Drone metal

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Drone metal
Origens estilísticas
Contexto cultural Início da década de 1990 e, Seattle, Washington, nos EUA
Instrumentos típicos Bateria, Baixo, Guitarra, Sintetizador, e raro uso de Vocais
Popularidade Underground
Outros tópicos
Metal experimentalpost-metal

Drone metal (também conhecido como drone doom e power ambient) é um estilo de heavy metal que envolve o ritmo lento e o peso do doom metal com os tons de longa duração da música drone.[1][2] Drone metal é, algumas vezes, associado com post-metal ou metal experimental.[3][4]

Características[editar | editar código-fonte]

Tipicamente, a guitarra elétrica é tocada com uma grande quantidade de ressonância ou resposta de áudio enquanto que os vocais, se presentes, são usualmente guturais ou gritados.[5] As canções frequentemente não tem batida ou ritmo no sendo tradicional e são tipicamente bem longas. A experiência de uma performance de drone metal foi descrita como "não-muito-diferente de se ouvir um raga indiano no meio de um terremoto" pelo novelista John Wray no The New York Times.[5] Wray também escreveu: "É difícil imaginar alguma música que seja mais pesada, ou ainda, mais lenta".[5] Uma banda pioneira do drone metal chamada Sunn O))) indicou uma similaridade com a escultura sonora.[5]

Influências musicais[editar | editar código-fonte]

O drone metal une elementos de uma variedade de influências musicais, incluindo artistas de rock/metal como Black Sabbath, Sleep e Swans, o feedback de pesados tons de guitarra de Neil Young e Thurston Moore, o minimalismo de compositores como Phill Niblock, Charlemagne Palestine, La Monte Young, e Tony Conrad, e as várias composições para guitarra de Rhys Chatham e Glenn Branca.

Conexões com outras formas de arte[editar | editar código-fonte]

Stephen O'Malley do Sunn O))) colaborou em uma instalação com o artista Banks Violette, que comparou o drone metal com o trabalho de Donald Judd.[5] Violette salienta, contudo, que drone metal é "tanto um fenômeno fisiológico como um acústico", com uma fisicalidade atendente. O'Malley também mencionou uma apreciação por Cormac McCarthy e Richard Serra.[1] Essentialist de Rhys Chatham inclui projeções de Robert Longo.[4] O filme The Limits of Control de 2009 de Jim Jarmusch possui músicas de numerosas bandas de drone metal.[6] Jarmusch afirmou, "Eu amo esse tipo de paisagens visuais que eles criam, e eles realmente inspiraram coisas em mim para esse filme ..., porque quando eu escrevo eu ouço coisas pra me inspirar na direção do que quer que eu esteja imaginando. Boris and Sunn O))) e Earth eram realmente instrumentais para mim e entraram na minha cabeça".[7]

Referências

  1. a b Brandon Stosuy, "Heavy Metal: It's Alive and Flourishing", Slate, August 19, 2005. [1] Access date: August 22, 2008.
  2. William York, Allmusic, Sunn O))) Biography. [2] Access date: August 23, 2008.
  3. Jon Caramanica, "The Alchemy of Art World Heavy Metal". International Herald Tribune, September 20, 2005. [3] Access date: August 25, 2008.
  4. a b Steve Smith, "Where Classic Avant-Garde Gets a Hint of Heavy Metal", New York Times, September 13, 2006. [4] Access date: August 28, 2008.
  5. a b c d e John Wray, "Heady Metal", New York Times, May 28, 2006. [5] Access date: August 18, 2008.
  6. Pitchfork news, March 11, 2009. [6] Access date: March 21, 2009.
  7. Jim Jarmusch and Alan Licht, "Invisible Jukebox", The Wire 309, November 2009, p. 23.