Alone in the Dark (jogo eletrônico)

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Alone in the Dark
Atual logotipo da série
Criador Frédérick Raynal
Publicações impressas
Livros Alone in the Dark 3: The Official Strategy Guide
Quadrinhos Gibis de Alone in the Dark
Filmes e televisão
Filmes Alone in the Dark
Alone in the Dark II
Lazer
Jogos eletrônicos Alone in the Dark
Alone in the Dark 2
Alone in the Dark 3
Alone in the Dark: The New Nightmare
Alone in the Dark (2008)


Alone in the Dark é um jogo de computador produzido pela Infogrames em 1992, que trouxe ao mundo dos jogos eletrônicos um novo gênero, o de Survival Horror. O jogo foi bem elaborado, com bom enredo, ótimos cenários, trilha sonora divertida (e assustadora) e muitas outras coisas. Para um jogo de 1992, os gráficos estão muito bons, já que a capacidade dos computadores nessa época era bem limitada. Alone in the Dark também teve uma versão lançada para o console 3DO, em 1994 e para Master System Premium em 1995.

A história de Alone in the Dark começa quando Edward Carnby, um detetive de casos sobrenaturais, é contratado por Emily Hartwood para investigar a causa do suícidio de seu tio, Jeremy Hartwood, que foi encontrado morto no sotão de sua mansão, chamada de "Mansão Decerto". Chegando na mansão, Carnby e Emily, viram que a morte de Jeremy, talvez, não fosse mesmo um mero suícidio.

Alone in the Dark marcou época, e é considerado o Pai dos jogos do gênero de Terror. É graças a ele (e não talvez...), que sucessos como Resident Evil e Silent Hill tenham existido.

O game fez tanto sucesso que teve outras duas continuações, tão boas quanta o primeiro game, e mais tarde uma quarta continuação, e também um filme baseado no jogo.

Jogos[editar | editar código-fonte]

  • Alone in the Dark, o jogo original da série, foi desenvolvido pela Infogrames e lançado para PC em 1992. Foi um dos dois primeiros jogos a usar personagens poligonais sobre fundos pré-renderizados. Seguia a trajetória de Edward Carnby (ou Emily Hartwood) em sua busca por verdades na mansão Derceto, onde Jeremy Hartwood cometeu suicídio.
  • Alone in the Dark 2, foi desenvolvido pela Infogrames e lançado para PC em 1993, foi uma partida drástica a partir do jogo original, sendo mais orientado para a ação do seu antecessor, com uma ênfase muito maior sobre armas de fogo e tiroteios, e resultando em um combate mais complicado, o que resultou no desgosto de vários fãs devido a ausência de terror. Desta vez a história segue apenas Edward Carnby que está a procurar a recém desaparecida Grace Saunders na mansão de Hell's Kitchen, a anos habitada pelo infame pirata e gângster One-Eyed Jack. Foi portado para 3DO pela Krisalis e lançado pela Interplay. Um port sob o nome de Alone in the Dark: Jack is Back foi desenvolvido pela Infogrames e lançado em 1996 para Sega Saturn e PlayStation. Era conhecido nos EUA como Alone in the Dark: One-Eyed Jack's Revenge. Ambas as versões também foram lançados no Japão sob o nome original de Alone in the Dark 2.
  • Jack in the Dark: um jogo feito durante a produção de Alone in the Dark 2. Foi usado como um jogo promocional distribuído no Natal de 1993 (pouco antes de Alone in the Dark 2 ser lançado). O jogo era um único disco em um invólucro de ouro com uma ilustração Jack-in-the-box na capa. É uma aventura curta com a criança Grace Saunders como personagem jogável. Conta sua história em que, durante o Dia das Bruxas, ela entra em uma loja de brinquedos ao escurecer e fica trancada nela. Lá, os brinquedos estão vivos, e Grace deve descobrir o que está acontecendo se quiser sair da loja com vida. Jack in the Dark é um jogo de aventura que se concentra exclusivamente em enigmas, sendo o combate praticamente nulo. As versões posteriores do CD de Alone in the Dark do 1 ao 3 vieram embalados com Jack in the Dark.
  • Alone in the Dark 3: foi o último jogo da trilogia original e último a utilizar o mesmo motor gráfico do Alone in the Dark original e foi lançado para PC em 1994. Em Alone in The Dark 3, a Infogrames tinha como intenção, trazer de volta o estilo do primeiro jogo, com mais terror, músicas menos alegres e mais quebra-cabeças. Conta a história de Edward Carnby em busca de sua amiga Emily Hartwood, agora produtora de cinema, na cidade fantasma de Slaughter Gulch, que tem como patrono o maquiavélico Jed Stone, que planeja mover a Falha de San Andreas. Uma versão de Alone in the Dark 3 para Windows 95 sob o nome de Alone in the Dark 3: Ghosts in Town foi lançado pela Infogrames em 1996.
  • Alone in the Dark: The New Nightmare: o jogo da próxima geração da série Alone in the Dark, foi criado pela Darkworks, ainda sendo distiribuído pela Infogrames, com um estilo survival horror mais parecido com o de Resident Evil. O esquema de controle e jogabilidade são muito próximos aos de Resident Evil do que o Alone in the Dark original. Contava a história de Edward Carnby em uma viagem busca de respostas sobre seu amigo desaparecido e seu passado em uma ilha no meio do oceano, junto com sua parceira Aline Cedrac. O jogo segue um rumo totalmente diferente da trilogia original, apresentando cenários mais modernos em uma época diferente dos outros três, se passando em 2001, em vez da década de 1920. Internamente conhecido como Alone in the Dark 4, foi lançado em 2001, desenvolvido pela Darkworks para PlayStation e Dreamcast, pela Spiral Studios para PC e PlayStation 2, também com uma versão portátil do jogo para Game Boy Color desenvolvido pela Pocket Studios.
  • Alone in the Dark (2008), foi desenvolvido pela Eden Games para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, e pela Hydravision Entertainment para PlayStation 2 e Wii. Ele mudou o foco da série de volta para o Survival horror. Inicialmente conhecido como Alone in the Dark: Near Death Investigation, o jogo finalmente foi rebatizado simplesmente como Alone in the Dark, possuindo ligações com a trilogia original. O enredo se separa do do anterior, apresentando cenários maiores e visão em primeira e terceira pessoa, pela primeira vez havendo esse tipo de divisão. Com complexos de controles quebra-cabeças, o ambiente desempenha um grande papel no núcleo jogo, o jogador pode pegar qualquer objeto, mesmo decorativo, e usá-lo como uma arma branca ou combiná-las para fazer estilos diferentes de armas (como uma garrafa de álcool e um pano para montar um Coquetel Molotov). Muitos elementos do cenário, como caixas, portas e objetos de madeira podem interagir com o fogo, desempenhando um papel proeminente no jogo, auxiliando na destruição de objetos e também ajudando a matar os inimigos do jogo. A versão para PlayStation 3 foi lançado alguns meses após as outras versões, e foi nomeado Alone in the Dark: Inferno. Esta versão teve algumas mudanças de jogabilidade e correções técnicas, removendo bugs e delays de renderização, sendo mais bem recebida que suas outras edições.

Épocas[editar | editar código-fonte]

Os três jogos originais ocorreram na década de 1920 e acompanhavam Edward Canby em suas investigações e casos resolvidos a cada jogo. Em 1924 (Alone in the Dark), ele foi encomendado por um antiquário para investigar um piano no sótão da mansão Derceto, na Louisiana, que foi abandonada desde que seu proprietário Jeremy Hartwood cometeu suicídio. Em 1925 (Alone in the Dark 2) Carnby passou a resolver um caso envolvendo o seqüestro de Grace Saunders após os procedimentos de investigação de seu falecido parceiro Ted Stryker, com todas as pistas que levam a uma velha mansão chamada "Hell's Kitchen" e um gangster infame que a habitou. Em 1926 (Alone in the Dark 3) ele foi chamado para investigar o desaparecimento de uma equipe de filmagem em uma cidade fantasma conhecido pelo nome de Slaughter Gulch localizada em meio ao deserto de Mojave, na Califórnia, e o que o leva a investigar a situação é a notícia dada de que Emily Hartwood (protagonista opcional do primeiro jogo) fazia parte da equipe.

Quando Alone in the Dark: The New Nightmare foi feito, o cenário foi transferido da década de 1920 para o ano de 2001, e uma lenda foi constituída, a fim de explicar que Edward Carnby pertencia a uma linhagem de Caçadores de Sombra que nascem no dia 29 de fevereiro de cada 40 anos e foi criado como um órfão no Orfanato de São Jorge, indo pelo nome de Edward Carnby, assim como todos os outros nascidos. O nome foi retratado como uma forma literal "anglicanizada" de "El War Qarn'bi", que significava "aquele que luta contra o mal encarnado e caça fora das sombras". Segundo essa lenda, o Edward Carnby original nasceu em 1888 e saiu dos registros depois de se envolver com vários assuntos estranhos entre 1920 e 1939. O Edward Carnby que protagonizou Alone in the Dark: The New Nightmare é um personagem diferente e mais jovem, que nasceu em 1968.

Alone in the Dark (2008) reinterpretou, mais uma vez, o enredo da série. Ele segue o cânone da trilogia original, e ignora os eventos de Alone in the Dark: The New Nightmare completamente. Isso é mais perceptível devido ao fato de que a trama deste jogo, que acontece em 2008, afirma que só há um Edward Carnby, que foi possuído no final da década de 1920 e desapareceu, e está agora com mais de 100 anos, embora ele mantenha sua aparência relativamente jovem. Isto significa que o jogo é a continuação da trilogia original e é a mesma personagem, apesar da semelhança ser pouca. O jogo de 2008 não faz referência à linhagem El War Qarn'bi de Alone in the Dark: The New Nightmare, e não faz referência ao protagonista do jogo que provavelmente está vivo no momento. Como o jogo não teve sequência, ele continua sendo visto como a interpretação mais cânone com a trilogia original. A prova que atesta essa teoria é o histórico pesquisado por Dr. Hartford que afirma que Edward Carnby investigou o suicídio de Jeremy Hartwood em 1924 e resgatou Grace Saunders em 1925, e uma de suas distinções seria uma cicatriz no lado esquerdo do rosto, que está presente no protagonista do jogo.

Filmes[editar | editar código-fonte]

Em 2005, um filme baseado em Alone in the Dark foi lançado. É um live-action do jogo situado após os eventos de Alone in the Dark: The New Nightmare, dirigido pelo infame diretor alemão Uwe Boll. O filme não tem relação alguma com a trilogia original ou com sua continuação de 2008.

O filme foi muito mal recebido pela crítica, tanto pela amadora quanto pela profissional, e pelos fãs da série, sendo visto como uma péssima adaptação.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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