto de viragem por outros colegas. Guest destaca a liberdade criativa que se consolidou ali, especialmente na forma como se permitiu que Tracy Jordan dissesse qualquer disparate, uma característica que tornava a personagem uma das mais divertidas de escrever. Um exemplo emblemático para ela é a cena na qual Jack, ao tentar redigir um discurso para homenagear Jack Welch, propõe uma piada absurda sobre o sumo Welch's, alegando que recebeu esse nome porque Welch conseguia extrair o sumo dos "mental grapes" dos seus trabalhadores. A expressão, completamente sem sentido, é retomada por Tracy numa cena seguinte, enquanto prepara material para a sua participação no programa de O'Brien. O reaproveitamento da frase transforma-a numa piada recorrente, e o facto de os guionistas confiarem que o público acompanharia esse encadeamento nonsense revelou, segundo Guest, que a série estava disposta a "dobrar a realidade em prol de uma piada," uma decisão que libertava 30 Rock para explorar territórios narrativos cada vez mais imprevisíveis.[4]
Legado
[editar | editar código]Ao longo dos anos, "Tracy Does Conan" consolidou-se como um dos episódios mais marcantes de 30 Rock, frequentemente destacado pela crítica e por publicações especializadas como um ponto de viragem na definição do tom da série. Diversos rankings o colocam entre os melhores episódios do seriado, ainda que em posições distintas. A publicação universitária Penn State CommRadio, atribuiu-lhe o 21.º lugar na sua lista completa de episódios,[46] enquanto Jacob Trussell, no blogue Film School Rejects, o posicionou em 31.º lugar.[47] Já Chris Morgan, na revista Paste, foi bastante mais generoso: em 2016 classificou o episódio como o terceiro melhor da série e,[48] anos mais tarde, para o periódico Yard Barker, elevou a sua avaliação ao segundo posto, descrevendo-o como "o primeiro grande episódio de 30 Rock, uma farsa de alta intensidade repleta de caos."[49]

Para Duncan Carlson, do portal Looper, "Tracy Does Conan" é o 25.º melhor episódio da série, representando o momento em que a série realmente encontrou a sua identidade, apenas sete episódios após a estreia. O crítico também destacou a banda sonora de Jeff Richmond, cujo estilo enérgico e jazzístico teve aqui o seu primeiro grande espaço de destaque.[50] Na mesma linha, Caroline Framke, do periódico Variety, incluiu-o no décimo lugar da lista dos 30 melhores episódios, notando como, até então, a série tinha um ritmo mais lento e deliberado, mas que em "Tracy Does Conan" passou a revelar-se de forma mais próxima do formato que a tornaria icónica. Ela também exaltou a participação de Rachel Dratch.[51] O portal nova-iorquino Vulture chegou a considerá-lo o melhor episódio de sempre de 30 Rock,[52] enquanto páginas como o IndieWire e o Yahoo! o incluíram entre os 25 indispensáveis, descrevendo-o como "o primeiro vislumbre da genialidade que estava por vir."[53][54] Além disso, plataformas como PopSugar e /Film também o recomendaram em listas de revisitação,[55][56] e o portal The Richest destacou a cena na qual Tracy tenta esfaquear O'Brien como um dos 23 melhores momentos da sua personagem.[57]
Outras publicações também reconheceram o seu impacto. O portal Decider apontou-o como o décimo episódio mais emblemático de 30 Rock, referindo que a sucessão de novas tramas a partir dele provavelmente salvou a série de um cancelamento precoce.[58] O canal E! distinguiu-o como o oitavo melhor episódio do seriado e,[59] em 2020, como o mais engraçado de todos.[60] A página BuzzFeed, por sua vez, selecionou uma fala do Dr. Spaceman — "What can you do? Medicine is not a science." — como a quarta frase mais divertida de toda a série, classificando-a como representativa do humor negro e da irreverência que caracterizam 30 Rock.[61]
A participação de Conan O'Brien, essencial para a trama do episódio, também recebeu atenção crítica. A página Cracked.com considerou o apresentador o 19.º melhor interesse amoroso de Liz e destacou a sua aparição entre as melhores participações especiais de figuras da NBC no seriado.[5][62] O Collider, em contrapartida, posicionou-o em sexto lugar entre os melhores namorados de Liz.[63] A influência da participação dele foi igualmente recordada pelo jornal USA Today, que incluiu a aparição de Tracy no Late Night with Conan O'Brien entre os trinta momentos mais memoráveis da série.[64]
O episódio ficou ainda célebre por apresentar uma das falas mais repetidas de Jack, quando declara: "It’s after six. What am I, a farmer?" (em português: "Já passa das seis. O que sou eu, um agricultor?"). A frase tornou-se uma das mais citadas pelos fãs como síntese do caráter da personagem: sofisticado, rígido e excessivamente formal.[65][66] Alec Baldwin afirmou que a tirada tinha origem direta em Lorne Michaels, criador do SNL e inspiração para a construção da personagem.[4] A sua popularidade foi tal que o jornal The Columbus Dispatch a classificou como a terceira piada mais engraçada de toda a série.[67]
Prémios e nomeações
[editar | editar código]Na 59.ª cerimónia anual dos Prémios Emmy, realizada na noite de 16 de Setembro de 2007, Tina Fey foi nomeada na categoria de Melhor Escrita de Argumento para Série de Comédia pelo seu trabalho em "Tracy Does Conan". Esta distinção marcou a primeira de várias nomeações que 30 Rock viria a receber nesta categoria ao longo dos anos. A série competia consigo própria, como o episódio "Jack-Tor", escrito por Robert Carlock, também estava entre os nomeados. Por outro lado, o prémio acabou por ser atribuído a Greg Daniels, pelo episódio "Gay Witch Hunt" da série The Office.[68]
Referências
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Ligações externas
[editar | editar código]- "Tracy Does Conan" (em inglês) no IMDb
- "Tracy Does Conan" (em inglês) no AppleTV
- "Tracy Does Conan" (em inglês) no Peacock