Adelaide Ferreira

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Adelaide Ferreira
Informação geral
Nascimento 23 de Setembro de 1959 (52 anos)
Origem Minde, Alcanena
País  Portugal
Instrumentos voz
Outras ocupações atriz, compositora

Maria Adelaide Mengas Matafome Ferreira (Minde, Alcanena, 23 de Setembro de 1959) é uma actriz e cantora portuguesa[1][2].

Índice

[editar] História

Recebeu a sua formação em teatro através do CENDREV - Centro Dramático de Évora (1976) ingressando, de seguida, no Grupo 4 do Teatro Aberto, onde trabalha sob a direcção de João Lourenço contracenando com Lia Gama, Rui Mendes, Henriqueta Maia, Irene Cruz, entre outros. Aí participa em espectáculos como Os Macacões e O Caso da Mãozinha Misteriosa, de Ary dos Santos; O Chá dos Generais, de Boris Vian; Crónica Atribulada do Esperançoso Fagundes, de Luís de Sttau Monteiro; Corpo Delito na Sala de Espelhos, de José Cardoso Pires; Andorra, de Marx Fritch de que foi protagonista em 1980.

Grava os singles "Meu Amor (Vamos Conversar os Dois") e "Espero Por Ti" que tiveram a participação de Paulo de Carvalho.[3]

Entretanto trabalha no cinema participando no filme (Kilas o Mau da Fita) de José Fonseca e Costa.

Em 1981 edita o single Baby Suicida que se torna um grande sucesso.[4]

Edita novo single com os temas "Bichos" e "Trânsito".

Edita em 1983 o máxi-single "Não Não Não".

No Festival RTP da canção[4] de 1984 vence o prémio de interpretação com o tema "Quero-Te, Choro-Te, Odeio-Te, Adoro-Te". É convidada para o Festival da OTI, realizado no México, onde fica em 2º lugar com o tema "Vem No Meu Sonho".

É maioritariamente conhecida pelos seus magníficos desempenhos vocais, atingindo altíssimos agudos, tão bem quanto os seus graves.

Conhecida como a "Celine Dion Portuguesa", em 1985 vence o Festival RTP da Canção com o tema Penso Em Ti (Eu Sei) (uma balada), representando Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde terminou num decepcionante 18º lugar (penúltimo, à frente apenas da canção da Bélgica, interpretada por Linda Lepomme) e 9 pontos. Nesse ano estreia-se em televisão na série Duarte & Cia., de Rogério Ceitil (RTP1).

Em 1986 edita o álbum Entre Um Coco e Um Adeus.

"Amantes Imortais" é o disco de 1989 onde aparece a balada "Dava Tudo".[4]

Em 1995 regressa aos discos com o álbum O Realizador Está Louco editado pela Vidisco.

Em 1998, a BMG lança o álbum "Só Baladas" com algumas das baladas antigas mais bonitas e seis inéditas. O primeiro single é uma nova versão de "Papel Principal" com a participação de Dulce Pontes.

Em 2000 é editado o álbum Sentidos.

Em 2006, Adelaide Ferreira, regressou à música pela mão do produtor Luís Jardim, que com ela assinou Mais Forte que a Paixão, disco gravado entre Lisboa e Londres.

Em 2008, lança o álbum O Melhor de Adelaide Ferreira, onde junta todos os seus melhores êxitos. Nesse mesmo ano, cantou ao lado de Beatriz Costa, participante do concurso "Uma Canção para ti"[1][2].

Em 2011 lança o álbum Esqueço-me de te esquecer[5] tendo como single "Adeus" e "Esqueço-me de esquecer".

[editar] Discografia

[editar] Álbuns

[editar] Compactos

  • Meu Amor Vamos Conversar os Dois (Single, Nova, 1978)
  • Espero por Ti/Alegria Em Flor (Single, Nova, 1980)
  • Baby Suicida/A Tua Noite (Single, Vadeca, 1981)
  • Bichos/Trânsito (Single, Vadeca, 1981)
  • Não Não Não/Danada do Rock'n'Roll (Máxi, Polygram, 1983)
  • Quero-Te, Choro-te, Odeio-Te, Adoro-te (Single, Polygram, 1984)
  • Penso em Ti, Eu Sei/Vem No Meu Sonho (Single, Polygram, 1985)

[editar] Colectâneas

  • BB3 (2001) - Outro Sol
  • O Olhar da Serpente (2002) - O Olhar da Serpente

[editar] Actriz

Participou em 1990 no programa Grande Noite de Filipe La Féria para a RTP1. Em 1999 participou no programa "Bastidores", Tem participado em algumas novelas da TVI, como Tudo por Amor e Morangos com Açúcar, e alguns telefilmes. Em 2008/2009 participa na novela da SIC, Podia Acabar o Mundo.[4]

[editar] Comentários

Adelaide Ferreira Citação: : "Se, por um lado, foi muito bom, porque me revelou como intérprete de baladas, por outro lado, a minha participação na Eurovisão foi muito frustrante e desgastante, porque víamos o investimento que os países faziam nas suas canções, o que não acontecia com a promoção das nossas músicas."

Referências

  1. a b c Adelaide Ferreira em Música Portuguesa nos Anos 80.
  2. a b c Adelaide Ferreira no Cotonete.
  3. ENTREVISTA Adelaide Ferreira. Rádio Montalegre. Página visitada em 12-01-2011.
  4. a b c d Adelaide Ferreira - Mais madura e com novo trabalho discográfico. Revista Festa. Página visitada em 12-01-2012.
  5. Música: Adelaide Ferreira quebra "jejum" de cinco anos e edita "Esqueço-me de te esquecer". Visão (revista). Página visitada em 12-01-2012.
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