Óscar Carmona
| Óscar Carmona | |
|---|---|
| 11º presidente de Portugal |
|
| Mandato | 16 de Novembro de 1926 até a 18 de Abril de 1951 |
| Antecessor(a) | Gomes da Costa |
| Sucessor(a) | Craveiro Lopes |
| Vida | |
| Nascimento | 24 de Novembro de 1869 Lisboa, |
| Falecimento | 18 de Abril de 1951 (81 anos) Lisboa, |
| Primeira-dama | Maria do Carmo Ferreira da Silva Carmona |
| Partido | Nenhum, depois União Nacional |
| Profissão | Marechal do Exército |
António Óscar de Fragoso Carmona ComC • ComA • GCA • ComSE (Lisboa, 24 de Novembro de 1869 — Lisboa, 18 de Abril de 1951) foi um político e militar português, filho e neto de militares, presidente do Ministério (primeiro-ministro) e décimo primeiro presidente da República Portuguesa (primeiro da Ditadura e primeiro do Estado Novo).
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Biografia [editar]
Estudou no Colégio Militar em Lisboa entre 1882 e 1888 e na Escola do Exército entre 1889 e 1892 de onde saiu como oficial de Cavalaria.
Republicano, iniciado na Maçonaria1 , foi nomeado pelo governo revolucionário republicano, a 15 de Outubro de 1910 membro da Comissão de Reestruturação do Exército.
Foi instrutor da Escola Central de Oficiais (1913–1914); Director da Escola Prática de Cavalaria de Torres Novas (1918–1922); Comendador da Ordem Militar de Avis (15 de Fevereiro de 1919); Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (28 de Fevereiro de 1919); Comendador da Ordem Militar de Cristo (28 de Junho de 1919);2 Comandante da IVª Divisão situada em Évora (1922–1925); ministro da Guerra no governo de Ginestal Machado entre 15 de Novembro e 18 de Dezembro de 1923; Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis (5 de Outubro de 1925)3 .
Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926 foi ministro da Guerra entre 9 de Julho e 29 de Novembro, ministro dos Negócios Estrangeiros, entre 3 de Junho a 6 de Julho de 1926, pasta que acumulou com a de presidente do Ministério, cargo que exerceu até 18 de abril de 1928. Foi nomeado presidente da República por decreto em 26 de Novembro de 1926. Eleito em 1928, ainda durante a Ditadura Militar, dando início ao período denominado Ditadura Nacional, e, já na vigência da Constituição de 1933, em 1935, 1942 e 1949, não concluindo o último mandato por ter falecido no decurso do mesmo. Tendo atingido o posto de General em 1922, foi-lhe atribuído o título honorífico de marechal do exército em 1947.
Carmona foi um dos líderes do 28 de Maio 1926, assumindo o poder com o derrube do general Gomes da Costa, como presidente do Ministério (9 de Julho de 1926), sendo nomeado presidente da República em 26 de Novembro de 1926.
A 25 de Abril de 1930 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem dos Santos Maurício e Lázaro de Itália.4
Faleceu em em 18 de abril de 1951. Encontra-se sepultado no Panteão Nacional, Lisboa em Portugal.5
Notas
- ↑ Foi iniciado no triângulo n.º 1, de Chaves, entre 1894 e 1906, não tendo ultrapassado o grau de aprendiz. Abandonou a maçonaria, tendo, em 1935, assinado a lei que a ilegalizou em Portugal. Cf. MARQUES, A. H. de Oliveira.Dicionário de Maçonaria Portuguesa. Lisboa: Editorial Delta, 1986, vol I, col. 272-273.
- ↑ http://www.ordens.presidencia.pt/
- ↑ http://www.ordens.presidencia.pt/
- ↑ http://www.ordens.presidencia.pt/
- ↑ Óscar Carmona no Find a Grave.
Ligações externas [editar]
- Biografia de António Óscar de Fragoso Carmona
- Perfil em Geneall.net
- Huge crowd gathers as Oscar Carmona is re-elected as President
Galeria de imagens [editar]
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Presidente Óscar Carmona, selo de 1$00 de 1945
| Precedido por Manuel Gomes da Costa |
Presidente do Ministério de Portugal 1926 – 1928 |
Sucedido por José Vicente de Freitas |
- Nascidos em 1869
- Mortos em 1951
- Naturais de Lisboa
- Maçons de Portugal
- Presidentes de Portugal
- Primeiros-ministros da Segunda República Portuguesa
- Ex-alunos do Colégio Militar (Portugal)
- Marechais de Portugal
- Comendadores da Ordem Militar de Avis
- Comendadores da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
- Comendadores da Ordem Militar de Cristo
- Grã-Cruzes da Ordem Militar de Avis
- Cavaleiros da Ordem da Águia Branca
- Ditadura Nacional
- Ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal
- Sepultados no Panteão Nacional - Igreja de Santa Engrácia