Bengt Danielsson

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Bengt Emmerik Danielsson foi um escritor e antropólogo sueco, uma especialista das culturas polinésias.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu a 6 de Julho de 1921 em Krokek[1] , que é uma pequena aldeia da comuna Norrköping em Östergötland, na Suécia. Era filho do médico Emmerik e de Greta Danielsson.

Durante a Segunda Guerra Mundial estudou na Universidade de Uppsala. Após terminar os estudos foi para os Estados Unidos, depois para America do Sul, onde, em Perú, participou na expedição Kon-Tiki com o explorador norueguês Thor Heyerdahl e quatro outros noruegueses. Bengt Danielsson foi o único sueco numa tripulação.

A expedição velejou 7000 quilómetros pelo Oceano Pacífico, desde o Callao no Perú até a Raroia, uma ilha na Polinésia, em 1947. A viagem foi feita com uma jangada feita de tábuas de madeira, e durante 101 dias, entre Abril e Agosto. O objecivo deles era demonstrar a possibilidade de a colonização da Polinésia ter sido realizada por via marítima desde a América do Sul, em jangadas idênticas à utilizada durante a expedição. Bengt Danielsson era o encarregado da ração de comida diária, e intérprete porque era a única pessoa a bordo que falava espanhol.

Bengt Danielsson casou com uma francesa chamada Marie-Thérèse Sailley (1923-2003) na cidade de Lima, em 1948. Moraram na Polinésia Francesa, primeiro na Raroia entre 1949 e 1952, onde ele fez um trabalho de campo etnográfico, e a partir de 1953, no Tahiti.

Foi curador no museu Bernice P. Bishop em Honolulu, no Hawai, entre 1952 e 1966, director do Museu Etnográfico de Estocolmo entre 1966 e 1971, e correspondente da revista mensal Pacific Islands Monthly.

Bengt e Marie-Thérèse Danielsson escreveram e publicaram muitos livros sobre a Polinésia, entre os quais um estudo sobre a história polinésia, e o popular livro infantil Villervalle i Söderhavet (Villervalle no Mar do Sul), que deu origem a uma série na televisão sueca. Bengt Danielsson também escreveu a tese Work and Life on Raroia (Trabalho e Vida na Raroia) e tirou um doutoramento em Uppsala, em 1955.

De 1961 a 1978 foi cônsul da Suécia na Polinésia Francesa. Mas Bengt Danielsson e a sua esposa eram muito activos nos protestos contra os ensaios nucleares franceses, e por isso perdeu o título em 1978. A sua filha, Maruia (1952-1972), faleceu de cancro, e eles ficaram convencidos de que a sua morte se tinha devido à poluição radioactiva naquela região. O casal Danielsson recebeu o Right Livelihood Award em 1991 pelos seus esforços na luta contra os ensaios nucleares franceses.

Bengt Danielsson morreu a 4 de Julho de 1997 e foi sepultado no cemitério Östra Tollstad (comuna : Mjölby), em Östergötland, na Suécia. Um memorial foi ali erguido em 2003.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • 1951 - Den lyckliga ön
  • 1952 - Söderhavets glömda öar: reseskildring från Marquesasöarna
  • 1954 - Djungelvandringar och havsseglatser: en samling resekåserier
  • 1954 - Söderhavskärlek : en skildring av polynesiernas sexualliv och familjeförhållanden
  • 1955 - Work and Life on Raroia. An Acculturation Study of the Tuamotu Group, French Polynesia
  • 1956 - Bumerang
  • 1957 – Villervalle i Söderhavet
  • 1958 - Villervalles ökenäventyr
  • 1959 - Det stora vågspelet: Tahiti Nui-Expeditionen
  • 1962 - Med Bounty till Söderhavet
  • 1963 - Villervalles Kon-Tikifärd
  • 1963 - Raroia, den lyckliga ön
  • 1964 - Aloha: Resare-Bengt berättar
  • 1965 - Dagligt liv på Raroia
  • 1964 - Gauguins söderhavsår
  • 1971 - Söderhavsberättelser
  • 1977 - Moruroa, mon amour
  • 1986 - Bengt Danielsson i Söderhavet
  • 1986 - Förgiftat paradis (Com Marie-Thérèse Danielsson)
  • 1991 - I James Cooks kölvatten

Referencias[editar | editar código-fonte]

  1. Biografia de Bengt Danielsson em pagina Moruroa.org (em frances) : [1]