Découvertes Gallimard

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Découvertes Gallimard
Civilização/Círculo de Leitores (PT)
Descobrir
 (PT)
Descobertas (BR)
Découvertes Gallimard, séries avec des codes couleurs.jpg
Images used on Découvertes Gallimard book covers.jpg
Imagens usadas para as capas dos livros de «Découvertes Gallimard».
Informações
Autor Vários autores
Título original Découvertes Gallimard
Tradutor Vários tradutores
Idioma original Francês
Publicado entre 1986–atualidade (na França)
Editora França Éditions Gallimard
Portugal Quimera Editores
Brasil Editora Objetiva
País  França
Gênero Humanidades, Enciclopédia

«Découvertes Gallimard» (francês: [dekuvɛʁt ɡalimaːʁ], literalmente em português «Descobrimentos Gallimard») é uma colecção enciclopédica ilustrada em formato de bolso criada por Pierre Marchand (fr) e publicada pela Éditions Gallimard. O primeiro volume À la recherche de l’Égypte oubliée (edicção brasileira: Em busca do Egito esquecido[1]) apareceu em novembro de 1986, escrito por o egiptólogo francês Jean Vercoutter (fr).[2] A colecção contém mais de 700 livros até a atualidade, sem um plano sistemático, reúne várias centenas de monografias por especialistas reconhecidos em sua disciplina, que estão intimamente associados à apresentação gráfica de seu texto.

Visão geral[editar | editar código-fonte]

«Os portugueses no Japão», cerca de 1600. Imagem no Marco Polo e a Rota da Seda, colecções «Civilização/Círculo de Leitores» e «Descobertas».

O tamanho de papel A6 (125 × 178 mm) é usado para os mini-livros e impresso em papel couché brilhante, são acompanhados por copiosas e boas ilustrações extraídas dos recursos patrimoniais. Cada livro da colecção centra-se sobre um determinado assunto e toda a colecção abrange todas as áreas de conhecimento e experiência humana, inclui história, arqueologia, música, arte, estética, religião, cultura, civilização, ciência, geologia, biografia, as pesquisas sobrenaturais, et cetera. Há 502 autores especialistas têm escrito para a colecção,[3] com a história como principal linha da perspectiva. Marco Polo et la Route de la Soie (nº 53; edicção em português: Marco Polo e a Rota da Seda), por exemplo, esta obra narrada em ordem cronológica para apresentar a história da Rota da Seda, do século I a.C. até o século XVI, um século dos descobrimentos.

As legendas para ilustrações devem ser informativas, não devem duplicar informações no corpo do texto, nem interrompem o fio narrativo. Pesquisadores e acadêmicos devem aderir aos constrangimentos de uma colecção convencional. Além das habilidades analíticas óbvias, os autores são convidados a escrever texto de qualidade e uma sensibilidade à ilustração. Um «Découvertes» não é um livro de autoria, o autor é apenas um dos muitos falantes.[4] Bruno Blasselle, diretor da Biblioteca do Arsenal, autor dos dois volumes de Histoire du livre (lit. «História do livro», nº 321 e nº 363) e coautor do nº 88 La Bibliothèque nationale de France : Mémoire de l’avenir, explica sua experiência de trabalhar para a colecção: «Escrever um “Découvertes” para um autor, é a armadilha, colocar-se em posicção de ser forçado a ultrapassar a sua própria formulação do seu assunto.»[5]

As lombadas, da esquerda para a direita: edicção espanhola (2 volumes), edicção francesa (3 volumes) e «Descobrir», a edicção portuguesa (2 volumes).

O design da capa é uma das especificidades. As capas velhas são brilhantes com fundo preto ilustrado em cores, as novas capas são laminadas (foscas), mas mais coloridas, com diferentes códigos de cores de acordo com as áreas. Difere de outros livros documentários por seu visual: uma imagem em tamanho real, com o poder dos elementos figurativos, também uma imagem que é bem adaptada ao layout da página interna. E sempre há uma pequena imagem que se adequa ao tema para ilustrar a lombada. A identidade visual é forte, pode-se facilmente reconhecer as edicções em diferentes idiomas de «Découvertes». No entanto, existem algumas excepções, por exemplo, a editora russa AST (en) adotou um design de capa completamente diferente para sua colecção «Открытие» (Descoberta), e também a editora barcelonesa Ediciones B.

Os «trailers»
Dado colorido com pano de fundo branco
«Trailer» do livro A Bíblia: o Livro, os livros, que pertence à colecção «Descobrir». Bíblia de Colónia, gravura em madeira, c. 1479.
Dado colorido com pano de fundo quadriculado
«Trailer» para A Escrita: Memória dos Homens da coleção «Descobertas». Miniaturas das Crônicas de Froissart, século XV. (Aqui usando a edicção espanhola para o exemplo.)

Cada volume tem cerca de 200 páginas com aproximadamente 120–200 ilustrações impressas em quatro, cinco, seis ou sete cores, tanto fosco e brilho, e às vezes até mesmo ouro, como no 39º volume Richard Wagner : L’opéra de la fin du monde, o ouro metálico aumenta as ilustrações de Carl Otto Czeschka do livro Die Nibelungen. Cada livro abre com 6–10 ilustrações ou fotografias de página completa, que o diretor de Thames & Hudson, Jamie Camplin, o chama de um «trailer influenciado pelo cinema».[6] Para o 96º volume Champollion : Un scribe pour l’Égypte, este livro abre com uma sucessão de reproducções do manuscrito de Champollion Gramática egípcia; no 158º volume L’Europe des Celtes, o leitor é saudado por uma série de máscaras de bronze e rostos esculpidos em pedra.

A novidade reside na subtil orquestração do texto e da imagem documental, onde sucessivas seqüências, insercções, dobraduras se sobrepõem nas duas páginas.[3] De acordo com os assuntos, o corpo do texto (mencionado como «corpus» em francês) está estruturado em três a sete capítulos. Cada capítulo é construído usando métodos jornalísticos, com um lide e cabeçalho. O corpus é pontuado por páginas duplas de imagens, conhecidas como insercções, tipo de paradas de imagens. Para o 124º volume La peur du loup (lit. «O medo do lobo»), duas páginas duplas das reproducções de gravuras de Gustave Doré para ilustrar Capuchinho Vermelho. Os livros se beneficiam muito das técnicas jornalísticas e cinematográficas, alguns títulos incluíram dobraduras panorâmicas, tipo de projecção no ecrã grande. Dois dobraduras no 16º volume Pompéi : La cité ensevelie, uma apresenta a reconstrucção do fórum de Pompeia de Léon Jaussely, a outra representa a condicção real da área de teatro em 1859, utilizando os desenhos de Paul-Émile Bonnet, ambos em vista panorâmica.

No final de cada livro tem a secção «testemunhos e documentos», são conjuntos de materiais para estudo posterior. Ao contrário do corpus em cores, esta parte sempre é impressa em preto e branco. «Testemunhos» funciona como uma antologia, fornece informações documentais mais detalhadas e registros históricos, inclui arquivos feitos conjuntamente pelo autor e o editor. Para cada arquivo, um lide, textos vinculativos e legendas curtas. De acordo com as obras, os apêndices fecham os «testemunhos e documentos» com uma cronologia, um índice, uma filmografia, uma discografia ou uma bibliografia. As fontes de todas as imagens são sempre fornecidas no «índice das ilustrações» (table des illustrations). A colecção também se destaca pela atencção aos detalhes. Sobre a escolha do tipo de letra, por exemplo, Trump Mediaeval é usado para o corpus, Barnattan para os cabeçalhos, Zapf Dingbats para as aspas angulares, itálico para as legendas com uma letra capitular e a última linha está sublinhada.

As edicções francesas são impressas por Kapp Lahure Jombart em Évreux, enquanto o impressor italiano Gianni Stavro, que contribuiu amplamente para o desenvolvimento das novas técnicas utilizadas na colecção, mantém as reedicções e coedicções internacionais. As ligações são sólidas, costuradas e não coladas.[4] Gallimard prometeu aos leitores «a colecção de bolso mais bela do mundo» (« la plus belle collection de poche du monde »).[7]

A colecção anteriormente consistia de dezoito séries que foram abandonadas: Archéologie, Architecture, Art de vivre, Cinéma, Histoire, Histoires naturelles, Invention du monde, Littérature, Mémoire des lieux, Musique et danse, Peinture, Philosophie, Religions, Sciences, Sculpture, Sports et jeux, Techniques e Traditions. Agora está organizada em torno de sete áreas principais, com diferentes códigos de cores de acordo com as áreas: Arts (vermelho), Archéologie (marrom), Histoire (azul), Littératures (branco), Religions (azul escuro), Culture et société (amarelo) e Sciences et techniques (verde).

Imagem[editar | editar código-fonte]

Dado colorido com pano de fundo branco
Página dupla de imagem no livro Les cités perdues des Mayas (nº 20). Desenho de Frederick Catherwood, 1844.
Dado colorido com pano de fundo quadriculado
«Trailer» do livro Os Vikings, reis dos mares da colecção «Civilização/Círculo de Leitores». Ilustrações de um manuscrito do século XI.
Dado colorido com pano de fundo quadriculado
Página dupla de imagem no livro La magie blanche de Saint-Pétersbourg (nº 205). Hermitage, Salão das Antiguidades, aquarela, século XIX.

A imagem é a parte essencial de «Découvertes Gallimard», a colecção inspirou-se muito no layout da revista, o visual ocupa um lugar central nesta obra, como diz o jornal Diário do Grande ABC: «…livros fartamente ilustrados…, quase como um gibi luxuoso».[8] Mas na década de 1980, a paginação electrónica e a digitalização de fotos não existiam, os maquetes sofisticados eram inteiramente feitos à mão e os iconógrafos correram das bibliotecas, galerias aos museus à procura de documentos. Hoje, a tecnologia simplificou grandemente todos esses procedimentos, mas as dificuldades estão em outros lugares. O status da imagem é cada vez mais complexo e a questão dos direitos (morais e patrimoniais) acrescenta ao trabalho, não apenas financeiramente.[9]

Os assuntos contemporâneos geralmente geram custos muito mais altos, uma vez que a editora é obrigada a trabalhar com agências fotográficas. Na escolha dos documentos, é dada prioridade à originalidade, o não publicado. Os iconógrafos de «Découvertes» também têm alguns documentos excepcionais, como os originais policromos do explorador inglês Frederick Catherwood, sobre o império maia, encontrados para o 20º volume Les cités perdues des Mayas (lit. «As cidades perdidas dos maias»).[4]

Não é difícil ilustrar assuntos como artes, civilizações, arqueologia... Mas se trata de encontrar imagens sobre um tema como «dor» (nº 370 – La douleur : Un mal à combattre) ou «desenvolvimento sustentável» (nº 495 – Le développement durable : Maintenant ou jamais), torna-se mais delicado. A questão é como evitar a repeticção, então a solucção está em um alargamento do campo, através do uso de documentos históricos, obras de arte, stills (en) extraídos do cinema.[9]

Obras derivadas[editar | editar código-fonte]

  • Découvertes Gallimard Hors série: Os livros da «Hors série» são ainda menores (120 × 170 mm, geralmente, mas nem sempre), cada um é composto de 48 páginas com ilustrações a cores. Estes livros são projetados como livretos de museu, de acordo com Gallimard, «des livres à visiter comme une exposition» (lit. «livros para visitar como uma exposição»). A maioria deles são dedicados a artistas como Botticelli, Cranach, Arcimboldo, Gentileschi, Fragonard, Vigée-Le Brun, Soutine, et cetera, durante as principais exposições dedicadas a eles.[10]
  • Une autre histoire du XXᵉ siècle: Literalmente significa «Outra história do século XX». Uma série fechada de dez livros por dez décadas, escrita pelo historiador francês Michel Pierre (fr), com base nos arquivos cinematográficos Gaumont.[3]
  • Découvertes Gallimard Albums: Doze títulos lançados em 1992 e um em 1994, um formato maior (210 × 270 mm) é usado para esses livros.
  • Découvertes Gallimard Texto: Seis títulos lançados em 1998, inspirados pelos «testemunhos e documentos».[4]

Os livros da «Hors série» são frequentemente acompanhados de exposições e funciona bem. Enquanto as outras tentativas de diversificar a colecção muitas vezes resultaram em retumbantes fracassos comerciais, como os «Albums» e «Texto». Apesar de um conceito interessante: o uso dos stills dos arquivos Gaumont para «Une autre histoire du XXᵉ siècle», esta série teve sucesso misto.[4]

Críticas[editar | editar código-fonte]

A revista cultural francesa Télérama (fr) elogiou a colecção: «Os volumes de “Découvertes Gallimard” pegaram o suspense do cinema, têm a eficiência do jornalismo, o temperamento literário é o seu charme, ea arte é a sua beleza.»[3] O estudioso literário e historiador alemão Gerhard Prause (de) escreveu um artigo para o jornal semanário Die Zeit, revisando a colecção é uma «aventura que representa surpresa, excitação e diversão. O tédio já está impedido pela curiosidade de ilustrações vívidas que são acompanhadas por explicações detalhadas».[11] O escritor britânico Rick Poynor pensa que a colecção «é um dos grandes projetos da publicação popular contemporânea».[12] O jornal brasileiro Diário do Grande ABC diz que a colecção é «quase como um gibi luxuoso e de extremo bom gosto».[8] O crítico de arte John Russell (en) considerou que esses livros contêm informações únicas, como a autoridade de Cláudio Eliano sobre a musicalidade dos elefantes ou a aparência precisa do cometa Halley como foi representado em 1835.[13] O editor britânico Raleigh Trevelyan (en) menciona «Abrams Discoveries» no The New York Times, que é a edicção americana de «Découvertes Gallimard», diz que «todos os volumes da série “Discoveries” são inteligentemente projetados».[14]

De acordo com a revista francesa L’Expansion, algumas outras críticas positivas, incluindo The Mail on Sunday: «Revolucionário... Literalmente espetacular...»; The Times: «Uma colecção muito nova e ousada»; Die Zeit: «Assim que você abrir esses livros manejáveis, você não poderá mais se afastar deles»; The New York Times Book Review: «Uma colecção que lembra as enciclopédias do século XIX, onde a inteligência foi de mãos dadas com curiosidade».[15]

Apesar de todos os favores à sua qualidade e design visual atraente, a colecção sofre de um problema de identidade nas livrarias: Onde colocar os livros de «Découvertes»? Como livros para jovens ou para adultos? Com os livros de bolso ou com as obras documentárias das ciências humanas? E opte por colocar separadamente nas estantes de acordo com os temas. A competicção exige, muitos livreiros renunciam às exposições que foram reservadas exclusivamente para «Découvertes». Mais ainda porque, devido a uma gestão de inventário bastante apertada na Gallimard, os títulos completos nunca estão disponíveis ao mesmo tempo, o que não aprecia os clientes. O problema da identificação também está latente na mídia impressa, os jornalistas, mesmo que estejam sempre encantados, pessoalmente, de receber novos títulos no serviço de imprensa, não seriam muito entusiasmados com a apresentação de um simples livro de bolso em seus artigos, mesmo que seja um título novo e não uma reimpressão.[4]

Edicção portuguesa[editar | editar código-fonte]

A colecção foi parcialmente traduzida para o português, publicada pela primeira vez em Portugal pela Civilização Editora (Porto) e Círculo de Leitores (Lisboa) no início da década de 1990, sob o título «Civilização/Círculo de Leitores». Em 2003, a editora Quimera de Lisboa produziu 16 títulos em que se chama colecção «Descobrir»,[16][17][18][19] e está organizada em torno de cinco áreas: Artes, Ciências, História, Literatura e Religiões. No Brasil, Editora Objetiva lançou os primeiros quatro volumes em 2000, intitulada coleção «Descobertas».[20][21][8]

Lista de volumes traduzidos para o português[editar | editar código-fonte]

Adaptação documental[editar | editar código-fonte]

Desde 1997, em coproducção com ARTE France, Trans Europe Film, em colaboração com Gallimard, realiza a adaptação da colecção «Découvertes», transmitida pela ARTE na série documental L’Aventure Humaine («A aventura humana»).[22] A maioria dos documentários de 52 minutos são dirigidos por Jean-Claude Lubtchansky.

Lista dos documentários
Documentário Significado literal Diretor Ano Adaptação de Edicção em português Autor
Il était une fois la Mésopotamie «Era uma vez na Mesopotâmia» Jean-Claude Lubtchansky 1998 Il était une fois la Mésopotamie (nº 191) Jean Bottéro, Marie-Joseph Stève
Quand le Japon s’ouvrit au monde «Quando o Japão se abriu para o mundo» Jean-Claude Lubtchansky 1998 Quand le Japon s’ouvrit au monde (nº 99) Francis Macouin, Keiko Omoto
Galilée, le messager des étoiles «Galileu, o mensageiro das estrelas» Jean-Claude Lubtchansky 1999 Galilée : Le messager des étoiles (nº 10) Jean-Pierre Maury
Vers Tombouctou – L’Afrique des explorateurs «Para Tombuctu – África dos exploradores» Jean-Claude Lubtchansky 1999 Vers Tombouctou : L’Afrique des explorateurs II (nº 216) Anne Hugon (en)
Les cités perdues des Mayas «As cidades perdidas dos maias» Jean-Claude Lubtchansky 2000 Les cités perdues des Mayas (nº 20) Claude-François Baudez (en), Sydney Picasso
Champollion, un scribe pour l’Égypte «Champollion, um escriba para o Egito» Jean-Claude Lubtchansky 2000 Champollion : Un scribe pour l’Égypte (nº 96) Michel Dewachter (fr)
L’empire des nombres «O império dos números» Philippe Truffault 2001 L’empire des nombres (nº 300) Denis Guedj (fr)
Léonard de Vinci, art et science de l’univers «Leonardo da Vinci, arte e ciência do universo» Jean-Claude Lubtchansky 2001 Léonard de Vinci : Art et science de l’univers (nº 293) Leonardo da Vinci: Arte e Ciência do Universo Alessandro Vezzosi (en)
La terre des Peaux-Rouges «A terra dos Peles-Vermelhas» Jean-Claude Lubtchansky 2002 La terre des Peaux-Rouges (nº 14) Philippe Jacquin (fr)
Angkor, la forêt de pierre «Angkor, a floresta de pedra» Jean-Claude Lubtchansky 2002 Angkor : La forêt de pierre (nº 64) Bruno Dagens
Darwin et la science de l’évolution «Darwin e a ciência da evolucção» Valérie Winckler 2002 Darwin et la science de l’évolution (nº 397) Darwin e a ciência da evolução Patrick Tort (fr)
Le mystère des sources du Nil «O mistério das fontes do Nilo» Stéphane Bégoin 2003 L’Afrique des explorateurs : Vers les sources du Nil (nº 117) Anne Hugon

Referências

  1. «Em busca do Egito esquecido (Edição da editora Objetiva)». Google Livros. Consultado em 13 de abril de 2017. 
  2. «À la recherche de l'Égypte oubliée, collection Découvertes Gallimard (n° 1)» (em francês). Éditions Gallimard. 1 de fevereiro de 2007. Consultado em 13 de abril de 2017. 
  3. a b c d «Collection Découvertes Gallimard» (em francês). Éditions Gallimard. Consultado em 13 de abril de 2017. 
  4. a b c d e f Hache-Bissette, Françoise (2001). «Découvertes Gallimard ou la culture encyclopédique à la française». ricochet-jeunes.org (em francês). Consultado em 8 de janeiro de 2018. 
  5. «Dixième anniversaire de la collection Découvertes». Qu’est-ce qu’elle dit, Zazie ? (em francês). 15 de maio de 1997. France 3 
  6. Davies, Jim (1994). «In the beginning was the picture». Eye (em inglês britânico). Consultado em 8 de janeiro de 2018. 
  7. Découvertes Gallimard fête son n° 200 (1994) no YouTube
  8. a b c João Marcos Coelho (1 de junho de 2002). «Editoras brasileiras estão otimistas com estilo Gallimard». Diário do Grande ABC. Consultado em 13 de abril de 2017. 
  9. a b Giuliani, Emmanuelle (13 de novembro de 2006). «Élisabeth de Farcy, directrice de la collection « Découvertes Gallimard » : « Une collection de poche à l'ambition encyclopédique »». La Croix (em francês). Consultado em 11 de janeiro de 2018. 
  10. «HORS SÉRIE» (em francês). Gallimard. Consultado em 13 de janeiro de 2018.. Arquivado do original em 7 de março de 2016 
  11. Prause, Gerhard (21 de dezembro de 1990). «Abenteuer Geschichte: Eine spannende neue Reihe». Die Zeit (em alemão). Consultado em 9 de janeiro de 2018. 
  12. Poynor, Rick (2008). «Revelations in style». Eye (em inglês britânico). Consultado em 9 de janeiro de 2018. 
  13. Russell, John (1 de novembro de 1992). «While You're Saving for a van Gogh: A Guide to Inexpensive Art Books». The New York Times (em inglês americano). Consultado em 9 de janeiro de 2018. 
  14. Trevelyan, Raleigh (29 de maio de 1994). «Telling It Like It Was». The New York Times (em inglês americano). Consultado em 9 de janeiro de 2018. 
  15. Roger Alexandre (20 de dezembro de 1993). «Gutenberg fait de la résistance». L’Expansion (em francês). Consultado em 11 de janeiro de 2018. 
  16. «Coleção: Descobrir». Wook. Consultado em 30 de abril de 2017. 
  17. «QUEM SOMOS: A EDITORA». Quimera Editores. Consultado em 30 de abril de 2017. 
  18. «Nascimento da Grécia, O». Quimera Editores. Consultado em 30 de abril de 2017. 
  19. «Oriente das Cruzadas, O». Quimera Editores. Consultado em 30 de abril de 2017. 
  20. Luiz Caversan (15 de abril de 2000). «Coleção ilustra descobertas históricas». Folha de S.Paulo. Consultado em 3 de agosto de 2017. 
  21. «Primeira solicitação: À Editora Objetiva. A Escrita - Memória dos Homens, coleção "Descobertas"». Livro Acessível. Consultado em 13 de abril de 2017. 
  22. «Collection DÉCOUVERTES: Une coproduction ARTE France / Trans Europe Film / Gallimard» (PDF). pro.arte.tv (em francês). 2 de março de 2002. p. 6. Consultado em 13 de janeiro de 2018. 

Fontes[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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