Jack the Writer
| "Jack the Writer" | |
|---|---|
| 4.º episódio da 1.ª temporada de 30 Rock | |
| Informação geral | |
| Direção | Gail Mancuso |
| Escrito por | Robert Carlock |
| Canções | "There's No Business like Show Business", por Jack McBrayer |
| Cinematografia | Tom Houghton |
| Edição | Doug Abel |
| Cód. de produção | 104 |
| Exibição original | 1 de Novembro de 2006 |
| Convidados | |
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| Episódios da 1.ª temporada | |
2006 — 07
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| Lista de episódios 30 Rock (1.ª temporada) | |
"Jack the Writer" é o quarto episódio da primeira temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock. Teve o seu argumento escrito por Robert Carlock, que também atuava como co-produtor executivo da temporada e co-showrunner do seriado, e foi realizado por Gail Mancuso. Foi a primeira vez que ambos receberam créditos por estes trabalhos na série. O episódio conta ainda com participações de Keith Powell, Maulik Pancholy, Katrina Bowden, Tom Broecker, e John Lutz, além de uma breve aparição de James Anderson interpretando a si mesmo. Sharon Wilkins deu vida à primeira versão da esposa de Tracy, Angie Jordan, personagem que nos episódios seguintes passaria a ser interpretada por outra atriz.
Na trama central, Liz Lemon (interpretada por Tina Fey) enfrenta o desafio de liderar a equipa de guionistas do TGS quando Jack Donaghy (Alec Baldwin), como parte de um programa de gestão da General Electric (GE), decide envolver-se diretamente no processo criativo, gerando atrito e frustração entre os argumentistas. Paralelamente, Liz tenta lidar com a distração que a sua assistente Cerie Xerox (Bowden) causa na equipa masculina com as suas roupas reveladoras. Ao mesmo tempo, Kenneth Parcell (Jack McBrayer) é enviado por Tracy Jordan (Tracy Morgan) para uma série de missões cada vez mais extravagantes e absurdas, testando a sua lealdade e dedicação.
As opiniões da crítica sobre o episódio foram mistas, mas, no geral, indicaram que a série estava a encontrar a sua identidade. Enquanto alguns críticos consideraram o episódio fraco por falta de um conflito central significativo e pelo desenvolvimento abrupto das tramas, outros elogiaram a sua audácia e o humor afiado, vendo-o como uma confirmação do potencial de 30 Rock como uma comédia de local de trabalho. O uso de enredos familiares e a sobrecarga de piadas, a par da paródia da própria indústria, foram vistos como pontos fortes, embora alguns expressassem a preocupação de que a série pudesse estar a tornar-se repetitiva ao depender excessivamente das excentricidades de personagens como Tracy.
Transmitido originalmente nos Estados Unidos a 1 de Novembro de 2006 pela emissora NBC, "Jack the Writer" foi o último episódio de 30 Rock a ser transmitido numa quarta-feira. Com uma audiência de 4,61 milhões de agregados familiares, registou a menor audiência da série desde a sua estreia, perdendo mais de um milhão de telespectadores em relação ao episódio anterior, "Blind Date". O episódio obteve uma classificação de 1,7 e um share de 5 na faixa demográfica dos 18 aos 49 anos, o que colocou o futuro da série em risco. Contudo, a sua sobrevivência foi assegurada, em grande parte, pela influência do produtor executivo Lorne Michaels, que conseguiu garantir mais tempo de antena, levando a NBC a mudar a série para as noites de quinta-feira, um horário mais seguro para comédias.
Produção e desenvolvimento
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"Jack the Writer" é o quarto episódio da primeira temporada de 30 Rock. O seu argumento foi escrito por Robert Carlock, que exercia ainda as funções de co-produtor executivo da temporada e co-showrunner do seriado, e realizado por Gail Mancuso, marcando a estreia de ambos os profissionais numa produção de 30 Rock.[1][2][3][4] Todavia, embora tenha sido transmitido como o quarto, foi o terceiro episódio produzido, após uma troca com "Blind Date". Mas, os códigos de produção de episódios da série são atribuídos consoante a data de transmissão, motivo pelo qual "Jack the Writer" leva o código 104.[5] Apesar de o seu nome ter sido creditado na sequência de abertura, a atriz Jane Krakowski, que interpreta Jenna Maroney em 30 Rock, não apareceu neste episódio.[6][5] O episódio introduz pela primeira vez a personagem Angie Jordan, esposa de Tracy. Interpretada por Sharon Wilkins, Angie aparece brevemente e sem falas. Nos episódios seguintes, a personagem seria assumida por Sherri Shepherd, embora nunca tenha sido divulgada uma explicação oficial acerca dessa substituição.[7][8]
Durante as gravações, Alec Baldwin improvisou grande parte da cena em que Jack pergunta a Liz se ela gosta dele, incluindo o comentário sobre os "olhos de tubarão." Tina Fey — criadora, produtora executiva, co-showrunner, argumentista-chefe e protagonista de 30 Rock — revelou que Baldwin testou várias versões da fala durante os ensaios, o que contribuiu para o tom espontâneo da cena.[9][5] Em "Jack the Writer", a série aprofunda a construção da personagem de Jack, interpretado por Alec Baldwin. Segundo Mike Roe, autor de The 30 Rock Book, até este episódio, Jack era uma figura importante mas, a partir daqui, ele assume uma posição mais central na narrativa. Em "Jack the Writer", Jack revela um desejo quase emocional por poder dentro da estrutura corporativa da General Electric (GE), refletindo a sua devoção a filosofias de gestão como o Six Sigma, popularizadas por Jack Welch, então presidente da GE. O episódio também insinua as inclinações políticas de Jack, com uma referência precoce a Jeb Bush, muito antes da sua candidatura presidencial. Segundo Carlock, o episódio simboliza a colisão entre os mundos de Liz e Jack, ao colocar o executivo diretamente na sala de escrita.[10][11] Baldwin, ele próprio uma pessoa criativa, achava fascinante interpretar alguém que não compreendia o processo criativo.[12][13][14][15]
O episódio inclui um momento no qual Tracy envia Kenneth numa missão para adquirir um peixe-leão. Esta trama gerou um problema inesperado para a equipa de produção, devido à necessidade de manter um aquário real com peixes vivos no estúdio. O peixe exótico em questão era perigoso e custava 600 dólares. Apesar dos esforços para mantê-lo vivo, o animal não resistia, levando o técnico de produção Kevin Ladson a substituí-lo por uma iguana falsa. Como os iguanas quase não se mexem, o efeito visual manteve-se convincente sem mais problemas de manutenção. Todavia, um erro visível no episódio mostra Kenneth a transportar um suposto peixe-leão num saco plástico. Sendo venenosa, a espécie que não deveria ser manuseada dessa forma. A excentricidade de Tracy na série reflete-se na vida real do ator Tracy Morgan, que partilhava o fascínio do seu personagem por aquários e peixes exóticos, chegando a pedir a Ladson para construir um aquário semelhante nasua casa. O técnico recusou o projeto por motivos técnicos, e, pouco depois, soube que o aquário de Morgan havia explodido, causando uma inundação no apartamento de baixo. O comportamento extravagante de Tracy também se refletia nas exigências feitas ao seu assistente pessoal, que incluíam tarefas como encontrar o casaco original do vídeo musical de "Thriller" (1982) de Michael Jackson, ou, em outro momento, localizar um polvo do pacífico gigante fora de um aquário público, o que só foi possível com o pagamento de cem mil dólares a um mergulhador profissional. Trabalhar com Tracy, segundo relatos, era uma função onde dizer "não" não era uma opção.[13]
O guionista de comédia James Anderson, fez uma participação em "Jack the Writer" a interpretar uma versão ficcional de si mesmo. Ele integrou a equipa de argumentistas do Saturday Night Live (SNL) de 2000 a 2020.[16] O SNL, programa no qual Tina Fey — criadora, co-showrunner, produtora executiva, argumentista-chefe e estrela de 30 Rock — foi argumentista-chefe entre 1999 e 2006, tem muitas conexões com 30 Rock. 30 Rock é muitas vezes visto como um reflexo cómico do SNL, e Liz Lemon como uma versão ficcionada de Fey, encarnando as dificuldades de liderar um programa cómico num ambiente dominado por homens, tal como o seu papel na vida real no SNL. Vários outros ex-alunos do SNL já desempenharam papéis importantes ou fizeram participações especiais em 30 Rock, tais como Fred Armisen, Jimmy Fallon, Siobhan Fallon Hogan, Will Ferrell, Will Forte, Gilbert Gottfried, Bill Hader, Jan Hooks, Julia Louis-Dreyfus, Tim Meadows, Bobby Moynihan, Amy Poehler, Rob Riggle, Horatio Sanz, Molly Shannon, Jason Sudeikis, e Kristen Wiig.[17][18][19] Tanto Tracy Morgan como Fey já integraram o elenco do SNL, com Fey tendo sido ainda a primeira apresentadora feminina do segmento Weekend Update. Além disso, membros da equipa de 30 Rock já trabalharam no SNL, como: John Lutz, argumentista entre 2003 a 2010; Beth McCarthy-Miller, realizadora entre 1995 e 2006; e Steve Higgins, argumentista e produtor de 1995 a 2009.[20][21] Alec Baldwin, apesar de nunca ter integrado o elenco do SNL, detém o recorde de ser o anfitrião do programa por mais vezes, com dezassete vezes.[22]
Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[23][24][25] Em "Jack the Writer", os bonés usados têm as inscrições "Ninja Expert", "Arcade Champ" e "Big Foot Expert."[26][27]
Enredo
[editar | editar código]O episódio inicia-se na sala de escrita do TGS with Tracy Jordan, onde Liz Lemon (Tina Fey) tenta, sem sucesso, captar a atenção dos seus guionistas. Estes estão distraídos com a presença de Cerie Xerox (Katrina Bowden), a assistente que se apresenta com roupas bastante reveladoras. Incomodada, Liz pede-lhe discretamente que se ausente, enviando-a para comprar um chai. Mais tarde, após esboçarem novas esquetes, os argumentistas fazem uma pausa de um minuto para dançar, momento interrompido pela chegada inesperada de Jack Donaghy (Alec Baldwin). Jack anuncia que, como parte do programa de gestão Six Sigma da General Electric, irá participar das reuniões criativas para compreender melhor os processos internos da empresa. A notícia não é bem recebida pela equipa. Com o passar dos dias, Jack deixa de ser um mero observador e começa a interferir diretamente no trabalho dos guionistas, propondo ideias, sugerindo bordões e até criando esquetes por conta própria. A sua intromissão gera crescente frustração, levando os guionistas a pedirem a Liz que o afaste das sessões. Reconhecendo o impacto negativo da presença de Jack, Liz confronta-o e solicita que se retire da sala de escrita. Jack, embora relutante, aceita a decisão e promete não interferir mais. No entanto, ignora as tentativas de Liz de o contactar posteriormente. O seu assistente, Jonathan (Maulik Pancholy), confidencia a Liz que Jack está magoado e sugere que ela peça desculpa, sem revelar que foi ele quem a aconselhou. Liz dirige-se ao escritório de Jack e pede desculpa. Jack aceita, mas manipula a conversa para que Liz admita que gosta dele, oferecendo-lhe bilhetes para os bastidores de um concerto, um gesto que Liz lamenta, já que havia dito sarcasticamente ser fã. Mais tarde, durante o almoço da equipa, Jack apresenta o edifício 30 Rock a dois convidados, e os colegas de Liz perguntam se podem almoçar no terraço. Liz, confiante na sua nova proximidade com Jack, promete resolver. Contudo, a relação entre os dois sofre um abalo quando Liz se dirige a Jack de forma excessivamente informal diante de executivos da rede. Jack repreende-a duramente para proteger a sua imagem profissional, mas acaba por pedir desculpa e esclarecer que, embora sejam "amigáveis", não são propriamente amigos. A cena termina com um comentário sarcástico de Jack sobre os hábitos alimentares de Liz, encerrando a conversa com frieza.[27]
Paralelamente, Cerie continua a surgir no trabalho com trajes provocantes, o que leva Liz a confrontá-la sobre o impacto da sua aparência na concentração dos guionistas masculinos. A conversa, no entanto, não surte o efeito desejado: Cerie revela, com ingenuidade, que não pretende seguir carreira na televisão e que se veste conforme o seu conforto. Liz sente-se insegura com a própria imagem, enquanto Pete Hornberger (Scott Adsit), produtor do TGS, expressa frustração e desejo de ver mais de Cerie. Mais tarde, quando Liz exige que Cerie mude de roupa ao ver ela com algo ainda mais revelador, a assistente sugere que a chefe ficaria ótima com algo mais sensual. Liz acaba por aparecer nos corredores do estúdio com um vestido estampado com "Dirty Diva", sugestão de Cerie, sendo alvo de chacota por parte da equipa.[27]
Enquanto isso, Kenneth Parcell (Jack McBrayer), estagiário da NBC, continua a cumprir tarefas para Tracy Jordan (Tracy Morgan), o novo astro do TGS. Depois de lavar o carro do patrão, é enviado numa missão peculiar: encontrar nachos no Estádio Yankee. Ao regressar, recebe uma nova incumbência ainda mais absurda, adquirir um peixe exótico ilegal em Chinatown para o aquário de Tracy. Por fim, é encarregado de comprar um presente para Angie Jordan (Sharon Wilkins), esposa de Tracy, e levá-la a um restaurante sofisticado, onde entrega o mimo em nome do chefe. Kenneth começa a perceber que servir Tracy é uma tarefa mais exigente do que imaginava, marcada por desafios cada vez mais extravagantes.[27]
Referências culturais
[editar | editar código]O título do episódio faz referência a Jack Unterweger, um escritor austríaco que ganhou notoriedade após ser condenado por homicídio em 1976. Ele ganhou a alcunha Jack the Writer durante o tempo na prisão, no qual escreveu contos, peças e uma autobiografia que impressionaram o meio literário, levando à sua libertação em 1990 sob a alegação de reabilitação. Contudo, ele voltou a cometer assassinatos e foi novamente condenado.[28][29][30] O episódio inicia com Liz a propor a remoção de uma esquete do TGS sobre Donald Trump, alegando que ele foi "comido por um leão" na Estação Espacial Internacional. A sugestão absurda serve como teste para verificar se os argumentistas estavam realmente atentos ao que ela dizia, como estama distraídos pelo traje de cerie. Mais adiante, Frank propõe uma nova esquete que é prontamente rejeitada por Jack, que justifica a recusa alegando ser amigo do republicano Jeb Bush, que era na altura governador da Flórida. A filiação política de Jack, alinhada com o Partido Republicano, é explorada ao longo da série, sendo neste episódio ilustrada pela sua participação num almoço comemorativo do 60.º aniversário de Ann Coulter, conhecida comentadora conservadora norte-americana. Em contraste, Jack sugere que a piada em questão poderia ser redirecionada para Barbra Streisand, figura frequentemente associada à esquerda liberal.[31][32]

Na sala dos guionistas, a equipa debate nomes para cereais fictícios, incluindo "Swastikos," e Jack propõe que desenvolvam uma tira inspirada na banda desenhada Dilbert. Ao entrar na sala, Jack pergunta a Frank se está familiarizado com o conceito de Six Sigma, ao que Frank pressupoõe ser "um tipo especial de G.I. Joe," confundindo a metodologia empresarial desenvolvida na empresa Motorola com a linha de brinquedos Sigma 6. A obsessão de Jack pelo Six Sigma torna-se uma constante na série, culminando no episódio "Retreat to Move Forward", da terceira temporada, e se esticando até ao episódio final de 30 Rock, no qual ele demonstra a "Roda de Dominação Six Sigma", substituindo o tradicional cartaz motivacional de um gatinho coberto de esparguete.[33][12][34][35] Mais adiante, Frank pergunta a Liz se, agora que é amiga de Jack, pode pedir-lhe autorização para que a equipa do TGS coma pizza no terraço do edifício 30 Rock, tal como faz a equipa do programa Today. Liz fica surpresa ao saber que até Ann Curry frequenta o espaço. Todavia, ao abordar Jack sobre isto, ele adverte-a que, se voltar a desrespeitá-lo como fez diante de dois executivos, será punida com a tarefa de escrever material promocional para jogos da Arena Football League.[32][31]
Tracy sauda Kenneth exclamando "Qual é a frequência, Ken?", uma referência à frase "What's the frequency, Kenneth?", frequentemente dita por Dan Rather, jornalista da CBS News. Em 1986, Rather foi atacado brutalmente nas ruas de Nova Iorque por um homem que, enquanto o agredia, repetia insistentemente a pergunta: "Qual é a frequência?". O ataque, acompanhado de socos e pontapés, chocou o público na época e gerou enorme repercussão na mídia.[36] No camarim de Tracy, Kenneth recebe dele o conselho de viver a vida como se fosse a "Semana do Tubarão", uma referência direta ao fenômeno cultural que é a Shark Week, uma programação anual do Discovery Channel que explora o mundo dos tubarões . Enquanto pedala pelas ruas de Nova Iorque com o peixe de Tracy nas mãos, Kenneth canta versos de "There’s No Business Like Show Business" (1946), tema composto por Irving Berlin e eternizado no filme Annie Get Your Gun (1950).[37] Ao tentar escalar uma cerca para entrar no Estádio Yankee, Kenneth fica preso e grita para um rato: "Vai buscar ajuda, rapariga!", numa referência às missões de resgate protagonizadas pela protagonista canina da série Lassie. Outra referência musical é a canção "Grown & Sexy" (2006), do rapper Chamillionaire, quie é tocada duas vezes no episódio, incluindo durante a pausa de um minuto da equipa do TGS, que dança entusiasticamente ao som da faixa. Jack interrompe o momento, mas ao perceber o entusiasmo de Liz, oferece-lhe bilhetes para um concerto do artista. Na legenda oculta do episódio, Jack convida Liz a levar "uma amiga," embora na edição de áudio diga apenas "um amigo," uma referência ao episódio "Blind Date", em que Jack assume erroneamente que Liz é lésbica e a envia para um encontro às cegas com uma amiga sua. A música "Who’s That Lady" (1964), dos The Isley Brothers, toca enquanto Liz caminha em direção à sala dos guionistas vestida com um traje sugerido por Cerie, embora a legenda oculta identifique erroneamente a faixa como sendo de Tom Jones.[38][31][32]
O episódio também inclui provocações sutis à série concorrente Studio 60 on the Sunset Strip. Num momento, ouve-se alguém mencionar a exibição de erros de gravação do programa fictício United Nations, recém-adquirido pela NBS, uma referência direta à trama de Studio 60 on the Sunset Strip. Noutra cena, Liz e Pete caminham em um círculo pelo estúdio e questionam por que estão a andar sem rumo, concluindo que estão a fazer um "walk-and-talk."[12][13] A cena parodia a técnica cinematográfica popularizada pelo dramaturgo Aaron Sorkin em The West Wing e Studio 60 on the Sunset Strip, ambas séries criadas por Sorkin. Esta última estreou em 2006 na programação da NBC, juntamente com 30 Rock. Ambos seriados eram sobre a criação de um programa de comédia transmitido ao vivo em uma rede de televisão grande.[39] Apesar das suas semelhanças no enredo, os críticos de televisão constaram que os dois seriados tinham abordagens diferentes, com o primeiro sendo considerado uma sitcom mais absurda, enquanto o segundo observado como uma dramédia intensa focada em questões sociais. A NBC decidiu apostar em ambas séries, adicionando-as à sua programação na temporada televisiva norte-americana de 2006-07. No entanto, Studio 60 on the Sunset Strip recebeu críticas mistas e audiências favoráveis, enquanto 30 Rock melhorou gradualmente e recebeu diversas nomeações em cerimónias de entrega de prémios. Todavia, ao final da sua primeira temporada, a NBC cancelou Studio 60 on the Sunset Strip, permitindo que 30 Rock continuasse no ar. O ambiente entre os dois criadores aparentou ter permanecido amigável após isto, com Sorkin chegando a participar em 30 Rock, num episódio no qual fez uma piada relacionada com o fracasso de Studio 60.[40][41][42][43]
Outro traço distintivo de 30 Rock é a frequência com que faz alusões ao universo Star Wars, uma tendência iniciada logo no episódio piloto, com Tracy a afirmar ser um cavaleiro Jedi. Este tipo de referência tornou-se recorrente, fruto do entusiasmo partilhado entre os argumentistas e membros do elenco, como Fey e o produtor executivo Robert Carlock. As alusões são muitas vezes subtis, surgindo em paralelismos narrativos, piadas visuais ou sugestões musicais que evocam a banda sonora de John Williams. Em vez de simples citações, os guiões incorporam elementos da saga para ilustrar dilemas quotidianos ou dinâmicas laborais. Liz é retratada como uma fã fervorosa da trilogia original, usando Star Wars como metáfora para os seus conflitos emocionais e profissionais. Entre os momentos mais memoráveis, destacam-se os quatro anos consecutivos em que se vestiu de Princesa Leia no Halloween — e também para escapar ao serviço de júri em Chicago e Nova Iorque — bem como no seu próprio casamento, justificando que era o único vestido branco que possuía. Carrie Fisher, que interpretou Leia, chegou a participar num episódio da série, criando uma meta-referência. Liz expressa ainda opiniões típicas dos fãs, como considerar Ataque dos Clones (2002) o pior filme da franquia. Estima-se que referências a Star Wars estejam presentes em pelo menos metade dos episódios, com comparações como a luta de Jack no mundo empresarial com a da Aliança Rebelde contra o Império Galáctico, ou o uso desastroso da sintaxe de Yoda por Tracy.[44][45][46][47][48] Em "Jack the Writer", Liz comenta com Pete que detesta subir ao escritório de Jack, mesmo por motivos triviais, comparando a experiência a entrar na Estrela da Morte. Ela diz esperar ver stormtroopers e que, se Jack fizer o gesto de estrangulamento com a Força, como Darth Vader, ela fugirá. Pete tenta acalmá-la chamando-a de Capitão Needa, mas Liz reage com pânico, lembrando que essa personagem morre no filme O Império Contra-Ataca (1980).[49] Mais tarde, ao refletirem sobre o comportamento surpreendentemente amigável de Jack, Liz compara-o à cena em que se vê a parte de trás da cabeça de Darth Vader sem capacete, revelando que ele é humano. Liz conclui que precisa de novos DVDs.[50]
Transmissão e repercussão
[editar | editar código]Audiência
[editar | editar código]"Jack the Writer" foi transmitido pela primeira vez no Canadá na noite de 31 de Outubro de 2006, através do canal CTV. Nos Estados Unidos, a sua transmissão original ocorreu a 1 de Novembro de 2006 pela NBC, como o quarto episódio da primeira temporada de 30 Rock.[51] Esta emissão, segundo o publicado pelo serviço Nielsen Ratings, foi acompanhada por uma média de 4,61 milhões de agregados familiares, a menor quantidade alguma vez reunida para um episódio da série desde a sua estreia três semanas antes. Em relação ao episódio anterior, "Blind Date", este episódio registou uma perda de mais de um milhão de telespectadores. No perfil demográfico dos telespectadores entre os 18 aos 49 anos de idade, "Jack the Writer" obteve a classificação de 1,7 e 5 de share. O 1,7 refere-se à percentagem de todos os lares com televisão nos Estados Unidos que estavam a ver o programa naquele momento, enquanto o 5 significa que de todos os lares que estavam a ver televisão naquele momento, 5% estava sintonizados no programa.[52]
Com este desempenho, a série continuava em risco de cancelamento, visto que o episódio não foi considerado um grande sucesso, ficando aquém das expectativas da rede.[53] O programa que se seguia na programação da NBC, 20 Good Years, teve números ainda mais baixos, o que refletia a dificuldade da rede em atrair o público nas noites de quarta-feira. Como resultado, 30 Rock enfrentava um destino incerto, dependendo de pequenas variações nas audiências semanais para se manter no ar. De acordo com o argumentista Andrew Guest, a sobrevivência da série foi garantida em grande parte pela influência de Lorne Michaels, produtor executivo que conseguiu assegurar mais tempo de antena apesar das baixas audiências.[13] Na classificação semanal de audiência em horário nobre, "Jack the Writer" rendeu a 30 Rock ocupar a 81.ª posição entre os programas mais assistidos da televisão norte-americana.[54] A NBC decidiu mudar a série para as noites de quinta-feira, um horário mais seguro para comédias na rede, fazendo deste episódio o último de 30 Rock transmitido numa quarta-feira.[55][56][12]
No Reino Unido, o episódio foi emitido pelo canal Five a 1 de Novembro de 2007,[57] mas também teve uma receção modesta, reunindo 500 mil telespectadores e obtendo quota de 4%. Uma quota de 4% significa que apenas 4% do público que estava a ver televisão na altura sintonizou a série. Para os padrões de audiência de um canal nacional, este é um número bastante baixo e reflete uma performance descrita pelo portal The Guardian como "sem brilho."[58]
Análises da crítica
[editar | editar código]| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| The A.V. Club | B+[35] |
| IGN | 6,5/10[59] |
A crítica britânica Anna Pickard, escrevendo para o jornal The Guardian, afirmou que 'quatro episódios depois, esta sitcom de bastidores só fica mais engraçada."[57] O especialista em televisão Alan Sepinwall expressou no seu blogue What's Alan Watching? que "Jack the Writer" é um episódio satisfatório, que, apesar de não ser tão consistentemente engraçado como o anterior, confirmou o potencial de 30 Rock como uma boa comédia. Para ele, o facto de a série conseguir ser tão engraçada e audaz justificava a sua existência e o seu valor.[60] O redator Erik Adams foi igualmente entusiasmante no seu comentário para o jornal de entretenimento A.V. Club, no qual interpretou o episódio como uma peça que consolida 30 Rock como uma comédia de ambiente profissional, em vez de uma mera sátira do mundo do espetáculo. Adams valorizou o desenvolvimento das relações entre as personagens, especialmente entre Liz e Jack , e viu na dinâmica de estatuto alto/baixo uma força narrativa. Adams aponta ainda que o episódio termina de forma abrupta, sem a resolução tradicional da TV, algo que pode ter confundido o público de 2006, mas que, na sua perspetiva, demonstra a audácia da série e a sua prioridade em dar prioridade às piadas e ao desenvolvimento da voz cómica, em vez de um enredo rígido.[35]
A redatora Emily St. James, outra contribuinte do A.V. Club, destacou o respeito que 30 Rock demonstra pela tradição da comédia televisiva, observando o seu uso de enredos clichês e os revitaliza com uma sobrecarga de piadas, tornando-os novamente interessantes. Segundo ela, "Jack the Writer", com a sua trama central do chefe de Liz tentando se envolver nos assuntos dela, é um exemplo perfeito disso.[61] Seguindo a mesma linha de pensamento, a crítica Heather Havrilesky, da revista Salon, aclamou a forma como 30 Rock retrata os bastidores da televisão. Para ela, o episódio mostra executivos e argumentistas como figuras miseráveis, distantes do glamour hollywoodiano, destacando cenas como a preocupação de Liz com a roupa provocante da assistente Cerie e seu impacto na produtividade dos argumentistas.[12] Lottie Winsor, da plataforma What Culture, comentou sobre a breve participação de Sharon Wilkins como Angie Jordan, considerando a sua atuação decepcionante, baseando nos seus trabalhos anteriores National Treasure (2004) e I, Robot (2004), e justificando a sua substituição por Sherri Shepherd nos episódios seguintes. Para Winsor, a personagem não se encaixava na série, e sua saída precoce foi acertada.[7]
Por outro lado, o colunista Matt Webb Mitovich, da revista TV Guide, sugeriu que o episódio foi um pouco decepcionante. Embora tenha elogiado a capacidade da série de satirizar a si mesma e a indústria do entretenimento, vendo a paródia como um dos pontos altos do episódio, Mitovich demonstrou preocupação com a repetição de piadas centradas na loucura de Tracy e na tolice de Jack, sentindo que a série devia guardar um pouco de "loucura" para o resto da temporada. Ele também criticou as tramas secundárias por serem ineficazes e sem desfecho satisfatório, sugerindo que o episódio falha em desenvolver essas histórias de forma significativa.[6] Em um tom ainda mais crítico, o plumitivo Robert Canning, escrevendo para o portal de entretenimento IGN, considerou o episódio fraco. Embora tenha elogiado a performance de Alec Baldwin e a execução do enredo, Canning apontou que a familiaridade da trama a torna relaxante, mas não suficientemente hilariante. Similarmente, ele destacou que os momentos mais engraçados surgem da imprevisibilidade de Tracy, cuja excentricidade vinha sendo suavizada ao longo da série. Contudo, o crítico lamentou a ausência de um conflito real, observando que as histórias carecem de desenvolvimento e que o arco principal entre Liz e Jack termina abruptamente, como se faltasse um ato inteiro. Ele reconheceu o humor das referências culturais, mas questionou se este estilo de comédia seria suficiente para manter o interesse do público sem um conflito que os faça preocupar-se.[59]
Críticas ao feminismo
[editar | editar código]O episódio revelou tensões problemáticas na forma como aborda a personagem Cerie. Inicialmente retratada como um estereótipo de jovem sexualizada, sua presença em roupas provocantes é usada como ponto de conflito, o que pode soar superficial e até mesmo incómodo. No episódio, Liz aborda Cerie sobre a sua indumentária, incentivando-a a vestir-se com roupas menos reveladoras e a passar a usar um sutiã. Segundo o crítico Jacob Trussel, da publicação Film School Rejects, Liz demonstrou uma atitude sexista ao culpar Cerie pela atenção que recebida dos argumentistas do TGS pelas suas roupas, que supostamente distraem os escritores, em vez de focar no comportamento dos homens. Esta abordagem, que inverte a responsabilidade para a mulher, foi vista como uma forma de "slut-shaming", indo contra a ideia de que o problema reside na forma como Cerie se veste, e não no assédio ou na falta de profissionalismo dos homens.[62] No entanto, esse tratamento evolui ao longo da série. O crítico Anthony Fertino reconheceu que embora inicialmente tenha sido apenas retratada como mero objeto sexual, Cerie revela-se uma figura mais inteligente e versátil do que aparenta mais adiante na série, tornando-se gradualmente um recurso cómico valioso.[63] A atriz Katrina Bowden, que interpreta Cerie, tinha apenas 16 anos quando fez o primeiro teste para o piloto, mas foi considerada demasiado jovem. Mais tarde, aos 17, após terminar o ensino secundário e com planos para ingressar na universidade, foi chamada novamente e acabou por integrar o elenco definitivo da série.[13]
No artigo independente The Tina Fey Problem: On the Tragedy of 2010s Feminism, a autora Cecilia Barron criticou a forma como o feminismo dos anos 2010, representado por comediantes como Tina Fey, Amy Poehler e Lena Dunham, era essencialmente superficial e focado em confissões pessoais e humor autoconsciente, sem oferecer uma estratégia clara para a mudança social. Usando "Jack the Writer" como exemplo, Barron mostra como Liz, embora retrate uma mulher tentando navegar num mundo corporativo dominado por homens, acaba por se reduzir a uma figura cómica de autodepreciação, exibindo as suas falhas, como problemas digestivos, fracassos românticos e outros constrangimentos. Segundo Barron, a crítica feminista apresentada por 30 Rock é, assim, limitada a expor as dificuldades de uma mulher no trabalho sem, no entanto, desafiar realmente as estruturas de poder que as perpetuam. A autora argumenta que, embora o episódio critique as dinâmicas de género e o comportamento de figuras como Jack, o seriado nunca vai além da superfície desses problemas, oferecendo uma visão feminista que, embora presente e visível, se limita a mostrar as frustrações individuais sem construir uma resposta política ou social mais profunda, o que acabou por contribuir para a falência desse tipo de feminismo frente aos desafios políticos reais.[64]
Impacto
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"Jack the Writer" desempenha um papel crucial no desenvolvimento da série, marcando uma viragem na forma como as personagens, particularmente Jack, são retratadas e aprofundadas. Segundo Mike Roe, autor de The 30 Rock Book, o episódio não só dá mais profundidade à personagem de Alec Baldwin, como também solidifica o tom e a direção criativa que tornariam 30 Rock uma das sitcoms mais inovadoras da sua época. Ao explorar o lado ambicioso e poderosamente manipulador de Jack, o episódio destaca questões que se tornam recorrentes na série: a sátira do mundo corporativo, as interações entre poder e imagem, e as conexões políticas da elite empresarial norte-americana. Roe defende que a introdução das ligações republicanas de Jack revela o grau de sofisticação e a relevância política de 30 Rock, uma combinação de humor absurdo com observações astutas sobre a sociedade e a política que foi uma das características que definiram a série. O episódio também destacou as primeiras tentativas da série de construir um elenco variado, dando espaço a personagens secundárias, como Pete e Cerie, para ganharem maior complexidade. Além disso, "Jack the Writer" contribuiu para a consolidação da ideia de que 30 Rock não era uma sitcom comum. A mistura de humor rápido e espirituoso com críticas à cultura corporativa e política ressoava particularmente com um público urbano e de classe média alta, algo que se refletiu no impacto da série sobre os anunciantes. O seriado, apesar das dificuldades nas audiências iniciais, era altamente valorizado por sua base de fãs leal e pelo seu potencial comercial, atraindo um público com poder de compra considerável. Isto permitiu à NBC justificar a sua continuação, mesmo em face de números de audiência abaixo das expectativas iniciais.[13][5][65][66][67][34][68]
O editor James Poniewozik publicou um artigo no periódico Time no qual discutia o fenómeno cultural de Shark Week, usando como ponto de partida a frase "Vive cada semana como se fosse a 'Semana do Tubarão,'", dita por Tracy em "Jack the Writer". O autor explica que esta não significa "viver em perigo", mas sim ser constantemente cativado por ameaças improváveis e exageradas, como ataques de tubarões, teorias da conspiração ou pandemias, em detrimento de problemas sérios mas menos sensacionais, como a política de saúde ou a economia. Desta forma, Poniewozik sentiu que a série satirizou, através do humor excêntrico de Tracy, uma crítica perspicaz sobre a cultura mediática de criar pânico para entretenimento, mostrando o seu papel enquanto série que reflete e comenta sobre a sociedade norte-americana da época.[69]
Legado
[editar | editar código]Ao longo dos anos, "Jack the Writer" consolidou-se como um dos episódios mais reconhecidos de 30 Rock, sendo amplamente destacado por críticos e publicações especializadas. Em classificações gerais, o redator universitário Jack Freiser, da publicação Penn State CommRadio, posicionou o episódio na 135.ª colocação entre todos os episódios da série, descrevendo-o como um episódio que falha em acertar o tom.[70] Similarmente, o analista Jacob Trussell, do blogue Film School Rejects, classificou-o como o 124.º melhor, destacando que o episódio revela os primeiros esforços da série em equilibrar o conservadorismo confiante de Jack com a excentricidade do elenco do TGS.[62] Em contraste, Chris Morgan, da revista Paste, ofereceu uma leitura mais positiva, colocando "Jack the Writer" como o 100.º melhor episódio da série. Para Morgan, este é o primeiro episódio que realmente começa a moldar a identidade de 30 Rock, especialmente na dinâmica entre Liz e Jack.[71]
Segundo um artigo de Anthony Fertino para o portal ScreenRant, "Jack the Writer" figura entre os episódios menos apreciados pelos fãs, conforme avaliações na página Internet Movie Database (IMDb). Fertino argumenta que o episódio exemplifica um caso clássico de chefia mal administrada, com Jack invadindo o espaço criativo dos argumentistas com ideias absurdas. Embora reconheça que algumas piadas funcionam, o autor considera que a relação tóxica entre Jack e os subordinados é retratada de forma inconsistente.[63]
Todavia, apesar das críticas mistas, o episódio é frequentemente lembrado por frases marcantes. A plataforma BuzzFeed destacou a cena na qual Liz aconselha Cerie a usar um sutiã como uma das mais engraçadas da série, elegendo-a como a 34.ª citação mais cómica de 30 Rock.[72] Já o jornalista Chuck Barney, escrevendo para os jornais The Daytona Beach News-Journal e Delaware County Daily Times, considerou o conselho "Live every week like it’s Shark Week" como o décimo momento mais memorável da série, exaltando seu caráter inspirador e duradouro.[73][74] O portal FlavorWire também contribuiu para a notoriedade do episódio ao incluir a cena na qual Jack humilha Liz por abordá-lo informalmente entre os 45 melhores insultos da série.[75]
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Ligações externas
[editar | editar código]- "Jack the Writer" (em inglês) no IMDb
- "Jack the Writer" (em inglês) no AppleTV
- "Jack the Writer" (em inglês) no Peacock