Apeadeiro de Arrifana

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Arrifana IPcomboio2.jpg
Apeadeiro de Arrifana, em 2010.
Linha(s) Linha do Vouga (Pk 23,507)
Coordenadas 40° 54′ 33,43″ N, 8° 30′ 03,8″ O
Concelho Santa Maria da Feira
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR orange.svgR


Logos IP.png
BSicon CONTfa grey.svg
BSicon HST grey.svgEscapães (Sentido Espinho)
BSicon HST grey.svgArrifana
BSicon BHF grey.svgS. J. da Madeira (Std. Ol. Azeméis)
BSicon CONTf grey.svg

O Apeadeiro de Arrifana é uma gare da Linha do Vouga, que serve a vila de Arrifana, no Distrito de Aveiro, em Portugal.

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Este apeadeiro é servido por comboios regionais da empresa Comboios de Portugal.[1]

Mapa da rede do Vouga, incluindo o projecto cancelado de Arrifana à Senhora da Hora.

História[editar | editar código-fonte]

Inauguração[editar | editar código-fonte]

Este apeadeiro encontra-se no troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis, que foi inaugurado no dia 21 de Dezembro de 1908[2], pela Compagnie Française pour la Construction et Exploitation des Chemins de Fer à l'Étranger.[3]

Ligação projectada a Senhora da Hora[editar | editar código-fonte]

A Companhia Portuguesa pediu a concessão de uma linha de via estreita entre Arrifana e Senhora da Hora, na Linha da Póvoa, de forma a ligar as duas redes, e extinguir a necessidade de transbordo em Espinho nos passageiros e mercadorias com origem ou destino na cidade do Porto.[4] Esta ligação foi proposta pela comissão técnica que em 1927 foi encarregada de preparar a revisão do Plano Geral da Rede Ferroviária.[5] tendo sido integrada no novo Plano, publicado pelo Decreto n.º 18:190, de 28 de Março de 1930, com o nome de Linha de Crestuma, passando por Crestuma e São Pedro da Cova.[6] No entanto, estes e outros planos para novas linhas férreas foram suspensos devido à crise ferroviária que começou na Década de 1930.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Comboios regionais - Linha do Vouga» (PDF). Comboios de Portugal. 31 de Agosto de 2014. Consultado em 12 de Abril de 2015 
  2. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 12 de Abril de 2015 
  3. TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 71 (1686). p. 133-140. Consultado em 6 de Junho de 2015 
  4. SOUSA, José Fernando de (1 de Junho de 1938). «O Problema Nacional Ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1211). p. 264-270. Consultado em 6 de Junho de 2015 
  5. SOUSA, José Fernando de; ESTEVES, Raul (1 de Março de 1935). «O Problema da Defesa Nacional» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1133). p. 101-103. Consultado em 6 de Junho de 2015 
  6. PORTUGAL. Decreto n.º 18:190, de 28 de Março de 1930. Ministério do Comércio e Comunicações - Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão Central e de Estudos - Secção de Expediente, Publicado no Diário do Governo n.º 83, Série I, de 10 de Abril de 1930.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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