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Black Tie (30 Rock)

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"Black Tie"
12.º episódio da 1.ª temporada de 30 Rock
O Príncipe Gerhardt (Paul Reubens) a cumprimentar os seus convidados.
Informação geral
DireçãoDon Scardino
Escrito por
CinematografiaVanja Černjul
EdiçãoDoug Abel
Cód. de produção112
Exibição original1 de Fevereiro de 2007
Convidados
Episódios da 1.ª temporada
30 Rock (1.ª temporada)
Lista de episódios

"Black Tie" é o 12.° episódio da primeira temporada da série de televisão de comédia de situação norte-americana 30 Rock. Foi realizado por Don Scardino e teve o seu guiãoescrito por Kay Cannon e Tina Fey, marcando a estreia de Cannon na escrita para a série. Paul Reubens interpretou o Príncipe Gerhardt, um papel tão excêntrico que, embora concebido por Fey com ele em mente, Reubens sentiu que poderia ter sido escrito por ele próprio. Isabella Rossellini também fez uma participação no papel de Bianca, a ex-mulher de Jack. Além disso, Will Forte, um ex-membro do elenco de Saturday Night Live (no qual Fey foi a argumentista-chefe entre 1999 e 2006), participou como Tomas, o assistente do Príncipe Gerhardt.

No episódio, numa tentativa de impressionar a sua ex-mulher, Bianca (interpretada por Rossellini), Jack Donaghy (Alec Baldwin) convida a sua subordinada de trabalho, Liz Lemon (Fey), para ser a sua acompanhante no aniversário elegante do excêntrico Príncipe Gerhardt Hapsburg (Reubens), elevando o estatuto dela de simples convidada para o de "falsa namorada." A festa torna-se palco para a ambição de Jenna Maroney (Jane Krakowski), que decide infiltrar-se no evento com o objetivo de conquistar e casar com o príncipe. Paralelamente, Tracy Jordan (Tracy Morgan) convence Pete Hornberger (Scott Adsit) de que ele precisa de se relacionar com outra mulher para recuperar a sua força de "Sansão".

O episódio foi amplamente celebrado pela crítica como um dos momentos mais ousados e memoráveis de 30 Rock. Reubens recebeu elogios unânimes pela sua interpretação, considerada por alguns como uma das melhores participações especiais da história das sitcoms, enquanto Rossellini impressionou pela sua versatilidade e entrega física. Similarmente, a química entre Baldwin e Fey foi valorizada por manter-se subtil e longe de clichés românticos, e o enredo secundário com Pete trouxe um contraponto mais realista à fantasia do baile. Em contrapartida, embora alguns críticos tenham notado a ausência de desenvolvimento profundo das personagens, reconheceram que essa limitação é parte do estilo da série, que aposta em situações excêntricas e diálogos afiados para construir o seu universo cómico. Hoje, é considerado um dos momentos mais marcantes de 30 Rock e da história da televisão, sendo reconhecido como um dos marcos fundamentais de 30 Rock e por consolidar o que a série seria a partir de então.

"Black Tie" foi originalmente transmitido nos Estados Unidos pela NBC a 1 de Fevereiro de 2007. Segundo a Nielsen Ratings, foi acompanhado por uma média de 5,71 milhões de telespectadores, e obteve a pontuação de 2,9 e 7 de share na faixa demográfica de adultos com idades entre 18 e 49 anos. Embora este tenha sido um desempenho superior à média histórica de retenção da série, a sua audiência foi significativamente menor em comparação com a concorrência principal no mesmo horário. Na classificação semanal dos programas de horário nobre mais assistidos, o episódio ficou em 64.º lugar.

Produção e desenvolvimento

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"Black Tie" teve o seu guião escrito por Kay Cannon (esquerda) e Tina Fey (direita).

"Black Tie" é o 12.° episódio da primeira temporada de 30 Rock, embora tenha sido o 13.° a ser produzido. A sua ordem de exibição foi alterada após "The C Word", o sexto episódio a ser produzido, ter a sua emissão adiada. Os códigos de produção dos episódios da série são atribuídos de acordo com a data de transmissão, e não com a de produção, motivo pelo qual "Black Tie" tem o código 112.[1] O guião foi escrito por Kay Cannon e Tina Fey, marcando a primeira colaboração entre as duas e sendo o primeiro crédito de Cannon na série. Para Fey — que é a criadora da série, produtora executiva, atriz principal, argumentista-chefe e co-showrunner — este foi o quinto episódio cujo argumento foi redigido por si.[2] A realização ficou a cargo de Don Scardino, que fora inicialmente contratado para dirigir apenas o episódio "Jack-Tor", mas o seu trabalho impressionou tanto que acabou por se tornar o realizador mais prolífico da série.[3] Foi sob a direção dele que 30 Rock aprimorou a sua identidade visual, em parte através do uso da técnica whip-pan, que consiste em movimentos rápidos de câmara que criam um efeito de desfoque, usados para transições abruptas entre cenas, especialmente em analepses ou sequências fantasiosas. A designer de produção Teresa Mastropierro explicou que esses momentos permitiam uma abordagem mais absurda, precisamente por serem tão breves. O operador de câmara Peter Agliata tornou-se um mestre nesta técnica, embora tenha falhado o movimento repetidamente ao filmar a atriz Isabella Rossellini, confessando que ela era "hipnotizante."[4][5][6][4]

Durante a produção, Fey temia que a série fosse cancelada e deu a "Black Tie" o título provisório de "Goodbye America". Na sua autobiografia, Bossypants (2011), ela descreve como o enredo, centrado num príncipe com doenças e deformidades genéticas devido à consanguinidade, era tão bizarro que a equipa acreditava que seria o ponto final para a série. Fey sentiu que, com este episódio, 30 Rock tinha finalmente encontrado a sua voz, mas era "a voz de uma pessoa louca." A personagem do Príncipe Gerhardt Hapsburg, interpretado por Paul Reubens, é a personificação desse humor. Ela e a equipa pensavam que, se a série já era considerada demasiado estranha para ter sucesso, este episódio seria a confirmação definitiva, e que a sua transmissão significaria o adeus ao público norte-americano.[7][8][9] Uma caricatura grotesca da aristocracia europeia inspirada em figuras históricas como Carlos II de Espanha, a personagem é visualmente perturbadora, com pernas minúsculas manipuladas por fios, uma tez cerosa descrita como "digna de um filme de David Lynch, dentes falsos, maquilhagem pálida e uma mão de marfim minúscula, que era na verdade uma peça de cerâmica. Anos depois, a comediante Kristen Wiig viria popularizar um gesto semelhante no SNL.[10][7] Reubens ingressou no universo de 30 Rock após ver o filme Mean Girls (2004), escrito por Fey, num voo e sentir-se tão impressionado que deixou uma mensagem de voz entusiástica e emotiva para ela. Pouco tempo depois, foi convidado para um evento de beneficência onde se conheceram pessoalmente, e daí surgiu o convite para participar na série. Ao contrário do processo habitual de audições, Reubens recebeu uma proposta direta dela e, sem hesitar, aceitou. Ele já conhecia 30 Rock e acompanhava a sua rivalidade com Studio 60 on the Sunset Strip, considerando a série de Fey como a verdadeira vencedora criativa. Ao contrário do processo habitual de audições, Reubens recebeu uma proposta direta dela e, sem hesitar, aceitou. Ele já conhecia 30 Rock e acompanhava a sua rivalidade com Studio 60, considerando a série de Fey como a verdadeira vencedora criativa. A personagem do príncipe vem sendo considerada uma das mais bizarras e visualmente perturbadoras da série, com muitas das ideias visuais vindo do próprio Reubens, incluindo a sugestão de gritar ocasionalmente as falas. Apesar disso, Fey sublinhou que não teve qualquer envolvimento na escrita da personagem, embora esta lhe parecesse tão natural que muitos assumiram tratar-se de uma colaboração. Reubens expressou que a personagem era "tão estranha e fora da realidade" que parecia algo que ele próprio teria criado.[11][12] Reubens chegou a propor um final alternativo no qual o príncipe sobrevivia, na esperança de voltar à série. Sugeriu até regressar como gémeo ou primo. No entanto, Fey manteve o desfecho trágico por considerar que isso dava mais peso emocional à narrativa.[13][14][15][16] O ator voltaria a interpretar em Gotham uma personagem que também morre por beber álcool contra recomendações médicas.[17] Reubens manteve contacto com muitos dos colegas da produção. "Tenho uma base de dados enorme. Se procurar 30 Rock, aparecem-me cinquenta e dois nomes. O primeiro é Alec Baldwin." Reubens tornou-se fã oficial da série, acompanhando-a até ao seu final.[4]

Will Forte fez uma participação no episódio.

Apesar da sua aparência grotesca, o príncipe revela ser uma figura romântica e vulnerável, apaixonando-se por Jenna e pedindo-lhe que dance para ele, com estilos improvisados por Reubens e Jane Krakowski. A manipulação das pernas do príncipe foi feita por Kevin Ladson, mestre da secção de adereços de 30 Rock e antigo colaborador de Reubens na série Pee-wee's Playhouse, que viu neste reencontro um momento de grande emoção e nostalgia. Ele construiu a cadeira de rodas e as pernas de fantoche para a personagem, um trabalho que Fey elogiou por ter "ido além das expectativas." Reubens esteve o tempo todo ajoelhado no assento da cadeira de rodas para dar vida à personagem. Todavia, Ladson enfrentou um desafio quando uma pastelaria recusou a fazer um bolo grande após o feriado de Ação de Graças. A solução de Ladson foi criar um bolo falso em esferovite, técnica já usada por Ladson em Pee-wee's Playhouse. Foi também ele quem ofereceu a Reubens a mão de marfim, que o actor guardou.[4] Nathan Lane foi inicialmente abordado sobre fazer uma participação em "Black Tie", mas recusou por estar envolvido na peça Butley e por querer afastar-se de papéis demasiado caricatos. Mais tarde, expressou arrependimento, reconhecendo que "Black Tie" foi o momento em que 30 Rock encontrou verdadeiramente a sua voz, comparando-o ao episódio "The Chinese Restaurant", de Seinfeld.[18]

Will Forte fez uma participação especial como Tomas, o mensageiro do Príncipe Gerhardt. No episódio, a personagem de Forte transmite as insinuações românticas de Gerhardt a Jenna. Forte e Reubens partilhavam uma ligação anterior como membros da trupe de comédia The Groundlings e,[19] a partir da quarta temporada, Forte retornaria à série, mas num papel diferente: Paul L'astnamé, o namorado de Jenna.[20][21] Forte já integrou o elenco do Saturday Night Live (SNL). 30 Rock é amplamente considerado um reflexo cómico do SNL, e a protagonista Liz é vista como uma versão ficcional de Fey que, por sua vez, foi argumentista-chefe do SNL entre 1999 e 2006. Ela incorporou na personagem as dificuldades de liderar um programa de comédia num ambiente dominado por homens. Além de Fey, Tracy Morgan também integrou o elenco do SNL. Outros antigos membros do elenco do SNL que fizeram participações especiais em 30 Rock incluem Fred Armisen, Jimmy Fallon, Siobhan Fallon Hogan, Will Ferrell, Will Forte, Gilbert Gottfried, Bill Hader, Jan Hooks, Julia Louis-Dreyfus, Tim Meadows, Bobby Moynihan, Amy Poehler, Rob Riggle, Horatio Sanz, Molly Shannon, Jason Sudeikis, Kristen Wiig, entre muitos outros.[22][23][24] As conexões entre os dois programas estendem-se à equipa de produção. Membros da equipa de 30 Rock, como o argumentista John Lutz, a realizadora Beth McCarthy-Miller, e o produtor Steve Higgins, também trabalharam no SNL.[25][26] Por sua vez, Alec Baldwin, embora nunca tenha sido membro do elenco do SNL, detém o recorde de ter sido anfitrião do programa por mais vezes, num total de dezassete.[27]

Embora a festa de do príncipe seja mencionada como ocorrendo no Hotel Pierre, as cenas exteriores mostram o Hotel St. Regis.[28] No entanto, as filmagens decorreram no Grand Prospect Hall que, com as suas escadarias douradas e decoração opulenta, encaixava perfeitamente na estética aristocrática exigida pelo guião. Mas encontrar e assegurar o espaço revelou-se uma corrida contra o tempo para Chris George, então um jovem e inexperiente gestor de localizações. Ele enfrentou o desafio de garantir um espaço disponível durante o período festivo entre o Dia de Ação de Graças e o Natal. Com apenas dois colegas na equipa, procurava um local que pudesse ser reservado durante cinco dias consecutivos: um para preparação, três para filmagens e um para restauro. A maioria dos espaços oferecia apenas janelas de tempo limitadas, devido a festas corporativas e eventos natalícios. Foi durante uma noite de desespero, enquanto via televisão, que George viu um anúncio do Grand Prospect Hall. No dia seguinte, recebeu a confirmação de que o espaço estava livre na semana pretendida. Ao visitar o local com a equipa, todos concordaram que era perfeito, inclusive Reuben, que ficou maravilhado com o espaço. Apesar da beleza do local, a logística foi complicada. Doug Abel, editor do episódio, recorda que foi necessário voltar para fazer várias filmagens adicionais. Ainda assim, considera que foi um dos episódios mais divertidos de editar, pela sua grandiosidade e tom épico.

Filmagens para o episódio decorreram no Grand Prospect Hall, Nova Iorque.

"Black Tie" também introduz Bianca, a ex-mulher de Jack, interpretada por Isabella Rossellini. Com a sua elegância natural e presença aristocrática, Bianca encaixa perfeitamente no mundo sofisticado que Jack ambiciona. No entanto, quando suspeita que Liz possa ser uma ameaça ao seu antigo relacionamento, Bianca não hesita em envolver-se numa luta física com Liz, rasgando-lhe o vestido e revelando que ainda nutre sentimentos por Jack. Segundo Fey, Rossellini "comprometeu-se mesmo a dar-me uma tareia. Foi um pouco assustadora."[4] Rossellini voltaria a aparecer no episódio seguinte, "Up All Night".[29][30][31]

O episódio continua a tradição da série de incluir textos em alemão, introduzida em "The Aftermath". Apenas duas pessoas da equipa falavam alemão fluentemente: o assistente de argumentistas Jon Haller e Fey. Sempre que uma piada em alemão era escrita para a personagem de Fey, Haller consultava a sua família para garantir a pronúncia e o contexto corretos. A prática de falar alemão foi repetida em diversos episódios, notavelmente em "Klaus and Greta" e "Gentleman's Intermission". Em "Black Tie", Liz e Jack cantam "Parabéns a Você" em alemão, o que surpreende Jack, que desconhecia a fluência de Liz. No entanto, o diálogo que se segue é uma mistura de palavras alemãs aleatórias, não uma conversa coerente, algo que é evidenciado pela resposta de Liz que, embora devesse ser a tradução para "sim", é na verdade um conjunto de palavras sem sentido.[4][20]

O episódio começa com as personagens Liz (Fey) e Josh Girard (Lonny Ross) a trocarem piadas do género "Yo Mamma". Uma das piadas de Liz, "Qual é a diferença entre a tua mamã e uma máquina de lavar roupa? Quando eu descarrego uma carga na máquina de lavar, ela não me segue por uma semana," surpreendeu Fey por ter sido aprovada para transmissão, uma vez que a considerou "um pouco marota." No entanto, a frase foi posteriormente censurada nas transmissões de redifusão. A atriz revelou ter ficando ainda mais chocada por os censores da emissora tiveram problemas com a sua fala "poop, monkey butt," mas não com a piada "Yo Mamma".[14][32][33]

Judah Friedlander, intérprete do argumentista Frank Rossitano em 30 Rock, é conhecido pela sua coleção de bonés de camionista decorados com slogans, frases ou palavras variadas. Esta característica não é apenas um adereço visual, mas parte integrante da personalidade de Frank e do humor da série. Segundo Friedlander, é ele próprio quem concebe e cria os bonés, produzindo modelos suficientes para usar um diferente em cada cena, o que equivale a cerca de três por episódio. As mensagens dos bonés refletem frequentemente o sarcasmo de Frank, os seus interesses peculiares ou referências à cultura popular. Alguns exemplos notáveis incluem erros ortográficos, frases nostálgicas e afirmações bizarras que dão uma ideia do carácter de Frank antes mesmo de ele falar. Por vezes, os bonés são incorporados no enredo, acrescentando uma camada extra de comédia.[34][35][36] Em "Black Tie", o boné usado tem a inscrição "High Score."[37][38]

Liz Lemon (Tina Fey) é convidada por seu chefe, Jack Donaghy (Alec Baldwin), para acompanhá-lo à festa de aniversário de seu amigo, o Príncipe Gerhardt Habsburg (paul Reubens). Embora aceite o convite, Liz suspeita que Jack esteja tentando transformá-lo num encontro romântico, o que ele prontamente nega. Na festa, Liz reencontra sua amiga Jenna Maroney (Jane Krakowski) e, enquanto conversam, o Príncipe Gerhardt faz sua entrada triunfal. Ele apresenta diversas deformações físicas e problemas de saúde, resultado de "séculos de consanguinidade" na linhagem Habsburgo.[38]

Enquanto isso, Jack fica visivelmente desconcertado ao perceber que a sua ex-esposa, Bianca (Isabela Rosellini), também está presente. Ao se aproximar para cumprimentá-lo, Jack entra em pânico e apresenta Liz como sua namorada, numa tentaiva de enciumar a sua ex-esposa. Bianca parece aprovar Liz e aconselha Jack a não deixá-la escapar. Paralelamente, o Príncipe Gerhardt se encanta por Jenna e envia o seu mensageiro, Tomas (Will Forte), para convidá-la para um jantar. Ambiciosa e sonhando com uma ascensão à la Grace Kelly, Jenna aceita o convite, ignorando os evidentes problemas de saúde do pretendente.[38]

Mais tarde, Bianca revela a Liz que não suporta a ideia de Jack ser feliz com outra pessoa. Liz, percebendo que Bianca ainda nutre sentimentos pelo ex-marido, decide provocar uma reação ao anunciar que ela e Jack estão noivos. A revelação enfurece Bianca, que parte para cima de Liz em um ataque físico, expondo os seus seios. Enquanto isso, após uma conversa com Jenna sobre o futuro do relacionamento, na qual declara o seu amor por ela, o Príncipe Gerhardt declara que pode morrer feliz. Ele brinda com champanhe, mas acaba falecendo imediatamente, pois "não consegue metabolizar uvas." Com isso, a festa chega ao fim, e Jack acompanha Liz até seu apartamento. Ao se inclinar para retirar o colar que a havia emprestado, Liz interpreta o gesto como uma tentativa de beijo. Jack, horrorizado com a ideia, a corrige e pede que ela desista da suposição.[38]

Paralelamente, nos bastidores do TGS with Tracy Jordan, Tracy Jordan (Tracy Morgan) faz troça do casamento de Pete Hornberger (Scott Adsit). Numa noite na qual Pete trabalha até tarde no seu escritório, Tracy invade o local com a sua comitiva — Grizz Griswold (Grizz Chapman), Dot Com Slattery (Kevin Brown) e outros convidados — transformando o ambiente numa festa improvisada. Embora relutante, Pete começa a se deixar levar pela atmosfera e pela presença de Vicki (April Lee Hernández), uma das mulheres da festa. No entanto, o estagiário Kenneth Parcell (Jack McBrayer) intervém e o convence a resistir à tentação, fazendo-o lembrar do dia do seu casamento e dos valores que deseja preservar.[38]

Referências culturais

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Grace Kelly foi mencionada no episódio.

O Príncipe Gerhardt Habsburg é uma personagem fictícia. A sua figura caricata serve como sátira à Casa de Habsburgo, uma das dinastias mais influentes da Europa. Para preservar o poder, os Habsburgos recorreram durante séculos a casamentos consanguíneos entre parentes próximos, como primos de primeiro grau e até tios com sobrinhas. Essa prática resultou em traços físicos marcantes, como o "queixo dos Habsburgos," frequentemente associado à endogamia.[39] Embora Gerhardt seja retratado como o último descendente da dinastia, na realidade a Áustria é uma república desde o fim da Primeira Guerra Mundial, e a nobreza foi oficialmente abolida. A família Habsburgo ainda existe, com centenas de membros vivos, mas nenhum deles utiliza títulos como "príncipe" ou "alteza real," conforme determina a legislação austríaca.[21] No episódio, a pompa exagerada em torno de Gerhardt, que é introduzido como "Duque da Turíngia" e "Conde do Ducado da Vestfália," parodia a solenidade dos títulos nobiliárquicos. O Ducado da Vestfália, por exemplo, foi um território real do Sacro Império Romano-Germânico entre 1102 e 1803.[40] A própria introdução da Casa de Habsburgo a Liz inclui uma menção às Defenestrações de Praga, eventos históricos do século XVII que contribuíram para o início da Guerra dos Trinta Anos.[41][21]

Durante o evento do príncipe, Jack revela a Liz seu histórico de conquistas amorosas, afirmando ter se envolvido com quase todas as mulheres presentes, além de citar celebridades como Elizabeth Hurley, Beyoncé, Shakira, Martha Stewart e a sua filha Alexis no mesmo dia.[20][42][43] Jack menciona também ter namorado instrutoras de Pilates e acrobatas. Eem 2012, Alec Baldwin, intérprete de Jack, casou-se com Hilaria Thomas, uma instrutora de ioga que o incentivou a praticar acroyoga.[44] A cena na qual Jack presenteia Liz com um colar de diamantes faz referência direta a uma cena improvisada de Pretty Woman (1990), no qual a personagem de Richard Gere surpreende a de Julia Roberts com um colar, provocando uma risada espontânea. Em "Black Tie", no entanto, Liz reage com dor e indignação ao ter os dedos prensados pela caixa.[45][46]

Tracy compara a esposa de Pete à figura de Dalila, sugerindo que ela enfraquece o marido, tal como na Bíblia, onde Dalila trai Sansão ao cortar-lhe o cabelo, fonte de sua força.[47] Mais tarde, Kenneth tenta impedir Pete de se envolver com outra mulher, usando o filme Footloose (1984) como argumento, mas interpreta os adolescentes dançantes como os vilões da história.[48][49] Em outro momento, Pete imita a personagem Elmo ao telefone para ensinar o seu filho a usar o penico.[50][51] Em uma cena, Tracy toca uma versão instrumental de "My Funny Valentine" (1937), tema composto por Richard Rodgers, mas a legenda oculta exibe letras inexistentes.[52]

Uma conversa entre Liz e Jenna evoca contos de fadas. Jenna afirma que Liz não pode ser Cinderela por não ser loira, enquanto Liz é comparada à Branca de Neve, não pela beleza convencional, mas pela sua personalidade distinta, sendo alguém com uma vida pessoal desorganizada e distante do glamour. Jenna, por sua vez, aspira a se tornar uma nova Grace Kelly, princesa de Mónaco, ao tentar conquistar o príncipe Gerhardt.[7][4][53]

Transmissão e repercussão

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Audiência

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Nos Estados Unidos, a transmissão original de "Black Tie" ocorreu na noite de 1 de Fevereiro de 2007 através da NBC, rede na qual foi emitido como o 12.° episódio da primeira temporada de 30 Rock.[54][1] Segundo o divulgado pelo serviço Nielsen Ratings, a emissão foi acompanhada por uma média de 5,71 milhões de telespectadores no total, e obteve a pontuação de 2,9 com 7 de share na faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos. Isto significa que 2,9% de todos os adultos entre 18 e 49 anos nos Estados Unidos estavam a assistir 30 Rock naquele momento, e ainda que 7% dos adultos entre 18 e 49 anos que estavam com a televisão ligada naquele horário estavam sintonizados a 30 Rock.[55]

A transmissão de "Black Tie" conseguiu manter 83% da audiência que recebeu como herança de Scrubs, série transmitida imediatamente antes de 30 Rock na grelha da NBC, que foi vista por 6,9 milhões de telespectadores e obteve a pontuação de 3,4 com 8 de share na faixa etária 18-49. Esse desempenho foi superior à média histórica de retenção da série, que ficava em torno de 78%. Apesar disso, a concorrência no seu horário de emissão foi acirrada. A batalha principal das 21h00 foi dominada por Anatomia de Grey, da ABC, que atraiu 24,1 milhões de telespectadores e obteve a pontuação de aproximadamente 10,3 e 24 de share entre adultos 18-49. Em segundo lugar veio CSI: Crime Scene Investigation, da CBS, com 21,3 milhões de telespectadores e pontuação de 6,8 e 16 de share. Nesse cenário, a NBC ficou em terceiro lugar com sua dupla de comédias, Scrubs e 30 Rock, que tiveram audiências significativamente menores.[56]

Na classificação semanal de audiência em horário nobre, "Black Tie" colocou 30 Rock na 64.ª posição entre os programas mais assistidos da televisão americana, empatando com repetições de episódios de America's Funniest Home Videos, According to Jim e What About Brian, todos transmitidos pela ABC.[57]

Análises da crítica

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Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
A.V. Club A[21]
IGN 8,0/10[42]
Isabella Rossellini foi universalmente aclamada pelo seu desempenho no episódio.

O periodicista Robert Canning, escrevendo para o portal de entretenimento IGN, elogiou a forma como 30 Rock conseguiu conjugar o absurdo com o realismo para gerar humor eficaz, considerando o episódio um exemplo paradigmático dessa abordagem. Canning destacou as participações especiais de Paul Reubens e Isabella Rossellini como pontos altos, sublinhando a hilaridade da interpretação do primeiro e a versatilidade da segunda. Ele demonstrou apreço também pelo enredo secundário que, apesar de começar de forma morna, culminou numa cena visualmente cómica e recompensadora.[42] Esta opinião foi partilhada pelo articulista Ben Sherlock, que lamentou no portal ScreenRant que a brilhante interpretação de Rossellini como Bianca tenha sido limitada a apenas dois episódios, embora tenha admitido que talvez o impacto da personagem tenha sido reforçado precisamente pela sua brevidade.[58] Seguindo este fio de pensamento, a contribuinte Melanie McFarland, do periódico Seattle Post-Intelligencer, declarou que Reubens foi "perfeitamente escalado como um tarado." Comentando sobre Rossellini, assumiu que, embora a sua personagem inicialmente represente a classe aristocrática, a transformação numa figura caótica proporcionou uma das cenas mais absurdas da série até então.[59]

O resenhista Matt Webb Mitovich, da revista TV Guide, também elogiou o episódio como uma das entradas mais memoráveis da série, salientando a prestação de Reubens como uma das criações mais desconcertantes e hilariantes da comédia televisiva. Mitovich valorizou ainda a subtileza com que os argumentistas evitaram cair em clichés românticos entre Liz e Jack, mantendo o tom leve e inteligente. Para ele, o episódio equilibra humor absurdo com escrita inteligente, oferecendo ainda um merecido destaque à personagem de Pete, "o homem comum no meio do caos."[20] Por sua vez, Julia Ward, colaboradora da coluna televisiva TV Squad do portal AOL, centrou a sua análise na consolidação do tom da série, elogiando a escolha inspirada dos convidados especiais e a dinâmica cómica entre Tracy e Kenneth. Embora tenha reconhecido a ausência de desenvolvimento profundo das personagens, apreciou o humor absurdo e as falas memoráveis, destacando Alec Baldwin como o pilar cómico da série. Para ela, a química entre Baldwin e Tina Fey é "doentia e retorcida, mas perfeita," reforçando a singularidade da proposta narrativa.[60]

O crítico Erik Adams, do jornal de entretenimento A.V. Club, viu "Black Tie" como um episódio que só poderia existir dentro do universo específico de 30 Rock. Segundo ele, o humor foi uma fusão de imagética de desenhos animados e sátira europeia, exaltando a atuação de Reubens como um "boneco humano" e aclamando a cena na qual Tracy e Kenneth encarnam o diabo e o anjo. Adams também observou o contraste entre a fantasia do enredo principal e a realidade mais genuína do enredo secundário em torno da vida conjugal de Pete, elogiando a forma como a série abordou a ideia de amor de forma mais realista e sincera.[21] Meghan O'Keefe, colunista da página Decider, ao homenagear Reubens após a sua morte em 2023, classificou a sua participação em 30 Rock como uma das melhores atuações convidadas da história das sitcoms. O'Keefe elogiou a forma como Reubens equilibrou sátira absurda com verdadeira emoção, afirmando que nenhum outro ator teria conseguido interpretar o Príncipe Gerhardt com tamanha criatividade e ternura.[61]

Impacto e legado

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Quando 30 Rock estreou, enfrentou uma recepção hesitante, marcada por comparações desfavoráveis com Studio 60 on the Sunset Strip, a série dramática de Aaron Sorkin que abordava temas semelhantes. No entanto, segundo os críticos de televisão, foi a meio da primeira temporada que o seriado começou verdadeiramente a encontrar o seu tom, com "Black Tie" sendo universalmente considerado o ponto de viragem decisivo. Diversos comentadores declaram que o episódio cristalizou o estilo surreal, desvairado e provocador que viria a definir a série ao longo da sua duração.[52][62][63][64]

"Alguns episódios de uma série são excelentes por levarem o meio para lá dos limites concebidos. Outros são-no porque trabalham dentro dessas restrições e provam que mesmo as formas de expressão mais populares são capazes de verdadeira arte. E outros ainda atingem a grandeza porque nenhuma outra série seria suficientemente excêntrica para os produzir. 'Black Tie' é o terceiro tipo de episódio. Trata-se de um empreendimento tão bizarramente específico — tão carregado de imagens de Looney Tunes, referências a dinastias europeias e humor alegremente distorcido — que só poderia ter acontecido nesta série, neste mundo e com estas pessoas. A certa altura, durante o 25.º aniversário do Príncipe Gerhardt Hapsburg, de pequena estatura e mãos de boneco, a orquestra de câmara toca uma versão instrumental de 'Neutron Dance', das Pointer Sisters — e é o momento no qual o episódio mais se aproxima de retratar algo que poderia ocorrer na nossa realidade. Em 'Black Tie', 30 Rock passa completamente para um espelho da sua própria conceção, e resulta."

— Comentário de Erik Adams na sua análise de "Black Tie" para o A.V. Club.[21]

O impacto de "Black Tie" foi profundo para Fey, identificando-o como uma virada crucial na história da série,. Ela revelou que o episódio foi filmado logo antes do anúncio da decisão da NBC de renovação do seriado para uma segunda temporada, descrevendo-o como "o último episódio antes de sabermos se continuaríamos ou não." Segundo Fey, "Black Tie" foi quando a série finalmente encontrou a sua "voz", e, de forma bastante irreverente, essa era a voz de uma "pessoa louca." A notícia da renovação foi divulgada durante as filmagens para "Black Tie", um momento tão marcante que Jane Krakowski ficou sem palavras, afetando a sua capacidade de recitar as suas frases na interação com Reubens, que exigia improvisações de dança em estilos variados.[65] Em entrevista à revista GQ, e conforme o exposto na sua autobiografia Bossypants, Fey explicou que "Black Tie" representou o momento em que 30 Rock passou a definir o seu estilo único de comédia, uma comédia não apenas absurda, mas também descomprometida e irreverente. O episódio foi fundamental para consolidar o tom da série, que até aquele momento ainda estava a lutar para encontrar o seu equilíbrio.[66][7]

Reubens foi universalmente aclamando por entregar um desempenho simultaneamente hilariante e desconcertante, encarnando uma personagem que, segundo Fey, servia como metáfora perfeita daquilo que 30 Rock se tornaria: "estranha mas não estúpida, desesperada por ser amada mas repulsiva para muitos." A sua atuação, que exigia não só entrega física mas também uma sensibilidade cómica invulgar, foi considerada por muitos comentadores como uma das melhores da sua carreira e, segundo alguns críticos, uma das participações especiais mais memoráveis da história das sitcoms. A capacidade do ator de transformar um piada visual num momento de comédia absurda e emocional foi amplamente reconhecida, inclusive por figuras públicas como o jogador de rugby irlandês Dan Sheehan.[67][68][67] Isabella Rossellini também recebeu destaque com uma interpretação que oscilava entre a sofisticação e o caos emocional, concebida para reforçar o contraste entre o mundo idealizado da alta sociedade e a realidade emocional dos protagonistas. A sua presença, tal como a de Reubens, exemplificou a política de portas abertas da série a celebridades dispostas a testar os seus dotes cómicos, uma aposta vista pelos críticos como nem sempre bem-sucedida, mas que neste episódio foi um sucesso absoluto.[69][41][70][8][58]

"Black Tie" estabeleceu-se ainda como crucial para definir a natureza do relacionamento entre Jack e Liz, lidando diretamente com a tensão sexual e romântica, mas de uma forma que a nega e a subverte. Inicialmente, o episódio levanta a questão de um possível encontro, mas Jack responde com um riso, quebrando qualquer ilusão de que o relacionamento deles seja romântico. No final do episódio, essa tensão é novamente sugerida, apenas para ser desarmada quando Liz percebe que Jack estava apenas a remover-lhe um colar. Como observou o produtor executivo e co-showrunner Robert Carlock, foi aqui que a dinâmica entre Liz e Jack se solidificou como o verdadeiro coração da série.[71] Esse padrão de "quase-romance" seguido por uma negação clara é um tema recorrente na série. A decisão de não transformar a relação entre Jack e Liz em um romance foi deliberada desde o início, com Fey mencionando o casal Sam e Diane do seriado Cheers, respetivamente desempenhados por Ted Danson e Shelley Long, como um exemplo a ser evitado, pois um relacionamento romântico poderia acabar com a dinâmica central da série. Baldwin e Don reforçam essa ideia, explicando que cruzar essa linha destruiria a tensão e a dinâmica que tornavam a relação deles tão interessante. Segundo Mike Roe, autor de The 30 Rock Book, a comédia de 30 Rock se baseia nas suas interações platónicas, na sua amizade estranha e na sua dependência mútua, não em um romance. Ao evitar deliberadamente qualquer tensão romântica entre os dois protagonistas, ele sentiu que o episódio abriu caminho para o que viria a ser descrita como uma das amizades mais singulares da televisão, completamente platónica e marcada por respeito mútuo e uma dependência emocional peculiar. Não obstante, quando Baldwin conheceu Fey, ele perguntou à coordenadora de talentos do SNL, Marci Klein, se ela era solteira, e Klein apontou para o marido dela, Jeff Richmond, que estava ao lado. Embora Baldwin inicialmente tenha menosprezado Richmond, questionando-se o que ela via nele, mais tarde passou a respeitá-lo e a admirar o seu talento. Baldwin ter perguntado se Fey era solteira no início da relação de trabalho deles mostra que, mesmo na vida real, a química e o interesse inicial existiram.[4][72][73][74]

O impacto de "Black Tie" não se limitou ao desenvolvimento das personagens principai, oferecendo também uma série de momentos memoráveis. Como observou Meghan O'Keefe, "Black Tie" foi onde a série apresentou a sua tese como comédia de situação, recusando-se a ser uma série sobre gargalhadas fáceis e estereótipos confortáveis. Pelo contrário, seria sobre piadas inteligentes e bem escritas, com um humor profundamente enraizado na cultura mediática de Nova Iorque. A forma como o episódio foi conduzido, com um enredo delirante sobre um príncipe moribundo e Jenna tentando seduzir o personagem, é uma forma de humor completamente impulsionada por ideias, mais do que pela construção clássica de uma narrativa de bastidores do SNL. “Black Tie” deixou claro que a série não tem medo de arriscar e brincar com ideias absurdas, e isso tornou-a ainda mais encantadora. "Black Tie" não é apenas um marco no que diz respeito ao tom que a série iria ter. É também uma meia hora de televisão incrivelmente divertida. Há tiradas hilariantes sobre o historial de encontros de Jack, Isabella Rossellini a arrancar tufos de cabelo de Tina Fey, Jane Krakowski a dançar como uma idiota, uma série de piadas parvas sobre "Yo Momma", Will Forte no papel de um hilariante e leal lacaio, e Paul Reubens a dar uma atuação de alta performance como o Príncipe Gerhardt.[70][8] O'Keefe sentiu que a morte do príncipe Gerhardt deu a Will Forte a oportunidade de dizer uma das frases mais malucas da história: "Meine damen und herren, a linhagem dos Habsburgos chegou ao fim. Podem recolher os vossos sacos de brindes no bengaleiro."[61]

Reconhecimento

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Ao longo dos anos, "Black Tie" vem sendo amplamente reconhecido e reverenciado, destacando-se como um dos episódios mais memoráveis de 30 Rock em diversos rankings críticos e publicações especializadas. Em classificações gerais, de acordo com a classificação do redator universitário Jack Freiser, da publicação Penn State CommRadio, "Black Tie" ocupa o 3.º lugar entre todos os episódios da série, sendo descrito como uma obra fantástica que o fez perceber que a série era algo especial.[75] Essa sensação de singularidade também é compartilhada por pelo analista Jacob Trussell, do blogue Film School Rejects, que posicionou o episódio como o 77.º melhor,[76] enquanto o portal Vox o incluiu entre os "cinco episódios que exemplificam a estranheza gloriosa" de 30 Rock. Ela observou que, embora existam episódios superiores em termos de qualidade, nenhum é tão peculiar quanto este.[77]

Allie Pape, da plataforma Vulture, incluiu "Black Tie" na sua seleção de episódios essenciais da série, vendo-o como um ponto de transição crucial para o tom bizarro e único que caracterizaria a série nas temporadas seguintes.[73] Em uma lista compilada por John Russel para o blogue TV Insider, assim como na lista publicada pelo jornal estudantil The Harvard Crimson, "Black Tie" foi posicionado como o melhor episódio do seriado.[78][79] No mesmo sentido, Jenna Mullins, do E! Online, também destacou o episódio, listando-o como o quarto melhor da série, e enfatizando o desempenho notável de Reubens,[45] cuja participação como o príncipe Gerhardt é considerada uma das melhores da série por Dave Nemetz, do serviço TVLine, que a classificou como uma das melhores participações especiais de 30 Rock.[67]

O portal ScreenRant reportou que "Black Tie" era considerado o episódio favorito da primeira temporada, com base nas avaliações dos fãs na página da Internet Movie Database (IMDb), onde o episódio mantinha uma pontuação média de 8,5 em 10.[80] O portal Collider reforçou esta ideia ao descrevê-lo como um dos episódios mais "reassistíveis" e repletos de piadas da série,[81] enquanto os colunistas Beatrice Verhoeven e Matt Donnelly, ambos da plataforma TheWrap, também incluíram o episódio nas suas respetivas listas de episódios essenciais de 30 Rock.[82][74] O blogue That’s Entertainment! listou "Black Tie" como o quinto melhor episódio da primeira temporada do seriado.[70] A revista Variety colocou-o no oitavo lugar numa lista dos trinta melhores episódios da série,[69] mas reconheceu-o como o melhor da primeira temporada.[83] Já a publicação TV Guide, listou "Black Tie" no número 28 da sua prestigiada lista dos 100 melhores episódios televisivos de todos os tempos.[71]

No que diz respeito às atuações, a revista IndieWire descreveu Reubens como um "mestre da estranheza absoluta," reconhecendo-o como uma das doze melhores estrelas convidadas da série,[84] e a página do programa Today colocou o ator no quarto lugar entre os melhores convidados da série.[66] A influência da participação de Reubens foi igualmente recordada pelo jornal USA Today, que incluiu a sua aparição entre os trinta momentos mais memoráveis da série.[85] Em paralelo, Isabella Rossellini foi reconhecida pelo ScreenRant como uma das convidadas mais memoráveis, graças à combinação de diálogos absurdos e uma atuação fenomenal.[58] A performance de Jane Krakowski foi outro dos elementos amplamente destacados. A revista Yardbarker, ao celebrar o 50.º aniversário da atriz, descreveu-a como "um tesouro da televisão" e lamentou que nunca tenha sido premiada com um Prémio Emmy ou um Globo de Ouro pela sua interpretação em 30 Rock, listando o seu desempenho em "Black Tie" como o sétimo melhor da sua carreira.[86]

O portal FlavorWire também contribuiu para a notoriedade do episódio ao incluir a fala "What’s the difference between yo’ mama and washing machine? When I drop a load in the washing machine, it doesn’t follow me around for a week," dita por Liz, entre os 45 melhores insultos da série.[87]

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Ligações externas

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