António Maria da Silva

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António Maria da Silva.

António Maria da Silva GCTE (Lisboa, 26 de maio de 1872 — Lisboa, 14 de outubro de 1950) foi um político português do tempo da Primeira República.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Engenheiro de minas pela Escola do Exército, foi um dos membros da "Alta-Venda" que dirigia a organização revolucionária republicana Carbonária Portuguesa, tendo-se exilado em Espanha, quando as suas actividades foram descobertas.

Depois da implantação da República Portuguesa foi director-geral-interino da Estatística e administrador-geral dos Correios.

Entre 1915 e 1926 foi o 4.º Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente Lusitano, cargo que ficou vago desde 1926 até 1929.[1]

A 24 de Setembro de 1923 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.[2]

Cargos[editar | editar código-fonte]

Ocupou muitos e variados cargos políticos:

Referências


Precedido por
Aurélio da Costa Ferreira
(de facto)
Joaquim Cerveira de Albuquerque
(interino)
Francisco Fernandes Costa
(interino)
Ministro do Fomento
(1.ª vez)
19131914
(V Governo Republicano)
Sucedido por
Aquiles Gonçalves
Precedido por
Manuel Monteiro
Ministro do Fomento
(2.ª vez)
19151916
(XII e XIII Governo Republicano)
Sucedido por
Francisco Fernandes Costa
Precedido por
Ministro do Trabalho e Previdência Social
19151916
(XIII Governo Republicano)
Sucedido por
Eduardo Lima Basto
Precedido por
Francisco Rego Chaves
Ministro das Finanças
(1.ª vez)
1920
(XXI Governo Republicano)
Sucedido por
Francisco Fernandes Costa
(não empossado)
António Maria da Silva
(reconduzido)
Precedido por
António Maria da Silva
(de facto)
Francisco Fernandes Costa
(não empossado)
Ministro das Finanças
(1.ª vez; reconduzido)
1920
(XXI Governo Republicano)
Sucedido por
António Joaquim Ferreira da Fonseca
Precedido por
José Ramos Preto
Presidente do Ministério de Portugal
(1.ª vez)
1920
(XXV Governo Republicano)
Sucedido por
António Granjo
Precedido por
Francisco Pina Lopes
Ministro das Finanças
(2.ª vez)
1920
(XXV Governo Republicano)
Sucedido por
Inocêncio Camacho
Precedido por
Francisco Cunha Leal
(de facto)
Liberato Pinto
(interino)
Ministro das Finanças
(3.ª vez)
1921
(XXIX Governo Republicano)
Sucedido por
Tomé de Barros Queirós
Precedido por
Francisco Cunha Leal
Presidente do Ministério de Portugal
(2.ª vez)
19221923
(XXXV, XXXVI e XXXVII Governo Republicano)
Sucedido por
António Ginestal Machado
Precedido por
Francisco Cunha Leal
Ministro do Interior
(1.ª vez)
19221923
(XXXV, XXXVI e XXXVII Governo Republicano)
Sucedido por
António Ginestal Machado
Precedido por
Ernesto Navarro
Ministro da Agricultura
(interino)
19221923
(XXXVI e XXXVII Governo Republicano)
Sucedido por
Abel Fontoura da Costa
Precedido por
João Camoesas
Ministro da Instrução Pública
(interino)
1923
(XXXVII Governo Republicano)
Sucedido por
Manuel de Melo e Simas
Precedido por
Fernando Freiria
Ministro da Guerra
(interino)
1923
(XXXVII Governo Republicano)
Sucedido por
Óscar Carmona
Precedido por
Vitorino Guimarães
Presidente do Ministério de Portugal
(3.ª vez)
1925
(XLIII Governo Republicano)
Sucedido por
Domingos Pereira
Precedido por
António Mimoso Guerra
(de facto)
Vitorino Guimarães
(interino)
Ministro da Guerra
1925
(XLIII Governo Republicano)
Sucedido por
Ernesto Vieira da Rocha
Precedido por
Domingos Pereira
Presidente do Ministério de Portugal
(4.ª vez)
19251926
(XLV Governo Republicano)
Sucedido por
José Mendes Cabeçadas
Precedido por
Domingos Pereira
Ministro do Interior
(2.ª vez)
19251926
(XLV Governo Republicano)
Sucedido por
José Mendes Cabeçadas
(interino)
Armando da Gama Ochoa
(não empossado)
José Mendes Cabeçadas
(interino)
Manuel Gomes da Costa
(de facto)