Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores (Moura, 22 de Fevereiro de 1953[1]) é um escritor, investigador e actual presidente de Câmara de Santarém. É casado com a actriz e produtora Filomena Gonçalves. É pai de três filhos e, é avô de três netos.
Nasceu em Moura onde estudou até aos quinze anos. Continuou os seus estudos em Beja e depois já casado e com dois filhos em Lisboa.
Fez o Bacharelato em Biologia, em 1975, tendo sido a partir desse ano, professor do Ensino Secundário, dessa área, até 1978.
Nesse ano ingressou na Polícia Judiciária e foi o primeiro classificado no curso de investigação criminal e formação de inspectores.
Até 1990 pertenceu a brigadas de furto qualificado, assalto à mão armada e homicídios.
Várias vezes louvado, deixou aquela instituição para se dedicar à vida académica.
No entanto, regressa dois anos depois para junto da então direcção da PJ com a incumbência de proceder aos estudos e avaliações do movimento criminal. É nestas funções de assessoria que participal nos Casos de Polícia, programa da SIC que marca uma viragem nas relações entre polícia e comunicação social. Os 12 anos como inspector da Polícia Judiciária, proporcionaram-lhe inúmeras experiências e inspiração para as suas obras de ficção, sendo algumas delas adaptadas para televisão.
Licenciou-se em História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Simultaneamente desenvolveu intensa actividade como escritor. Várias vezes premiado em Portugal. Colabora regularmente em vários jornais e revistas nacionais. Desenvolvendo estudos sobre a violência e morte violenta, dirigiu a equipa que identificou e trasladou os mortos do cemitério da Aldeia da Luz, numa das operações científicas mais impressionantes dos últimos anos.
No que respeita à política é independente. Depois de na juventude ter vivido a euforia decorrente do 25 de Abril, com 21 anos, afastou-se de qualquer actividade política. Já depois de ter abandonado a PJ, aceitou por duas vezes integrar, na qualidade de independente, listas do PS à autarquia de Moura mas com o aviso prévio que não estaria disponível para aceitar lugares de acção política. Residindo em Santarém (S. Bento), o PSD deu-lhe apoio. É membro da Maçonaria [2].
[editar] Guiões
- 1985 - Morte D'Homem
- 1994 - Desencontros
- 1996 - Filhos do Vento
- 1996 - Polícias
- 1997 - Ballet Rose
- 1998 - Esquadra de Polícia
- 1999 - A Raia dos Medos
- 1999 - Capitão Roby
- 2000 - Conde D'Abranhos
- 2000 - Alves dos Reis
- 2001 - O Processo dos Távoras
- 2002 - Lusitana Paixão
- 2004 - A Ferreirinha
- 2004 - João Semana
- 2005 - Pedro e Inês
[editar] Obras literárias
- Polícias sem História
- Filhos da Memória do Vento
- O Carteirista que Fugiu a Tempo
- Não Há Lugar para Divorciadas
- Em Memória de Albertina, que Deus Haja!
- A Fúria das Vinhas (2007)
- Mataram o Sidónio! (2010)
- A Opereta dos Vadios (2011)
[editar] Referências bibliográficas
- ↑ Francisco Moita Flores no AlgarveShopping. www.regiao-sul.pt. Página visitada em 2011-02-22.
- ↑ "Mais de 80 maçons em cargos influentes", Diário de Notícias, 2011-11-12. Página visitada em 2012-01-07.