Corporate Crush
| "Corporate Crush" | |
|---|---|
| 19.º episódio da 1.ª temporada de 30 Rock | |
| Informação geral | |
| Direção | Don Scardino |
| Escrito por | John Riggi |
| Cinematografia | Vanja Černjul |
| Edição | Doug Abel |
| Cód. de produção | 119 |
| Exibição original | 12 de Abril de 2007 |
| Convidados | |
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| Episódios da 1.ª temporada | |
2006 — 07
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| 30 Rock (1.ª temporada) Lista de episódios | |
"Corporate Crush" é o décimo nono episódio da primeira temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock. A realização ficou a cargo de Don Scardino, enquanto o argumento foi escrito por John Riggi, um dos co-produtores executivos da temporada. Entre os atores convidados destacam-se Maulik Pancholy, Kevin Brown, Grizz Chapman, John Lutz. O episódio assinala a estreia de Emily Mortimer no papel de Phoebe — personagem que voltaria a interpretar nos episódios seguintes da temporada — e o regresso de Rip Torn. O comediante Jason Sudeikis também fez uma participação; ele é um ex-integrante do elenco do Saturday Night Live (SNL), um programa com o qual 30 Rock tem várias conexões.
Transmitido nos Estados Unidos a 12 de Abril de 2007 pela NBC, "Corporate Crush" marcou a estreia de 30 Rock no novo horário das 21h00, substituindo Scrubs. Esta mudança integrou uma estratégia da emissora para capitalizar o sucesso crescente da série. De acordo com os dados da Nielsen Media Research, o episódio foi visto por uma média de 5,07 milhões de domicílios e registou 2,6 pontos de audiência com 7% de share entre adultos dos 18 aos 49 anos. Este representou o melhor desempenho da série nesse segmento desde o episódio "The Source Awards", transmitido a 1 de Março de 2007.
Na narrativa, Liz Lemon (interpretada por Tina Fey) vive o entusiasmo do início da sua relação com Floyd DeBarber (Sudeikis), enquanto Jack Donaghy (Alec Baldwin) enfrenta uma fase de desânimo após perder a liderança da divisão de microondas da General Electric, consequência do fracasso do especial de fogo-de-artifício. Paralelamente, Don Geiss (Torn) rejeita a proposta de Tracy Jordan (Tracy Morgan) para produzir um filme biográfico sobre Thomas Jefferson, no qual Tracy interpretaria todas as personagens. Porém, determinado a convencer Geiss, Tracy mobiliza a equipa do TGS with Tracy Jordan para criar um trailer fictício do projecto e mudar a ideia dele. Ao mesmo tempo, Jack e Floyd desenvolvem uma amizade inesperada, o que acaba por incomodar Liz devido à constante presença de Jack na sua vida pessoal.
O episódio foi elogiado pela evolução narrativa e pelo aprofundamento das relações interpessoais, com destaque para o desenvolvimento da relação entre Liz e Floyd. A aposta na vida pessoal de Liz como eixo central foi considerada uma escolha acertada, permitindo explorar novas dinâmicas, nomeadamente a crescente cumplicidade entre Liz e Jack. O humor absurdo, característico da série, manteve-se presente, com o trailer fictício de Jefferson a destacar-se pela sua criatividade e exagero. Ainda assim, alguns críticos apontaram uma menor coesão em comparação com episódios anteriores, vendo "Corporate Crush" como uma peça de transição. A ausência de Jane Krakowski foi recebida positivamente por alguns, enquanto a subtrama de Tracy dividiu opiniões, oscilando entre o brilhantismo cómico e uma execução menos eficaz.
Produção e desenvolvimento
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"Corporate Crush" constitui o 19.° episódio da primeira temporada de 30 Rock.[1] As suas filmagens aconteceram a 12 de Abril de 2007 nos Estúdios Silvercup em Long Island City, Nova Iorque.[2] A realização ficou sob responsabilidade de Don Scardino, enquanto o argumento foi redigido por John Riggi, um dos co-produtores executivos da temporada. Assim, "Corporate Crush" assinalou a quinta vez que Scardino realizava um episódio da série, assim como a terceira vez que Riggi autorava o guião de um episódio.[3] Os atores Jane Krakowski e Scott Adsit, respetivos intérpretes das personagens Jenna Maroney e Pete Hornberger na série, não participaram neste episódio, apesar dos seus nomes terem sido listados ao longo da sequência de abertura.[4][5]
O episódio estabelece algumas conexões com "Fireworks", seu antecessor. Um dos filmes em cartaz no cinema de onde Liz e Floyd saem chama-se Moonquest: Quest for the Moon — o mesmo título que aparece como publicidade no topo da página digital que apresenta a sitcom Makin' It Happen, conforme mostrado em "Fireworks". Além disso, "Corporate Crush" retoma duas tramas iniciadas em "Fireworks": o fiasco do espetáculo de fogos-de-artifício orquestrado por Jack, assim como o filme biográfico sobre Thomas Jefferson que Tracy pretende produzir. Embora este seja o último episódio no qual Tracy faça menção a este plano, o interesse dele por figuras históricas norte-americanas é retomado em temporadas posteriores, quando se envolve num projecto sobre Harriet Tubman. A marcha patriótica "The Stars and Stripes Forever" (1896), de John Philip Sousa, utilizada para sublinhar momentos de exaltação nacionalista, é também reproduzida em ambos os episódios.[6]
"Corporate Crush" marcou a estreia da atriz convidada Emily Mortimer em 30 Rock, no papel de Phoebe, a namorada britânica de Jack, que trabalha em uma galeria de arte. Mortimer voltaria a interpretar a personagem nos dois episódios seguintes, "Cleveland" e "Hiatus". Em entrevista ao jornal The Philadelphia Inquirer, a actriz descreveu a experiência como intensa e acelerada: "Foi incrível fazer televisão. Nunca participei de uma sitcom no passado, e foi tudo tão rápido. Você é dado o diálogo enquanto entra no estúdio e é um quanto cabeludo. Há dez pessoas paradas a olharem para o monitor e, se eles não se riem, então ao invés de ter uma segunda chance para refazê-lo, alguém escreve outras frases."[7][8] O actor Rip Torn também regressa em "Corporate Crush" para a sua segunda participação na série, interpretando Don Geiss, o director executivo da General Electric (GE). A sua estreia em 30 Rock ocorreu no episódio "The C Word".[9]

O comediante Jason Sudeikis fez uma participação especial em "Corporate Crush", a sua quinta em 30 Rock no papel de Floyd DeBarber.[10][11] Sudeikis é um ex-integrante do elenco do programa de televisão humorístico Saturday Night Live (SNL), programa no qual Tina Fey — criadora, co-showrunner, produtora executiva, argumentista-chefe e estrela de 30 Rock — foi argumentista-chefe entre 1999 e 2006, tem muitas conexões com 30 Rock. 30 Rock é muitas vezes visto como um reflexo cómico do SNL, e Liz Lemon como uma versão ficcionada de Fey, encarnando as dificuldades de liderar um programa cómico num ambiente dominado por homens, tal como o seu papel na vida real no SNL. Vários outros ex-alunos do SNL já desempenharam papéis importantes ou fizeram participações especiais em 30 Rock, tais como Fred Armisen, Jimmy Fallon, Siobhan Fallon Hogan, Will Ferrell, Will Forte, Gilbert Gottfried, Bill Hader, Jan Hooks, Julia Louis-Dreyfus, Tim Meadows, Bobby Moynihan, Amy Poehler, Rob Riggle, Horatio Sanz, Molly Shannon, Chris Parnell, e Kristen Wiig.[12][13][14] Tanto Tracy Morgan como Fey já integraram o elenco do SNL, com Fey tendo sido ainda a primeira apresentadora feminina do segmento Weekend Update. Além disso, membros da equipa de 30 Rock já trabalharam no SNL, como: John Lutz, argumentista entre 2003 a 2010; Beth McCarthy-Miller, realizadora entre 1995 e 2006; e Steve Higgins, argumentista e produtor de 1995 a 2009.[15][16] Alec Baldwin, apesar de nunca ter integrado o elenco do SNL, detém o recorde de ser o anfitrião do programa por mais vezes, com dezassete vezes.[17]
As séries 30 Rock e Unbreakable Kimmy Schmidt — ambas séries criadas por Tina Fey e Robert Carlock, que foram showrunners e produtores executivos nas duas — para além de partilharem criadores e membros do elenco — como Jon Hamm, Jane Krakowski, Tituss Burgess, e Mike Carlsen — partilham ainda o seu estilo de humor e personagens excêntricas, como também padrões narrativos subtis que revelam uma continuidade criativa entre os dois universos. Uma dessas conexões é a recorrente situação em que personagens secundárias assumem, de forma algo absurda, que não serão lembradas pelas protagonistas — mesmo quando os encontros anteriores foram marcantes ou recentes. Em "Corporate Crush", Phoebe dirige-se a Liz como se esta não se recordasse dela, apesar de se terem conhecido dias antes. Da mesma forma, no episódio "Kimmy Goes Roller Skating!" de Unbreakable Kimmy Schmidt, Sonja, a mulher com quem Dong se casou para obter um Cartão Verde e que frequenta a mesma turma de GED que eles, apresenta-se a Kimmy como se Kimmy não se lembrasse dela. Mais exagerado ainda é o caso de Cyndee — ainda em Unbreakable Kimmy Schmidt — que, apesar de ter vivido 15 anos num abrigo subterrâneo com Kimmy, continua a agir como se fosse necessário relembrá-la da sua identidade, nos episódios "Kimmy Kidnaps Gretchen!" e "Kimmy Meets a Celebrity!".[18] Embora Fey e Carlock tenham negado oficialmente qualquer continuidade entre os dois universos, a imprensa e os fãs continuam a especular sobre uma ligação implícita entre ambas as obras.[19][20]
Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[21][22][23] Em "Corporate Crush", os bonés usados apresentas as inscrições "Mystery Solver" e "Bahama Trapezoid."[24][2]
Enredo
[editar | editar código]Liz Lemon (Tina Fey) está radiante graças ao seu novo namorado, Floyd DeBarber (Jason Sudeikis), com quem tem grande sintonia. No entanto, Jack Donaghy (Alec Baldwin) enfrenta uma situação delicada ao ser severamente repreendido por Don Geiss, o Diretor Executivo da GE, devido ao fracasso do evento Salute to Fireworks. Como consequência, Geiss retira-lhe o cargo de diretor da divisão de micro-ondas da empresa. Para piorar, Geiss salienta que Jack é o único solteiro da equipa, aconselhando-o a procurar uma esposa. Sentindo-se deprimido, Jack dirige-se à casa de leilões Christie's, onde se cruza com Phoebe (Emily Mortimer) — uma negociante de arte que ali trabalha e que sofre da "Síndrome de Osso Aviário" — reacendendo uma faísca romântica. Liz, preocupada com o estado emocional de Jack, é arrastada para um jantar com ele e Floyd, onde Jack revela uma admiração desmedida pelo namorado de Liz. Chega ao ponto de o apelidar de "The Floydster", de lhe comprar uma pintura de cavalo e até de insinuar uma promoção. Esta situação leva Liz a sentir-se como o terceiro elemento da relação. Mais tarde, Jack invade a intimidade do casal com chamadas e mensagens, culminando num convite para assistirem a um jogo de basquetebol no seu camarote privado. É lá onde Liz confronta Jack, dizendo-lhe que precisa de encontrar o seu próprio "Floydster" e que não está disposta a partilhá-lo. No final do episódio, Jack apresenta Phoebe a Liz e solicita a sua aprovação relativamente ao relacionamento. Após receber o aval de Liz ao seu novo namoro, Jack prontamente pede Phoebe em casamento.[25]
Paralelamente, Tracy Jordan (Tracy Morgan) tenta impressionar Geiss com a proposta de um filme biográfico sobre Thomas Jefferson, que o executivo recusa de imediato, sugerindo que o ator invista o seu tempo em filmes de comédia. Contudo, determinado a ser levado a sério, Tracy decide produzir um trailer por conta própria para mostrar a sua visão a Geiss, recorrendo à equipa do TGS with Tracy Jordan para tal, e chegando a guardar um cavalo no seu carro. Mesmo assim, Geiss afirma que preferia ver Tracy a produzir uma sequela para Fat Bitch, um dos filmes nos quais protagonizou no passado, intitulada Fatch Bitch 2: The Bitch Is Back, onde se transforma num cão. Tracy, por fim, recusa os sete milhões de dólares para fazer a sequela, preferindo realizar o filme Jefferson à sua maneira. O estagiário Kenneth Parcell (Jack McBrayer) apoia-o, mesmo que os seus amigos Dot Com Slattery (Kevin Brown) e Grizz Griswold (Grizz Chapman) não o façam.[25]
Referências culturais
[editar | editar código]Um traço distintivo de 30 Rock é a frequência com que faz alusões ao universo Star Wars, uma tendência iniciada logo no episódio piloto, com Tracy a afirmar ser um cavaleiro Jedi. Este tipo de referência tornou-se recorrente, fruto do entusiasmo partilhado entre os argumentistas e membros do elenco, como Fey e o produtor executivo Robert Carlock. As alusões são muitas vezes subtis, surgindo em paralelismos narrativos, piadas visuais ou sugestões musicais que evocam a banda sonora de John Williams. Em vez de simples citações, os guiões incorporam elementos da saga para ilustrar dilemas quotidianos ou dinâmicas laborais. Liz é retratada como uma fã fervorosa da trilogia original, usando Star Wars como metáfora para os seus conflitos emocionais e profissionais. Entre os momentos mais memoráveis, destacam-se os quatro anos consecutivos em que se vestiu de Princesa Leia no Halloween — e também para escapar ao serviço de júri em Chicago e Nova Iorque — bem como no seu próprio casamento, justificando que era o único vestido branco que possuía. Carrie Fisher, que interpretou Leia, chegou a participar num episódio da série, criando uma meta-referência. Liz expressa ainda opiniões típicas dos fãs, como considerar Ataque dos Clones (2002) o pior filme da franquia. Estima-se que referências a Star Wars estejam presentes em pelo menos metade dos episódios, com comparações como a luta de Jack no mundo empresarial com a da Aliança Rebelde contra o Império Galáctico, ou o uso desastroso da sintaxe de Yoda por Tracy.[26][27][28][29][30] Em "Corporate Crush", Liz intervem uma conversa entre Jack e Floyd, comentando que Ataque dos Clones (2002) tinha sido, na sua opinião, o pior dos filmes Star Wars, mas Floyd interrompeu-a para continuar a elogiar Jack.[31]

As referências desportivas são outro elemento recorrente em 30 Rock, utilizadas tanto como recurso humorístico como ferramenta de caracterização. Jack emprega frequentemente metáforas desportivas para expressar estratégias empresariais, enquanto Tracy protagoniza situações absurdas relacionadas com o desporto, como quando se autoproclama o "Brian Dennehy negro." A série também satiriza o universo da imprensa desportiva, colocando Liz, pouco versada em desporto, em situações de desconforto e estranheza. Isto é visível, por exemplo, em piadas sobre os Cleveland Cavaliers ou o entusiasmo em torno de LeBron James no episódio "Cleveland". Num outro momento emblemático, em "Stride of Pride", um debate sobre se as mulheres são engraçadas é parodiado como se fosse uma competição desportiva, expondo o absurdo de aplicar métricas de vitória a algo subjetivo como o humor.[32] Em "Corporate Crush", Jack oferece bilhetes exclusivos a Floyd e Liz para assistirem a um jogo dos Knicks, equipa de basquetebol nova-iorquina da NBA.[33][6]
Tracy decide produzir um filme sobre Thomas Jefferson, no qual interpretaria todas as personagens, incluindo Sally Hemings e o Rei Jorge III. Embora insista que é um drama sério, Tracy solicita a Liz todos os recursos do TGS with Tracy Jordan por um período máximo de três semanas para produzir um trailer promocional. Liz recusa o pedido, levando Tracy a declarar que ela era o seu Alexander Hamilton, um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos. Tracy apresenta o trailer a Don Geiss, que, inicialmente, supõe que se trata de uma versão cinematográfica da sitcom afro-americana The Jeffersons. No trailer de Tracy, um cavalo chamado Freddie interpreta Carataco, o cavalo mais popular de Jefferson. O nome é uma referência ao líder celta que resistiu à conquista romana da Britânia. Além disso, no trailer, Tracy, no papel de Jefferson, afirma ter inventado a Lazy Susan, uma bandeja giratória colocada sobre uma mesa ou balcão para auxiliar na distribuição de alimentos.[34][33] Um fotograma emoldurado do programa Car 54, Where Are You? aparece no corredor do TGS, atrás de Tracy.[35][36]
Ao aconselhar Jack a procurar alguém para casar, Geiss menciona que a esposa de Bob "parece-se exatamente com Walter Matthau, mas está sempre lá para ele." Jonathan informa a Liz que Jack deseja se encontrar com ela na casa de leilões Christie's, e ela teme que o humor dele não esteja favorável, pois sabe que ele apenas vai para lá quando está deprimido. Ela acrescenta ainda que ele vai a um restaurante Sbarro quando está zangado e à Bolsa de Valores de Nova Iorque quando está excitado. As pinturas expostas na casa de leilões, e vistas ao longo deste e em episódios subsequentes, são de autoria de George Stubbs, um pintor britânico do século XVIII que frequentemente retratava cavalos a serem atacados por leões. Phoebe menciona o seu nome quando lamenta que o amigo de Jack não tenha ficado satisfeito com o Stubbs que Jack ofereceu. Mais adiante, no restaurante, ao ser apresentado a Floyd, Jack diz que o único Floyd que alguma vez conheceu era um barbeiro coreano, e Floyd brinca, dizendo que esse é o seu pai. O nome completo de Floyd é, mais tarde, revelado como sendo Floyd DeBarber, uma homenagem a Floyd, o Barbeiro, de The Andy Griffith Show. Na sua conversa naquele jantar, Floyd expressa que, na sua opinião, a canção "Best of You" (2005), dos Foo Fighters, é sobre as capacidades de gestão de Jack.[33][6][37]
No início do episódio, após notar uma melhoria no humor dela, Lutz expressa que odeia quando Liz está de bom humor, pois o faz sentir-se inseguro, como quando a mãe dele costumava fazer daiquiris e cantar músicas de Tanya Tucker. No seu apartamento, quando Floyd pergunta pelo paradeiro de Pete, Liz responde que ele levou os filhos a um circo de gatos russo. Existem, de facto, circos de gatos na Rússia. Após receber um convite de Jack para um encontro quase à meia-noite, Liz sugere que Floyd não vá e imita os passos de dança de Davy Jones do vídeo musical de "Daydream Believer" (1967), dos The Monkees, pedindo-lhe que lhe aplique VapoRub.[6] Mais tarde, Jack faz uma chamada para o telefone fixo de Liz, e ela percebe que a chamada estava a vir de dentro de casa, uma referência ao filme When a Stranger Calls (1979). Numa sequência de analepse, Floyd e Liz estão a jogar Uno. No entanto, ela esvazia a mão sem exclamar "UNO", o que significa que o jogo não teria terminado com a derrota de Floyd.[33][6][38][39]
Transmissão e repercussão
[editar | editar código]Audiência
[editar | editar código]Nos Estados Unidos, "Corporate Crush" foi originalmente transmitido na noite de 12 de Abril de 2007 pela NBC, como o 19.º episódio da primeira temporada de 30 Rock.[1] Foi o primeiro a ser transmitido na nova faixa horária das 21h00, em substituição de Scrubs, numa estratégia da NBC de capitalizar do sucesso emergente de 30 Rock na altura.[8][40][41]
Segundo os dados divulgados pela empresa de medição de audiências Nielsen Media Research, a transmissão original de "Corporate Crush" foi acompanhada por uma média de 5,07 milhões de domicílios. No segmento demográfico mais valorizado pela indústria televisiva — adultos entre os 18 e os 49 anos — o episódio registou 2,6 pontos de audiência e obteve 7% de share. Isto significa que 2,5% de todos os indivíduos dessa faixa etária nos Estados Unidos assistiram ao episódio, e que 7% dos que tinham a televisão ligada naquele momento estavam sintonizados em 30 Rock.[42] Este episódio teve o melhor desempenho entre o público de 18-49 anos desde 1 de Março, noite na qual foi transmitido o episódio "The Source Awards".[43]
Naquela noite, a CBS transmitiu um episódio original de CSI: Crime Scene Investigation, enquanto a ABC apresentou um episódio especial de Anatomia de Grey com excertos de episódios anteriores, que conseguiu conquistar o segundo lugar em número total de espectadores, com 12,6 milhões, superando largamente a NBC, que somou uma média 5,1 milhões com 30 Rock e Andy Barker, P.I., ambas comédias transmitidas na faixa das 21h00. No grupo etário 18-49, a ABC obteve a classificação de 5,0 com 13 de share, ultrapassando a NBC em 92%.[44][45] Na classificação semanal das transmissões em horário nobre, "Corporate Crush" posicionou 30 Rock no 73.º lugar entre os 99 programas mais vistos da televisão norte-americana.[46]
Análises da crítica
[editar | editar código]| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| A.V. Club | B[34] |
| IGN | 9,2/10[47] |
| TV Squad | 5,0/7[33] |

Robert Canning, analista de televisão do portal britânico IGN, sentiu que a evolução das histórias contínuas, especialmente o romance entre Liz e Floyd, permitiu ao episódio ilustrar uma viragem narrativa em 30 Rock. Para ele, a inclusão da vida pessoal de Liz como foco principal revelou-se uma escolha acertada, contribuindo para uma maior profundidade da série e reduzindo a presença da personagem Jenna, cuja utilidade permanecia incerta. Canning apreciou também a abordagem criativa ao lugar-comum do "terceiro elemento indesejado", culminando numa sequência de mensagens e visitas inesperadas que considerou uma das melhores do ano em comédias televisivas. No entanto, criticou a execução fraca da subtrama de Tracy, que, apesar do potencial, não lhe conseguiu arrancar risos.[47] De maneira semelhante, Matt Webb Mitovich, plumitivo do periódico TV Guide, perdoou o uso do lugar-comum graças à hilaridade inesperada do trailer de Jefferson. Apesar de inicialmente desconfiar da sua eficácia, o crítico acabou rendido ao humor exagerado e às múltiplas personagens, que o fizeram rir até às lágrimas. O seu entusiasmo culminou numa reflexão mais ampla sobre a singularidade de 30 Rock, elogiando a fusão única entre ritmo, comédia e surrealismo que distingue a série de outras como Scrubs, que considerava mais absurdas.[6]
Por outro lado, Erik Adams, cronista do jornal de entretenimento A.V. Club, descreveu "Corporate Crush" como um episódio estranho de analisar isoladamente, visto não haver "muito sobre o que falar." Contudo, atribuiu mérito à forma como serviu de trailer para os desenvolvimentos futuros, especialmente através da metáfora dos cavalos, animais que, segundo ele, são símbolos de majestade e foram rebaixados a adereços cómicos, espelhando a queda e a situação de Jack. Adams admitiu o humor absurdo da trama de Tracy, observando que a sua má representação histórica foi tão exagerada que se tornou uma aula de má atuação brilhante. No entanto, lamentou que o episódio não tenha atingido a coesão de outros como "Fireworks", funcionando mais como uma peça de transição. Ainda assim, encontrou admiração, nas cenas íntimas entre Liz e Floyd e na dinâmica emocional entre Liz e Jack, embora critique a forma como Jack se aproveita da energia positiva de Liz em vez de investir na relação com Phoebe.[34] Uma opinião similar foi expressada na coluna TV Squad, na qual a redatora Julia Ward, embora tenha reconhecendo o valor cómico de "Corporate Crush", lamentou que não estivesse à altura do seu antecessor. Ela também apreciou a ausência de Jenna, apesar de deixar claro que gosta de Jane Krakowski, e expressou que o que mais a agradava no seriado era o seu humor absurdo característico, que considerou essencial. Em contraste, Ward mostrou-se indiferente às tramas mais sérias, como o noivado de Jack ou os dramas românticos de Liz, mas elogiou a evolução da relação entre Jack e Liz para uma dinâmica de respeito mútuo, constatando que a oportunidade permitiu a Alec Baldwin brilhar na sua interpretação de vulnerabilidade mascarada por arrogância.[33]
Gena Kaufman, contribuinte da revista Glamour, considerou que o episódio constitui uma amostra perfeita de como uma amizade deve florescer, realçando a firmeza de Liz ao definir limites na interação de Jack com Floyd, o seu namorado.[48] Na sua obra The 30 Rock Book, o autor Mike Roe explicitou que, durante o período de transmissão do episódio, persistia entre os espetadores a expectativa de um possível envolvimento romântico entre Jack e Liz. Roe considerou que a relação de Jack com Phoebe, marcada pela sua condição médica, não contribuiu para dissipar essa ideia. Concluiu que a incompatibilidade entre a personalidade reservada e rígida de Phoebe e o estilo exuberante e dominante de Jack tornava o desfecho da relação previsivelmente insustentável. Além disso, fez um comentário sobre Fat Bitch, salientando que o título, claramente ofensivo, reflete uma abordagem humorística que dificilmente seria considerada aceitável nos dias de hoje.[8] Uma crítica anónima ao episódio, publicada no blogue Tapeworthy, notou uma evolução na capacidade de Tina Fey como atriz, reconhecendo a sua presença cada vez mais marcante e confiante. Além disso, o crítico sublinhou que elementos anteriormente vistos como pontos fracos — como a atuação de Fey, o comportamento excêntrico de Tracy e o ambiente caótico da sala dos argumentistas — se tornaram alguns dos aspetos mais fortes da série. A crítica também elogiou o facto de os destaques tradicionais, como Kenneth e Jack, continuarem a ser valorizados. O crítico concluiu o seu julgamento manifestando entusiasmo pelo impacto positivo de Floyd em Liz, sugerindo que a dinâmica entre os dois trouxe uma nova energia à série.[49]
Reconhecimento
[editar | editar código]Ao longo dos anos, "Corporate Crush" consolidou-se como um dos episódios mais reconhecidos e discutidos de 30 Rock.[50][51][52] No blogue Film School Rejects, o analista Jacob Trussell posicionou o episódio em 106.º lugar na sua lista, destacando o humor recorrente de Phoebe, especialmente quando menciona a sua "Síndrome de Osso Aviário." Apesar disso, considerou que Phoebe foi retratada de forma excessivamente caricatural, como uma parceira manipuladora, com Liz a tentar constantemente expor as suas verdadeiras intenções em relação a Jack. Trussell valorizou, no entanto, a relação afectuosa entre Jack e Floyd, que o episódio desenvolve, e apontou uma antecipação subtil do fenómeno global que viria a ser Hamilton (2020), de Lin-Manuel Miranda.[53] Por sua vez, o portal universitário Penn State CommRadio atribuiu ao episódio a 96.ª posição, salientando o desempenho de Tracy Morgan, cuja interpretação foi considerada decisiva para o sucesso da narrativa.[54] Contudo, por outro lado, o blogue independente That’s Entertainment! não incluiu "Corporate Crush" entre os melhores episódios da primeira temporada, mas fez-lhe uma menção honrosa, sublinhando com humor o conflito gerado pela presença de Jack como o "intruso" na nova relação de Liz com Floyd.[55]
Prémios e nomeações
[editar | editar código]Na 59.ª cerimónia anual dos Prémios Primetime Emmy Creative Arts, que teve lugar na noite de 8 de Setembro de 2007, a equipa técnica de 30 Rock recebeu uma nomeação. O técnico de som de produção Griffin Richardson, o misturador de pós-produção Tony Pipitone, e o técnico de mistura de diálogo Bill Marino foram nomeados na categoria Outstanding Sound Mixing For A Comedy Or Drama Series (Half-Hour) And Animation pelo seu trabalho em "Corporate Crush". No entanto, os técnicos Steve Morantz e Joe Foglia foram os vencedores, num empate pelos seus trabalhos nos episódios "One Day in the Valley" e "My Musical", das séries Entourage e Scrubs, respetivamente.[56]
Referências
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- ↑ a b SHERWOOD, Virginia (fotógrafa) (12 de Abril de 2007). «30 Rock — "Corporate Crush" Episode 19 -- Aired 4/12/07 -- Pictured: (l-r) Judah Friedlander as Frank Rossitano» (imagem) (em inglês). NBC Universal Media Village. Consultado em 1 de Julho de 2025 – via Getty Images
- ↑ «John Riggi List of Movies and TV Shows». TV Guide (em inglês). CBS Interactive, Inc. Consultado em 14 de Fevereiro de 2014. Arquivado do original em 14 de Fevereiro de 2007
- ↑ «30 Rock — Corporate Crush» (em inglês). Yahoo! TV. Yahoo!, Inc. Consultado em 13 de Julho de 2012. Arquivado do original em 12 de Julho de 2007
- ↑ «30 Rock — "Corporate Crush" — Synopsis, Credits, Companies». Variety (em inglês). Variety Media, LLC. Penske Media Corporation. Consultado em 13 de Agosto de 2008. Arquivado do original em 19 de Setembro de 2008
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It was amazing doing telly. I'd never done a sitcom before and it was so fast. You're given dialogue as you're walking onto the set and it's kind of hairy. There are 10 people standing around watching the monitor and if they don't laugh - then instead of having another chance to do it - someone writes another line.
- ↑ a b c ROE, Mike (2021). The 30 Rock Book: Inside the Iconic Show, from Blerg to EGOT (em inglês). Nova Iorque, NI: Abrams Press. Harry N. Abrams, Inc. p. 105-106. 304 páginas. ISBN 9781419750458. LCCN 2021933484
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Ligações externas
[editar | editar código]- "Corporate Crush" (em inglês) no IMDb
- "Corporate Crush" (em inglês) no AppleTV
- "Corporate Crush" (em inglês) no Peacock