Ser abissal

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nuvola apps important square.svg
Este artigo foi marcado como controverso devido às disputas sobre o seu conteúdo.
Por favor tente chegar a um consenso na página de discussão antes de fazer alterações ao artigo.
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde outubro de 2012). Por favor, adicione mais referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros, acadêmico)Yahoo!Bing.
Como ler uma caixa taxonómicaSer Abissal
Melanocetus johnsonii, Ser abissal

Melanocetus johnsonii, Ser abissal
Classificação científica
Reino: Animalia

Ser abissal é o que vive na zona abissal e apresenta modificações perante essa condição. Esses seres têm esqueletos leves e alguns podem engolir presas duas vezes maior que seu corpo, pois possuem um corpo elástico.

Alguns apresentam luzes em seus corpos, produzidas por células luminosas ou por bactérias que lançam flashes ocasionais, ajudando à iluminar o ambiente.

Iluminando o escuro[editar | editar código-fonte]

Alguns seres abissais possuem hastes para atrair as presas com uma luz na ponta, essa luz é gerada a partir de uma glândula de pele que compreende uma lente, refletor de duas substâncias químicas, a luciferina, que serve como combustível, e a luciferase que serve como catalisador, sendo lançadas, e provocando uma combustão, porém a luz lançada é uma luz fria, uma emissão de luz sem emitir calor junto. [1]

Hábitos[editar | editar código-fonte]

Os hábitos desses seres são diferenciados, alguns sobem para a superfície à noite para alimentar-se comendo plâncton, alguns vivem nas profundezas. Os seres abissais são seres capacitados a viver em altas pressões, por isso a superfície não é uma zona restrita para eles, no entanto, como a maioria é cega ou tem visão prejudicada, não sobem a superfície. Alguns são capazes de ver até 10 vezes melhor que os humanos. [carece de fontes]

Alguns apresentam uma "vara de pesca" com que, literalmente, pescam seu alimento, na ponta dessa vara há geralmente algum tipo de isca ou uma luz que faz com que o alimento siga até sua boca. Existem muitas dificuldades para esses seres: as altíssimas pressões, as temperaturas baixas, a dificuldade de reprodução e de encontrar comida.

Reprodução[editar | editar código-fonte]

A reprodução é outra dificuldade para esses seres. Um caso especial é o Melanocetus johnsonii em que o macho, ao encontrar a fêmea, se junta a ela, passando a ter a mesma circulação, como um parasita; a única serventia do macho é armazenar esperma para a fertilização da parceira. Outros seres abissais são hermafroditas, e quando não encontram um parceiro fecundam-se a si mesmos; em alguns a diferenciação sexual é apenas uma questão de amadurecimento. [1]

Outras espécies abissais[editar | editar código-fonte]

Existem várias outras espécies abissais, como os crustáceos, as águas-vivas, as esponjas, os peixes-dumbo, os peixes de vidro, e etc. Não existem seres fotossintetizantes, portanto, não há possibilidade de existir vida herbívora nas fossas abissais, muitos se alimentam de plâncton, restos de peixe e de outros animais da superfície.

Lista de seres abissais[editar | editar código-fonte]

Referências

Documentários que tratam sobre este assunto[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]