Admar Gonzaga

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Admar Gonzaga Neto
Ministro do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
Mandato: 27 de abril de 2017
até a atualidade
(efetivo)
Nomeação por: Michel Temer
Mandato: 25 de junho de 2013
até 26 de abril de 2017
(substituto)
Nomeação por: Dilma Rousseff
Antecessor(a): Henrique Neves
Dados pessoais
Nascimento: 25 de julho de 1960
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Alma mater: Centro de Ensino Unificado de Brasília

Admar Gonzaga Neto (Rio de Janeiro, 25 de julho de 1960)[1] é um advogado e jurista brasileiro. Atualmente é ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomeado por Michel Temer para vaga destinada a advogado.[2] Com carreira eleitoral desde 1993, Admar integrou a Comissão Especial de Juristas criada para propor mudanças no texto do Código Eleitoral.[3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, Admar Gonzaga foi servidor do Banco do Estado de Santa Catarina (1980 a 1982), datilógrafo (1983 a 1984) e assistente legislativo (1985 a 1987) da Câmara dos Deputados, além de analista técnico legislativo, tendo sido cedido ao Senado Federal e lotado na liderança do Democratas (DEM), na qual funcionou como assessor legislativo na Assembleia Nacional Constituinte de 1987.[1]

Iniciou em 1993 a atividade de advogado e foi assessor jurídico (1995 a 1996) e delegado nacional (1996 a 1999) do então Partido Progressista Brasileiro (atual PP), assessor jurídico (1999 a 2000) e delegado nacional (2000 a 2005) do Partido da Frente Liberal (PFL), e assessor jurídico do DEM (2006 a 2008). Também foi o advogado da conversão do partido PFL para o DEM[4] e da criação do Partido Social Democrático (PSD).[1]

Em 1998 advogou para a campanha da releição de Fernando Henrique Cardoso, e em 2010 advogou para a campanha de Dilma Rousseff.[4]

É membro do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral, autor de livros e manuais de Direito Eleitoral, professor e palestrante de eventos de estudos sobre a matéria.

Em junho de 2013, foi empossado por Dilma Rousseff para seu primeiro biênio como ministro substituto do TSE. Assumiu a vaga deixada pelo ministro Henrique Neves da Silva, que se tornou efetivo com o fim do mandato do jurista Marcelo Ribeiro.[3] Em março de 2017, com o fim do mandato de Neves, foi nomeado pelo presidente da República Michel Temer como ministro efetivo do TSE.[1][2]

Problemas com a lei[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2017 foi denunciado por agressão contra a esposa.[5]

Referências

  1. a b c d «Ministro Admar Gonzaga Neto». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 7 de junho de 2017 
  2. a b Gustavo Uribe e Letícia Casado (30 de março de 2017). «Temer nomeia Admar Gonzaga como novo ministro do TSE». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 30 de março de 2017 
  3. a b «Admar Gonzaga é reconduzido ao cargo de ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral». Tribunal Superior Eleitoral 
  4. a b Vinícius Sassine. «Ministro do TSE que proibiu publicidade da 'Veja' foi advogado da campanha do PT em 2010». O Globo. Globo.com 
  5. «PGR denuncia ministro do TSE por agressão contra a mulher». O Globo. 15 de novembro de 2017 


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