Cronologia da história de Coronel Fabriciano

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A Praça da Estação (inaugurada em 2008) à esquerda do Sobrado dos Pereira (1928), que foi a primeira edificação em alvenaria da cidade.

A tabela a seguir contém a cronologia da história de Coronel Fabriciano, ou seja, os principais fatos e acontecimentos ocorridos no município brasileiro supracitado, localizado no interior do estado de Minas Gerais, desde os primórdios de sua ocupação.

O começo do povoamento ocorreu em meados do século XIX, associado ao fluxo de tropeiros, levando à formação do povoado de Santo Antônio de Piracicaba na região do atual Melo Viana e à posterior criação do distrito em 7 de setembro de 1923.[1] Na mesma ocasião, a localidade passa a ser atendida pela EFVM e é construída a Estação do Calado, inaugurada em 9 de junho de 1924, ao redor da qual se estabeleceu o núcleo urbano que corresponde ao Centro de Fabriciano. Em 1936, tem-se a instalação da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira (atual ArcelorMittal Aços Longos), que esteve presente até a década de 60, fortalecendo a formação de um núcleo urbano que culminou na emancipação de Coronel Fabriciano em 27 de dezembro de 1948.[2][3]

Coronel Fabriciano sediou os núcleos industriais da Aperam South America (antiga Acesita) e Usiminas, que foram essenciais para a evolução da cidade. Mas, com a emancipação de Timóteo e Ipatinga na década de 60, as empresas passaram a pertencer a estes municípios, respectivamente.[4] O crescimento populacional associado à presença das indústrias exigiu o surgimento de bairros e conjuntos habitacionais, forçando ao mesmo tempo a construção de estabelecimentos de saúde, investimentos em lazer e escolas, acentuadamente na segunda metade do século XX.[5]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Cronologia histórica de Coronel Fabriciano
Data Fato Imagens
Século XVI Expedições são realizadas pelos chamados Sertões do Rio Doce à procura de metais preciosos.[6]
Estação do Calado na Catedral de São Sebastião, Coronel Fabriciano MG.JPG

Miniatura da Estação do Calado, inaugurada em 1924 e desativada em 1979, na Catedral de São Sebastião.


Sobrado dos Pereira, Coronel Fabriciano MG2.JPG

O Sobrado dos Pereira, construído em 1928, foi o primeiro estabelecimento comercial e construção de alvenaria da cidade.


Capela Nossa Senhora Auxiliadora e Hospital Dr. José Maria Morais, Coronel Fabriciano MG.JPG

Capela Nossa Senhora Auxiliadora e Hospital Doutor José Maria Morais, antigo Hospital Siderúrgica, construído em 1936.


Bandeira Coronel Fabriciano.png

Bandeira de Coronel Fabriciano, criada na década de 1950.


Entrada da E.E. Professor Pedro Calmon, Coronel Fabriciano MG.JPG

A Escola Estadual Professor Pedro Calmon, fundada em 1952, foi o primeiro prédio escolar da cidade.


Interior do Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano MG.JPG

Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano, inaugurado em 1988.


Unileste na década de 1990, Coronel Fabriciano MG.JPG

Unileste em 1990


B. Centro 1991, Coronel Fabriciano MG.jpg

Centro de Fabriciano em 1991


Vista do B. Floresta em 1991, Coronel Fabriciano MG.jpg

Bairro Floresta em 1991


Monumento "Os 5 Elementos da Natureza", Coronel Fabriciano MG1.JPG

Monumento "Os Cinco Elementos da Natureza", na Praça da Estação, inaugurada em 2008.


Vista da Catedral de São Sebastião, Coronel Fabriciano MG.JPG

Catedral de São Sebastião em 2012


Dom Lélis Lara com a tocha olímpica na Praça da Estação, Coronel Fabriciano MG.JPG

Revezamento da tocha dos Jogos Olímpicos de 2016 nas mãos de Dom Lélis Lara, na Praça da Estação

Século XVII – 1755 Proibição do povoamento e exploração da região, a fim de evitar contrabando do ouro extraído em Diamantina. Decadência do metal leva ao fim da interdição.[6]
Em torno de 1800 Estabeleceram-se Francisco Rodrigues Franco, em área fabricianense, e José Assis de Vasconcelos, nas cercanias da atual Usiminas.[7]
1825 Uma estrada foi aberta por Guido Marlière ligando Antônio Dias ao rio Santo Antônio, nas proximidades de Naque, cruzando a Serra dos Cocais. O fluxo de tropeiros entre povoamentos nas redondezas levou mais tarde à formação de um pequeno aglomerado, denominado Santo Antônio do Gambá, no atual bairro Melo Viana.[8]
1831 Estabelece-se Francisco de Paula e Silva, após receber do imperador Dom Pedro II três sesmarias. Iniciou a remoção da mata virgem, a fim de facilitar o comércio entre os núcleos populacionais vizinhos, e desenvolveu a agricultura.[7]
Final do século XIX Francisco Romão se estabelece e passa a ser o encarregado do transporte de pessoas e mercadorias entre os povoamentos próximos através do rio Piracicaba. Um porto na foz do ribeirão Caladão, onde mercadorias embarcavam rumo às localidades vizinhas, levou à formação de um pequeno aglomerado, denominado Barra do Calado.[1]
1911 A localidade, até então pertencente à Vila de Itabira, passa a pertencer a Antônio Dias.[6]
1919 João Teixeira Benevides, atraído pelos projetos da construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), trouxe de Ferros a primeira professora (sua sobrinha, Maria de Lourdes de Jesus) e doou terrenos para a construção da primeira escola, o primeiro cemitério e para a igreja de Santo Antônio de Piracicaba.[7][9] A locação da ferrovia foi retomada após ser paralisada em Belo Oriente e deu início ao desenvolvimento populacional na Barra do Calado em função do estabelecimento de trabalhadores.[10]
7 de setembro de 1923 Criação do distrito Melo Viana pela lei estadual nº 843, com sede em Santo Antônio de Piracicaba.[2]
9 de junho de 1924 Inauguração da Estação do Calado.[11]
1928 Criação da primeira escola, a Escola Rural Mista.[12]
Inauguração do Sobrado dos Pereira, primeiro estabelecimento comercial e construção de alvenaria.[12]
1929 Inauguração da primeira igreja do Calado, dedicada a São Sebastião.[12]
1933 O cartório do Melo Viana foi transferido para o Calado, alterando-se então a sede do distrito para a região do atual Centro de Fabriciano, que a essa altura já apresentava movimento e número de habitantes superiores.[3]
Fevereiro de 1936 Implantação do escritório da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira, empresa que deu impulso populacional e estrutural e criou, neste mesmo ano, o Hospital Doutor José Maria Morais (antigo Hospital Siderúrgica).[12]
30 de março de 1938 O distrito Melo Viana passa a denominar-se Coronel Fabriciano, em homenagem ao Tenente-coronel Fabriciano Felisberto Carvalho de Brito.[2]
17 de dezembro de 1938 Coronel Fabriciano cede território para a criação do distrito de Timóteo.[2]
1º de outubro de 1944 Criação do Social Futebol Clube, antigo Comercial Futebol Clube.[13]
31 de outubro de 1944 Instalação da Acesita, empresa que deu origem a um novo ciclo de desenvolvimento comercial e populacional.[3]
1947 Criação da comissão pró-emancipação do distrito, estruturada por Rubem Siqueira Maia. A primeira proposta fora rejeitada pelo governo mineiro devido ao censo realizado pela prefeitura de Antônio Dias contabilizar cerca de 5 mil residentes, abaixo do mínimo de 10 mil exigido à época.[14]
25 de fevereiro de 1948 Uma nova proposta de emancipação foi enviada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Foram acrescentados os registros de batismos à quantidade de habitantes obtida pelo censo realizado pelo governo antoniodiense, excedendo-se assim o mínimo exigido de 10 mil habitantes.[14]
15 de agosto de 1948 Criação da Paróquia São Sebastião, primeira instituição religiosa do Vale do Aço.[3]
27 de dezembro de 1948 Emancipação política de Coronel Fabriciano, pela lei estadual nº 336, desmembrando-se de Antônio Dias composta pelos distritos de Barra Alegre e Timóteo e pelo distrito-sede.[4]
1º de janeiro de 1949 Instalação do município, assumindo como intendente o Dr. Antônio Gonçalves Gravatá até a realização da primeira eleição.[4]
15 de março de 1949 Tomam posse o primeiro prefeito Rubem Siqueira Maia, seu vice coronel Silvino Pereira e os vereadores Nicanor Ataíde, Lauro Pereira, Ary Barros, José Anatólio Barbosa, Wenceslau Martins Araújo, Sebastião Mendes Araújo, José Paula Viana, Raimundo Martins Fraga e José Wilson Camargo.[4]
Agosto de 1949 Inauguração da Igreja Matriz de São Sebastião, em substituição à antiga, que havia desmoronado.[15]
Década de 1950 Criação da bandeira e do brasão de Coronel Fabriciano e composição do Hino Municipal, por Mozart Bicalho.[16]
Instituição do primeiro sistema de transporte público, dos primeiros pontos de táxi e do primeiro terminal rodoviário.[17] Foram construídos os primeiros clubes, cinemas, bares e restaurantes.[18]
5 de setembro de 1950 Fundação do Colégio Angélica, primeira grande instituição de ensino.[19]
1952 Inauguração da Escola Estadual Professor Pedro Calmon, primeiro prédio escolar da cidade.[19]
12 de dezembro de 1953 Criação do distrito de Ipatinga.[2]
3 de abril de 1955 Instalação da Comarca de Coronel Fabriciano.[15]
25 de abril de 1958 Criação da Usiminas no distrito de Ipatinga.[20]
Junho de 1960 Inauguração do Hospital Unimed, antiga Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo e, posteriormente, Hospital Nossa Senhora do Carmo.[19]
30 de dezembro de 1962 Decretada a emancipação dos distritos de Ipatinga e Timóteo, que passaram a sediar os complexos industriais da Usiminas e Acesita, respectivamente. Barra Alegre passa a pertencer a Ipatinga. Em Coronel Fabriciano, é criado o distrito Senador Melo Viana.[2]
20 de janeiro de 1963 Criação da Paróquia Santo Antônio.[21]
12 de junho de 1966 Primeira transmissão da Rádio Educadora, que foi a primeira emissora de rádio de Fabriciano e do Vale do Aço, oficializada em 1968.[22]
1969 Criação do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste).[23]
Inauguração da Escola Estadual Alberto Giovannini, primeira escola estadual da cidade.[24]
29 de janeiro de 1979 Fechamento da Estação do Calado.[19]
Fevereiro de 1979 Após dias seguidos de chuvas intensas, a cidade é afetada por grandes enchentes, deixando bairros inteiros inundados e vários desabrigados.[25]
1º de junho de 1979 Coronel Fabriciano é promovida à cossede da até então Diocese de Itabira.[26]
Setembro de 1988 Inauguração do Terminal Rodoviário de Coronel Fabriciano, construído na área do antigo terminal ferroviário.[5]
4 de julho de 1993 Inauguração da Catedral de São Sebastião, que passa a representar a condição de cossede diocesana.[5]
1995 Criação do Distrito Industrial.[27]
18 de outubro de 1998 Inauguração do Santuário Nossa Senhora da Piedade.[21]
30 de dezembro de 1998 Criação do Vale do Aço, elevado à categoria de região metropolitana em 2006.[5]
20 de janeiro de 2002 Inauguração do Monumento Terra Mãe, no Trevo Pastor Pimentel, em homenagem aos 50 anos de emancipação política.[5]
2003 A população municipal ultrapassa a marca de 100 mil habitantes, segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).[28]
15 de dezembro de 2005 Forte temporal atinge o município, provocando enchentes e deslizamentos de terra por toda a cidade, deixando-a em estado de calamidade pública. Houve registros de mortes e feridos e alguns bairros ficaram isolados.[29]
2006 Implantação do primeiro sistema de educação integral, na Escola Municipal Otávio Cupertino, no bairro Caladão.[30]
31 de outubro de 2008 Inauguração da Praça da Estação.[5]
27 de março de 2011 Criação da Paróquia São Francisco Xavier.[21]
15 de julho de 2011 O então Hospital Siderúrgica é fechado por tempo indeterminado, por motivos financeiros e burocráticos, deixando o município sem atendimento pelo SUS.[31]
30 de agosto de 2012 O Hospital Siderúrgica é reaberto após passar por reformas e reestruturação, passando a se chamar Hospital São Camilo.[32]
1º de janeiro de 2013 Rosângela Mendes toma posse como primeira prefeita municipal.[33]
20 de junho de 2013 Cerca de 3 mil pessoas se reuniram em uma manifestação que percorreu toda a Avenida Magalhães Pinto até o Centro de Fabriciano, prolongando-se à região do bairro Caladinho, como parte das chamadas jornadas de junho.[34]
Dezembro de 2013 Temporais provocam enchentes e deslizamentos de terra por toda a cidade, deixando dezenas de pessoas desalojadas e bairros e ruas inteiras cobertas de lama.[35]
Outubro de 2014 Inauguração do Museu José Avelino Barbosa, primeiro museu público do município.[36]
12 de maio de 2016 Coronel Fabriciano recebe o revezamento da tocha dos Jogos Olímpicos de Verão, percorrendo ruas dos bairros Centro e Santa Helena entre o Monumento Terra Mãe e a Praça da Estação.[37]
7 de julho de 2017 Prefeitura assume a gestão do até então Hospital São Camilo, que corria o risco de um novo fechamento por tempo indeterminado devido à falta de repasse do governo estadual.[38] O centro de saúde foi reformado e ampliado e houve a retomada dos atendimentos de pediatria, que não era oferecida desde 2011. Foi reinaugurado com a denominação de Hospital Doutor José Maria Morais.[39]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag. 17.
  2. a b c d e f Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Coronel Fabriciano - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada (PDF) em 19 de novembro de 2011 
  3. a b c d Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «Organização do município». Prefeitura. Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  4. a b c d Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «A criação do município». Prefeitura. Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  5. a b c d e f Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (Sedetur) (28 de julho de 2009). «Inventário turístico 2009». Prefeitura. Consultado em 19 de novembro de 2011 
  6. a b c Circuito Turístico Mata Atlântica de Minas Gerais. «Coronel Fabriciano». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2014 
  7. a b c Assessoria de Comunicação (3 de julho de 2009). «Primeiros habitantes». Prefeitura. Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  8. Revista Caminhos Gerais, nº 35, pag. 23.
  9. Jornal Diário do Aço (23 de janeiro de 2011). «Distrito tem motivos para comemorar». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 23 de março de 2014 
  10. Revista Caminhos Gerais, nº 35, pag. 22.
  11. Centro-Oeste. «G1 - Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2014 
  12. a b c d Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano, 2011, pag. 22.
  13. Social Futebol Clube. «História». Consultado em 19 de novembro de 2011. Arquivado do original em 19 de novembro de 2011 
  14. a b Genovez, Patrícia Falco; Valadares, Vagner Bravos (outubro de 2013). «A formação territorial de Coronel Fabriciano (sede) e de Ipatinga (distrito) entre as décadas de 1920 e 1960: afinal, quem são os Estabelecidos e os Outsiders?». Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Revista de História Regional: 11–19. doi:10.5212/Rev.Hist.Reg.v.18i2.0005. Consultado em 20 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 26 de abril de 2014 
  15. a b Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) (dezembro de 2013). «Bens inventariados no município de Coronel Fabriciano» (PDF). Prefeitura. 1: 19; 21; 51–55. Consultado em 11 de novembro de 2014. Arquivado do original (PDF) em 9 de fevereiro de 2019 
  16. Assessoria de Comunicação (10 de julho de 2009). «Hino extra-oficial e brasão». Prefeitura. Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  17. Revista Caminhos Gerais, nº 35, pag 34.
  18. Revista Caminhos Gerais, nº 21, pag 24.
  19. a b c d Assessoria de Comunicação (1 de março de 2012). «Patrimônio Cultural». Prefeitura. Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2013 
  20. Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano, 2011, pag. 27.
  21. a b c Paróquia Santo Antônio (7 de agosto de 2013). «História da Paróquia Santo Antônio». Consultado em 11 de novembro de 2014. Arquivado do original em 4 de abril de 2014 
  22. Rádio Educadora MG. «43 anos de pioneirismo». Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  23. Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Coronel Fabriciano, 2011, pag. 28.
  24. Jornal Nosso Vale (8 de agosto de 2011). «Prazer em conhecer... Giovannini». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2014 
  25. Jornal Vale do Aço (2 de dezembro de 2008). «A maldição dos anos terminados em 9». Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  26. Catholic Hierarchy (27 de abril de 2013). «Diocese of Itabira-Fabriciano» (em inglês). Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2013 
  27. Jornal Nosso Vale (23 de junho de 2010). «Distrito Industrial - Mais renda e desenvolvimento». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 26 de agosto de 2013 
  28. Confederação Nacional de Municípios (CNM) (2008). «Demografia - População total». Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  29. Roberta Abreu (16 de dezembro de 2005). «Tragédia no Vale do Aço». Ministério da Integração Nacional. Consultado em 19 de novembro de 2011. Arquivado do original em 19 de novembro de 2011 
  30. Plox (27 de agosto de 2009). «Prefeitura de Coronel Fabriciano inaugura escola integral». Consultado em 19 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2011 
  31. G1 (16 de julho de 2011). «Único hospital que fazia atendimento pelo SUS é fechado no interior de MG». Consultado em 15 de maio de 2019. Cópia arquivada em 15 de maio de 2019 
  32. Jornal Vale do Aço (31 de agosto de 2012). «Hospital São Camilo começa a atender à meia-noite». Consultado em 15 de maio de 2019. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2012 
  33. Eleições 2012. «Rosangela 13». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2013 
  34. G1 (20 de junho de 2013). «Três mil pessoas realizam primeiro protesto no Vale do Aço». Consultado em 17 de junho de 2016. Cópia arquivada em 26 de abril de 2014 
  35. Jornal Diário do Aço (17 de outubro de 2014). «Museu de Fabriciano será inaugurado dia 22». Consultado em 11 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2014 
  36. Zana Ferreira (12 de maio de 2016). «Tocha olímpica percorre Naque, Coronel Fabriciano e chega a Itabira». globoesporte.com. Consultado em 17 de junho de 2016. Cópia arquivada em 17 de junho de 2016 
  37. Jornal Diário do Aço (27 de março de 2017). «Em Fabriciano, atendimento do Hospital São Camilo deve ser suspenso». Consultado em 15 de maio de 2019. Cópia arquivada em 15 de maio de 2019 
  38. Plox (7 de julho de 2017). «Homenagens marcam inauguração do Hospital Dr. José Maria Morais». Consultado em 15 de maio de 2019. Cópia arquivada em 15 de maio de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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