Armando Marques

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre juiz brasileiro de futebol. Para o atirador português, veja Armando Marques (tiro).
Armando Marques
Nome completo Armando Nunes Castanheira da Rosa Marques
Nascimento 6 de fevereiro de 1930
Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro,  Brasil
Morte 16 de julho de 2014 (84 anos)
Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro,  Brasil
Nacionalidade brasileiro
Filiação FERJ, CBF

Armando Nunes Castanheira da Rosa Marques (Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1930Rio de Janeiro, 16 de julho de 2014) foi um polêmico[1] árbitro de futebol do Brasil.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Considerado um dos melhores árbitros do futebol brasileiro enquanto esteve em atividade, era amado e odiado pelos torcedores e jogadores, e ficou conhecido por erros históricos que cometeu. Anulou um gol de Leivinha, do Palmeiras, ao assinalar que foi com a mão, em jogo contra o São Paulo que decidiu o Campeonato Paulista de 1971. Entretanto, as imagens mostraram que o gol foi marcado com a cabeça.[2] O São Paulo, que tinha a vantagem do empate, vencia por 1 a 0, resultado que se manteve até o fim e deu o título ao clube do Morumbi.

Em 1973, em outra final do Campeonato Paulista, encerrou a cobrança de pênaltis quando o Santos vencia por 2 a 0, mas ainda com possibilidade de empate por parte da Portuguesa, que ainda tinha duas cobranças por fazer. Seu erro causou a divisão do título do campeonato entre os dois clubes.

Outro erro histórico foi na final do Campeonato Brasileiro de 1974, entre Vasco da Gama e Cruzeiro, no Estádio do Maracanã. O time mineiro precisava de apenas um empate, mas o Vasco vencia a partida por 2 a 1, quando Armando Marques anulou um gol legítimo de Zé Carlos, do Cruzeiro. A partida terminou com o mesmo placar, e o Vasco sagrou-se campeão.

Marques apitou várias decisões nacionais: a primeira partida das finais Taça Brasil de 1962, as duas partidas das finais das Taças Brasil de 1963 e 1964, a segunda partida das finais da Taça Brasil de 1965 e 1966, e o jogo-desempate das finais da Taça Brasil de 1967; o jogo decisivo do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1969; e as decisões dos Campeonatos Brasileiro de 1971, 1974. Além disso, apitou as finais dos Campeonatos Cariocas de 1962, 1965, 1968, 1969 e 1976, dos Campeonatos Paulistas de 1967, 1971 e 1973, e do Campeonato Mineiro de 1967.[3].

Após a carreira[editar | editar código-fonte]

Ao encerrar a carreira no futebol, sua popularidade o levou a apresentar um programa de auditório na extinta TV Manchete (emissora da qual ele já também fora comentarista de arbitragem), em 1993. Havia um quadro em que ele contava e admitia alguns erros que cometera durante sua carreira.

De 1997 a 2005, comandou a Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, continuando a causar polêmica e algumas suspeitas por conta de suas escolhas das arbitragens do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Morte[editar | editar código-fonte]

Marques morreu em 16 de julho de 2014, no Rio de Janeiro, por insuficiência renal.[4]

Referências

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