Francisco Bosco

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Francisco de Castro Mucci (Rio de Janeiro, 5 de outubro de 1976), conhecido como Francisco Bosco, é um poeta, compositor e filósofo brasileiro.[1] Em 2015, foi nomeado presidente da Funarte.[2] Em 2016 foi exonerado.[3]

Filho do músico João Bosco, fez doutorado em Teoria Literária pela UFRJ. Foi coordenador da Rádio Batuta e colunista do jornal O Globo.[4][5]

Suas primeiras composições em parceria com o pai foram registradas por este no CD As mil e uma aldeias, de 1997. A dupla voltou a funcionar nos álbuns Na esquina (2000) e Malabaristas do sinal vermelho (2003). Também compôs com Guinga (Noturno Copacabana) e Fred Martins (Sem aviso, gravado por Maria Rita).

Obras poéticas[editar | editar código-fonte]

  • Florestado (Sette Letras, 1996)
  • Atrás da porta (Sette Letras, 1997)
  • Invisível rutilante (Francisco Alves, 1999)
  • Da amizade (Sette Letras, 2003)

Referências